Por Interino

O trabalho foi publicado no International Journal of Sport Nutrition and Exercise Metabolism. Nos experimentos, 11 atletas homens foram convidados a jejuar por 12 horas, antes de um treino de resistência de 90 minutos.
Depois disso, metade comeu bolos, batatas e suco de laranja, seguidos de hambúrguer, fritas e refrigerante cerca de duas horas depois. O outro grupo consumiu isotônico, manteiga de amendoim orgânica e cafeína, além de suplementos proteicos e energéticos, também duas horas depois. Após ambas as refeições, todos os participantes percorreram 20 quilômetros em uma bicicleta ergométrica.
Testes comparativos mostraram que o desempenho permaneceu o mesmo após horas de descanso, enquanto os níveis de glicogênio — usado como combustível pelos músculos — se apresentaram ligeiramente maiores depois de os voluntários ingerirem fast food em vez de suplementos durante a recuperação muscular. Também não foram encontradas diferenças nas taxas de insulina, glicose e colesterol. Nenhum atleta reportou desconforto estomacal.
“Os dados indicam que as opções em curto prazo para iniciar a ressíntese de glicogênio (após a atividade física) pode incluir alimentos que não são normalmente comercializados como produtos de nutrição desportiva, como fast food”, escreveram os pesquisadores no artigo.
No entanto, os cientistas admitiram que o experimento foi realizado com uma amostra relativamente pequena de voluntários, e os efeitos em longo prazo da ingestão de fast food sobre a recuperação muscular não são conhecidos.
As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.
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