Barragem Umari, em Upanema, é a terceira do Rio Grande do Norte em volume de água — Foto: Renato Medeiros
Barragem Umari, no município de Upanema, na região Oeste potiguar, apresenta trincas significativas e moradores demonstram preocupação, principalmente, com possibilidade do aumento de seu volume, e uma consequente pressão.
Trabalho em açudagem: levantamento, projetos e execução a bastante tempo. Estou alinhando com que foi frisado anteriormente por alguns. Foco no cuidado que devem ter com relação as aberturas surgidas nos maciços, alguém pode por medo tentar concretar as fissuras e elas serem exatamente as juntas de dilataçoes que sendo fechadas , podem depois arrebentar tudo, pois a folga deixa de existir para o momento da expansão quando aquece e quando esfria…
Apesar de não ser um especialista em estrutura de barragens, até porque minha formação não é de engenheiro civil, minha experiência na SEMARH me faz "colocar as barbas de molho" sempre que aparece uma avaliação "ad hoc" (rsrs) sobre as nossas barragens.
A imagem publicada no Blog é muito fechada e, por meio dela, não dá para perceber onde de fato essa fissura está. Se for na junta de dilatação, é comum que elas "dilatem" (nunca é demais dizer rs) já que o nível da barragem está baixo e a temperatura da estrutura está mais alta que o normal.
De qualquer forma, falei com um amigo que trabalhou na obra durante a construção da barragem e ele me informou que, após verificar "in loco", não viu nada que possa causar maior preocupação, porque não há percolação, ou seja, a água da barragem não está entrando na estrutura do paredão pelas fissuras retratadas. Mas é bom lembrar o fato de que essa barragem foi construída em 2002 e nunca houve manutenção adequada.
Como em todas as barragens do Estado, o que nos preocupa mais do que as fissuras em juntas de dilatação, é a manutenção dos drenos (pequenos canais que ajudam na condução da água dentro da barragem, reduzindo riscos de acidentes), quando eles não cumprem seu papel adequadamente aí sim, poderá haver de fato algum tipo de risco.
Em minha atuação como secretário da SEMARH, todos os servidores são testemunha disso, busquei incansavelmente recursos para a operação, manutenção e recuperação de nossas barragens, infelizmente, a crise financeira não nos possibilitou. Essa é, na verdade, uma realidade em todo o país, construímos nossas estruturas e as abandonamos, mais importante que o serviço prestado pelo equipamento é a festa de inauguração e a afixação da placa. No final o que nos resta é confiar na qualidade da construção e aguardar que haja uma política REAL de segurança de barragens. O que há hoje é uma lei (número 12.334/2010) e sua regulamentação que estabelece as responsabilidade em casos de acidentes, mas não criou um fundo ou qualquer linha financeira que venha a cobrir os custos para a recuperação de nossas barragens. Essa responsabilidade é do agente que lei chama de "empreendedor", mas até mesmo esse conceito ainda gera controvérsias. O problema é que quando o empreendedor da barragem é um ente público (DNOCS, governo de estado ou municípios) não há dinheiro… fazer o que, né? esperar o sinistro?
Quanto à barragem de Umari e suas "trincas", a palavra agora está com a SEMARH. Na minha opinião, eles devem encaminhar um técnico para averiguar essas fissuras e tranquilizar a população.
Enquanto estava na SEMARH, fizemos isso inúmeras vezes na barragem Passagem das Trairas, pelo menos 5 vezes, encaminhamos técnicos especialistas em barragens para verificar a segurança da mesma. Ao final da nossa gestão deixamos concluída a licitação para a realização de estudos e de um projeto de recuperação dessa Barragem do Seridó (entre os municípios de São José do Seridó, Jardim do Seridó e Caicó), a empresa vencedora já estava contratada desde o ano passado, porém, por causa de uma orientação da SEPLAN, suspendemos o contrato com a mesma, já não haveria como pagar as medições antes do final do mandato.
