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Fofoca: falar mal dos outros pode ser indicativo de problemas com a autoestima

Foto: Pixabay.

Tão desprezada e tão praticada, a fofoca pode tanto ser motivo de socialização como gerar alguma repulsa, ainda que esse hábito tenha um quê de irresistível. Há até quem defenda que esse tipo de manifestação tenha sido fundamental para a sobrevivência da espécie humana, sendo uma vantagem evolutiva. Isso porque, segundo teóricos, o mexerico foi instrumento para que os primatas desenvolvessem, por exemplo, a capacidade de trabalho em equipe. Se um deles se ferisse, mesmo que não comunicasse isso ao grupo a que pertencia, essa história poderia se espalhar, favorecendo que outros se voluntariassem a desenvolver as suas funções.

Mas, é claro, o fuxico está longe de ser uma virtude absoluta. E, muitas vezes, mais do que falar sobre alguém que não está presente, esse comportamento vem acompanhado da maledicência. Em tais situações, o hábito tende a ser pouco edificante.

Foi partindo da premissa de que a fofoca estaria necessariamente associada ao costume de falar mal de alguém que Mariana Uhlmann foi às redes sociais compartilhar um aprendizado. Em uma publicação no Instagram, a jornalista e influenciadora digital revelou que um questionamento de seu marido, o ator Felipe Simas, mudou a forma como ela lida com a boataria. “Fui contar uma coisa pro Fi, e ele disse no meio da história: ‘Isso que você vai me contar vai edificar a minha vida? Edificou a sua? Da nossa família?’”, escreveu, completando que optou por não continuar a conversa e que a reflexão foi um divisor de águas em sua vida. “O que sai da nossa boca edifica ou magoa?”, conclui Mariana no post.

A história causou burburinho entre os seguidores de Mariana, sendo motivo de admiração e também de deboche. Na ocasião, muito fofoqueiro saiu do armário para defender o comportamento, que, convenhamos, é praticamente um patrimônio da humanidade. Segundo uma pesquisa da Social Psychological and Personality Science, as pessoas gastam até 52 minutos por dia apenas falando sobre alguém que não está por perto – ou seja, futricando. E é verdade que boa parte desse tempo pode ser gasta com amenidades, meras atualizações, significando até mesmo um gesto de bem-querer ao próximo. Mas não raramente essas conversas são impregnadas de especulações e de maledicência.

“Eu percebo essa ânsia de falar mal de alguém como algo universal, que independe de classe, instrução ou de outras características sociais. Em alguns casos, estamos falando de um vício moral, que permite ao maledicente sentir prazer ao apontar os defeitos dos outros”, opina o psicólogo Luciano Pinheiro. Ele pontua que, ao criticar, tendemos a nos colocar como superiores, como se estivéssemos imunes a cometer aqueles erros que estamos apontando no outro.

Para o estudioso do comportamento humano, a mordacidade possui um quê de paradoxal. Por um lado, nos blindamos e saímos do foco quando apontamos para falhas alheias. “É algo que funciona como uma estratégia, como se atacando não fôssemos ser atacados, como se falando do defeito dos outros pudéssemos esconder os nossos”, pontua. Porém, ao mesmo tempo em que nos escondemos, ao criticar alguém, podemos estar buscando notoriedade e atenção. “É algo atraente, pois me possibilita esconder ganhando palanque. Com isso, posso me sentir mais aceito e pertencente a um grupo”, avalia.

Autoanálise às avessas

A fofoca como um mecanismo de defesa é ratificada pelo também psicólogo Diogo Mendes. Ele acrescenta que essa postura, em diversos casos, está associada a problemas de baixa autoestima e à necessidade de aprovação. “Quem passa o dia apontando os erros alheios, sem conseguir ver os atributos positivos de ninguém, possivelmente não consegue ver as suas próprias qualidades”, sugere.

Para Mendes, uma das características mais marcantes daqueles que têm o hábito ou que têm prazer em falar mal do outro é justamente o baixo contato experiencial. “Estamos falando de um sujeito que conhece pouco de si próprio, que, conscientemente, é incapaz de fazer uma autocrítica. Curiosamente, esse indivíduo acaba fazendo uma análise de si mesmo às avessas, ou seja, passa a projetar e apontar nos outros defeitos que são, na verdade, seus”, situa.

