A Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec) encerrou o ano de 2025 com resultados expressivos que reforçam seu papel estratégico no fomento à ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento socioeconômico. Somente no ano passado, foram captados 148 novos projetos, um crescimento de 80 % em relação à 2024, quando chegaram 85. Em 2025, a Funpec finalizou o ano com 398 projetos em execução. Este número em 2024 era de 234, o que representa um crescimento de 70 %.
Ao longo do ano passado, cerca de 1.700 novos bolsistas passaram a integrar iniciativas apoiadas pela Fundação, fortalecendo a formação acadêmica, científica e técnica de estudantes e profissionais. O balanço do ano aponta ainda que mais de 9.000 bolsistas estiveram envolvidos em projetos, números que evidenciam a capilaridade e o impacto das ações desenvolvidas pela instituição.
Além do impacto acadêmico e científico, a Funpec também apresentou resultados relevantes na geração de empregos. Ao final de 2025, a Fundação contabilizou 313 vagas de emprego, fruto da ampliação de projetos, parcerias institucionais e iniciativas voltadas à inovação e ao desenvolvimento tecnológico.
Para o Diretor-Presidente da Funpec, professor Aldo Dantas, os resultados refletem o fortalecimento do modelo de gestão e a confiança das instituições parceiras. “Os números de 2025 demonstram a capacidade da Funpec de transformar conhecimento em soluções concretas para a sociedade; nosso compromisso é garantir eficiência na gestão dos projetos e ampliar oportunidades para pesquisadores, estudantes e profissionais, contribuindo diretamente para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte”, destaca.
Segundo a diretora de Projetos da Funpec, Crystianne Miranda, o crescimento está diretamente ligado à diversidade e ao alcance das ações desenvolvidas. “A Funpec atua em projetos que vão da pesquisa básica à inovação aplicada, o que amplia não apenas o número de bolsistas, mas também a geração de empregos e oportunidades qualificadas. Esse resultado mostra que investir em ciência e inovação gera retorno direto para a sociedade”, afirma.
Com atuação consolidada no Rio Grande do Norte e presença em diferentes regiões do país, a Funpec segue conectando universidades, centros de pesquisa, setor produt
A mulher e os filhos passaram as últimas semanas reclamando que ele tava numa solitária e que o barulho do ar estava torturando ele. Pronto, foi resolvido. Nao sei pq tanto mi-mi-mi. Tem que deixar de ser maricas, como ele mesmo dizia.
Uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu a divulgação da pesquisa AtlasIntel registrada sob o número BR-06939/2026, que trata da disputa para o cargo de presidente da República nas Eleições 2026.
A decisão liminar (provisória) é do presidente do Tribunal, ministro Kassio Nunes Marques, e deve ser levada a referendo na sessão colegiada do TSE. Ele considerou que há suspeitas de indução ao eleitor.
O presidente do Tribunal analisou pedido do Partido Liberal, que pediu a suspensão da pesquisa sob o argumento de que o questionário foi construído para induzir respostas que prejudicaram o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), extrapolando o papel de verificação da opinião pública.
Em análise preliminar, o ministro considerou que há elementos que indicam indução para a contaminação das respostas, entre eles a divulgação de áudio de investigação, e destacou que a concessão da liminar parcial – para suspender a divulgação, o impulsionamento, a republicação ou a manutenção da pesquisa nos canais oficiais da empresa – não indica perigo caso posteriormente se verifique a regularidade metodológica do levantamento.
“Os elementos trazidos aos autos após manifestação da representada reforçam, em juízo de cognição sumária, os indícios relevantes de comprometimento da metodologia da pesquisa impugnada, inclusive no cotejo com os questionários de outras pesquisas registradas no TSE pela mesma empresa”, destacou o ministro.
