Judiciário

Fux suspende as duas ações no Supremo em que Bolsonaro é réu

Duas ações em que Bolsonaro era réu foram suspensas pelo ministro Luiz Fux, do STF; na foto, ele aparece ao lado do presidente da Corte, Dias Toffoli Foto: Jorge William / Agência O Globo

O ministro Luiz Fux , do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu as duas ações penais em que o presidente Jair Bolsonaro é réu na Corte. A suspensão deve perdurar até o fim do mandato atual (caso ele não seja reeleito). O motivo da decisão é baseado na própria Constituição, que estabelece que “o presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções”. Em outras palavras, só pode ser investigado por supostos crimes cometidos quando já assumiu o cargo.

As duas investigações em questão foram abertas a partir de uma entrevista em que o deputado Bolsonaro disse, em 2014, que a também deputada Maria do Rosário (PT-RS) não merecia ser estuprada, porque era “muito feia”. Fux também suspendeu os prazos prescricionais. Isso significa que, enquanto Bolsonaro for presidente, o tempo que passar não será contado para a prescrição.

“Como é de conhecimento público, o réu foi empossado, em 1º de janeiro de 2019, no cargo de Presidente da República. Em razão disso, aplicam-se as normas da Constituição Federal, relativas à imunidade formal temporária do Chefe de Estado e de Governo, a impedir, no curso do mandato, o processamento dos feitos de natureza criminal contra ele instaurados por fatos anteriores à assunção do cargo”, decidiu Fux, que citou como precedentes alguns processos do ex-presidente e atual senador Fernando Collor.

Os dois processos poderiam ter tido desfecho diferente. Em 1º de fevereiro de 2018, no primeiro dia dos trabalhos do STF no ano, Fux, que é o relator das duas ações penais de Bolsonaro, disse que a Primeira Turma da Corte deveria julgar os processo nos meses seguintes. Depois disso, porém, ele autorizou o adiamento de alguns depoimentos nos processos, não marcou o interrogatório de Bolsonaro e nunca os levou a julgamento. Com a posse dele e a suspensão agora dos processos, o depoimento dele deverá demorar para ocorrer.

— O ideal é julgar junto, os fatos são os mesmos. Acho que (julgamos) nos próximos seis meses — disse Fux em 1º de fevereiro de 2018.

Em março de 2018, o ministro Edson Fachin, também do STF, atendeu pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e mandou investigar o então presidente Michel Temer por fatos anteriores ao mandato. Mas, mo caso de Temer, o processo estava numa fase bem menos avançada. Era inquérito ainda, enquanto os processos de Bolsonaro já são ações penais. Com o fim do mandato do ex-presidente, o processo já deixou o STF.

Réu

As ações de Bolsonaro chegaram ao STF em dezembro de 2014, pouco depois das declarações dele. Uma delas foi movida pela própria Maria do Rosário e a outra pela então procuradora-geral da República em exercício Ela Wiecko, vice do ex-procurador-geral Rodrigo Janot. Posteriormente, Ela endossou também a ação de Maria do Rosário. Ainda na fase inicial dos processos, a defesa de Bolsonaro pediu o seu arquivamento alegando que ele tinha imunidade parlamentar, ou seja, não poderia ser processado por suas declarações. Também ressaltou que não tinha o objetivo de incentivar a prática do estupro.

Em 21 de junho de 2016, a Primeira Turma do STF recebeu denúncia contra Bolsonaro por incitação ao estupro no processo da PGR, e por injúria na ação de Maria do Rosário. Com isso, ele passou à condição de réu. Na época, Fux entendeu que as declarações não tinham relação com o exercício do mandato, por isso não deveria ser aplicado o instituto da imunidade parlamentar. Os ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso acompanharam Fux. Apenas Marco Aurélio Mello votou para rejeitar a denúncia.

— (Bolsonaro) Dá a entender que o homem estaria em posição de avaliar qual mulher poderia e mereceria ser estuprada — disse Fux na época, acrescentando: — Ao menos em tese, a manifestação teve o potencial de incitar outros homens a expor as mulheres à fragilidade, à violência física e psicológica, à ridicularização, inclusive à prática de crimes contra a honra da vítima e das mulheres em geral.

Em 2016, o ministro relator disse ainda:

— Não se pode subestimar os efeitos dos discursos que reproduzem um rebaixamento da dignidade da mulher e que podem gerar perigosas consequências sobre a forma como muitos irão considerar essa hedionda prática criminosa, que é o crime de estupro, podendo efetivamente encorajar a sua prática.

