FOTO: (LIA LUBAMBO/EXAME/Revista EXAME)
O fundador e ex-dono da Gol, Nenê Constantino, foi condenado a 13 anos de prisão, acusado de ser o mandante de um assassinato.
A decisão foi tomada pelo Tribunal do Júri de Taguatinga, no Distrito Federal, na quarta-feira, 15. Ele poderá recorrer da decisão em liberdade, por conta de sua idade avançada (Constantino tem 86 anos).
Constantino é acusado de ter ordenado a morte de Tarcísio Gomes Ferreira, motorista de ônibus que trabalhava na Viação Planeta de Constantino, em 2001. A vítima morava em uma invasão ao lado dos terrenos da empresa.
Ele foi morto em uma emboscada dentro de um trailer estacionado no terreno onde funcionava a garagem da Viação Pioneira, também de Constantino.
O autor dos disparos foi Adelino Lopes Folha Júnior, ou “Juninho”, já morto. Ele ainda atingiu José Amorim dos Reis, não relacionado ao caso, que na ocasião estava com a filha de dois anos no colo.
Constantino recebeu a pena por homicídio qualificado por motivo torpe.
Outras duas pessoas também foram condenadas pelo crime. O ex-vereador de Amaralina (GO), Vanderlei Batista, e João Alcides Miranda, dono da arma.
Esse é o segundo crime pelo qual o trio é sentenciado. Em maio deste ano, Constantino foi condenado por homicídio qualificado e corrupção de testemunha, pelo assassinato do líder comunitário Márcio Leonardo de Sousa Brito, de 27 anos, em 12 de outubro de 2001. Ele recebeu pena de 16 anos e seis meses de prisão e multa de R$ 84 mil, e também recorre em liberdade neste caso.
Márcio Brito foi morto a tiros por causa da disputa de um terreno. Ele representava um grupo que ocupava um terreno da Viação Pioneira, uma das companhias de propriedade de Constantino, em Taguatinga.
O dono da arma usada no homicídio de Brito, João Alcides Miranda, foi condenado pelos mesmos crimes e pegou 17 anos e seis meses de prisão e 12 dias-multa. O ex-vereador Batista foi condenado a 13 anos de prisão por homicídio qualificado e João Marques, ex-funcionário de Constantino, pegou 15 anos também por homicídio qualificado. Todos foram condenados ao regime fechado, mas recorrem em liberdade.
O empresário Victor Bethonico Foresti, acusado de corrupção de testemunha, foi absolvido pelo júri.
Em 2010, o fundador da Gol chegou a ser preso por mais um crime. Ele foi acusado de encomendar o assassinato de seu ex-genro Eduardo Alves Queiroz, em 2008. Queiroz sofreu um atentado quando saía do trabalho. Alguém disparou cinco vezes contra seu carro, mas ele sobreviveu. Dias antes, sogro e genro tiveram uma ríspida discussão sobre os negócios da família.
Exame
Aos leitores desse blog, por favor me tirem uma dúvida, esse senhor Constantino, condenado agora por 02 crimes de homicídio, é amigo pessoal do ex presidente Lula?
E eu sei lá? Vc que é amigo dele não sabe, sou eu que vou saber? LULA 2018 "o melhor presidente estará de volta, para todos poderem andar de aviao na Tam, Azul e na Gol. Quer dizer Gooooool do Brasil, I believe!!! As pesquisas tão dizendo, né eu não! Kkkkkkkkkkkkkk