Fotos: bebezinhoNatal
Na manhã desta quarta-feira(5), carreta bate em semáforo e deixa trânsito lento sentido Zona Norte pela ponte de Igapó. Veículo não tem previsão de retirada do local. Previsão de trânsito pesado durante o dia.
Fotos: bebezinhoNatal
Na manhã desta quarta-feira(5), carreta bate em semáforo e deixa trânsito lento sentido Zona Norte pela ponte de Igapó. Veículo não tem previsão de retirada do local. Previsão de trânsito pesado durante o dia.
Foto: Reprodução
O Superior Tribunal Militar (STM) analisa nesta quarta-feira (24) um recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em um processo que pode levar à perda de sua patente de capitão reformado do Exército.
O julgamento ocorre após a condenação de Bolsonaro pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão no âmbito de uma ação relacionada à chamada trama golpista. O processo no STM não reavalia a condenação criminal, mas trata dos efeitos dessa decisão na condição militar do ex-presidente.
A defesa tenta afastar do caso o brigadeiro Joseli Parente Camelo, integrante da Corte, sob o argumento de possível falta de imparcialidade. Os advogados citam uma entrevista concedida pelo ministro em 2023, na qual ele comentou que eventuais crimes de militares seriam punidos caso chegassem ao tribunal.
O pedido já havia sido rejeitado pela presidente do STM, ministra Maria Elizabeth Rocha, sob o entendimento de que não se enquadra nas hipóteses legais de suspeição. Agora, o recurso será analisado pelo plenário da Corte, que vai decidir se mantém ou não o magistrado no julgamento.
Paralelamente, o STM também analisa o procedimento que pode avaliar se Bolsonaro é “indigno” ou “incompatível” com o oficialato. Caso essa conclusão seja confirmada, ele pode perder o posto de capitão reformado.
Prazo inicial da domiciliar termina nesta quarta (24)
O julgamento ocorre no mesmo período em que Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária, concedida pelo ministro Alexandre de Moraes. O prazo inicial da medida termina nesta quarta-feira (24), e ainda depende de nova decisão do STF sobre eventual prorrogação ou encerramento.
Isso só mostra quão podre se encontra nossa justiça militar por levar em consideração aquele julgamento sem o menor fundamento que se deu no STF em desfavor de Bolsonaro .
Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Lula (PT) deve se reunir nesta quarta-feira (24) com o senador Jaques Wagner (PT) para discutir o futuro do parlamentar à frente da liderança do governo no Senado, conforme o Metrópoles.
O encontro ocorre em meio a pressões internas no Planalto e no PT para que Wagner deixe o cargo após ser citado na 9ª fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que investiga supostas irregularidades envolvendo o Banco Master.
Segundo integrantes do governo, a expectativa é que o próprio senador sinalize uma saída da função como forma de reduzir desgastes políticos e conter impactos no ambiente do Congresso e na articulação do governo.
Wagner, no entanto, resiste à decisão e defende que qualquer definição seja tomada diretamente com Lula. Aliados afirmam que ele tenta construir uma saída negociada, evitando que a eventual mudança seja interpretada como reconhecimento de irregularidades, já que ele não é réu no processo.
O nome do senador surgiu na investigação a partir da análise de mensagens obtidas no celular de um ex-sócio ligado ao caso. As apurações também citam possíveis articulações no Congresso e hipóteses de benefícios indevidos, que ainda estão sob análise da Polícia Federal.
Com a possível saída de Wagner, começam a ser avaliados nomes para substituí-lo na liderança do governo no Senado. Entre os cotados estão a senadora Teresa Leitão, o senador Camilo Santana e o senador Rogério Carvalho. Também é citado nos bastidores o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Nos bastidores, o governo avalia que a definição do caso deve ocorrer ainda nesta semana, diante do avanço da pressão política e da necessidade de reorganizar a articulação no Senado.
[VÍDEO] ANÁLISE: Waack diz que cálculo eleitoral de Lula ignora risco no futuro da economiahttps://t.co/nRvwCl7VOr pic.twitter.com/y1xt7x6YV9
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) June 24, 2026
Imagens: Reprodução/CNN
O atual cenário econômico pode estar sendo subestimado no cálculo político do presidente Lula (PT), com impactos diretos no futuro do país. Esta é a avaliação feita pelo jornalista e analista político William Waack, da CNN Brasil, nesta terça-feira (24).
Segundo a análise, há uma espécie de “bomba fiscal” em formação, resultado de decisões e compromissos do governo que, de acordo com Waack, podem pressionar fortemente as contas públicas nos próximos anos.
Ele destaca que o problema não se restringe ao atual mandato, mas pode se estender ao próximo governo, independentemente de quem vença as eleições presidenciais, já que medidas impopulares podem ser necessárias para ajuste fiscal.
Waack também aponta que o debate político tende a ser contaminado por “paixões”, o que dificultaria uma leitura mais objetiva da realidade econômica em curso no país.
Na avaliação do comentarista, o risco central é que o cenário fiscal acabe impondo restrições severas à gestão futura, com impacto direto sobre políticas públicas e estabilidade econômica.
A análise foi apresentada em vídeo divulgado nas redes sociais e repercutiu entre comentaristas políticos e econômicos.
Foto: Eduardo Maia/ALRN
Foto: Divulgação
O pré-candidato ao Governo do RN, Álvaro Dias (PL), dá início nesta semana ao Projeto Endireita RN, uma série de encontros regionais que percorrerá o estado reunindo lideranças políticas, apoiadores e representantes da sociedade para discutir propostas e os desafios do Rio Grande do Norte.
