O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL (Partido Liberal), leu neste sábado (11) uma carta escrita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), dizendo que o momento atual é de “deixar as diferenças de lado”.
“Escrevo em um momento de decisão para todos nós. O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato a Presidência, Flávio Bolsonaro”, diz um trecho do documento.
Na sequência, o ex-presidente, que cumpre prisão em regime domiciliar e não pode ter acesso às redes sociais, disse na carta que Flávio é seu “porta-voz”.
“Meu pré-candidato, creio o seu também, meu porta-voz, no qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a paz e a prosperidade”, finalizou o ex-presidente no manuscrito.
Na sequência, ao comentar a carta do pai, o senador faz referência a “muitas pessoas” que parecem estar “boicotando” sua pré-candidatura ao Executivo federal e pede que união entre os aliados da oposição.
“Fica-se muita especulação acontecendo, muitas pessoas que parecem que estão boicotando até a candidatura, esperando o momento certo para vestir a camisa do Bolsonaro e ir para a rua para resgatar o Brasil”, afirmou o parlamentar.
Flávio também agradeceu o posto de “porta-voz” recebido pelo ex-mandatário: “Agradecer ele [Bolsonaro] por estar me colocando como porta-voz, é muito importante para evitar que existam aí falas conflituosas ou direções diferentes que alguém, por ventura, possa estar seguindo paralelo a nossa campanha“.
LEIA A ÍNTEGRA ABAIXO:
11 de julho de 2026, Carta aos brasileiros
Saudoso do contato com o povo ao qual devo lealdade. Escrevo num momento de decisão para todos nós. O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato a presidencia, Flávio Bolsonaro, a melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violencia e do empobrecimento. Meu pré-candidato, creio o seu também, meu porta-voz, no qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a ´paz e a prosperidade. Uma fetuosos abraço a todos na certeza de que juntos tudo faremos pela nossa pátria. Deus, pátria, família e liberdade.
CNN Brasil
Trabalho em açudagem: levantamento, projetos e execução a bastante tempo. Estou alinhando com que foi frisado anteriormente por alguns. Foco no cuidado que devem ter com relação as aberturas surgidas nos maciços, alguém pode por medo tentar concretar as fissuras e elas serem exatamente as juntas de dilataçoes que sendo fechadas , podem depois arrebentar tudo, pois a folga deixa de existir para o momento da expansão quando aquece e quando esfria…
Apesar de não ser um especialista em estrutura de barragens, até porque minha formação não é de engenheiro civil, minha experiência na SEMARH me faz "colocar as barbas de molho" sempre que aparece uma avaliação "ad hoc" (rsrs) sobre as nossas barragens.
A imagem publicada no Blog é muito fechada e, por meio dela, não dá para perceber onde de fato essa fissura está. Se for na junta de dilatação, é comum que elas "dilatem" (nunca é demais dizer rs) já que o nível da barragem está baixo e a temperatura da estrutura está mais alta que o normal.
De qualquer forma, falei com um amigo que trabalhou na obra durante a construção da barragem e ele me informou que, após verificar "in loco", não viu nada que possa causar maior preocupação, porque não há percolação, ou seja, a água da barragem não está entrando na estrutura do paredão pelas fissuras retratadas. Mas é bom lembrar o fato de que essa barragem foi construída em 2002 e nunca houve manutenção adequada.
Como em todas as barragens do Estado, o que nos preocupa mais do que as fissuras em juntas de dilatação, é a manutenção dos drenos (pequenos canais que ajudam na condução da água dentro da barragem, reduzindo riscos de acidentes), quando eles não cumprem seu papel adequadamente aí sim, poderá haver de fato algum tipo de risco.
Em minha atuação como secretário da SEMARH, todos os servidores são testemunha disso, busquei incansavelmente recursos para a operação, manutenção e recuperação de nossas barragens, infelizmente, a crise financeira não nos possibilitou. Essa é, na verdade, uma realidade em todo o país, construímos nossas estruturas e as abandonamos, mais importante que o serviço prestado pelo equipamento é a festa de inauguração e a afixação da placa. No final o que nos resta é confiar na qualidade da construção e aguardar que haja uma política REAL de segurança de barragens. O que há hoje é uma lei (número 12.334/2010) e sua regulamentação que estabelece as responsabilidade em casos de acidentes, mas não criou um fundo ou qualquer linha financeira que venha a cobrir os custos para a recuperação de nossas barragens. Essa responsabilidade é do agente que lei chama de "empreendedor", mas até mesmo esse conceito ainda gera controvérsias. O problema é que quando o empreendedor da barragem é um ente público (DNOCS, governo de estado ou municípios) não há dinheiro… fazer o que, né? esperar o sinistro?
Quanto à barragem de Umari e suas "trincas", a palavra agora está com a SEMARH. Na minha opinião, eles devem encaminhar um técnico para averiguar essas fissuras e tranquilizar a população.
Enquanto estava na SEMARH, fizemos isso inúmeras vezes na barragem Passagem das Trairas, pelo menos 5 vezes, encaminhamos técnicos especialistas em barragens para verificar a segurança da mesma. Ao final da nossa gestão deixamos concluída a licitação para a realização de estudos e de um projeto de recuperação dessa Barragem do Seridó (entre os municípios de São José do Seridó, Jardim do Seridó e Caicó), a empresa vencedora já estava contratada desde o ano passado, porém, por causa de uma orientação da SEPLAN, suspendemos o contrato com a mesma, já não haveria como pagar as medições antes do final do mandato.
Abraços
Fissuras, rachaduras, trincas?
Ora, no RN o buraco é sempre mais embaixo.
Só não passa a mão quem não quer.