Há uma frase, atribuída ao psicanalista austríaco Sigmund Freud (1856-1939), que resume bem essa situação: “Quando Pedro me fala de Paulo, sei mais de Pedro que de Paulo”. E, de fato, a fofoca contra alguém diz tanto sobre seus praticantes que basta participar passivamente de uma situação assim para identificar características do falador e saber o tipo de troca que poderá ser feito.

“Ao ouvir uma conversa, somos capazes de saber se aquela pessoa anda maldizendo alguém com quem nos identificamos, de forma que nossa escolha pode ser se afastar. Porém, se o alvo dela é um indivíduo que não nos desperta apreço, os apontamentos podem até ser motivo de aproximação”, salienta Luciano Pinheiro. “Não tenho dúvida de que a maledicência possa ser uma ferramenta para identificar supostos aliados”, conclui.

Mudando de postura

Embora a má língua possa ser pretexto para novas conexões sociais, o psicólogo Luciano Pinheiro lembra que esse comportamento, quando se torna muito característico de alguém, pode provocar até mesmo a exclusão dessa pessoa. “Ela passa a ser vista com desconfiança. Além disso, pode introduzir assuntos que deixam os outros desconfortáveis”, diz. Por isso, o isolamento tende a ser um problema comum aos fofoqueiros inveterados. “Algo que, somado a problemas com a autoestima, tende a repercutir em transtornos ansiosos e depressivos”, sinaliza.

Para evitar que se chegue a esse extremo, Diogo Mendes sugere uma solução semelhante àquela encontrada por Mariana Uhlmann: o crivo socrático. “Basicamente, se trata de, antes de passar uma história pra frente, se fazer três perguntas. Para começar, se essa informação que desejamos compartilhar é verdadeira. Depois, se ela é construtiva. E, por fim, se é algo útil a ser dito”, sugere.

Anti-estresse. Os crivos, contudo, são muito subjetivos. Afinal, em alguma medida, mesmo a maledicência pode se mostrar útil e ser, por exemplo, um suporte para a lida com o estresse. “A agressividade é uma força motriz do ser humano e não é exclusivamente ruim. Se você mora no Brasil e pega ônibus ou metrô, você precisa desse atributo para conseguir embarcar. Mesmo para se desenvolver profissionalmente, precisará recorrer a essa característica para encarar medos e inseguranças. Além disso, não dá para sempre suprimir a agressividade, o que poderia levar, inclusive, a manifestações psicossomáticas. Nesse sentido, falar mal de alguém pode se revelar, sim, uma válvula de escape”, assinala.

A avaliação faz sentido frente a uma pesquisa realizada por estudiosos da Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos, e divulgada em 2012 na versão digital do Journal of Personality and Social Psychology. Segundo a investigação científica, a fofoca teria papel fundamental na manutenção da ordem social à medida que ajuda as pessoas a reduzir o nível de estresse e a policiar o comportamento alheio.

O estudo em questão focou apenas no mexerico sobre episódios notadamente condenáveis. Ou seja, os aspectos positivos da prática apareciam quando atitudes ruins dos outros eram delatadas. Diante desse fato, críticos ponderam que as conclusões estão restritas a um contexto muito específico e lembram que o hábito de criar intrigas, em vez de amenizar o estresse, pode contribuir para a construção de um ambiente estressor.

Outras características

Inveja. “A maledicência é uma ocupação e lenitivo para os descontentes”. Citando a célebre frase atribuída ao escritor, filósofo e político brasileiro Mariano José Pereira da Fonseca, mais conhecido pelo título de marquês de Maricá, Diogo Mendes lembra que o hábito de falar mal dos outros tende a ser especialmente irresistível a pessoas que percebem a própria vida como desinteressante e que são invejosas. “Por isso, ao invés de construir algo para si, ela busca desconstruir o que é do outro”, examina.

Moralismo. Diogo Mendes recorre a outro dito famoso, imputado ao líder militar francês Napoleão Bonaparte, para analisar o comportamento: “A moral é, frequentemente, o passaporte da maledicência”. “Realmente, muitas vezes, o moralismo é a raiz de tais atitudes, que muitas vezes são pautadas na incompreensão em relação às escolhas do outro e até em mentiras. Hoje, as fake news, as notícias falsas, estão associadas a esse maldizer compartilhado, a essa atitude de acreditar até em histórias fantasiosas quando dirigidas contra quem não gostamos”, pontua.

