Judiciário

Força-tarefa da Lava Jato e Moro dizem que defesa de empreiteiros foi respeitada

A força-tarefa da Lava Jato em Curitiba afirmou que não houve ilegalidade nas gestões feitas junto ao STF (Supremo Tribunal Federal) para manter presos os executivos da Andrade Gutierrez e garantir sua colaboração com as investigações.

Mensagens trocadas por integrantes da operação, obtidas pelo The Intercept Brasil e analisadas pela Folha e pelo site, mostram que procuradores convenceram um ministro do STF a manter dois executivos da empreiteira Andrade Gutierrez presos para garantir a colaboração da empresa e de seus funcionários com as investigações sobre corrupção em 2016.

A iniciativa foi executada com apoio do então juiz e atual ministro da Justiça Sergio Moro, cuja opinião os procuradores consultaram antes de levar a proposta ao Supremo.

Conforme os diálogos, coube ao então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, submetê-la ao ministro Teori Zavascki, que era relator dos processos da Lava Jato no STF e tinha sobre a mesa dois habeas corpus impetrados pelos executivos da Andrade Gutierrez que estavam presos.

O ministro deu seu aval no dia 4 de fevereiro de 2016 e pediu os nomes dos executivos presos. “Pq ele vai travar os hcs aqui esperando vcs”, escreveu o procurador Eduardo Pelella, chefe de gabinete de Janot, ao coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol.

Com os habeas corpus engavetados por Teori, Moro transferiu os executivos para o regime de prisão domiciliar no dia seguinte. Os procuradores do caso se organizaram então para tomar seus depoimentos, sem medo de que os delatores fossem soltos e cogitassem abandonar o acordo negociado pela empreiteira.

“A atuação da força-tarefa nos acordos sempre respeitou os direitos assegurados à defesa dos interessados em colaborar, cujas negociações invariavelmente foram acompanhadas por seus advogados”, disseram os procuradores, em resposta por escrito a questionamentos da Folha.

Para a força-tarefa, a decisão dos executivos de cooperar tornou desnecessária sua prisão preventiva, o que permitiu a revogação das ordens que os mantinham na cadeia e a transferência de ambos para o regime de prisão domiciliar previsto pelos acordos de delação premiada.

“A prisão foi necessária para impedir a continuidade dos esquemas criminosos”, afirmaram os procuradores. “Até a assinatura do acordo, o Ministério Público Federal entendeu que a manutenção da prisão preventiva era uma exigência de interesse público determinada pela lei.”

“[Com o acordo,] há um rompimento do vínculo de confiança com os demais integrantes da organização criminosa e se realiza um compromisso de cessar os crimes”, disse a força-tarefa. “Finda a necessidade da prisão preventiva, o colaborador pode continuar preso para cumprir pena estabelecida no próprio acordo, se isso for ajustado.”

O ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmou não ver “qualquer ilegalidade” nas situações descritas nos diálogos analisados pela Folha e pelo Intercept. Ele não reconhece a autenticidade das mensagens, recebidas pelo site após a invasão de contas de autoridades no Telegram por hackers.

“É usual e legal procuradores ou advogados discutirem questões jurídicas com juízes, assim como as conversas entre o procurador-geral da República e o ministro do Supremo Tribunal Federal competente”, disse Moro.

Ele afirmou que as razões para as prisões dos executivos da Andrade Gutierrez estão nas decisões que assinou como juiz da Lava Jato. “A argumentação para a posterior soltura também está detalhada nas decisões judiciais, que atenderam aos pedidos dos defensores e do próprio MPF, sem qualquer violação de direitos”, acrescentou.

O ex-procurador-geral Rodrigo Janot não quis se manifestar sobre as discussões com o ministro Teori Zavascki reveladas pelas mensagens. Seu ex-chefe de gabinete, o procurador Eduardo Pelella, disse que não reconhece a autenticidade do material obtido pelo Intercept e não se lembra de detalhes do caso da Andrade Gutierrez.

O ex-procurador Marcello Miller, que participou das negociações com a empreiteira, afirmou reconhecer as mensagens atribuídas a ele e disse que seu conteúdo reflete o “exercício legítimo e coerente das atribuições” que tinha no grupo criado por Janot para acompanhar a Lava Jato.

