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O brasileiro Fernando Meirelles, diretor do longa da Netflix “Dois Papas” – indicado ao Globo de Ouro e um dos principais cotados para o Oscar, falou em entrevista à revista The Hollywood Reporter sobre a situação do cinema brasileiro na era Bolsonaro.
Perguntado pelo editor-executivo da publicação, Stephen Galloway, sobre o ambiente reacionário politicamente no Brasil, o cineasta afirmou que “é um momento difícil” para o cinema nacional.
“[O presidente Jair Bolsonaro] está destruindo tudo o que nós construímos. Nos anos 90, antes de filmar “Cidade de Deus“, nós estávamos produzindo nove filmes por ano. Em 2018, foram 150”, afirmou. “Mas agora ele está bloqueando tudo. Tem sido difícil”.
O Povo
QUAL CINEMA??????
Melhor produzir dez filmes de qualidade que 150 porcarias. Óbvio.
Não vai Destruir Grande Coisa.
O cinema é uma atividade com fins lucrativos, então quem tem que financiar é a iniciativa privada, o dinheiro público tem que ser utilizado para custear as necessidades básicas da população, não enriquecer meia dúzia de cineastas e atores. Porque esse povo não bancam suas empresas e custeiam suas despesas como todo e qualquer empresário deste País, tem que acabar com essa ideia que a teta do governo é para bancar atividade privada.
O cinema brasileiro sempre foi medíocre, inexpressivo, com raras exceções apareceram filmes interessante, talvez de 4 em 4 anos aparece algum. Custo benefício quase negativo. melhor investir em outro tipo de cultura, que com certeza, teremos mais crescimento cultural.
Quando governos anteriores estavam assaltando os cofres públicos não vi um patriota desse vir
a público denunciar.
Claro que não o governo tinham comprado seu silencio enchendo seus bolsos de dinheiro e o
restante da população que se lascasse.
Aceita que dói menos a vez é do povo
A
Sobrevivam só, viviam só nas tetas dos governos, aí era bom muito bom. Nadavam em grana governamental, sem prestar conta nem nada. Agora fecharam as torneiras, fazer o que né, trabalhar, é o jeito. Kkkkkk
A boquinha acabou!
Não está acabando cinema nenhum. O que Bolsonaro reduziu foram as verbas milionárias que bancavam o luxo de artistas militontos que se acostumaram a produzir obras panfletárias. Se o produto for bom, vai conseguir patrocínio e bilheteria sem precisar de dinheiro público.
Exatamente assim Manoel, comentário perfeito. Esses espertinhos querem é viver no luxo às custas do dinheiro público, se tem qualidade o retorno financeiro é garantido.