Abraços
Foto: José Aldenir/Agora RN / João Gilberto/ALRN e Divulgação
O Blog do BG divulga nesta quinta-feira (17) a quarta pesquisa de intenção de votos, feita em parceria com o Instituto Perfil, que mostra como está a disputa eleitoral no RN.
O levantamento será divulgado a partir das 12h30 no programa “Meio Dia RN” na 96 FM e publicado simultaneamente no Blog do BG.
Essa é a quarta pesquisa realizada pelo Blog do BG em parceria com o Instituto Perfil. O levantamento apresentará o cenário atualizado da disputa pelo Governo do Estado, as duas vagas ao Senado, os cargos de deputado federal e estadual e a Presidência da República.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 12 e 15 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números TSE BR-02304/2026 e TRE-RN RN-08335/2026.
Interlocutores próximos ao presidente Lula (PT) avaliaram como um “erro estratégico” o elogio feito por ele ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, durante um podcast nesta quarta-feira (16). A avaliação é de que a declaração gerou desconforto entre aliados em plena campanha eleitoral.
Na entrevista, Lula tentou se distanciar de Moraes ao lembrar que não foi responsável por sua indicação ao Supremo. Na sequência, porém, afirmou que o ministro “prestou grandes serviços à democracia do Brasil”.
De acordo com a analista de Política da CNN Brasil Jussara Soares, foi justamente o elogio que incomodou aliados do presidente, que consideram a fala prejudicial à estratégia eleitoral.
Mesmo após o Copom reduzir a Selic de 14% para 13,75% ao ano nesta quarta-feira (16), o Brasil segue com o maior juro real do mundo. A taxa brasileira ficou em 8,45%, segundo levantamento da MoneYou e Lev Intelligence.
O cálculo considera os juros de mercado para os próximos 12 meses e desconta a inflação projetada para o período. O Brasil aparece à frente de Rússia (6,79%), Colômbia (6,33%) e Turquia (6,25%).
Já no ranking de juros nominais, sem descontar a inflação, o Brasil ocupa a quarta posição, com 13,75%. Turquia lidera, com 37%, seguida por Argentina (29%) e Rússia (14%).
A lobista Roberta Luchsinger se referiu a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, como seu “sócio” em pelo menos oito conversas de WhatsApp entre junho de 2023 e junho de 2024. As mensagens, com textos e áudios, foram obtidas pela coluna de Andreza Matais, do Metrópoles.
Os registros contradizem com o depoimento dado por Luchsinger à Polícia Federal em maio deste ano. Na ocasião, ela afirmou que mantinha apenas uma relação de amizade com o filho mais velho do presidente Lula e negou ter feito repasses financeiros a ele.
Em uma mensagem de junho de 2024, a lobista diz que estava com “meu sócio e a família” e acrescenta: “Filho do presidente Lula”. Em outro diálogo, afirma passar parte da semana em Brasília “com o meu sócio q é filho do pr”. Há ainda mensagens nas quais identifica diretamente Fábio como sócio e cita Fernando Bittar: “Eu ele e o Fernando Bittar”.
Lulinha e Luchsinger aparecem em investigações no STF relacionadas a suspeitas de tráfico de influência. Uma das apurações envolve possível atuação no Ministério da Saúde para a comercialização de produtos derivados de cannabis. Outros inquéritos tratam de supostos pagamentos a pessoas do entorno de Lula e de possível tráfico de influência na Dataprev.
Em agosto, durante sabatina no Jornal Nacional, Lula afirmou que não conhecia Luchsinger e que nunca havia conversado com ela. Após a declaração, adversários divulgaram fotografias em que os dois aparecem juntos.
A Caravana 22 chegou a Alexandria, no Alto Oeste Potiguar, com o apoio do prefeito Raimundinho Andrade à candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte. Recebido por lideranças políticas do município, Álvaro percorreu as ruas da cidade em uma grande carreata e participou de comício em praça pública.
Raimundinho Andrade recebeu Álvaro ao lado do vice-prefeito Jorge Vieira e de um amplo grupo político local que declarou apoio ao candidato ao Governo do Estado.