Controvérsia
Na decisão em que suspendeu a divulgação da pesquisa, Kassio Nunes Marques lembrou que o CEO da AtlasIntel, em entrevista à CNN no dia 19 de maio, reconheceu o viés político do conteúdo submetido aos entrevistados e apontou o desgaste eleitoral que isso representava.
Para o ministro, há indicativos de que “a pesquisa possa ter extrapolado os limites da regular aferição estatística”. “A controvérsia suscitada nos autos não se limita, portanto, à mera discordância quanto às escolhas metodológicas da representada, mas envolve alegação objetiva de possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado”, afirmou.
Na decisão, Kassio Nunes Marques destacou que outras 27 pesquisas feitas pela AtlasIntel não apresentaram questionários com perguntas semelhantes ao teor da pesquisa questionada nem veicularam áudio.
O ministro determinou que a AtlasIntel apresente documentação técnica complementar que indique a regularidade da metodologia, especialmente em relação ao uso do áudio. O Ministério Público Eleitoral também terá um dia para se manifestar.
A banda e quadrilha improvisada no Mossoró Cidade Junina formada por Fátima Bezerra, os deputados Francisco do PT, Izolda Dantas, Ubaldo Fernandes, além da vereadora Thabata Pimenta, e ainda os pré-candidatos ao Senado Samanda Alves e Rafael Motta fez bastante ‘sucesso’ nas redes sociais e recebeu uma série de ‘elogios’ e sugestões de nomes a serem adotados.
“Desmantelo do Forró”, “Forró Petralhas” e “Fuleragem do Forró” foram alguns dos nomes sugeridos, mencionados por usuários do Instagram ao comentar o vídeo nas redes sociais.
O governo Lula estuda permitir que microempreendedores individuais (MEIs) contratem um segundo funcionário para compensar os impactos do fim da escala 6×1.
Atualmente, o MEI pode registrar apenas um empregado. Segundo o ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, em entrevista ao site Poder 360, a ampliação está em análise, mas ainda não há decisão final. A medida precisará ser viável do ponto de vista fiscal.
A preocupação do governo é com pequenos negócios, especialmente do comércio, que podem enfrentar aumento de custos trabalhistas com a nova jornada.
Além da possibilidade de mais contratações, o governo discute um programa de apoio aos pequenos empreendedores em parceria com o Sebrae.
Pereira afirmou que a resistência à mudança vem diminuindo. Segundo pesquisa do Sebrae, 27% dos micro e pequenos empresários avaliam negativamente o fim da escala 6×1, índice que já foi de 31%.
O governo defende que a redução da jornada aumentará o consumo, já que os trabalhadores terão mais tempo livre, o que pode beneficiar especialmente o comércio.
Outra medida em estudo é a atualização do teto de faturamento do MEI, congelado em R$ 81 mil por ano há mais de uma década. O setor pede que o limite seja elevado para algo entre R$ 120 mil e R$ 130 mil anuais.
O pacote também deve incluir ações para combater fraudes, como a divisão de faturamento entre familiares para permanecer no regime do MEI e a chamada pejotização, quando empresas substituem empregados formais por prestadores registrados como MEI.
VÍDEO: Câmera de veículo que passava pela av. Salgado Filho registrou o momento exato do grave acidente que deixou motociclista ferido e destruiu moto. https://t.co/pRlNxl5mpxpic.twitter.com/XN2xuxcM7S
Imagens registradas pelo condutor de um veículo que passava pelo local mostram o exato momento do acidente ocorrido na manhã de domingo (7), por volta das 9h, na Avenida Salgado Filho, em Natal. O vídeo publicado pelo perfil no Instagram @znnewss flagou o instante em que o motociclista é atingido por outro veículo. Com o impacto da colisão, a motocicleta pegou fogo.
Segundo relato de testemunhas, o motorista do veículo vermelho que colide com o motociclista retornou ao local para prestar socorro. O motociclista ficou ferido e foi socorrido para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, onde precisou passar por cirurgia. Apesar da gravidade do acidente, que destruiu a motocicleta, o estado de saúde da vítima é considerado estável.
