Isso é verdade. O Min. Guedes, aliás, foi o mensageiro do convite ao MJSP. Mas quero plantar para o futuro. O fato do COAF ter ficado, em 2018, na Fazenda com apenas 37 servidores após vinte anos de existência ilustra que ali não é o melhor lugar https://t.co/XpAvb87LGE
No Twitter, Sergio Moro republicou uma nota de O Antagonista para dizer que o Ministério da Economia “não é o melhor lugar” para o Coaf.
“Mas quero plantar para o futuro. O fato do COAF ter ficado, em 2018, na Fazenda com apenas 37 servidores após vinte anos de existência ilustra que ali não é o melhor lugar.”
O número de brasileiros inadimplentes cresceu de forma expressiva na última década, com um aumento de 22,7 milhões de pessoas. Segundo dados da Serasa Experian, o total saltou de 59 milhões em 2016 para 81,7 milhões em 2026, um avanço de 38,4%, bem acima do crescimento da população no mesmo período.
O levantamento aponta que as dívidas estão concentradas principalmente em bancos e financeiras, responsáveis por 47,1% dos débitos. Em seguida aparecem contas básicas, como água e energia, com 21,4%, além de serviços, varejo e telefonia. O estudo também mostra que 42% dos inadimplentes já enfrentavam restrições há dez anos, indicando um ciclo persistente de endividamento.
Dados do Banco Central do Brasil reforçam o cenário preocupante. O endividamento das famílias chegou a 49,7% em 2025, enquanto o comprometimento da renda atingiu 29,2%. O presidente da instituição, Gabriel Galípolo, destacou o peso do cartão de crédito, especialmente do rotativo, que pode ter juros extremamente elevados.
O avanço da inadimplência também entrou no radar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem tratado o tema com frequência. O petista apontou uma contradição entre o baixo desemprego e o aumento das dívidas, afirmando que o governo busca alternativas para reduzir a pressão sobre as famílias.
Especialistas indicam que o problema é estrutural e envolve fatores como juros altos, custo de vida e acesso ao crédito. A tendência, segundo analistas, é que o tema ganhe ainda mais peso no debate econômico e político nos próximos meses.
O Rio Grande do Norte registrou o fechamento de 46 agências bancárias na última década, passando de 208 unidades em 2015 para 162 em 2025 — uma queda de 22,1%. O impacto é direto: cerca de 899 mil potiguares, o equivalente a 27,4% da população, vivem hoje em cidades sem acesso a atendimento presencial.
Ao todo, 138 municípios do estado não possuem nenhuma agência bancária. Apesar disso, a maior parte da população ainda é atendida presencialmente, já que as unidades restantes estão concentradas em apenas 38 cidades mais populosas, como Natal e Mossoró, que também lideram o ranking de fechamentos no período.
A redução está ligada principalmente à digitalização dos serviços bancários e à busca por redução de custos. Segundo representantes do setor, o processo se intensificou após a pandemia, com a migração forçada de clientes para aplicativos e canais digitais, deixando principalmente cidades menores desassistidas.
Além da dificuldade de acesso, o fechamento das agências tem gerado efeitos econômicos e sociais, como deslocamentos maiores para atendimento, sobrecarga em unidades ativas e perda de circulação de dinheiro nos municípios. Há ainda impactos no mercado de trabalho, com redução de vagas e aumento da pressão sobre os funcionários remanescentes.
O cenário no estado acompanha uma tendência nacional. Em todo o Brasil, quase metade das cidades já não conta com agências bancárias, refletindo a mudança no modelo de atendimento das instituições financeiras e o avanço acelerado dos serviços digitais.
🚨URGENTE – Flávio Bolsonaro diz que Lula fez lobby para que facções criminosas não sejam classificadas pelo governo americano como organizações terroristas
“O presidente do meu país pressionou a América para proteger organizações terroristas que oprimem meu povo” pic.twitter.com/tjQpGU9qKC
O senador Flávio Bolsonaro afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria atuado junto ao governo dos Estados Unidos para evitar que facções criminosas brasileiras fossem classificadas como organizações terroristas. A declaração foi feita durante discurso na Conservative Political Action Conference, realizada no Texas.
Segundo Flávio, Lula teria feito um “forte lobby” para proteger grupos que, segundo ele, atuam no tráfico de drogas e armas. O parlamentar citou uma reportagem do The New York Times, embora o próprio texto mencionado aponte que a articulação junto a autoridades americanas partiu dele e de aliados.
A publicação relata que há uma discussão em andamento nos Estados Unidos sobre classificar organizações criminosas brasileiras como terroristas, o que poderia ter impactos diplomáticos e econômicos. O governo brasileiro acompanha o tema com preocupação, avaliando possíveis interferências no cenário político e até riscos de sanções.
