
A força-tarefa de procuradores que atuam nas investigações da Operação Lava Jato criticou hoje (5) a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes que determinou a soltura de José Richa Filho, irmão do ex-governador do Paraná Beto Richa, e mais sete presos da 55ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada na semana passada.
Em nota, os procuradores afirmaram que a sociedade precisa discutir “com seriedade os excessos praticados pelo ministro Gilmar Mendes”. Para a força-tarefa, a decisão do ministro desrespeitou a existência de provas de corrupção nos pedágios do Paraná.
“[A decisão] desconsiderou a existência de evidências claras de corrupção sistêmica nos pedágios do governo do Paraná, vigente há mais de 19 anos e que importou no pagamento de dezenas de milhões de reais em propinas para majorar preços e suprimir obras necessárias, o que acarretou inúmeros acidentes e mortes”, disse a força-tarefa.
Os procuradores também afirmaram que o entendimento de Mendes desrespeitou o devido processo legal. “[A decisão] fechou os olhos para as razões da sua suspeição apresentadas pelo Ministério Público do Paraná e para os fundamentos da inadequação da decisão exarada apresentados pela Procuradoria-Geral da República, diante de decisão idêntica proferida no bojo da Operação Rádio Patrulha. Tais razões e fundamentos se aplicam a este caso e se somam a inúmeras declarações proferidas pelo ministro contra a Lava Jato ao longo dos dois últimos anos, que reforçam sua suspeição”, diz a nota.
Decisão de Mendes
Na decisão, Mendes atendeu ao pedido de liberdade feito pela defesa dos acusados e entendeu que a decretação da prisão violou seu entendimento anterior, no qual determinou a soltura de Beto Richa, que também foi preso, mas foi beneficiado com um habeas corpus proferido por ele.
As prisões foram realizadas na Operação Integração, que faz parte da 55ª fase da Lava Jato. Na quarta-feira (26), a Polícia Federal prendeu José Richa Filho e mais 14 investigados e cumpriu 73 mandados de busca e apreensão para investigar denúncias de corrupção em contratos de pedágio de rodovias do Paraná.
Agência Brasil
Tá foda…..
Juiz e promotor de primeira instância repreendendo ministro do STF, é o fim do mundo
Graças a Deus essa praga vai se aposentar com a vitoria do mito.
Esse rato é tudo oque NÃO presta em ser humano,espero que cumpra oque disse ,se o Bolsonaro ganhar esse MERDA se aposenta ,FDP
O Gilmar está certo, segundo o IBAMA é proibido prender TUCANO.
Decisão judicial se cumpre, não se discute. Reclamar na imprensa não é o meio ideal, principalmente por parte do MP. Se o papel do MP é promover a ação penal, que mova e acompanhe diligentemente Cunprindo os ditames legais e somente o judiciário é quem cabe julgar. Esse é o sistema legal e democrático dos três poderes. Se parte do MP trabalhasse mais nos autos ao invés de querer trabalhar na imprensa, papel dos jornalistas, os processos teriam mais eficácia.
Tem razão Dr. Paulo! Acrescento q assassinam reputacoes e exibições constantes com apoio da mídia é o q se vê todo dia! Tem q se tomar providências antes q mais inocentes continuem a pagar pelo q n deve!
Sou contra Lula que isso não funciona, não é mesmo. Pois juiz tem que sair até estando de férias para impedir que a decisão judicial fosse cumprida.
já passou da hora desse homem ser investigado.
Acabou meus filhotes, a lava jato só foi para pegar o PT…todos.os outros ficaram impunes, ricos e rindo dos coxinhas que pagam 5 reais o litros de gasolina…aceitem que dói menos…
Só conheço um pt preso, o chefão de toda roubalheira. Agora estão Cunha, gedel, os que viraram mega empresários após lula autorizar super faturamento e serviços não efetivados, Palocci. Já os petralhas como Dirceu e tantos outros já foram liberados pelo New Petralha Gilmar Mendes.