A defesa de Bolsonaro apresentou recurso para anular a decisão de torná-lo réu, mas foi rejeitado por unanimidade em março de 2017. Uma vez abertas as ações penais, os depoimentos começaram em agosto de 2017, com a própria Maria do Rosário. As testemunhas foram ouvidas depois, a partir de setembro de 2017.

Em março de 2018, na ação movida pela PGR, Fux negou pedido de Bolsonaro para adiar seu interrogatório, marcado para 4 de abril. A defesa alegou que a ação de Maria do Rosário estava em fase menos adiantada, com alguns depoimentos de testemunhas ainda pendentes. Assim, o melhor seria esperar para que o depoimento de Bolsonaro, o último dos processos, fosse marcado ao mesmo tempo nas duas ações. Fux, que é o relator de ambas, discordou. Segundo ele, se os depoimentos das testemunhas viessem a ocorrer na data prevista, seria possível fazer o interrogatório de Bolsonaro conjuntamente nas duas ações em 4 de abril.

Dias depois, a defesa apresentou novo recurso e, no fim de março, Fux reconsiderou a decisão e suspendeu o andamento da ação da PGR até que as testemunhas fossem ouvidas no outro processo. O relator entendeu que não haveria risco de prescrição e que, por isso, Bolsonaro poderia ser ouvido em conjunto nos dois processos. O presidente eleito chegou a propor um acordo em março no qual aceitaria cumprir alguma pena alternativa, mas desistiu após Fux atender o pedido de juntar as duas ações.

Enquanto a ação mais adiantada estava suspensa, a defesa de Bolsonaro insistia em solicitar a troca de testemunhas na outra, que estava numa etapa anterior ainda. Na prática, isso retardou ambos os processos, uma vez que eles ficaram vinculados um ao outro. Em março, por exemplo, os advogados pediram, na ação apresentada por Maria do Rosário, a substituição de uma testemunha por outra. Alegou que o deputado federal Sílvio Torres (PSDB-SP) não poderia comparecer a audiência marcada para 21 de março, solicitando assim sua substituição pelo também deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que viria a ser escolhido por Bolsonaro para ser o ministro da Casa Civil em seu governo.

Fux negou o pedido, mas, no começo de abril, a defesa solicitou novamente a substituição de testemunha, trocando o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) por Onyx. Nesse caso, o relator concordou. Os advogados de Maria do Rosário tentaram acelerar o processo, apresentando pedidos para encerrar a fase de depoimentos de testemunhas e marcar logo o interrogatório de Bolsonaro, mas sem sucesso. Parlamentares podem solicitar a data e hora de seu depoimento. Assim, em 17 de maio, Onyx pediu para ser ouvido a partir de 15 de agosto de 2018. Fux marcou para o dia 16. Pouco depois, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu a dispensa das testemunhas pendentes, para que Bolsonaro pudesse ser ouvido logo de forma conjunta nos dois processos, mas também sem êxito.

Fux marcou ainda para 28 de agosto o depoimento de outra testemunha indicada por Bolsonaro, o deputado Pastor Eurico (Patri-PE), e, para coincidir as datas, remarcou a de Onyx também para o dia 28, quando ambos foram finalmente ouvidos. Pastor Eurico tentou adiar o depoimento para setembro, mas não conseguiu. Também em 28 de agosto, a defesa de Bolsonaro pediu o fim do processo movido por Maria do Rosário. Segundo os advogados, a deputada deveria ter comparecido fisicamente ao tribunal durante os atos processuais – ou seja, todas as vezes que a acusação foi chamada para se manifestar. No entanto, de acordo com a defesa, a parlamentar foi representada por um advogado. Não houve decisão ainda nesse pedido.

G1

 

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Geral

SEM FARRA: TCU determina mudança de regras para uso de aviões da FAB por autoridades; veja as principais exigências

Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles

O Tribunal de Contas da União determinou a reformulação das regras para uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira por autoridades e deu prazo de 30 dias para apresentação de um plano de ação.

A decisão envolve a Casa Civil, o Ministério da Defesa e o Comando da Aeronáutica. A partir das novas diretrizes, será obrigatório justificar formalmente o uso de aviões oficiais em vez de voos comerciais.

Auditoria do TCU analisou 266 voos e identificou falhas relevantes: em mais de um quarto dos casos não havia documentação disponível, além da ausência de dados básicos como finalidade da viagem e identificação de passageiros.