A família da do motociclista segue em busca da identificação dos responsáveis pelo acidente e pede que qualquer informação que possa contribuir com as investigações seja repassada às autoridades no número 181.
Fogo e fumaça após ataque de Israel atingir o depósito de petróleo de Shahran, no Irã • Foto: Stringer/Getty Images
Irã e Israel anunciaram nesta segunda-feira (8) a suspensão dos ataques mútuos após pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Apesar da trégua, Teerã avisou que poderá retomar as ofensivas caso Israel continue atacando o Hezbollah no Líbano.
Os confrontos das últimas 24 horas marcaram a escalada mais intensa desde o cessar-fogo firmado em abril. Israel realizou ataques contra instalações ligadas ao programa de mísseis iraniano, incluindo uma fábrica petroquímica em Mahshahr. Em resposta, o Irã atingiu um alvo semelhante na cidade israelense de Haifa.
O comando militar iraniano afirmou ter dado uma “resposta dolorosa” a Israel e declarou a suspensão das operações, mas advertiu que novas ações poderão ser tomadas caso ocorram novos ataques, especialmente no sul do Líbano.
Trump afirmou que as negociações para um acordo de paz continuam e defendeu um cessar-fogo imediato. Segundo fontes, Israel também decidiu interromper temporariamente suas operações contra o Irã.
Mesmo com a trégua, autoridades dos dois países mantiveram um discurso duro. Israel declarou estar preparado para continuar a ofensiva pelo tempo que considerar necessário, enquanto fontes iranianas afirmaram que o país está pronto para um conflito prolongado.
Os ataques recentes elevaram momentaneamente os preços do petróleo, mas a cotação recuou após o anúncio da suspensão das operações militares.
No cenário regional, os Houthis do Iêmen prometeram ampliar ataques contra interesses israelenses e ameaçaram a navegação no Mar Vermelho. Já o embaixador dos EUA no Líbano informou que negociações entre Israel e Líbano deverão ser retomadas em Washington.
Pesquisa PoderData divulgada nesta segunda-feira (8) mostra que entre os brasileiros que afirmam ter tomado conhecimento do Caso Master, 48% atribuem ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a responsabilidade por ter permitido as irregularidades relacionadas ao episódio.
Ao mesmo tempo, 32% responsabilizam a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Outros 20% disseram não saber o principal responsavel por permitir as ilegalidades.
No recorte sobre o conhecimento do escândalo, 54% das pessoas afirmaram saber do ocorrido, enquanto 44% declararam não ter conhecimento sobre o caso. Já 2% preferiram não responder ao levantamento.
O Banco Master foi liquidado pelo BC (Banco Central) em novembro de 2025 após uma série de irregularidades financeiras que culminaram na prisão de seu ex-proprietário, Daniel Vorcaro.
A instituição estava no centro de uma complexa teia de fraudes que envolveu diversos setores e entidades.
Quem gosta de corrida e quer começar o domingo com energia tem um motivo a mais para colocar o tênis. A Paróquia de São Camilo de Lélis realiza no dia 5 de julho de 2026 a 1ª Corrida São Camilo, evento que promete reunir atletas e comunidade em torno do esporte e da fé.
As provas serão disputadas nos percursos de 3km e 5km, com largada marcada para as 5h30 da manhã. Todos os inscritos receberão kit do evento.
As inscrições para o primeiro lote estão abertas pelo site www.bora-atleta.com.br, ao valor de R$ 120,00. A organização alerta que as vagas são limitadas.
O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, recebeu neste domingo (07) mais uma importante declaração de apoio político no Alto Oeste potiguar. Durante um café da manhã que reuniu lideranças da região, o grupo liderado pelo ex-prefeito de Major Sales, Dr. Pio X Fernandes, anunciou apoio ao projeto político de Álvaro para as eleições de 2026.