Por O Tempo.

Opinião dos leitores

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Com 109 cursos e 14 mil alunos, Uern custará R$ 500 milhões em 2026

Foto: Agecom UERN/Reprodução

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) deverá receber orçamento de R$ 496,8 milhões em 2026, segundo dados divulgados pela própria instituição ao jornal Agora RN. Se confirmado até o fim do ano, o valor representará aumento de 9% em relação a 2025, quando o repasse foi de R$ 455,2 milhões.

Mantida pelo Governo do Rio Grande do Norte, a Uern possui autonomia financeira e patrimonial desde 2021, após sanção da Lei nº 11.045/2021 pela governadora Fátima Bezerra. A legislação definiu um modelo de repasse baseado na arrecadação estadual de impostos.

Em 2022, o percentual destinado à universidade foi de 2,31% da arrecadação. O índice subiu gradualmente até atingir 3,08% em 2025, percentual mínimo previsto também para os próximos anos.

Atualmente, a Uern possui 109 cursos de graduação e pós-graduação, distribuídos em seis campi presenciais — em Mossoró, Natal, Assú, Pau dos Ferros, Patu e Caicó — além de 22 polos de educação a distância.

A universidade reúne 14.280 estudantes e conta com 1.538 servidores, entre professores e técnicos administrativos.

Segundo dados institucionais divulgados pela universidade, 80,2% dos alunos vieram da escola pública, 79,6% pertencem a famílias de baixa renda e 82,8% são naturais do Rio Grande do Norte.

Criada em 1968 em Mossoró, inicialmente como Universidade Regional do Rio Grande do Norte (URRN), a instituição foi estadualizada em 1987 e reconhecida oficialmente pelo Ministério da Educação em 1993.

O futuro da Uern entrou recentemente no debate da pré-campanha ao Governo do Estado após o ex-prefeito de Natal e pré-candidato Álvaro Dias mencionar estudos sobre possível federalização ou privatização da universidade.

Após a repercussão negativa, Álvaro recuou e afirmou que manterá a universidade estadual caso seja eleito. “Eu jamais iria pensar em federalizar ou, muito menos, em privatizar a Uern”, declarou em entrevista à rádio 96 FM.

O ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato Allyson Bezerra criticou a proposta e afirmou que a Uern é “inegociável”.

Outro pré-candidato, Cadu Xavier, também saiu em defesa da instituição e afirmou que a universidade transforma a vida de jovens potiguares, especialmente estudantes de origem popular.

A reitora Cicília Maia declarou que a universidade será defendida “permanentemente” diante de qualquer questionamento sobre sua relevância.

Já a secretária estadual de Educação, Socorro Batista, afirmou que a Uern é “patrimônio do povo potiguar” e destacou o papel da instituição na inclusão social, interiorização do ensino superior e desenvolvimento do estado.

Sobre a Uern

Ano de criação: 1968
Campi presenciais: 6
Polos de educação a distância: 22
Cursos: 109 (66 de graduação e 43 de pós-graduação)
Servidores: 1.538 (862 professores e 678 técnicos-administrativos)
Alunos: 14.280 (80,2% oriundos da escola pública, 79,6% de baixa renda, 82,8% naturais do RN)
Orçamento estimado para 2026: R$ 496,8 milhões
Participação no orçamento líquido do Estado: 3,08%

Com informações de Agora RN

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Polícia Federal troca delegado de inquérito do INSS, que investiga Lulinha

Foto: reprodução/redes sociais

A Polícia Federal trocou o delegado que comandava as investigações sobre as fraudes do INSS e apresentou os novos delegados ao ministro André Mendonça, do STF, nesta sexta-feira (15).

O delegado substituído foi o responsável pelo pedido de quebra de sigilo contra o filho mais velho do presidente Lula (PT), conhecido como Lulinha.

Um dos delegados ligados ao caso, chefe da divisão de combate a crimes previdenciários, deixou o cargo em meio às mudanças. A PF informou que ele continua auxiliando os trabalhos.

Segundo fontes ouvidas pela reportagem, o delegado teria solicitado a transferência para Minas Gerais, seu estado natal.

Os demais delegados da investigação permanecem na nova coordenação, ainda vinculados à Diretoria de Combate ao Crime Organizado e à Corrupção.