As defesas do ex-presidente do grupo Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, e do ex-diretor da empreiteira Elton Negrão não quiseram se manifestar sobre as mensagens, assim como os advogados Celso Vilardi e Sebastião Tojal, que representaram a empresa nas negociações com a Lava Jato.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Moro, explica por que deu ordem pra não confiscar o celular da mulher de Cunha e depois por que liberou ela mesmo com a comprovação das contas dela na Suíça?
    Explica por que não permitiu que a defesa tivesse acesso ao triplex onde diziam haver reformas que nunca foram feitas?
    Moro, explica por que o Queiroz está solto?
    Explica por que a Lavajato segurou as denúncias contra Aécio para não atrapalhar a campanha dele, escondeu as de Temer para permitir o golpe e autorizou grampo da Presidente sem permissão divulgou só para ajudar no processo?
    Por que negociou com Bolsonaro ainda na campanha o cargo de Ministro da Justiça?
    Explica por que sua mulher é sócia de um escritório que negociava sentenças e delacões fabricadas, sendo também representante das petrolíferas internacionais que estão comprando a Petrobras a preços de banana (Chevron, SHELL, etc)?

  2. Parte do STF se apoia na constituição para não prender condenados em segunda instância, alegando não haver condenação definitiva, o que contraria frontalmente, primeiro, parte dos ministros, segundo, grande parte do judiciário e por último, a meu sentir, o lado mais importante que é a maioria esmagadora da população, a quem os ministros dos que não querem prender acham que não devem satisfação, ótimo. Por que não mudam esse texto da constituçao, dando uma redação clara e concisa da obrigaçao desse ato, tornando essa discussão inócua. Muda-se o texto e fica fácil, se prender os poderosos.

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Geral

Trump aposta em reabertura “natural” de Ormuz e minimiza crise do petróleo em meio à guerra com o Irã

Foto: Alex Brandon-Pool/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Estreito de Ormuz deverá “se abrir naturalmente” após o fim da guerra contra o Irã, adotando um tom otimista mesmo diante da escalada dos preços do petróleo no mercado internacional.

Em pronunciamento em horário nobre, Trump declarou que o Irã estaria “essencialmente dizimado” e que, ao término do conflito, o próprio interesse econômico do país levaria à reabertura da importante rota marítima. “Eles vão querer vender petróleo, porque é tudo o que têm para se reconstruir”, disse.

O estreito é responsável por cerca de 20% do fluxo global de petróleo e permanece fechado há semanas, agravando a crise energética mundial. Apesar disso, Trump minimizou os impactos nos Estados Unidos e afirmou que a normalização do tráfego fará os preços da gasolina caírem rapidamente.

O presidente também pressionou aliados internacionais a assumirem protagonismo na reabertura da via, sugerindo que outros países liderem uma operação para retomar o controle da região. Segundo ele, “os países que dependem do petróleo devem cuidar dessa passagem”.

Especialistas, no entanto, avaliam que o fim do conflito não garante, por si só, a retomada do fluxo no estreito, sobretudo diante das ameaças do Irã de manter o bloqueio. A situação segue como um dos principais pontos de tensão no cenário geopolítico atual.

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Geral

VÍDEO: Ex-ministro do STF contesta julgamentos do 8 de janeiro e diz que não houve tentativa de golpe

Vídeo: Reprodução/Instagram

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, criticou a atuação da Corte nos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023 e afirmou que o tribunal não seria competente para julgar os envolvidos.

Durante declaração a rádio Itatiaia, Marco Aurélio sustentou que cidadãos comuns e até ex-autoridades, como um ex-presidente da República, deveriam ser julgados pela primeira instância, respeitando o princípio do juiz natural. Segundo ele, o STF estaria assumindo uma competência que, em sua visão, não estaria prevista na Constituição.

O ex-ministro também questionou as penas aplicadas aos envolvidos nos atos, classificando-as como elevadas. Para ele, as condenações seriam desproporcionais em comparação com crimes mais graves, como homicídio e latrocínio.

Ao comentar a possibilidade de tentativa de golpe de Estado, Marco Aurélio afirmou que não houve respaldo das Forças Armadas, o que, segundo seu entendimento, inviabilizaria qualquer tentativa concreta. Ele também argumentou que a mera cogitação não configura crime, defendendo que não haveria base para punição nesse aspecto.

As declarações reacendem o debate jurídico e político sobre a atuação do STF nos julgamentos relacionados aos atos de 8 de janeiro e seus desdobramentos.

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Geral

VÍDEO: Relatório dos EUA mira Moraes e fala em “censura” com impacto nas eleições de 2026

 

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Vídeo: Reprodução/Instagram @metropoles

Um relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos Estados Unidos colocou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, no centro de uma nova controvérsia internacional ao apontar suposta violação à liberdade de expressão com possíveis reflexos nas eleições brasileiras de 2026.