O encontro contou com a presença da prefeita de Major Sales, Maria Elce, do prefeito de Luiz Gomes, Tututa, além dos ex-prefeitos de Major Sales Thales Fernandes e Dedezinho. A reunião reforçou a união de importantes lideranças do Alto Oeste em torno da pré-candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Estado.
Ao agradecer a manifestação de apoio, Álvaro destacou a importância do diálogo com os municípios e da construção de um projeto voltado para o desenvolvimento regional e o fortalecimento das cidades do interior potiguar.
A adesão do grupo liderado por Dr. Pio X Fernandes amplia a base de apoio de Álvaro Dias no Alto Oeste e reforça a presença do pré-candidato em uma das regiões mais importantes do estado. O apoio de prefeitos, ex-prefeitos e lideranças políticas demonstra a articulação construída por Álvaro junto aos municípios e fortalece sua pré-candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte.
Assim como no plano federal, as contas públicas estaduais se deterioram neste ano eleitoral. Os estados devem fechar 2026 com um déficit fiscal de R$ 6 bilhões, de acordo com projeções da XP Investimentos. É uma inversão do desempenho desses entes federativos em 2025, quando tiveram superávit de R$ 6,6 bilhões.
Economista da XP, Tiago Sbardelotto diz que a tendência é de piora no desempenho dos estados neste ano, observando os dados até abril.
— Isso já era esperado num ano eleitoral — diz o economista. — Quando existe espaço fiscal, esses entes tendem a aumentar a despesa acima dos anos anteriores.
Até abril, a despesa total dos estados cresceu 6,5% acima da inflação, o dobro do aumento real (descontada a inflação) da arrecadação de impostos e outras receitas, que foi de de 3,3% nesses quatro meses.
As projeções da XP para a piora do resultado fiscal estadual baseiam-se em três fatores. O primeiro é a disponibilidade de caixa positiva de R$ 29 bilhões em 2025, o que permite que queimem recursos agora, ainda que o valor disponível seja bem inferior ao que restou em 2024, que foi de R$ 49 bilhões.
O destaque negativo nesse quesito é Minas Gerais, governado por Romeu Zema (Novo) até abril, quando ele saiu para se tornar pré-candidato à Presidência. O governo mineiro entrou o ano faltando R$ 11 bilhões em caixa para fazer frente às obrigações futuras.
Alagoas, nas mãos do governador Paulo Dantas (MDB), que finaliza o segundo mandato, também está em situação desfavorável, com caixa negativo em R$ 926 milhões. Sbardelotto menciona ainda o Rio Grande do Norte, comandado por Fátima Bezerra (PT), também no fim da segunda gestão consecutiva, com menos R$ 3 bilhões disponíveis.
Além destes, Distrito Federal (R$ 876 milhões) e Acre (R$ 280 milhões) também entraram 2026 com caixa negativo, mas já partiram de uma situação pior no ano passado, observa Sbardelotto. O levantamento dele também aponta outro conjunto de estados que já estão com as contas no vermelho neste ano: Tocantins, Goiás, Rio Grande do Norte, Paraná e Mato Grosso do Sul.
— Considerando a baixa disponibilidade de caixa, até abril deste ano, o que mais preocupa é o Rio Grande do Norte — observa o economista.
O Propag permitiu o parcelamento das dívidas em 30 anos, com redução de juros que poderia chegar a zero, descontando a inflação e, a, no máximo, 2%. A contrapartida dos estados é contratar investimentos em áreas prioritárias, como educação, saúde e segurança pública.
Para que o benefício não fique restrito aos estados mais endividados, foi criado um fundo de equalização para que entes com as contas mais equilibradas também pudessem aumentar seus investimentos. Parte da economia com juros dos endividados vai para alimentar esse fundo.