Durante o discurso, o senador também criticou a política externa do governo, classificando-a como “anti-norte-americana” e associando a gestão a problemas econômicos e de segurança pública. Ele ainda citou o avanço de facções criminosas e alegou a existência de escândalos envolvendo o entorno do presidente.
As declarações ampliam o tom de confronto político em meio ao cenário pré-eleitoral, com troca de acusações e disputas de narrativa tanto no Brasil quanto no exterior.
A decisão do Supremo Tribunal Federal de impedir a prorrogação da CPMI do INSS reacendeu críticas e comparações com o inquérito das fake news, conduzido pela própria Corte desde 2019. Enquanto a comissão parlamentar teve seu prazo encerrado, a investigação no STF segue ativa há anos, o que levantou questionamentos sobre possível falta de uniformidade nos critérios.
Durante o julgamento, ministros defenderam limites mais rígidos para CPIs, especialmente quanto ao prazo e ao foco das investigações. O ministro Flávio Dino alertou para o risco de “pescaria probatória” em investigações prolongadas, enquanto Alexandre de Moraes destacou a necessidade de respeito ao chamado “fato determinado”.
Na mesma linha, o ministro Gilmar Mendes reforçou que ampliar o escopo de uma investigação pode indicar desvio do objetivo original da comissão. O entendimento majoritário foi de que a prorrogação da CPMI não é automática e que cabe ao Congresso deliberar sobre o tema, sem interferência direta do Judiciário.
Apesar disso, a comparação com o inquérito das fake news ganhou força no debate público. Críticos apontam que a investigação no STF possui duração prolongada e escopo amplo, argumentos semelhantes aos usados para barrar a continuidade da CPMI, o que alimenta a percepção de incoerência.
Especialistas avaliam que, embora haja diferenças jurídicas entre os instrumentos — CPIs têm prazo definido, enquanto inquéritos judiciais seguem regras próprias — o impacto político é inevitável. A situação reforça questionamentos sobre equilíbrio entre os Poderes e pode afetar a confiança institucional, especialmente em um cenário já marcado por forte polarização.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva articula no Congresso a criação de uma brecha fiscal para viabilizar novos incentivos tributários. A iniciativa foi apresentada por meio de projeto de lei do senador Randolfe Rodrigues, líder do governo.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. proposta prevê exceções às regras fiscais que hoje limitam a concessão de benefícios tributários e a criação de despesas. Pelo texto, medidas desse tipo poderiam avançar sem as restrições habituais, desde que a renúncia de receita já esteja prevista no Orçamento de 2026 ou acompanhada de compensações.
Entre os pontos detalhados, o projeto inclui incentivos relacionados a áreas de livre comércio e operações envolvendo tributos como PIS/Pasep e Cofins. Também abre espaço para concessão de créditos na aquisição de materiais específicos e isenções sobre a venda de resíduos e aparas.
Além da questão tributária, a proposta trata de despesas obrigatórias. O senador inclui regras que permitiriam a implementação de iniciativas como licença-paternidade e salário-paternidade sem a aplicação de limitações fiscais mais rígidas.
As medidas são restritas ao exercício de 2026 e, se aprovadas, entram em vigor imediatamente após a sanção. A proposta deve intensificar o debate sobre responsabilidade fiscal e políticas de incentivo em meio ao cenário econômico e eleitoral.
Gastos com a manutenção de animais no Palácio do Planalto colocaram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no centro de novas críticas. Levantamento aponta que a conta de água destinada ao viveiro de animais já ultrapassa R$ 1,6 milhão ao longo da atual gestão.
Os dados indicam que apenas em 2025 o custo chegou a mais de R$ 636 mil, o maior registrado no período recente. Em 2024, a despesa já havia sido elevada, superando R$ 480 mil, enquanto no primeiro ano do atual mandato o valor também ficou acima de R$ 460 mil.
O espaço abriga milhares de animais, entre aves e outras espécies, mantidos na área do Palácio. Somente no início de 2026, os gastos continuam, com mais de R$ 28 mil registrados apenas no mês de janeiro, o que mantém a tendência de custos elevados.
As despesas, no entanto, não incluem outros gastos associados, como alimentação e cuidados veterinários, nem consideram os animais mantidos na Granja do Torto, outra residência oficial da Presidência.
O tema ganhou repercussão em meio a críticas sobre prioridades do governo, especialmente diante do cenário econômico e de discussões sobre aumento de impostos e custo de vida da população.
Um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório ligado à advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, passou a ser alvo de questionamentos após vir à tona o valor pago pelos serviços de compliance. Segundo apuração, os ganhos podem ter sido até 645 vezes superiores aos pagos a outros profissionais que atuaram em funções semelhantes.
O contrato, que previa até R$ 129 milhões, envolvia a produção, revisão e implementação de políticas internas do banco. Entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, o escritório recebeu cerca de R$ 75,6 milhões, com pagamentos mensais elevados. A equipe coordenada por Viviane teria atuado em áreas como código de ética e diretrizes de governança.