O encontro reuniu o presidente da Câmara Municipal, Francisco de Assis Euflauzino, e os vereadores Cícero Bernardino, Raul Bezerra, Chiquinho Pires, Maria Clara e Ciro Patrício. Também participaram ex-vereadores, suplentes, secretários municipais, lideranças comunitárias, o ex-candidato a vice-prefeito Luiz Almeida e a ex-candidata a prefeita Aline Souza.
Também estiveram presentes os candidatos a deputado federal Coronel Brilhante e Wender Andrade, além do candidato a deputado estadual Expedito Ferreira.
Após o encontro com as lideranças, uma grande carreata percorreu as ruas de Alexandria. Em carro aberto, Álvaro recebeu manifestações de apoio da população durante o trajeto. A programação terminou com um comício em praça pública, em frente à Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.
O clima esquentou durante a gravação de um podcast e terminou em agressão física ao vivo. Os candidatos a deputado estadual pelo estado de São Paulo, Leonardo Grandini (PT) e Thomaz Henrique (PL) protagonizaram uma discussão acalorada que escalou para troca de acusações, exaltação de ânimos e culminou em pancadaria.
No vídeo, os dois candidatos aparecem trocando xingamentos, mas a escalada para a agressão física acontece após o bolsonarista xingar a avó do petista de ‘bandida’. “Sua avó é uma bandida”, disse Thomaz Henrique momentos antes de ser atingido pelo adversário. Após a confusão, a equipe do podcast precisou intervir para que as agressões não prosseguissem.
No Instagram, o petista reafirmou que a agressão aconteceu após o adversário atacar a honra de sua avó. “Chega de diálogo com Bolsogado”. Falou da minha avó que foi presa na ditadura e levou sem anistia”, comentou Leonardo Grandini.
O bolsonarista também comentou o caso através de seu Instagram. Em postagem com o vídeo da agressão, Thomaz Henrique revelou que momentos antes da confusão, o petista teria chamado a ‘Débora do Batom’ de vagabunda.
O governo federal prepara uma Medida Provisória (MP) com o objetivo de proibir os jogos online e impor restrições severas às apostas esportivas no país. A minuta do texto ainda passa por ajustes finais, mas a tendência inicial avaliada nessa quarta-feira (16) era o veto total a essas modalidades. A publicação oficial é esperada para os próximos dias.
A iniciativa alinha-se às recentes críticas públicas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o impacto negativo do vício em apostas e o endividamento das famílias brasileiras. Contudo, o teor da medida já enfrenta forte resistência de clubes de futebol, empresas do setor e veículos de imprensa.
No início da semana, Lula deu entrevista com críticas às bets, após encontrar famílias que sofreram com o vício do jogo. “Estamos tomando decisões e logo vamos anunciar a decisão que a gente vai tomar em relação a isso, porque é uma doença, não é um jogo. É a indução de inocentes a um vício”, disse o presidente.
Impacto financeiro e mobilização dos clubes
Os clubes de futebol brasileiros iniciaram uma forte articulação para tentar barrar a iniciativa governamental. O setor calcula uma perda estimada em R$ 1 bilhão em patrocínios caso a proibição seja confirmada.
Grandes clubes como Flamengo, Corinthians, Palmeiras e São Paulo possuem acordos de patrocínio master com casas de apostas que superam a marca de R$ 100 milhões anuais por clube. Nos bastidores, discute-se a redação de uma nota oficial classificando a MP como eleitoreira e resultado da ineficiência do Estado no combate ao mercado ilegal.
As empresas de apostas (bets) também se mobilizam para tentar reverter a decisão, estudando medidas judiciais caso a MP seja editada. O setor argumenta que a proibição formal pode surtir o efeito oposto, estimulando o crescimento de plataformas clandestinas, que operam sem registro oficial no Brasil e sem recolhimento de impostos. A medida desagrada a veículos de comunicação que transmitem partidas de futebol e lucram com a publicidade.
A Polícia Federal (PF) apreendeu R$ 2,5 milhões em espécie dentro de uma caixa de papelão transportada em um veículo blindado em Belém (PA). A operação, realizada na última quarta-feira (16), resultou na prisão em flagrante de duas pessoas logo após o saque do dinheiro em uma agência bancária.