O terceiro ponto que Sbardelotto levanta é a aprovação da PEC dos Precatórios (dívidas judiciais das quais não cabe mais recurso) em setembro do ano passado, que permitiu que estados e municípios parcelassem seus débitos em até 300 meses. Antes, esse prazo era de 60 meses.
— Ao reduzir o ônus com precatórios, sobram mais recursos para aumentar despesas. Não muda o total dos gastos, mas muda a composição — explica o economista da XP.
A situação dos estados não é homogênea, diz o diretor executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Marcus Pestana. Há São Paulo, onde Tarcísio de Freitas (Republicanos) concorre à reeleição, que tem endividamento alto, mas bom fluxo de caixa. É o estado mais rico do país, com alta capacidade arrecadatória.
O Tesouro Nacional classifica os estados com notas de A a D, para medir a capacidade de pagamento. No caso de São Paulo, a dívida está no grupo de estados com nota C, mas na liquidez e na poupança, exibe nota B. Já o Rio Grande do Norte tem média C por problemas de fluxo de caixa, mesmo com um endividamento baixo.
Pestana destaca estados com finanças em ordem. O campeão, com nota A e grande capacidade de investimento, é o Espírito Santo, onde o vice-governador Ricardo Ferraço (MDB), que assumiu com a saída de Ricardo Casagrande (PSB) em abril para disputar o Senado, concorre à reeleição. As contas públicas capixabas são bem avaliadas desde as gestões anteriores de Paulo Hartung.
Cláudio Hamilton, coordenador de Estudos de Conjuntura do Ipea, observa que estados que tinham indicadores melhores começam a se destacar desfavoravelmente. Cita Ceará e Tocantins, cujas dívidas líquidas eram de 17,4% e 8,6% das respectivas receitas anuais em 2008 e agora pularam para 39% e 26% no fim do ano passado.
O pesquisador também chama a atenção para a dívida caindo significativamente nessa proporção em Alagoas, Mato Grosso do Sul, Paraná, Goiás, Santa Catarina e São Paulo. No caso de Alagoas, baixou de 162,7% da receita para 65,3%. São Paulo ainda tem endividamento alto, de 128,5% da receita, mas esse índice era 187,9% em 2008.
— Não acho tão problemático assim estados aumentarem os gastos um pouco em um ano eleitoral se baixaram os respectivos endividamentos enormemente. Já nos casos de Minas, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, pensaria diferente — diz Hamilton.
Segundo o levantamento da XP, os estados que estão dando passos maiores que as pernas neste ano são Maranhão (com 21,4% de alta na despesa para expansão de 8,9% da receita), Rio Grande do Norte (gastos subiram 17,7% enquanto a arrecadação só ganhou 5,3%) e Mato Grosso (16,6% de aumento de gastos contra 4,9% de alta de receita).
— Dentro das nossas projeções, os estados vão contribuir para uma política (fiscal) expansionista. Prevemos aumento de 40% nos investimentos dos estados — afirma Sbardelotto.
Pestana, da IFI, diz que essa expansão de gastos vai fazendo os estados elevarem a dívida com a União, se não tiverem disponibilidade de caixa, ou acumularem restos a pagar para o próximo governador.
Além do Espírito Santo, o economista Claudio Frischtak, presidente da Inter.B Consultoria, cita Piauí, Sergipe e São Paulo como “razoavelmente bem administrados” do ponto de vista das contas públicas. Na outra ponta, há um segundo grupo que, na avaliação dele, só não quebra de vez porque o Supremo Tribunal Federal (SFT) não deixa, concedendo liminares reiteradas que suspendem pagamentos e liberam os governos estaduais de abater suas dívidas com a União.
A trinca formada por Rio de Janeiro (onde o desembargador Ricardo Couto de Castro governa interinamente), Rio Grande do Sul (onde Eduardo Leite, PSD, encerra o segundo mandato) e Minas mostra dificuldade crônica para superar os apuros fiscais provocadas pela combinação de dívida alta e déficits orçamentários anuais:
— São estados que, do ponto de vista fiscal, são fragilizados. Estão continuamente entrando em processo de repactuação da dívida com a União, como Rio, Minas e Rio Grande do Sul. São estados com notas C e D no índice de capacidade de pagamento do Tesouro — explica Frischtak.