VEJA TAMBÉM: TCU vê desconstrole de gastos em voos da FAB e aponta 111 viagens com apenas um passageiro

Entre as principais exigências determinadas pelo tribunal estão:

  • demonstração da necessidade real de uso da FAB em vez da aviação comercial;
  • justificativa formal do motivo da viagem (serviço, segurança ou emergência médica);
  • comprovação documental da situação que motivou o voo;
  • identificação completa dos passageiros, com nome, cargo e CPF;
  • demonstração da relação entre os integrantes da comitiva e a agenda da autoridade;
  • registro e arquivamento dos documentos para garantir transparência e prestação de contas.

O TCU também apontou falhas nos controles internos, destacando que a FAB atua como executora dos pedidos, sem verificar adequadamente o cumprimento dos requisitos legais.

Entre março de 2020 e julho de 2024, foram realizadas 7.491 missões para transporte de autoridades, com mais de 73 mil passageiros e custo estimado em R$ 285,2 milhões.

Como encaminhamento, o tribunal recomendou maior rigor na fiscalização e melhorias nos controles para evitar uso indevido de recursos públicos.

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Geral

TCU vê desconstrole de gastos em voos da FAB e aponta 111 viagens com apenas um passageiro

Foto: Divulgação/FAB

O Tribunal de Contas da União identificou indícios de desperdício e baixa eficiência no uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira por autoridades.

Entre janeiro de 2020 e julho de 2024, foram registrados 111 voos com apenas um passageiro e 1.585 operações — 21% do total — com até cinco ocupantes. No período, os gastos somaram cerca de R$ 285,2 milhões.

A auditoria analisou 7.491 missões, que transportaram mais de 73 mil passageiros, e apontou taxa média de ocupação de 55%, indicando subutilização das aeronaves.

Segundo o TCU, o uso da FAB é, em média, 6,4 vezes mais caro que voos comerciais, mesmo em rotas atendidas por companhias aéreas. Ainda assim, faltam justificativas consistentes para a escolha da aviação oficial.

O relatório também identificou falhas de controle: em uma amostra de 266 processos, mais de um quarto não foi localizado, e cerca de 70% dos voos tinham passageiros sem identificação adequada. Em vários casos, não havia registro da finalidade da viagem ou da agenda oficial.

O tribunal apontou ainda que a FAB atua apenas como executora dos pedidos, sem verificar o cumprimento dos requisitos legais, o que amplia o risco de uso irregular.

LEIA TAMBÉM: SEM FARRA: TCU determina mudança de regras para uso de aviões da FAB por autoridades; veja as principais exigências.

Com informações de O Globo

Opinião dos leitores

  1. Tem que monitorar, investigar, acabar é com os voos à França, se o bonitão gosta de coisa ruim, que venha pegar aqui.

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Geral

PF não é informada sobre liberação de Ramagem nos EUA e aguarda explicações sobre os motivos que levaram à soltura

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

A liberação do ex-deputado Alexandre Ramagem nos Estados Unidos surpreendeu autoridades brasileiras, que ainda aguardam explicações oficiais sobre a decisão. As informações são do g1 e da GloboNews.

Ramagem havia sido detido na segunda-feira (13), em Orlando, por questões migratórias, e liberado dois dias depois, às 14h52 (horário local). Após a soltura, seu nome deixou de constar nos sistemas do serviço de imigração americano.

A Polícia Federal informou que não foi comunicada previamente e aguarda esclarecimentos sobre os motivos da decisão. A expectativa do governo era manter o ex-parlamentar sob custódia enquanto avançavam as tratativas para deportação.

Condenado a 16 anos de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de 2022, Ramagem é considerado foragido da Justiça brasileira. Segundo o Supremo Tribunal Federal, ele teria usado a estrutura da Abin para tentar manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder.

Antes da soltura, autoridades preparavam um dossiê com informações sobre sua situação judicial e entrada irregular nos EUA, que seria entregue ao setor de deportação americano.

A estratégia também inclui contestar um possível pedido de asilo político e reforçar a cooperação com autoridades dos EUA para viabilizar o retorno de Ramagem ao Brasil. Uma reunião entre os países estava prevista, mas ainda não há confirmação após a liberação.

Opinião dos leitores

  1. Massa, o que os EUA fizerem com os que estão em seu território, terá de ser explicado ao Brasil.

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Geral

Via de acesso à orla de Ponta Negra é parcialmente interditada após cratera se abrir por causa de vazamento na rede de abastecimento de água

Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

Uma cratera aberta na rua que dá acesso de veículos à praia de Ponta Negra, na Zona Sul de Natal, provocou mudanças no trânsito da região nesta quinta-feira (16).

