Segurança

Golpe assusta e brasileiros fazem seguro anti-hacker

O que é seguro cibernético?

Venda de apólices anti-hacker ganha fôlego; WannaCry provoca corrida por proteção e aquece mercado de segurança.

Computador infectado com ransomware (Foto: João Balbi / TechTudo)

Diferente do antivírus que trabalha para prevenir, o seguro cibernético oferece ajuda póstuma. Ou seja, depois que seus contratantes foram infectados. Nestes casos, a apólice repassa à seguradora as responsabilidades sobre os danos, dando garantia ao segurado — de acordo, claro, com o contrato. Na fala de um corretor, faz total sentido. Mas, você deve estar se perguntando: o que leva alguém a contratar um seguro em vez de adotar uma postura proativa? A resposta é simples: o serviço mira empresas, de todos os tamanhos, vítimas de exploração de falhas de software e ataques. Por vários motivos, nem sempre o antivírus opera milagres: lenta detecção, falta de atualização, uso inadequado, infecções em rede e até mesmo o fator humano influenciam na segurança do parque de máquinas — e no custo do seguro.

Segundo a Aon, que oferece consultoria e corretagem de seguros, o chamado “risco cibernético” já é o quinto que mais preocupa empresários em todo o mundo. Nos últimos meses, ataques de ransomware se alastraram, dando fôlego à proposta. No Brasil, ainda engatinha. A previsão local, de acordo com a corretora, é de o setor crescer 20% ao ano, nos próximos cinco anos — focado, principalmente, em instituições financeiras e também comércio eletrônico.

Realizada duas vezes ao ano, a Pesquisa Global sobre Gerenciamento de Riscos da Aon verifica quais as principais preocupações e ameaças aos negócios. A edição de 2017 (com dados apanhados no final de 2016), ouviu 1.843 entrevistados de empresas públicas e privadas. Dando sequência aos anos anteriores, o temor de ataques de hackers apareceu no TOP 10, subindo de forma expressiva da nona para a quinta colocação, ficando atrás apenas de: 1. dano à reputação/marca, 2. desaceleração econômica, 3. aumento da concorrência e 4. mudanças regulatórias. Casos cibernéticos, porém, podem influenciar os outros riscos, gerando prejuízos em várias áreas de produção e com difícil recuperação.

Como o seguro anti-hack funciona?

Conversamos com Mauricio Bandeira, gerente de produtos financeiros da Aon Brasil, que explicou em detalhes o que é o seguro cibernético, como funciona e quem compra esse tipo de proteção adicional — também no Brasil — em um cenário em que a pergunta não é sobre “se um ataque vai acontecer”, mas “quando vai acontecer”. E, também, qual será o real tamanho do estrago.

Em máquinas corporativas, as práticas criminosas mais comuns são ataques de phishing e ransomware. Ultimamente, foram vários os casos de empresas de diversos setores que, depois de atacadas, sofreram com o comprometimento de informações de terceiros/clientes (vazamentos), tiveram redes de computadores comprometidas, roubo de dados e, como principal consequência, forte impacto na continuidade do negócio, pausa na produção/distribuição e lucratividade afetada.

“O seguro cibernético tem coberturas para empresas contratantes e também para terceiros. As coberturas incluem todos os custos pós-ataque hacker e vazamento de dados, inclusive em casos de ransomware [bloqueio de arquivos], onde há travamento do computador e cobrança de resgate”, explica Bandeira.

Isso quer dizer que uma “apólice cyber” vai dar conta dos gastos de uma investigação forense, contratação de técnicos, de uma equipe de gerenciamento de crise (incluindo vários tipos de profissionais, de tecnologia à comunicação) e ainda para prejuízos causados pelos lucros cessantes. A companhia pode contratar quem quiser, mas a seguradora tem sempre equipes de prontidão.

A quem se destina?

Um seguro é um passo dado especialmente por pessoas jurídicas e a contração desse tipo de proteção é crescente. Bancos e instituições financeiras foram os primeiros a sentir nos cofres a necessidade de aplicar segurança adicional aos seus dados. Laboratórios, hospitais e clínicas, que dependem de sistemas para compartilhar resultados de exames e controlar prontuários de pacientes, também já aparecem como principais alvos de ataques. O setor de educação, idem.

“O setor de aviação já enxerga o risco cibernético com o principal fator de preocupação. Com o avanço dos controles digitais, especialistas temem que um dia terroristas consigam derrubar aeronaves com ataques hacker”, diz Bandeira.