Hamilton, do Ipea, fez uma análise mais estrutural da situação dos estados. Ao comparar o endividamento entre 2008 e 2025, com base nos dados do Banco Central, a situação do Rio só piora. A dívida nos anos 2000 equivalia a uma vez e meia a receita corrente líquida. No passado, já representava quase o dobro.
Nesse grupo, ele também inclui Minas e Rio Grande do Sul. A dívida mineira subiu levemente, mas ainda representa 169,1% da receita do estado. Já no Rio Grande do Sul, apesar de ter melhorado um pouco o indicador, os débitos correspondem a 223,3% do que o estado arrecada.
Mesmo recebendo royalties do petróleo e da mineração, Minas e Rio não conseguem se beneficiar desses recursos extras para alcançar uma situação fiscal equilibrada. No Rio, onde a possibilidade de redistribuição dos royalties do petróleo, em análise no STF, seria catastrófica, Frischtak observa que a arrecadação foi prejudicada pela sonegação de impostos dos chamados devedores contumazes em setores como combustíveis, cigarros e bebidas. Em outros estados, o populismo fiscal domina, ele diz:
— Essa percepção de que “gasto é vida” é muito ampla na nossa política.
Mas deixou um rombo que o próximo governador vai pedir moratória, para poder manter a máquina moendo !
Bom SEU INGNORANTE (mesmo) que Rosalba é Robinson foram um desastre ninguém, a não ser os burros como vc, tem dúvidas, porém, por conta disso, vc pretender afirmar que a sua GD sabia administrar, a distancia vai longe, para mim, eles que foram antigos parceiros, são um desastre igual ou pior, que o das Torres gêmeas, digo mais, a CATINGA dela ainda vai durar muito.
É só elegermos Cadu, Samanda e Zenaide que tudo vai ser resolvido. Esse trio esquerdista é o futuro do RN.
Daniel Vorcaro citou o patrocínio ao filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro na nova proposta de delação premiada deixou alguns bolsonaristas inicialmente apreensivos.
Nos bastidores, porém, aliados de Vorcaro dizem não haver motivos para preocupação. Isso porque, segundo eles, o banqueiro sustenta na delação que não teria havido irregularidades no patrocínio.
De acordo com interlocutores, o dono do Banco Master diz, na delação, que a negociação entre ele e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para o patrocínio teria sido republicana e não envolveria contrapartidas.
Aliados do banqueiro dizem que ele decidiu mencionar o fato em razão do vazamento das mensagens nas quais ele e Flávio falam sobre o patrocínio. O objetivo de Vorcaro seria esclarecer os fatos.
A nova proposta de delação premiada do dono do Banco Master foi entregue pelos advogados do banqueiro à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) no dia 1º de junho.
A expectativa da defesa de Vorcaro agora é de que PF e PGR deem resposta sobre a nova proposta até o fim desta semana, quando acaba o prazo do acesso ampliado dos advogados ao banqueiro.
A pedido da defesa, o ministro André Mendonça, relator do Caso Master no STF, autorizou os advogados a despacharem com Vorcaro das 9h às 17h durante a semana, até a sexta-feira (12/6).
A autorização foi dada por Mendonça desde a semana retrasada. O objetivo foi permitir que os advogados do dono do Banco Master produzissem a nova proposta de colaboração premiada.
A mulher e os filhos passaram as últimas semanas reclamando que ele tava numa solitária e que o barulho do ar estava torturando ele. Pronto, foi resolvido. Nao sei pq tanto mi-mi-mi. Tem que deixar de ser maricas, como ele mesmo dizia.