O problema aconteceu em razão de um vazamento na rede de abastecimento de água, no fim do trecho que fica entre a rotatória e a ladeira que liga a via à Rua Erivan França, que margeia o calçadão.

De acordo com a Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (Semurb), a intervenção é de responsabilidade da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern).

Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), o tráfego segue liberado apenas para veículos de pequeno porte, como carros e motos.

Já ônibus, micro-ônibus, vans e outros veículos maiores estão impedidos de passar pelo trecho afetado e descer para a Rua Erivan França.

De acordo com a inspetora Elizabeth Moraes, agentes de trânsito foram deslocados para organizar o fluxo e orientar motoristas no local.

“Estamos permitindo que automóveis e motos acessem a Rua Erivan França. Contudo, como o buraco é muito grande e a obra já está ocorrendo, não conseguimos permitir veículos de grande porte”, explicou.

Mudanças no trânsito de veículos de grande porte

Os veículos de grande porte que seguem pela Rua Pedro Fonseca Filho, principal acesso à praia de Ponta Negra, estão sendo desviados antes de chegar ao trecho interditado.

Com isso, quem desce em direção à praia não consegue acessar a parte baixa da Rua Erivan França e precisa retornar para entrar por outras vias, como a Rua Tivoli.

Segundo a STTU, a medida foi adotada para garantir a segurança de motoristas, passageiros e pedestres durante os trabalhos no local.

Previsão de liberação do trânsito

Ainda de acordo com a inspetora, a previsão repassada pelas equipes técnicas da Caern é de que a intervenção seja concluída até o fim da tarde desta quinta-feira.

Até lá, a recomendação é que condutores redobrem a atenção ao circular pela região e busquem rotas alternativas, principalmente em horários de maior movimento.

Com informações de g1-RN e Tribuna do Norte

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Geral

VÍDEO: Casal morre após perseguição e troca de tiros com a PM na Avenida Tomaz Landim

*Atualizado às 13h55

Uma ação policial com troca de tiros causou movimentação intensa na av. Tomaz Landim, no sentido centro de Natal, próximo ao acesso à Ponte de Igapó, nesta quinta-feira (16). A ação foi acompanhada por um dos helicópteros das Forças de Seguranças do RN.

Um casal em fuga acabou sendo baleado. Ambos foram socorridos ao hospital Santa Catarina, mas não resistiram aos ferimentos. A identidade deles não foi confirmada pela polícia.

Segundo a polícia, os suspeitos estavam em um carro com queixa de roubo. Eles foram abordados por policiais do 4º Batalhão da PM, mas não pararam, o que deu origem à perseguição.

Com informações de g1-RN

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Polícia

Presos em operação da PF, MC Ryan SP e Poze apoiaram Lula

Foto: Reprodução

A prisão dos funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo em uma operação da Polícia Federal na 4ª feira (15.abr.2026) fez com que vídeos antigos dos artistas em que eles declaram apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltassem a circular nas redes sociais. Segundo a PF, os 2 são suspeitos de integrar uma organização criminosa que movimentou R$ 1,6 bilhão com esquemas de lavagem de dinheiro.

As imagens mostram manifestações públicas dos 2 durante a campanha eleitoral de 2022 e após a vitória do petista. O nome de Poze também já apareceu em um evento do governo: na posse da ministra da Cultura, Margareth Menezes, a atriz Elisa Lucinda cantou a música “A Cara do Crime (Nós Incomoda)”.

Ryan SP aparece em um dos vídeos dentro de uma piscina, ao lado de outras pessoas. Parece comemorar o resultado da eleição.

Na gravação, ele diz o seguinte: “Ganhou, é. Ô, Lula, já churrasco para fazer, hein, Lula. Ei, churrasquinho, picanha, churrasco”.

Já Poze do Rodo surge em um show, ainda durante a campanha, fazendo gesto de apoio ao então candidato e afirmando: “Cada um escolhe o que quer ser, e eu sou Lula, porra. Um papo só, e quem fecha comigo canta assim, ó: vai dar PT, vai dar”.

Poze do Rodo também foi citado na posse da ministra da Cultura, Margareth Menezes. Durante a cerimônia, a atriz Elisa Lucinda fez um discurso e cantou a música “A Cara do Crime (Nós Incomoda)”, do repertório do funkeiro.