Além da expressiva quantia em dinheiro, a corporação recolheu uma arma de fogo, materiais diversos para perícia e o automóvel utilizado no transporte. De acordo com as investigações conduzidas com o apoio técnico da Controladoria-Geral da União (CGU), o montante tem origem em desvio de recursos públicos e seria destinado ao financiamento irregular de campanha eleitoral.
A apuração aponta que a operação mira diretamente dois políticos suspeitos de envolvimento em esquema de compra de votos, sendo um candidato a deputado estadual, que atualmente exerce o cargo de vereador e um candidato a deputado federal, que possui mandato de deputado estadual.
Nenhum dos dois políticos investigados foi detido durante a ação policial. Os dois presos em flagrante foram encaminhados à Justiça Eleitoral do Pará e poderão responder, de acordo com o grau de participação de cada um, por crimes como lavagem de dinheiro, peculato, associação criminosa, corrupção eleitoral, porte ilegal de arma de fogo e resistência.
A primeira-dama Janja Lula da Silva aproveitou o comício do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizado nessa quarta-feira (16), em Ceilândia, no Distrito Federal, para atacar o bolsonarismo, em especial a candidata ao Senado Federal pelo PL, Michelle Bolsonaro.
“Inclusive tem uma Bolsonara daqui de Ceilândia que vocês conhecem bem. Digam não ao Bolsonaro e não ao Bolsonarismo. Não ao retrocesso e ao entreguíssimo do nosso país. Vamos continuar construindo um Brasil mais justos, mais inclusivo e com mais oportunidade para todas e todos”, disparou Janja em referência a candidatura de Michelle e ao clã bolsonarista do Distrito Federal.
Após a fala de Janja, Lula discursou pedindo voto as candidatas apoiadas pelo PT ao Senado Federal no DF. “Nós temos duas candidatas da direita e nós temos ao nosso nado essas duas senhoritas aqui. A Érica e a Leila. Quem votar no 13 vota no 123 e 131. É importante saber, quem vota na Érica o segundo voto é da Leila, quem vota na Leila o segundo voto é da Érica. Precisamos eleger às duas ao Senado”, concluiu o petista.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) condenou o prefeito Allyson Bezerra ao pagamento de multa no valor mínimo de R$ 53.205,00 por divulgar incorretamente dados de uma pesquisa eleitoral em seu perfil oficial no Instagram. A sentença foi proferida pelo desembargador eleitoral João Afonso Morais Pordeus, ao julgar procedente a representação movida pela coligação Endireita RN.
O processo (nº 0600928-27.2026.6.20.0000) teve origem em uma postagem feita em 11 de setembro, referente ao levantamento da Exatus registrado sob o número RN-07539/2026. Na publicação, que trazia expressamente o número de registro oficial da pesquisa, Allyson aparecia com 41,90% das intenções de voto e Cadu de Lula com 17,59%, índices corretos. No entanto, o percentual atribuído ao candidato Álvaro Dias foi divulgado como 20,5%, enquanto o dado real registrado era de 22,20%, gerando uma divergência de 1,70 ponto percentual.
A defesa reconheceu a falha e alegou ausência de dolo, sustentando que se tratava de um erro material sem intenção de manipular o eleitorado. Os advogados de Allyson argumentaram que a discrepância estava dentro da margem de erro da pesquisa (2,53 pontos percentuais) e não alterava a posição dos candidatos no cenário eleitoral.
O relator do caso rejeitou as justificativas. O magistrado destacou que a margem de erro é uma ferramenta técnica estatística e não autoriza o divulgador a alterar os números oficiais apurados. O voto ressaltou ainda que a indicação do número de registro da pesquisa reforçou na postagem a falsa garantia de fidelidade aos dados oficiais.
O TRE-RN ressaltou que a exclusão posterior da postagem e a publicação de uma versão corrigida não anulam a irregularidade anterior, embora a atitude espontânea tenha servido para atenuar a pena, fixada no patamar mínimo legal.