Após as mudanças, o senador Carlos Viana, ex-presidente da CPMI do INSS, enviou ofício ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, pedindo esclarecimentos formais sobre a saída do delegado.

A oposição relaciona a mudança às investigações envolvendo Lulinha. A coordenação anterior foi responsável tanto pelo pedido de quebra de sigilos quanto pela negociação da delação premiada do empresário Mauricio Camisotti.

A proposta de delação foi enviada ao STF, mas retornou para ser refeita com participação da Procuradoria-Geral da República.

“Trocas dessa natureza, em momentos delicados da investigação, exigem explicações claras e imediatas à sociedade brasileira”, afirmou o senador Carlos Viana.

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Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho assinam pedido de criação de CPMI do Banco Master

Foto: reprodução/X

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), e os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Fabiano Contarato (PT-ES) assinaram o requerimento de criação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para investigar as fraudes ligadas ao Banco Master. A informação foi divulgada nas redes sociais pelo senador Carlos Viana (PSD-MG).

No último dia 13, Viana disse ter protocolado o pedido no Congresso Nacional. “Está oficialmente aberto para assinaturas o pedido de criação da CPMI do Banco Master no Congresso Nacional. Quem não deve não teme CPMI”, escreveu, na ocasião.

Segundo o senador, os líderes do governo no Senado e na Câmara ainda não assinaram o pedido, assim como os demais parlamentares governistas.

“O governo terá que decidir: apoia uma investigação ampla e sem blindagem… ou continuará apenas no discurso político?”, completou.

As solicitações para a instalação da comissão são feitas desde o escândalo do Master. Entretanto, apesar de ter atingido o número de assinaturas, a pauta não tem avançado no Congresso. A resistência surge, principalmente, devido ao possível envolvimento de congressistas no esquema.

No início do mês, parlamentares de oposição ao governo do presidente Lula negaram ter feito acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para abrir mão de uma CPI a fim de investigar o Banco Master em troca da derrubada do veto presidencial ao projeto da dosimetria, que reduz penas a condenados do 8 de Janeiro.

Por meio de nota, o líder oposicionista da Câmara, deputado Cabo Gilberto (PL-PB), afirmou que não houve acordo ou negociação e que não haverá recuo no pedido de abertura da CPI. O deputado declarou ser a favor da instalação da investigação.

“A CPI do Banco Master não é uma pauta política, é uma necessidade do país. O povo brasileiro tem o direito de saber o que aconteceu”, afirmou o parlamentar.

R7

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Você está pagando para errar. A IA cobra para acertar

Toda campanha que vai ao ar sem dados de suporte é um teste pago. Você está investindo dinheiro real para descobrir se uma ideia funciona. Em muitos casos, não funciona — e o custo do aprendizado sai do seu caixa.

Na Ratts Ratis, invertemos essa lógica. Usamos inteligência artificial para testar hipóteses antes de gastar um centavo em mídia. Modelos preditivos avaliam cenários, estimam resultados e ranqueiam opções estratégicas por probabilidade de sucesso. O teste acontece no ambiente digital, não no mercado real.

Veja um exemplo concreto: um cliente do setor de varejo nos procurou com três opções de campanha para o Dia das Mães. Cada opção tinha uma abordagem diferente — emocional, promocional e aspiracional. Em vez de escolher por votação interna ou preferência do cliente, rodamos as três por um modelo de predição de engajamento. A abordagem emocional teve score 40% superior às outras duas. Fomos com ela. O resultado confirmou a predição.

O ponto não é que a IA acerta sempre. É que ela erra menos. E quando erra, erra barato — porque o erro aconteceu na simulação, não na veiculação.

Empresários que investem em publicidade precisam entender uma coisa: o custo da campanha não é só a mídia. É a mídia mais o custo de oportunidade de cada decisão errada. A IA reduz esse custo de oportunidade drasticamente.

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Prefeito de Campo Redondo declara apoio a Álvaro Dias e Babá ao lado da vice-prefeita e dos nove vereadores do município

O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), e o pré-candidato Babá receberam mais um importante reforço político no interior do estado. Desta vez, o apoio veio de Campo Redondo, município estratégico da região Trairi.

O prefeito da cidade declarou oficialmente apoio ao projeto político de Álvaro e Babá durante encontro que reuniu lideranças locais, a vice-prefeita e os nove vereadores do município, consolidando praticamente a união completa do grupo político da cidade em torno da pré-candidatura.