Quanto custa?

As apólices de seguro cibernético, assim como as de seguro de vida ou contra incêndios são feitas por período anual. A Aon, que afirma ter negociado de 15% a 20% das apólices globais — e cerca de 50% no mercado nacional — calcula que, para uma apólice que cubra um milhão de reais, por exemplo, a empresa contratante pode pagar como prêmio de R$ 7 mil a R$ 25 mil ao ano.

A forma como a companhia lida com a própria segurança, porém, vai detalhar o contrato e os valores podem tornar-se maiores em função de fatores como: tamanho da empresa, total da apólice assegurada, volume de informações sensíveis em posse da contratante, se há treinamento interno ou uso de softwares desatualizados/descontinuados e etc. Tudo feito por questionário e análise prévia do que vai ser segurado. A seguradora pode recusar riscos muito altos.

Brasil ainda vive momento educacional

Grandes incidentes como WannaCry e No-Petya tiveram a Europa como olho do furacão, mas respingaram também no Brasil, aumentando a percepção do risco em setores da Indústria. Por aqui, três seguradoras já trabalham com risco cibernético: XL, Zurich e AIG. A expectativa é de que, até o fim do ano, outras seis estejam operando vendas à todo vapor.

Ainda que haja movimento na chegada de novos players, a demanda pela contratação de risco cibernético ainda não está madura. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) — autarquia federal responsável pela autorização, controle e fiscalização do mercado de seguros — ainda não tem uma categoria dedicada que regulamente esse tipo de serviço. De acordo com a instituição, a modalidade iniciou sua comercialização no Brasil em 2012 — cinco anos, apenas.

Atualmente, seguros para riscos cibernéticos são enquadrados em ramos distintos — de acordo com os riscos cobertos —, como responsabilidade civil, riscos diversos e lucros cessantes. “Esta modalidade de seguro não possui normativo específico. Para elaboração de produtos é necessário seguir os normativos gerais de seguros de danos, os quais estabelecem regras para cláusulas de aceitação de proposta, de forma de contração, de pagamento de prêmios, de atualização de valores, de concorrência de apólices, de liquidação de sinistros, de perda de direitos e outras”, informou a superintendência ao TechTudo, em nota.

Para Bandeira, o Brasil ainda vive um momento educacional, de conscientizar empresários sobre o risco que sua empresa corre e da própria existência do produto. As seguradoras, no geral, apostam em uma nova legislação para as empresas brasileiras que responsabilize companhias por vazamentos de dados de sua base de usuários — similar ao que existe nos Estados Unidos.

“Essa exigência legal ajuda a aumentar o interesse por ferramentas de mitigação e transferência de risco. O seguro é uma delas. Assim que houver a promulgação de uma lei de responsabilidade, o mercado deve mudar e a contratação deve aumentar substancialmente”, acredita Bandeira. No momento, não há uma lei específica que obrigue as empresas a reportar que foram vítimas de crimes digitais no Brasil. Alguns projetos tramitam, mas sem previsão de serem aprovados.

Prevendo o movimento, seguradoras têm realizado workshops e palestras em setores da indústria para vender o novo produto, formando uma base de clientes.

“Lidar com risco cibernético é mais sobre resiliência do que prevenção. Não é questão de se uma empresa será atacada, mas de quando”, alerta Bandeira.

IoT é logo ali

Segundo a Cisco, em três anos, serão 50 bilhões o total de dispositivos conectados à Internet. Quando nos damos conta de que 2020 é logo ali, fica fácil entender que IoT — Internet of Things (ou Internet das Coisas, em português) — vai elevar o alarme e as preocupações de segurança de indústrias e de pessoas comuns com tantos objetos de rotina e wearables (vestíveis) conectados.

“Os controle digitais e o avanço da Internet das Coisas (IoT) vai elevar o risco cibernético a patamares inimagináveis em alguns anos. Com mais aparelhos conectados [além do celular e do computador] e mais processos dependendo do acesso a redes, o campo de atuação dos hackers aumentará consideravelmente. Por isso, é fundamental que as empresas estejam preparadas para lidar com as consequências desses eventos”, encerra Bandeira.

A visão é compartilhada pelo setor de segurança. Em setembro, Eugene Kaspersky, criador da companhia russa de antivírus que leva seu nome, encerrou sua palestra magistral durante a 7ª Cúpula Latino Americana de Analistas de Segurança da Kaspersky Lab, em Buenos Aires, na Argentina, com um alerta para quem opta por aparelhos online como Smart TVs, relógios, e até casas e carros conectados.