Poder360

Opinião dos leitores

    1. Quem votam em luladrao são bandidos, traficantes, presos e os fudidos que recebem esmolas como.bolsa família e gás… Embora que quando o Mito chegou a presidente aumentou as esmola de 180 para 600..

    2. Qual o problema? o maior apoiador de Bolsonaro é Waldemar da Costa Neto condenador por coisas piores

    3. Cara de pau…Kkkkkk
      Dê um google:
      “criminosos famosos apoiadores do Bolsonaro”
      Faz arminha👈🏼

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Economia

Churrasco ‘salgado’: inflação da carne e da cerveja supera IPCA em 12 meses

Foto: Emerson Vieira

A inflação do “kit churrasco” pesou mais no bolso do consumidor brasileiro nos últimos 12 meses, superando o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país. Entre março de 2025 e março de 2026, enquanto o IPCA geral acumulou alta de 4,14%, os preços da carne avançaram 5,68% e os da cerveja, 6,06%.

Segundo Fernando Gonçalves, gerente do IPCA no IBGE, o movimento reflete gargalos nas cadeias produtivas de ambos os setores. A pressão nos preços pode ser explicada por uma combinação de fatores.

No caso da cerveja, o preço final sofre influência da alta nos custos de produção, como do alumínio usado nas latas, além de insumos agrícolas que tiveram redução na oferta global.

Em relação à carne, os preços são pressionados pelos efeitos da estiagem nas pastagens, pelo aumento dos custos de produção (como ração) e pela valorização do dólar, que estimula as exportações e encarece o produto no mercado interno.

Infomoney

Opinião dos leitores

  1. Cervejas e picanha os eleitores do pai Lula, vão ver só por fotos na internet.
    Levar pra casa jamais.
    Faz o L de novo.
    Rsrs..

  2. Perde tudo nas Bets, faz churrasco de Mortadela para tira-gosto e aguardente buchudinha pra relaxar…

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Saúde

Justiça aceita pedido de interdição de FHC e nomeia filho como curador

Foto: Valter Campanato

O TJSP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) acatou um pedido dos filhos de Fernando Henrique Cardoso para interdição do ex-presidente da República. A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (15).

A partir da publicação, um dos filhos, Paulo Henrique Cardoso, passa a ser curador provisório e responsável pela gestão de patrimônio de FHC, que está com 94 anos e tem diagnóstico de Alzheimer avançado.

Segundo a decisão, Paulo Henrique foi escolhido “ante a anuência dos demais irmãos e sinais da confiança depositada pelo requerido ao ora nomeado, constando como seu procurador”.

No prazo de 15 dias, um curador será oficialmente nomeado.

R7

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Brasil

Lula e Choquei trocavam mensagens e coraçõezinhos no X

Interações entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a página Choquei no X voltaram a circular nas redes depois da prisão de Raphael Sousa Oliveira, fundador do perfil. Ele foi preso na 4ª feira (15.abr.2026) na operação Narco Fluxo, que investiga uma organização criminosa suspeita de lavar dinheiro e movimentar mais de R$ 1,6 bilhão em transações ilegais. O papel específico de Raphael no esquema ainda não foi detalhado pelas autoridades.

Em fevereiro de 2023, Lula recebeu Raphael, artistas e influenciadores no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), para uma conversa sobre democracia. O apoio de influenciadores digitais levou Lula a ter mais engajamento nas redes sociais durante a disputa pela Presidência da República em 2022. Em 18 de outubro de 2022, em reunião virtual com comunicadores, Lula pediu que eles não se dedicassem a desmentir fake news disseminadas pelos adversários, mas que divulgassem as propostas do petista e os feitos de suas gestões anteriores.

O Poder360 procurou na manhã desta 5ª feira (16.abr) o presidente, por meio da assessoria de imprensa do Planalto, para se manifestar a respeito do assunto. Não houve resposta até a publicação deste texto. O espaço segue aberto para a manifestação.

A 1ª interação entre Lula e o perfil no X foi em 2 de dezembro de 2021. Na ocasião, a conta publicou um print de uma entrevista do então ex-presidente no podcast PodPah, mencionando que era vista por 150 mil pessoas. Lula repostou com 3 emojis de fogo.

No dia seguinte, Lula passou a seguir o perfil na rede social. O Choquei reagiu com a seguinte mensagem: “Obrigado equipe do ex-presidente Lula por seguir Choquei aqui. Sejam bem-vindos! Vamos para a luta contra as fake news e disseminação de ódio”. O atual presidente respondeu com emoji de soquinho.