Além do peso político local, o movimento chamou atenção pelo simbolismo. O prefeito de Campo Redondo integra a base política de lideranças como o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, e do deputado federal João Maia (PP).

Durante o encontro, o prefeito destacou a confiança no projeto liderado por Álvaro Dias e Babá.

“Obrigado por ter vindo para Campo Redondo, meu amigo. Eu sei que você vai fazer um trabalho grande pela nossa cidade. Alô, meu amigo. Conte com Campo Redondo.”

A adesão de Campo Redondo fortalece ainda mais a presença de Álvaro Dias na região Trairi e amplia a construção de alianças políticas no interior do estado. Nos últimos dias, o ex-prefeito de Natal vem acumulando apoios de prefeitos, vereadores, ex-prefeitos e lideranças políticas em diferentes regiões do RN, consolidando musculatura política para a disputa de 2026.

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Anvisa decide por unanimidade manter suspensão de produtos, mas Ypê não deve mais recolher

Foto: Esther Gama

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu manter, por unanimidade, as medidas impostas aos produtos da Ypê, com exceção da determinação de recolhimento. A decisão foi tomada em reunião realizada na manhã desta sexta-feira (15).

Os votos da Diretoria Colegiada ocorreram após a avaliação de um recurso apresentado pela marca, que teve alguns produtos suspensos na última semana.

As determinações de suspensão, fabricação, comercialização e distribuição dos itens da empresa aconteceram depois de ações de fiscalização feitas pela agência.

Veja cada um dos votos

  • Leandro Safatle, diretor-presidente da Anvisa: votou a favor da manutenção de parte das medidas determinadas pela agência, com exceção do recolhimento, que não precisa mais ser feito;
  • Thiago Campos, diretor da Anvisa: votou a favor da manutenção das medidas da agência, inclusive pelo recolhimento;
  • Daniela Marreco, diretora da Anvisa: votou a favor da manutenção de parte das medidas da agência (suspensão da fabricação, a comercialização, a distribuição e o uso dos produtos), com exceção do recolhimento, que não precisa mais ser feito;
  • Daniel Pereira, diretor da Anvisa, votou a favor da manutenção de parte das medidas da agência (suspensão da fabricação, a comercialização, a distribuição e o uso dos produtos), com exceção do recolhimento, que não precisa mais ser feito;
  • O quinto votante não compareceu ao julgamento.

Entenda o julgamento

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) julga na manhã desta sexta-feira (15) o recurso apresentado pela Ypê sobre as determinações de suspensão, fabricação, comercialização e distribuição dos produtos da marca.

A suspensão automática da Resolução 1.834/2026 ocorreu depois que a Ypê apresentou um recurso à Anvisa, na última sexta-feira (8).

O que diz a Ypê

“Em linha com sua postura de transparência e colaboração institucional, a Ypê comunica que solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que a reunião extraordinária da Diretoria Colegiada desta sexta-feira (15/5) seja realizada de maneira pública. A empresa abriu mão do sigilo referente a esse processo, autorizando sua ampla divulgação.

A Ypê tem plena convicção no trabalho que tem realizado para se adequar às orientações do órgão fiscalizador, garantindo a qualidade máxima de seus produtos, e ressalta que permanece integralmente comprometida com o cumprimento de eventuais determinações ou ajustes adicionais que venham a ser estabelecidos.

Com isso, a companhia reitera seu compromisso de mais de 75 anos com a segurança e a saúde dos consumidores.”

CNN Brasil

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[VÍDEO] Protesto na UFRN expõe caos com fome e falta de professor: “Mexeu com estudante, mexeu com satanás”

Imagens: Reprodução/Todo Natalense

O protesto de estudantes da UFRN, em Natal, nesta sexta-feira (15), expôs denúncias de falta de professores, problemas na alimentação, estrutura precária e situações de vulnerabilidade na residência universitária.

Segundo eles, os impactos atingem diretamente a rotina acadêmica, com disciplinas sem docentes, falhas na assistência estudantil e relatos de dificuldades no ambiente universitário.

“Quando vão ligar pra gente, hein? A gente está sem professor, com disciplina sem professor desde o começo do semestre. A gente está com fome, sem horário de janta. As pessoas estão sendo assediadas na UFRN”, questionaram.

Os manifestantes disseram que não estão sendo ouvidos pela gestão da instituição e criticaram a estrutura da residência universitária.