A informação é da colunista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Segundo o documento, elaborado por parlamentares ligados ao Partido Republicano, decisões de Moraes configurariam uma “campanha de censura e lawfare” que, na visão do comitê, atinge a democracia brasileira e pode impactar o debate público no período eleitoral. O texto também cita nomes como Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, afirmando que medidas judiciais poderiam limitar a atuação de aliados políticos nas redes sociais.

O relatório reúne dezenas de anexos com decisões judiciais brasileiras que determinaram remoção de conteúdos e bloqueio de contas em plataformas digitais. Entre os exemplos citados, estão ordens direcionadas a empresas estrangeiras para retirada de postagens e suspensão de perfis, inclusive com alcance fora do Brasil.

Os autores do documento sustentam que essas decisões teriam efeitos globais e poderiam interferir na liberdade de expressão até mesmo em território americano. O tema, inclusive, tem ampliado tensões entre Moraes e setores políticos dos Estados Unidos, especialmente aliados do ex-presidente Donald Trump.

Procurado, Moraes não se manifestou até o momento. O espaço segue aberto para posicionamento do ministro.

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Geral

Cadu nega exoneração e diz que segue no cargo de secretário da Fazenda

Foto: Reprodução

O secretário estadual da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, conhecido como Cadu, entrou em contato com o Blog do BG para esclarecer que continua no cargo e não foi exonerado, respondendo questionamentos levantados após sua participação em agenda oficial do Governo do Rio Grande do Norte.

A manifestação ocorre após a repercussão da matéria que apontava possível irregularidade na presença do pré-candidato ao governo durante visita às obras em Macau, ao lado da governadora Fátima Bezerra. Segundo Cadu, por ainda exercer a função de secretário, não há qualquer ilegalidade em sua participação no evento.

Com o esclarecimento, o secretário reforça que segue regularmente à frente da Secretaria da Fazenda, esclarecendo a interpretação de que estaria participando de atos oficiais sem vínculo com o governo.

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Saúde

Greve na saúde trava atendimentos no RN e pacientes ficam sem consultas e exames

Foto: Magnus Nascimento

A greve de servidores vinculados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares já provoca impactos diretos no atendimento em hospitais universitários do Rio Grande do Norte. A paralisação, iniciada na última segunda-feira (30), atinge consultas, exames e cirurgias eletivas, que passaram a funcionar de forma parcial.

No estado, o movimento afeta unidades importantes como o Hospital Universitário Onofre Lopes, a Maternidade Escola Januário Cicco e o Hospital Universitário Ana Bezerra. Apesar da paralisação, os trabalhadores mantêm equipes mínimas para garantir serviços essenciais, como UTIs.

A greve tem caráter nacional e foi aprovada em assembleias realizadas em mais de 45 hospitais da rede. Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, reposição de perdas acumuladas — estimadas em cerca de 25% —, além de melhorias em benefícios como vale-alimentação.

Na prática, pacientes já sentem os efeitos. Consultas e exames estão sendo remarcados, em alguns casos com previsão de meses de espera. Usuários do SUS relatam dificuldades para dar continuidade a tratamentos, principalmente aqueles que dependem exclusivamente da rede pública.

Segundo representantes do movimento, a paralisação ocorre após dois anos de negociações sem avanços. A categoria rejeitou proposta apresentada com base apenas na inflação e cobra valorização diante do desgaste enfrentado, especialmente durante a pandemia. Enquanto isso, a retomada total dos atendimentos segue sem previsão.

Com informações da Tribuna do Norte

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Geral

LUXO, ROMANCE e ESCÂNDALO: Vorcaro distribuía apartamentos milionários a namoradas, revela investigação

Foto: Reprodução / YouTube

As investigações envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro revelaram um padrão de vida marcado por ostentação e presentes de alto valor. Segundo apurações ligadas ao caso do Banco Master, o empresário costumava presentear namoradas com imóveis milionários.

A informação é da colunista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Entre as beneficiadas está Tatiana Costa Lima, que teria recebido um apartamento duplex na Vila Nova Conceição, em São Paulo, avaliado em cerca de R$ 3,2 milhões. Já Karolina Trainotti, que se define como “sugar baby”, ganhou um imóvel estimado em R$ 4,4 milhões, adquirido por meio de empresas ligadas ao banqueiro.

O caso mais chamativo envolve a ex-noiva Martha Graeff, que, segundo a CPMI, teria recebido cerca de R$ 520 milhões em bens, incluindo imóveis, carros e joias. Entre os presentes estaria uma mansão em uma área nobre de Miami, avaliada em R$ 450 milhões.

As informações vieram à tona no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura fraudes no sistema financeiro. Preso desde março, Vorcaro negocia um acordo de delação premiada com autoridades e pode ser obrigado a pagar uma das maiores multas já aplicadas no país.