A condenação fundamenta-se no artigo 33, § 3º, da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e no artigo 17 da Resolução-TSE nº 23.600/2019, que coíbem a veiculação de pesquisas manipuladas ou com dados alterados em relação ao registro oficial.
Trabalho em açudagem: levantamento, projetos e execução a bastante tempo. Estou alinhando com que foi frisado anteriormente por alguns. Foco no cuidado que devem ter com relação as aberturas surgidas nos maciços, alguém pode por medo tentar concretar as fissuras e elas serem exatamente as juntas de dilataçoes que sendo fechadas , podem depois arrebentar tudo, pois a folga deixa de existir para o momento da expansão quando aquece e quando esfria…
Apesar de não ser um especialista em estrutura de barragens, até porque minha formação não é de engenheiro civil, minha experiência na SEMARH me faz "colocar as barbas de molho" sempre que aparece uma avaliação "ad hoc" (rsrs) sobre as nossas barragens.
A imagem publicada no Blog é muito fechada e, por meio dela, não dá para perceber onde de fato essa fissura está. Se for na junta de dilatação, é comum que elas "dilatem" (nunca é demais dizer rs) já que o nível da barragem está baixo e a temperatura da estrutura está mais alta que o normal.
De qualquer forma, falei com um amigo que trabalhou na obra durante a construção da barragem e ele me informou que, após verificar "in loco", não viu nada que possa causar maior preocupação, porque não há percolação, ou seja, a água da barragem não está entrando na estrutura do paredão pelas fissuras retratadas. Mas é bom lembrar o fato de que essa barragem foi construída em 2002 e nunca houve manutenção adequada.
Como em todas as barragens do Estado, o que nos preocupa mais do que as fissuras em juntas de dilatação, é a manutenção dos drenos (pequenos canais que ajudam na condução da água dentro da barragem, reduzindo riscos de acidentes), quando eles não cumprem seu papel adequadamente aí sim, poderá haver de fato algum tipo de risco.
Em minha atuação como secretário da SEMARH, todos os servidores são testemunha disso, busquei incansavelmente recursos para a operação, manutenção e recuperação de nossas barragens, infelizmente, a crise financeira não nos possibilitou. Essa é, na verdade, uma realidade em todo o país, construímos nossas estruturas e as abandonamos, mais importante que o serviço prestado pelo equipamento é a festa de inauguração e a afixação da placa. No final o que nos resta é confiar na qualidade da construção e aguardar que haja uma política REAL de segurança de barragens. O que há hoje é uma lei (número 12.334/2010) e sua regulamentação que estabelece as responsabilidade em casos de acidentes, mas não criou um fundo ou qualquer linha financeira que venha a cobrir os custos para a recuperação de nossas barragens. Essa responsabilidade é do agente que lei chama de "empreendedor", mas até mesmo esse conceito ainda gera controvérsias. O problema é que quando o empreendedor da barragem é um ente público (DNOCS, governo de estado ou municípios) não há dinheiro… fazer o que, né? esperar o sinistro?
Quanto à barragem de Umari e suas "trincas", a palavra agora está com a SEMARH. Na minha opinião, eles devem encaminhar um técnico para averiguar essas fissuras e tranquilizar a população.
Enquanto estava na SEMARH, fizemos isso inúmeras vezes na barragem Passagem das Trairas, pelo menos 5 vezes, encaminhamos técnicos especialistas em barragens para verificar a segurança da mesma. Ao final da nossa gestão deixamos concluída a licitação para a realização de estudos e de um projeto de recuperação dessa Barragem do Seridó (entre os municípios de São José do Seridó, Jardim do Seridó e Caicó), a empresa vencedora já estava contratada desde o ano passado, porém, por causa de uma orientação da SEPLAN, suspendemos o contrato com a mesma, já não haveria como pagar as medições antes do final do mandato.
Abraços
Fissuras, rachaduras, trincas?
Ora, no RN o buraco é sempre mais embaixo.
Só não passa a mão quem não quer.