Globo, via Techtudo

 

Opinião dos leitores

  1. Excelente análise, Sandro. Aprendi ainda na faculdade, mas a vida mesmo foi quem me ensinou, que "SEGURO É UM CONTRATO DE COBERTURA DE DANOS QUE COBRE TUDO, MENOS O QUE ACONTECE !".
    Odeio seguradoras !!!

  2. Vamos entender. Eu contrato um 'seguro' que garante financeiramente que não terei perdas com ataques cibernéticos. Ok. Mas se eu tenho um serviço de back-up automatizado e uso de algumas proatividades, eu evito da mesma forma.
    O problema é que ao contratar o seguro eu troco de ladrão. Porque na hora de buscar o ressarcimento pelo ataque, a seguradora vai questionar até se eu acredito em Papai Noel.
    As seguradoras vivem de dar golpes legalizados. Você contrata o seguro contra roubo de carros, mas se você for abordado e levarem seu carro, isso caracteriza assalto e não roubo. Ou seja, vc foi roubado pelo ladrão e pela seguradora.
    Leia BEEm as entrelinhas desse contrato de seguro para não ser roubado duas vezes. Aprenda e se proteger de ataques cibernéticos e seja feliz sem precisar pagar essa imbecilidade.

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[VÍDEO] Vice-presidente do PT minimiza vida de luxo de Lulinha na Espanha: “Pequeno empresário” e “vida bem modesta”

Foto: reprodução/Metrópoles

O vice-presidente do PT, Washington Quaquá, minimizou neste sábado (22) as revelações sobre a vida de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na Espanha.

Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, o filho do presidente Lula mora em um condomínio de luxo nos arredores de Madri, com aluguel estimado em R$ 18 mil por mês. Quaquá, porém, afirmou que Lulinha leva uma “vida bem modesta” e que os gastos são compatíveis com os de um pequeno empresário.

“A vida do Fábio é uma vida de um pequeno, nem médio, pequeno empresário brasileiro. É um aluguel de classe média”, afirmou Quaquá que também é prefeito de Maricá (RJ).

O dirigente petista também criticou o que chamou de “exagero da pauta policial na política brasileira” e disse que as investigações podem ter algum impacto na campanha de Lula, mas que isso tende a diminuir diante de denúncias que considera sem fundamento.

O Metrópoles também já mostrou que o imóvel fica no bairro de La Moraleja, região nobre de Madri, o mesmo onde mora o atacante brasileiro Vini Jr., que joga no Real Madrid. O condomínio integra um complexo de cerca de 40 mil m², com piscinas, spa, sauna, academia, coworking e outras áreas de lazer.

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ABC perde para o Uberlândia no primeiro jogo da semifinal da Série D

Foto: Guilherme Drovas/ABC F.C.

O ABC perdeu por 1 a 0 para o Uberlândia neste sábado (22), no Parque do Sabiá, em Minas Gerais, pelo jogo de ida da semifinal da Série D. Marcos Calazans, ex-jogador do Mais Querido, marcou o gol da vitória mineira.

Já garantido na Série C de 2027, o ABC agora precisa vencer por pelo menos dois gols de diferença no jogo de volta para avançar à final. Uma vitória Alvinegra por um gol leva a decisão para os pênaltis.

ABC e Uberlândia voltam a se enfrentar no domingo (30), às 17h, na Arena das Dunas, em Natal.

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[VÍDEO] Zema divulga jingle que em que promete ‘acabar com PT’ e mostra Lula e ministros do STF atrás das grades

 

O candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, divulgou neste sábado (22) um jingle de campanha que promete “acabar com o PT” e mostra o presidente Lula e os ministros do STF Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes vestidos de presidiários atrás das grades.

Produzido com inteligência artificial, o vídeo usa uma paródia de “O nome dela é Jenifer” e também critica o chamado “jogo do tigrinho”, a influenciadora Virgínia Fonseca, as fraudes nos descontos do INSS e o aumento dos preços dos alimentos. A peça retoma ainda o discurso de Zema contra os chamados “intocáveis”, expressão usada pelo candidato para criticar integrantes do STF.

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Em sete dias de campanha, Pardal registra 71 denúncias eleitorais em 15 municípios no RN; Natal e Mossoró concentram maioria

Foto: Reprodução

O Rio Grande do Norte já soma 71 denúncias de possíveis irregularidades na propaganda eleitoral das Eleições 2026, segundo dados do painel do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrados até as 18h, deste sábado (22), consultados pelo BLOGDOBG.