A expectativa é que o banqueiro revele detalhes sobre o destino de recursos e bens adquiridos de forma ilícita, incluindo os imóveis entregues como presentes, ampliando ainda mais o alcance das investigações.

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Geral

VÍDEO: “Vocês querem que eu seja honesto”, diz Lula em fala polêmica durante evento

Vídeo: Reprodução/X

O presidente Lula protagonizou uma fala que gerou repercussão nesta quarta-feira (1º) durante evento em Fortaleza, ao comentar sobre a visão de jovens em relação à política.

Ao participar da inauguração de obras do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, o petista discursava sobre o descrédito de parte da população com os políticos quando cometeu um ato falho. Ao incentivar a participação dos jovens na política, afirmou: “Vocês são as pessoas honestas que querem que eu seja”.

A declaração ocorreu no momento em que Lula argumentava que, mesmo diante da percepção de que “ninguém presta”, os jovens não deveriam desistir da política e deveriam assumir responsabilidades no futuro do país.

A fala rapidamente repercutiu nas redes sociais e no meio político, ampliando o debate sobre declarações recentes do presidente, que tem intensificado agendas públicas em meio ao cenário pré-eleitoral.

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Política

VÍDEO: “PODE ISSO?”: Cadu Xavier, sem cargo, acompanha entrega de obras do governo do RN e levanta alertas da Lei Eleitoral

Imagens: Reprodução/Instagram/Fátima Bezerra

Nesta quarta-feira (1º), o pré-candidato ao governo do RN pelo PT, Cadu Xavier, acompanhou a governadora Fátima Bezerra em visita oficial às obras da 2ª etapa do Programa de Recuperação de Rodovias Estaduais em Macau, no Litoral Norte. O encontro foi registrado em vídeo publicado no perfil oficial da gestora.

No material, Cadu aparece dentro de uma retroescavadeira enquanto Fátima e o secretário de infraestrutura, Gustavo Coelho, falavam sobre os investimentos feitos no local. Segundo a Lei Eleitoral, é proibida a promoção pessoal de pré-candidatos com recursos públicos fora do período eleitoral.

A situação levanta questionamentos: “E pode, da poltrona, Cadu Xavier, sem ser governo, sem ocupar cargos, participar de eventos de entregas do governo do Estado, em parceria com o governo federal, fazendo se transformar em evento político?”.

A presença do pré-candidato em atividades oficiais chama atenção pelo risco de configuração de promoção pessoal.

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Política

Pesquisa Metadata/Grupo Dial: gestão Paulinho Freire é vista como regular ou boa para 63% dos entrevistados em Natal

Gráfico

A primeira pesquisa divulgada da parceria entre o Instituto Metadata e o Grupo Dial perguntou ao entrevistado qual avaliação dele a respeito da gestão Paulinho Freire à frente da Prefeitura de Natal.

37,03% classificam como “regular”, 26,05% veem como “boa”, 13,77% analisam com “péssima”, 8,28% definem como “ruim” enquanto 7,49% chamam de “ótima”. Já 7,38% não soube opinar ou não quis responder.

Foto: Divulgação

A pesquisa Metadata/Grupo Dial está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-07708/2026 com 1.000 entrevistados nos dias 27 e 28 de março na cidade de Natal com um nível de confiança estatística de 95% e uma margem de erro máxima estimada de 3,1% pontos percentuais.

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Política

Pesquisa do Instituto Metadata/Grupo Dial aponta Álvaro Dias na liderança para o Governo do RN

Gráfico

Levantamento do Instituto Metadata em parceria com o Grupo Dial, divulgado nesta quarta-feira (1º), coloca o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL), na liderança da corrida pelo Governo do RN. No cenário estimulado, ele aparece com 37,2% das intenções de voto, abrindo vantagem sobre os adversários.

Na segunda colocação está o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), com 28,8%, seguido por Cadu Xavier (PT) que registra 10,7%. A pesquisa também aponta 17,8% de eleitores que optam por branco, nulo ou nenhum, além de 5,5% que não souberam ou não responderam.

Foto: Divulgação

A vantagem de quase 9 pontos percentuais sobre o segundo colocado indica, neste momento, uma dianteira consistente. O resultado reforça o protagonismo de Álvaro Dias no cenário político estadual e evidencia a consolidação de seu nome como principal referência na pré-corrida eleitoral.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-07708/2026, com 1.000 entrevistados entre os dias 27 e 28 de março, em Natal. O levantamento apresenta nível de confiança de 95% e margem de erro de 3,1 pontos percentuais.

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