“A residência não tem estrutura para fazer comida porque a cozinha é minúscula, não tem fogão, não tem geladeira, não tem armário. A cozinha é toda infestada de barata e a pró-reitoria não está nem aí. Quando a gente chega aqui, a gente ouve que eles têm coisas mais importantes para fazer”.

Os estudantes também questionaram a forma como são tratados e cobraram reconhecimento. “Quando é que o residente universitário vai ser visto como a importância que ele realmente tem? Só somos vistos como um número de matrícula”.

O protesto terminou com um discurso mais exaltado, que repercutiu entre os presentes. “Por isso que eu vou puxar de novo: acabou a paz. Mexeu com o estudante, mexeu com o Satanás”.

 

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Inmet emite alerta de chuvas intensas nas 167 cidades do RN nesta sexta (15)

Foto: Isaac Ribeiro/Governo do RN

O Inmet emitiu um alerta de chuvas intensas no RN, atingindo as 167 cidades do estado, com previsão de ventos de até 60 km/h e chuva de até 50 mm por dia nesta sexta-feira (15). Há a possibilidade de chuvas ao longo do dia e possíveis alagamentos.

A previsão diz ainda que podem ocorrer ventos intensos de até 60 km/h, o que aumenta o risco de queda de galhos e instabilidade em estruturas leves.

Foto: Divulgação/Inmet

O Inmet também reforça orientações de segurança durante o período de instabilidade climática. Entre as recomendações estão não se abrigar debaixo de árvores durante rajadas de vento, evitar estacionar veículos próximos a placas e torres e não utilizar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Em caso de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo número 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

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URGENTE: Jovem desaparecido no Rio Jundiaí é encontrado morto após 3 dias de buscas

Foto: Sérgio Henrique Santos/InterTV Cabugi

O corpo de Elenilson de Souza Ferreira, de 27 anos, foi encontrado nesta sexta-feira (15) no Rio Jundiaí, em Macaíba, na Grande Natal, após três dias de buscas do Corpo de Bombeiros. Ele havia desaparecido na última quarta-feira (13), após entrar no rio para nadar e ser arrastado pela correnteza.

O jovem foi visto com vida pela última vez em uma lanchonete próxima à ponte do Rio Jundiaí, momentos antes de entrar na água. Segundo familiares, Elenilson estava acompanhado de um amigo, que também entrou no rio, mas conseguiu sair com vida.

As buscas foram realizadas por equipes do Corpo de Bombeiros Militar do RN, com apoio de moradores da região. O corpo foi localizado a cerca de 1 km do ponto do desaparecimento, em um trecho do rio com acesso pela Rua José de Baltazar (Rua do Mosquito), no bairro Auta de Souza, após ser avistado por um pescador, que acionou as equipes.

O pai da vítima, Eli Ferreira, acompanhou as buscas desde o início e esteve no local no momento da confirmação do achado do corpo.

 

 

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Política

Com apoio do ex-prefeito Roberto Germano, Álvaro Dias fortalece pré-candidatura em Caicó

Foto: Divulgação

O pré-candidato ao Governo do RN, Álvaro Dias (PL), fortaleceu sua articulação política no Seridó nesta quinta (15) ao receber o apoio do ex-prefeito de Caicó, Roberto Germano. O encontro aconteceu na Granja Caiçara e reuniu lideranças políticas da região em mais um movimento de fortalecimento para as eleições de 2026.

A agenda em Caicó marcou mais um avanço da pré-candidatura no interior potiguar, especialmente no Seridó, região considerada estratégica no cenário eleitoral do RN. Além de Roberto Germano, também declararam apoio ao projeto político do ex-vereador Rubens Germano; o advogado Rubens Germano Júnior e Deoman Fernandes.

Durante o encontro, foram discutidos temas ligados ao desenvolvimento regional e demandas consideradas prioritárias para o Seridó.

Entre os assuntos debatidos estiveram:

  • Infraestrutura;
  • Saúde pública;
  • Economia regional;
  • Fortalecimento dos municípios do interior.

Segundo aliados, a aproximação com lideranças tradicionais de Caicó reforça a ampliação do diálogo político construído por Álvaro Dias em diversas regiões do Estado. Nos bastidores, o movimento é visto como mais um passo na consolidação de alianças para a disputa estadual de 2026.

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