Foto: Sergio Moraes/Reuters
A defesa de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) informou nesta quarta-feira que o senador não irá comparecer no dia 21 de setembro à acareação marcada pelo Ministério Público Federal (MPF) no procedimento que investiga eventual vazamento de informações sigilosas sobre a Operação Furna da Onça, deflagrada em 2018. O intuito do ato processual é confrontar as versões do parlamentar e do empresário Paulo Marinho, que o acusou de ter recebido detalhes antecipadamente sobre a ação da Polícia Federal (PF) por intermédio de um delegado da corporação.
Os advogados Luciana Pires e Rodrigo Rocca afirmaram hoje que Flávio não terá disponibilidade em 21 de setembro. O senador pretende verificar sua agenda e, de acordo com as possibilidades, responder a intimação enviada pelo MPF através da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Em casos como esse, parlamentares têm direito a optar pela data mais adequada para depor. Na apuração em questão, o filho do presidente Jair Bolsonaro não é investigado e, portanto, não teria a obrigação de participar da acareação.
Sob o comando do procurador Eduardo Benones, responsável por intimar Flávio e Marinho, o procedimento apura, até agora, eventual crime de um ou mais servidores públicos que podem ter vazado informações sobre a operação da PF.
Em maio, Marinho concedeu entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo” na qual afirmou ter ouvido de Flávio, em dezembro de 2018, um relato de que a operação foi comunicada com antecedência a membros da equipe do parlamentar por um delegado da PF. Os documentos que embasaram a Furna da Onça foram responsáveis por revelar as movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do filho do presidente Jair Bolsonaro. Queiroz também depôs sobre o caso, em junho, e disse desconhecer o vazamento — ele será ouvido novamente no início de setembro, para esclarecer dúvidas da procuradoria.
O Globo
Bandido bom é bamdido solto.
Quantas vezes saiu o nome de filho de Jair Bolsonaro? Kkk
Que imparcialidade!!!
Quem tem C tem medo!
Tá na cara que esse delinquente tá torando prego.
Ele pensa que todo mundo é idiota e acredita nas pesquisas fantasmas que estão tentando de todo jeito subir a popularidade do Papi e esquecendo das suas bandidagens.
Vai lá neném, bota a cara a tapa! Tá com medinho, é?!?
Cabra de pêia!!!
Tu, a corja da tua família mais o monte de asnos imbecis que te apoiam!
TÁ COM MEDO DE QUÊ?
"QUEM NÃO DEVE, NÃO TEME?"
Bora Gadolândia! Ele vai ou não ? Olha o pasto gado ? véio! Vamos pro cercado bezerrada !
Medroso, igual ao pai
Cagão e corrupto igual ao pai.
A quebra do sigilo telemático é que iria produzir a prova técnica da versão de Paulo Marinho. Mas a quebra do sigilo foi negada. Através da tecnologia se sabe se houve o encontro entre o delegado vazador e os enviados do Zero Um. A tecnologia remonta o encontro na calçada da PF no dia e hora informados pelo Marinho. Fica fácil mas estão dificultando porque quem tem C…tem medo de milicianos. Quem negou a quebra deve ter medo assim como o porteiro do condomínio da barra pesada. Se diz que quem não deve não teme, mas nesse caso as pessoas que não devem temem assim como o fake inocente miliciano teme.