
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, definiu hoje (11) a pauta de julgamentos do plenário da Corte para os próximos três meses. Segundo o tribunal, a divulgação antecipada do calendário das sessões que serão realizadas entre setembro e dezembro deste ano tem objetivo de promover a segurança jurídica e auxiliar o trabalho de todos os envolvidos nos processos que estão em tramitação. 

No dia 30 de setembro deve ser julgada a constitucionalidade de pedidos para retirada ao ar de notícias e programas de televisão que citem pessoas que foram presas, cumpriram a pena e não querem mais ser identificadas como autores de crimes.
Em 14 de outubro, a Corte deve decidir se candidatos a cargos públicos podem pedir o adiamento das provas de concursos públicos por motivos religiosos. No dia 22 do mesmo mês, os ministros vão decidir se a realização de revista íntima nos presídios fere o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana. O calendário completo foi divulgado no site do STF.
Ontem (10), Fux tomou posse no cargo de presidente do Supremo. O ministro cumprirá mandato de dois anos e acumulará a presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pelo mesmo período.
Em seu discurso, Luiz Fux disse que sua gestão será focada na proteção dos direitos humanos e do meio ambiente, garantia da segurança jurídica, combate à corrupção e incentivo à digitalização do acesso ao Judiciário.
Agência Brasil
Concordo com o seu comentário, caro Pixuleco. João Macena.
Porque o STF não julga as dezenas processos contra políticos denunciados na operação Lava Jato que estão aguardando julgamento?
Que eu saiba, até hoje, o STF não julgou nenhum político com ou sem mandato.
Isso se chama "Uma pauta ridícula."
O julgamento do dia 30 que pede para não divulgar o nome dos autores dos crimes, deve ter sido ação do PT, PSOL, PSDB . ParTido esses que defendem corruptos, ladrões e bandidos.
Senhor Pixuleco, essa pauta foi uma ação dos advogados do "ex-assassino" dos pais da Suzana Rishtocvfddssghujhh" o tal do Cravinho. E claro os políticos bandidos se regozijam com esses absurdos no Brasil, onde o rabo abana o cachorro. Escrevi ex-assassino porque matar e cumprir uma pena de quem roubou um pirulito, obriga a sociedade ter amnésia e esquecer o crime. Vá eu chamar o goleiro de assassino, capaz de ser presa e passar mais tempo do que ele na cadeia.