No entanto, documentos analisados indicam que parte significativa dessas políticas já havia sido elaborada anteriormente por funcionários do próprio banco ou por outros escritórios de advocacia. Em alguns casos, os registros digitais apontam autoria de terceiros mesmo durante o período em que o escritório de Viviane prestava serviços.
Especialistas ouvidos apontam que os valores pagos fogem dos padrões de mercado. Estimativas indicam que serviços semelhantes poderiam custar menos de R$ 10 milhões em escritórios de grande porte, o que levanta dúvidas sobre os critérios adotados na contratação.
O caso ganha ainda mais relevância por envolver investigações em curso sobre o Banco Master, que apuram suspeitas de irregularidades financeiras. Até o momento, não houve manifestação pública do ministro Alexandre de Moraes sobre o tema.
O senador Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à presidência da República, afirmou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agiu para evitar que “dois maiores cartéis de drogas do Brasil fossem classificados como organizações terroristas”. A menção faz referência ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e ao CV (Comando Vermelho).
O governo dos Estados Unidos avalia classificar o PCC e o CV, as duas maiores facções criminosas do Brasil, como organizações terroristas.
Flávio, em discurso em conferência conservadora nos Estados Unidos neste sábado (28), afirmou que o governo Lula “usou lobby pesado com certos conselheiros americanos para evitar que os dois maiores cartéis de drogas do Brasil fossem classificados como organizações terroristas”.
“O presidente do meu país faz lobby na América para proteger organizações terroristas que oprimem meu povo e exportam armas, lavam dinheiro e exportam drogas para os Estados Unidos e o mundo”, completou.
Flávio Bolsonaro discursou na edição de 2026 da CPAC (Conservative Political Action Conference), um dos principais fóruns do movimento conservador dos Estados Unidos.
O presidenciável afirmou que, com o retorno de Lula à presidência, o “Brasil está vivendo outra crise econômica devastadora, uma crise de segurança pública com expansão enorme de cartéis narcoterroristas, e múltiplos escândalos de corrupção envolvendo até membros da própria família do Lula”.
“E quando eu vencer, o povo brasileiro terá novamente um presidente que luta contra interesses das elites globais, contra a agenda ambiental radical, contra a agenda woke que destrói famílias, contra cartéis de drogas, e acima de tudo, luta pela liberdade e valores tradicionais”, disse ainda.
Pesquisa PoderData divulgada neste sábado (28) aponta que 74% dos brasileiros reprovam a escolha da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), uma mulher trans, para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.
De acordo com o levantamento, 12% dos entrevistados concordam com a escolha da deputada na presidência da comissão. Outros 14% dos ouvidos preferiram não responder.
Erika Hilton (PSOL-SP), foi eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara no dia 11 de março, como primeira mulher transsexual a ocupar a cadeira da Presidência da Comissão.
A pesquisa PoderData entrevistou 2.500 pessoas em todo o país, de 21 a 23 de março, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O bom é que foram perguntar também aos homens a opinião deles sobre isso. Isso é um assunto para as mulheres. Se elas não acham que essa deputada inteligentíssima as representa bem, elas comuniquem. Agora, entrevistar homens nas ruas a resposta é meio óbvia.
Quatro pessoas ficaram feridas após um carro desgovernado avançar sobre candidatos durante uma prova prática de direção, na manhã dessa sexta-feira (27/3), em Goiânia.
O carro atingiu uma área onde outros candidatos aguardavam para fazer a prova. Uma das vítimas precisou ser levada ao hospital pelo Corpo de Bombeiros. As demais sofreram ferimentos leves e foram atendidas no local.
Um vídeo gravado por uma testemunha, e divulgado pelo Portal 6, mostra o momento após o acidente e relata a correria entre as pessoas que estavam no pátio.
De acordo com o presidente do Detran-GO, Waldir Soares, o veículo utilizado no exame não possuía duplo comando, sistema que permite ao instrutor ou examinador intervir em situações de risco. O uso de carros particulares nessa etapa segue normas federais recentes.
Em nota, o Detran informou que iniciou uma revisão nos protocolos de segurança das provas práticas. Entre as medidas em análise estão mudanças na organização dos espaços, com maior distanciamento entre candidatos e a área de circulação dos veículos.
O órgão também destacou que a discussão sobre segurança nesse tipo de exame é contínua e citou casos anteriores envolvendo acidentes, inclusive com veículos equipados com duplo comando.
A identidade da candidata não foi divulgada. O estado de saúde da vítima hospitalizada também não havia sido atualizado até a última informação.
Com informações da coluna de Mirelle Pinheiro – Metrópoles
É nisso que dá, a bagunça que está agora pra tirar habilitação. Não concordo com os preços abusivos dos centro de formações de condutores, mas qualquer um que cismar que quer tirar habilitação e ir fazer teste, só dá nisso.
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