Depois de quase 1 ano sem interações, Lula repostou um vídeo publicado pelo perfil com um discurso em que fala sobre fome. Naquele momento, já havia vencido a eleição presidencial.

Na publicação, o petista declarou: “A fome mexe com a minha alma porque eu sei o que é isso. E sei que nós vamos acabar com a fome no Brasil mais uma vez”.


As interações seguintes foram curtas e, em alguns casos, bem-humoradas. Em 22 de dezembro, pouco antes de assumir a Presidência, o perfil Choquei publicou uma foto em que Lula aparece ao telefone e perguntou: “O que você diria para o Lula se ele te ligasse?”. O petista repostou com a mensagem: “Alô?”.


Em 22 de março de 2023, já no cargo, o perfil publicou uma imagem do presidente tomando café e escreveu: “O TAMANHO DA XÍCARA DO PRESIDENTE LULA”. Ele respondeu: “É pra tomar menos café”.

Em 24 de julho, o Choquei divulgou um vídeo em que Lula aparece chorando durante um show da cantora Maria Rita, na execução da música “Como Nossos Pais”. O presidente reagiu com um emoji de coração.

No 7 de Setembro daquele ano, o perfil publicou um vídeo do presidente depois do desfile no Palácio da Alvorada, em que ele aparece comendo uma jabuticaba de um pé plantado 16 anos antes. Lula repostou e declarou: “Quem planta, colhe”. A página respondeu: “Tava docinho, presidente?”.

Em 27 de outubro, o Choquei publicou uma mensagem sobre o aniversário de Lula, que respondeu com um emoji de coração.

A última interação registrada se deu em 19 de dezembro de 2023. O perfil postou que o Brasil havia se tornado a 9ª maior economia do mundo. Lula repostou e declarou: “Vocês não sabem o trabalho que dá para ter tanta sorte”. A página respondeu: “Velho sortudo”.

Poder360

Opinião dos leitores

  1. Foi bandido Lula esta junto e misturado, não sou eu que estou dizendo, é a imprensa.
    Ok?
    Faz o Lê!!

  2. Está replicado porque esse ladrão é contra calcificação das facções, como terroristas.. além de defender ele é benefíciado. Ladrão e tráfico+ facções= PT

  3. Será que nosso governo, junto com seus parlamentares da base, com o apoio de alguns ministros do STF e STJ, estão trabalhando p/o crime organizado e defendendo a bandidadegem??? Não, acho que seria um exagero suspeitar disso!

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Cidades

RN barra condenados por maus-tratos a animais de assumir cargos públicos

Foto: Ilustrativa

O Governo do Rio Grande do Norte sancionou, nesta quarta-feira (15), uma lei que proíbe pessoas condenadas por maus-tratos a animais de assumir cargos públicos no estado. A regra já está em vigor e vale durante todo o cumprimento da pena.

A medida se aplica a toda a estrutura da administração pública estadual, incluindo órgãos diretos, autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista com participação do Estado.

A nova legislação cria uma restrição para o acesso ao serviço público estadual e passa a ser aplicada em todo o Rio Grande do Norte.

O Governo do Rio Grande do Norte sancionou, nesta terça-feira (15), uma lei que proíbe pessoas condenadas por maus-tratos a animais de assumir cargos públicos no estado. A regra já está em vigor e vale durante todo o cumprimento da pena.

A medida se aplica a toda a estrutura da administração pública estadual, incluindo órgãos diretos, autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista com participação do Estado.

A nova legislação cria uma restrição para o acesso ao serviço público estadual e passa a ser aplicada em todo o Rio Grande do Norte.

Opinião dos leitores

  1. Tem um vereador aí que foi até pra São Paulo fazer protestos dessas causas animais, tudo bem tá no direito dele mas dias depois teve um caso de assassinato de uma criança em São José do Mipibu o vereador faltou o velório.
    Tô com nojo de politicos desse naipe, aqui no RN tem gente de montão se fazendo de coitadinhos, tem um candidato de chapéu de couro pedindo o seu voto, abre brm o olho com esses caras viu?
    Tudo bem tá no direito dele também mas fiquem espertos avalie bem antes de votar.
    Muito cuidado nessa hora.

  2. Mas essa lei só serve pra gato e cachorro,kkkkkkkk,por que todo dia se matar animais para o homem se alimentar.Entao é hipocrisia….kkkkkk

    1. Enquanto isso os hospitais para crianças, tudo caindo aos pedaços, que hipocrisia.

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