Natal lidera, com 32 registros, seguida por Mossoró, com 18. Juntas, as duas cidades concentram 50 das 71 denúncias. São Gonçalo do Amarante aparece com 4 denúncias e Parnamirim com 3 ocorrências.

As denúncias foram registradas em 15 municípios. O uso irregular de carro de som, minitrio ou trio elétrico é a ocorrência mais frequente.

Candidaturas a deputado estadual concentram a maioria das denúncias, 35 no total. Partidos, coligações e federações receberam 11 denúncias.

Os registros não significam que as irregularidades tenham sido comprovadas. A análise e eventual aplicação de medidas cabem à Justiça Eleitoral.

O aplicativo Pardal começou a receber denúncias em 16 de agosto, início da propaganda eleitoral. O eleitor pode enviar fotos, vídeos, áudios e links pelo aplicativo, utilizando o e-Título ou uma conta Gov.br.

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[VÍDEO] Flávio pede votos para candidatos do PL ao Senado para “aprovar a anistia ampla, geral e irrestrita” e “libertar Jair Messias Bolsonaro”

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro pediu neste sábado (22) votos para candidaturas do PL ao Senado para que seja possível aprovar uma “anistia ampla, geral e irrestrita” e “libertar Jair Messias Bolsonaro”. Durante evento no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, Flávio citou especificamente os nomes de Carlos Jordy e Carlos Portinho, afirmando que os dois serão necessários no Congresso

“Eu vou precisar do Jordy e do Portinho para aprovar a anistia ampla, geral e irrestrita aos perseguidos do 8 de janeiro. Eu vou precisar do Jordy e do Portinho para libertar Jair Messias Bolsonaro”, afirmou Flávio.

No evento, que marcou o lançamento da candidatura de Douglas Ruas (PL) ao governo do Rio, Flávio também defendeu a classificação de facções como PCC e Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas.

Opinião dos leitores

  1. O grande projeto de governo dele. Ele nao vai pro debate pq nao tem nenhum projeto pro país, lamentável.

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STTU divulga lista de veículos autuados por infrações de trânsito em Natal; saiba como consultar

Foto: Divulgação/STTU

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Natal (STTU) publicou, neste sábado (22), no Diário Oficial, editais com notificações de autuações de trânsito. Os documentos trazem placa, número da autuação, data e código da infração.

A publicação não representa a aplicação definitiva da multa. Os proprietários têm até 30 dias para apresentar defesa ou indicar o condutor responsável.

Como a lista é bastante extensa, para verificar se determinado veículo consta nela, basta abrir o arquivo PDF dos editais e pesquisar pela placa. No computador, use Ctrl + F; no celular, utilize a opção “Pesquisar” ou o ícone de lupa, e então digite a placa do veículo.

A defesa ou indicação do condutor pode ser feita preferencialmente de forma eletrônica pelo Portal de Serviços da STTU. Também há opção de atendimento presencial, mediante agendamento, ou envio pelos Correios.

Clique aqui e consulte os editais publicados pela STTU

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Deputado Estadual Taveira Júnior mobiliza apoiadores em adesivaço e reforça força política em Parnamirim

Fotos: Yannick Pinheiro

Taveira Júnior (PSDB), o deputado estadual de Parnamirim, candidato à reeleição, participou neste sábado (22) de um grande adesivaço no município. A mobilização reuniu apoiadores e lideranças políticas e levou às ruas o clima de animação da campanha.

Ao lado do candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias (PL), Taveira Júnior acompanhou de perto a participação da população, reforçando seu compromisso de estar sempre junto do povo. Estiveram presentes também o ex-prefeito de Parnamirim Taveira, pai do deputado, o candidato ao Senado Coronel Hélio (PL) e candidata a deputada federal Nina de Souza (PL).

Para Taveira Júnior, estar nas ruas de Parnamirim representa também a oportunidade de reencontrar pessoas, fortalecer sua relação com a população e prestar contas do seu mandato.

“É muito bom ver tanta gente chegando junto, levando nossa mensagem para as ruas e demonstrando confiança no nosso trabalho. Parnamirim conhece a nossa história, sabe do nosso compromisso com a cidade e vamos continuar trabalhando para fazer ainda mais pela nossa população”, afirmou Taveira Júnior.