A primeira edição acontece nesta quinta-feira (25), em Santa Cruz, com o tema “A Nova Rota do Trairi e Agreste”. O evento será realizado às 19h30, na quadra do Instituto Cônego Monte.
Além de Álvaro Dias, participarão do encontro o senador Rogério Marinho, o senador Styvenson Valentim, o pré-candidato a vice-governador Babá Pereira e o pré-candidato ao Senado Coronel Hélio. Além de lideranças políticas da região.
A programação do Endireita RN terá continuidade na sexta-feira (26), em São Tomé, com o encontro voltado para o Potengi. No sábado (27), será a vez de Caicó sediar o encontro do Seridó, encerrando a primeira rodada de debates e mobilizações.
A iniciativa faz parte da estratégia de interiorização da pré-campanha de Álvaro Dias e busca ampliar o diálogo com as diferentes regiões do estado, ouvindo demandas locais e fortalecendo a construção de propostas para as eleições de 2026.
A expectativa é reunir prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, ex-prefeitos e lideranças de dezenas de municípios.
Foto: Reprodução
[VÍDEO] Evento LGBTQIA+ em Câmara Municipal gera debate após performances no plenáriohttps://t.co/n8ZX85sdT6 pic.twitter.com/e4EO1CQJx3
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) June 24, 2026
Imagens: Reprodução/Luiz Bacci
Esse povo só sabe “debater” e “defender” suas causas com pornografia e baixaria, é?
Respeito gera respeito.
As cenas falam por si só
Foto: Divulgação/PRF
Um homem condenado por matar o próprio filho, de 19 anos, foi preso na tarde desta terça-feira (23), durante uma fiscalização da PRF na BR-304, em Assú. Segundo a PRF, os policiais identificaram que havia um mandado de prisão contra o motorista.
O documento foi expedido pela Vara Única da Comarca de Campo Grande, no RN. De acordo com as informações da polícia, o homem foi condenado pelo homicídio do próprio filho, crime ocorrido no interior do estado.
Após a confirmação da ordem judicial, os agentes realizaram a prisão do condenado ainda no local da abordagem. O suspeito foi encaminhado à Polícia Civil, responsável pelos procedimentos legais relacionados ao cumprimento do mandado de prisão.
A PRF não divulgou detalhes adicionais sobre o crime nem a identidade do preso.
Foto: Reprodução
A Justiça determinou que a Cosern corrija uma falha no sistema de compensação de energia solar após uma consumidora de Ceará-Mirim, na Grande Natal, relatar cobranças sem o abatimento dos créditos gerados pela própria produção de energia.
Segundo o processo, a cliente usa energia solar há mais de cinco anos e sempre recebeu normalmente os descontos referentes à energia excedente produzida pelo sistema. No entanto, a partir de outubro de 2024, as contas passaram a chegar com valores mais altos.
A consumidora afirma que continuou pagando as faturas e descobriu que os créditos de energia deixaram de ser utilizados corretamente. De acordo com os autos, o saldo acumulado e não compensado chegou a R$ 12.218,20 até março deste ano.
Mesmo após contatos com a distribuidora e a promessa de regularização do problema, as cobranças continuaram sendo emitidas sem o abatimento dos créditos. Conversas apresentadas no processo e publicações da própria empresa nas redes sociais foram consideradas pelo juiz como indícios de falha operacional no sistema.
Na decisão, o juiz Peterson Fernandes destacou que uma das unidades beneficiadas pela energia solar funciona como açougue e depende de refrigeração constante para preservar mercadorias. Por isso, entendeu que o risco de suspensão do fornecimento poderia causar prejuízos graves.
Com a sentença, a Justiça determinou que a Cosern não suspenda o fornecimento de energia por causa das cobranças contestadas, suspenda a cobrança das faturas com erro e corrija o sistema para garantir que os créditos de energia solar sejam usados corretamente para reduzir o valor das contas.
Foto: Reprodução
A Associação dos Magistrados do RN (Amarn) reagiu com dureza às declarações do deputado federal Sargento Gonçalves (PL), que insinuou que facções criminosas poderiam estar influenciando a demora do Tribunal de Justiça do RN na votação da promoção do juiz Henrique Baltazar para o cargo de desembargador.
Em nota pública, a entidade classificou a acusação como uma “gravíssima suspeita” lançada contra o Judiciário do RN sem “qualquer suporte fático”.
A Amarrn afirmou que “não há espaço, em um ambiente democrático, para que acusações de tamanha gravidade sejam lançadas ao debate público sem nenhuma prova ou fundamento minimamente verificável”.
A associação também ressaltou que a insinuação atinge não apenas magistrados individualmente, mas “a própria credibilidade de uma das instituições fundamentais da República”.
A Amarn ainda reforçou que “quem afirma deve provar” e destacou que a liberdade de expressão e a atividade política não servem de salvo-conduto para a propagação de acusações infundadas.
Para a entidade, atribuir ao Poder Judiciário influência de facções criminosas sem apresentar uma única evidência não configura crítica legítima, mas a disseminação de suspeitas incompatíveis com a gravidade da imputação formulada.
Foto: Divulgação/Amarn
Fanfarrão, fala sem provas e depois vai arregar,era pra ser preso!
Fanfarrão, fala sem provas e depois vai arregar,era pra ser preso!
Mais uma vez quem vai ao Aeroporto de São Gonçalo não sabe se consegue chegar lá.