Foto: José Cruz e Marcello Casal Jr. / Agência Brasil
O ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, passeou de moto com o presidente na manhã deste domingo (25) e negou interesse de protagonizar uma briga com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.
“Rapaz, não tem briga nenhuma”, afirmou à Folha quando se dirigia à moto para deixar o posto de gasolina em que foi com Bolsonaro em Sobradinho, no Distrito Federal. “Tem uma definição: briga é quando [tem] duas pessoas”, disse o ministro.
Indagado sobre como vai o clima no governo diante de mais uma crise entre ministros, Ramos limitou-se a falar de sua relação com Bolsonaro.
“Minha relação com o presidente está excepcional como sempre.”
O estopim para a crise entre Salles e Ramos foi uma nota no jornal O Globo na quinta (22) que afirmava que o ministro estava esticando a corda com a ala militar do governo em decorrência do episódio envolvendo a falta de recursos no Ibama —Salles disse que, sem dinheiro, brigadistas interromperiam atividades de combate a incêndios e queimadas.
Pixuleco. Chore não e vá arranjar uma lavagem de roupa. Só fala m…
A situação que os nossos generais estão sendo submetidos é de uma humilhação sem precedentes . Basta os bananinhas e sua trup ( não confundir com TRUMP ) , ficarem contrariados eles literalmente lançam seus petardos contra os oficias da força verde oliva . O Gen Braga Neto sofreu com sofreu com isso , o gen Santos Cruz foi literalmente rifado , o Pazuello foi humilhado por Tonho da lua e agora o Gen Ramos ou Maria Fofoca segundo o ministro Sales . Custo a acreditar que uma instituição histórica como o exército brasileiro aceite se submeter a tamanho descaso . O dano já está feito e a nódoa não sairá , o soldo dos generais aumentou , mas o preço disso não cale a pena . Na Gadolândia temos muitos militares reservistas , fico imaginando como esse avaliam essa situação . Gostaria de ler um contraponto embasado sobre esse assunto . Não me conformo em ver tamanho descaso . O exército de Caxias , nunca foi tão avacalhado . Não me venham com conversa mole de comunismo. PETÊ ou Venezuela . Estou citando um fato pontual é notório . Por que os nossos bravos e corajosos generais aceitam
tamanha descortesia ? Pode isso Arnaldo ?
A ânsia pelo poder perdido após ditadura talvez explique a submissão. Antes no poder do que discriminado dele.