O deputado chega à campanha de reeleição tendo Parnamirim como sua principal base política. No atual mandato, Taveira Júnior destinou mais de R$ 4 milhões em recursos para o município, contemplando áreas como saúde, infraestrutura, segurança, causa animal, moradia, esporte e assistência social.

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‘EXTREMA GRAVIDADE’: Hospital Walfredo Gurgel enfrenta falta de itens essenciais; 25% dos insumos têm estoque zerado e 11% estão em nível crítico, aponta documento interno

Foto: Adriano Abreu

Um documento interno da Divisão de Farmácia Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel enviado à Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte (Sesap) aponta que 189 itens estão em falta. Na lista constam desde medicamentos a outros itens essenciais ao funcionamento da unidade hospitalar.

Dos materiais utilizados no hospital, 25% estão com estoque zerado e outros 11% em nível crítico, com quantidade suficiente para menos de um mês, diz o documento ao qual reportagem do jornal Tribuna do Norte teve acesso.

O documento classifica o cenário como de “extrema gravidade e vulnerabilidade assistencial”.

Entre os produtos em falta estão luvas, seringas, agulhas, soro fisiológico, antibióticos, morfina e noradrenalina, além de materiais utilizados em cirurgias e procedimentos de emergência, como tubos para intubação, drenos, bisturis e fios cirúrgicos.

O documento aponta como principais problemas a demora em processos de aquisição, falta de orçamento para empenhos, atrasos de fornecedores e entraves em licitações. Ainda segundo o documento, a situação tem levado o setor a atuar no “manejo diário de crises” e no contingenciamento de insumos básicos.

A Sesap nega que haja risco imediato aos pacientes. A secretária adjunta Leidiane Queiroz afirmou à Tribuna do Norte que os problemas estão relacionados principalmente a atrasos de fornecedores e que o Estado tem feito remanejamentos entre hospitais, negociações com empresas e empréstimos de insumos para evitar a interrupção do atendimento.

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[VÍDEO] ULTIMATO: Flávio dá prazo para marginais, narcoterroristas deixarem o Brasil e diz que eles têm “até dezembro para meter o pé”

O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, reafirmou neste sábado (22) que, caso seja eleito, pretende classificar facções como Comando Vermelho e PCC como grupos narcoterroristas e intensificar o combate às organizações criminosas a partir de 2027.

“Eu não vou baixar a cabeça para bandido. Já tô avisando: marginais, narcoterroristas, vocês têm até dezembro desse ano para meter o pé do Brasil, porque, a partir de janeiro do ano que vem, nós vamos declarar guerra aos narcoterroristas”, disse durante o lançamento da candidatura de Douglas Ruas ao governo do Rio de Janeiro, no Maracanãzinho.

A proposta de classificar facções criminosas como organizações narcoterroristas consta no plano de governo de Flávio registrado no TSE.

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Onda 22 mobiliza Parnamirim: Álvaro Dias participa de grande adesivaço na Cohabinal com lideranças

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou na manhã deste sábado de um grande adesivaço no bairro da Cohabinal, em Parnamirim. Álvaro foi recebido por lideranças políticas que representam o povo de Parnamirim e pelo carinho da população, em uma mobilização que marcou a presença da Onda 22 no município.

Participaram da agenda o deputado estadual Coronel Azevedo, a vice-prefeita Kátia Pires, o ex-prefeito Taveira, o comunicador Salatiel de Souza, a vereadora Carol Pires, o deputado Taveira Júnior, além dos candidatos a deputado federal Cabo Deyvison, Jorge do Rosário e Pedro Filho. Também estiveram presentes o ex-deputado estadual Marciano Júnior, o pré-candidato ao Senado Coronel Hélio, Daniela Pardo, a pastora Joice, Gabriela Fagundes e o General Girão.

Durante o adesivaço, Álvaro destacou a importância de Parnamirim para o projeto político e defendeu a escolha de um governador com experiência e compromisso com o Estado.

“Precisamos escolher um governador sério, correto, com experiência. Eu fui o prefeito, em toda a história de Natal, que mais entregou obras para a população. Vamos todos juntos, de mãos dadas, lutar pelo futuro do nosso Rio Grande do Norte”, afirmou.

Ainda em Parnamirim, Álvaro Dias participou da inauguração do comitê de Gabriel César, candidato a deputado estadual. O evento também contou com a presença do deputado federal Sargento Gonçalves e reuniu apoiadores e lideranças políticas.

A agenda reforçou a mobilização da Onda 22 em Parnamirim e o diálogo de Álvaro Dias com lideranças que representam diferentes setores da população do município.

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