
Foto: Robson Araujo
Em reunião com a presidência da Petrobras, a governadora Fátima Bezerra reafirmou a preocupação e o descontentamento com o anúncio da venda de todos os ativos da estatal no Rio Grande do Norte, divulgado na última segunda-feira (24). Diante da realidade da política de desinvestimento da Petrobras, Fátima reforçou a importância da manutenção dos investimentos no estado e propôs a criação de um grupo de trabalho para discutir o processo de transição. A videoconferência, realizada na tarde desta quinta-feira (27), contou com a participação do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, três diretores da companhia e, por parte do Governo, do vice-governador, Antenor Roberto, secretários de Estado e representantes da equipe técnica do setor de Petróleo e Gás.
“Nós não concordamos com o posicionamento da empresa. Mas diante da decisão tomada pela companhia, temos a responsabilidade de tratar o tema com toda a seriedade que ele requer. Daí a iniciativa da criação de um grupo de trabalho para assegurar que todas as pendências sejam sanadas, bem como a garantia jurídica para as empresas que virão, sem prejuízos à economia do Estado”, disse a governadora.
Fátima destacou que o Governo do Estado não se opõe ao investimento privado, mas que o ideal é um modelo híbrido de investimento, tendo a Petrobras como empresa âncora com diversas empresas satélites. Citou ainda reuniões realizadas com empresas que adquiriram campos de exploração em território potiguar e o esforço do Estado, junto ao Idema e demais órgãos estaduais, para desburocratizar o processo e trazer segurança jurídica às partes envolvidas, a fim de colaborar para o desenvolvimento e fortalecimento do setor que é responsável por quase metade o PIB estadual.
O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, assegurou que a empresa não sairá em sua totalidade do RN, serão mantidos os investimentos na pesquisa e exploração de águas profundas e ultraprofundas, como o campo de Pitú. O presidente destacou ainda o investimento de R$ 150 milhões na área que foi posta à venda e R$ 270 milhões que serão gastos na operação e no custeio das áreas pelo período de dois anos, tempo estimado para a conclusão da transição da venda. “Não sairemos do Rio Grande do Norte, vamos seguir o plano de desinvestimento previsto, entretanto, seguiremos investindo na exploração de águas profundas e ultraprofundas que é o nosso foco e manteremos a produção durante todo o período de transição, além da garantia de que não haverá demissões”, enfatizou.
PROCESSO DE TRANSIÇÃO
O grupo de trabalho será coordenado pelo diretor de Relações Institucionais da Petrobras, Roberto Ardenghy, e pelo secretário de Estado do Planejamento, Aldemir Freire, que apresentou ao presidente Castello Branco os principais pontos que preocupam a administração estadual. “Todo o nosso arcabouço legal, a nossa legislação, é adequada ao atual modelo de exploração – uma empresa âncora com uma série de empresas satélites atuando no setor”, explicou.
Aldemir listou a série de riscos que o Estado corre com os novos planos de atuação da empresa. “Uma saída repentina e abrupta da Petrobras vai trazer insegurança jurídica para o ecossistema da indústria do petróleo e gás no RN. Há um conjunto de passivos ambientais que precisam ser equacionados, passivos já existentes e futuros – cerca de R$ 300 milhões não solucionados que tem implicações diretas e futuras com o modelo de exploração de petróleo aqui no estado”, pontuou.
Ele alertou que é necessário adequar todo o marco legal para solucionar as questões dos passivos ambientais, do contencioso jurídico e do arcabouço tributário. A saída da Petrobras sem a solução dessas questões levará a uma maior insegurança jurídica que pode prejudicar o desempenho do setor no estado, incluindo riscos para a política ambiental trazendo sérios danos ao desempenho do principal órgão ambiental do Estado, o Idema. “Cabe destacar que a exploração em águas profundas, como no campo Pitu, não está confirmada. A Petrobras está saindo e deixando uma promessa de exploração”.
A equipe estadual enfatizou que a mudança da Petrobras para a iniciativa privada não deve ocorrer de forma imediata. A primeira reunião do grupo foi agendada para a próxima semana e também será viabilizada uma reunião entre o Governo do Estado, bancada federal e o presidente da Petrobras para os próximos dias, ainda sem data definida.
Os políticos ainda pensam que o povo é besta para acreditar nesse mimi. Já se foi o tempo de tudo ser manipulado pelo grupo (ESGOTO) de comunicação.
Maos uma firula da governadora. Essa é uma decisão de uma multinacional de capital aberto que o PT assaltou durante os governos Lula e Dilma.
Aliás, a decisão da Petrobras de deixar o RN vem desde o governo Dilma, Fatão Cara de Pau!
Deixe de politicagem rasteira!
Cigano Lulu entende mais de petróleo que João Paulo dos Pratos, o suplente que ocupa o lugar de Fatão no senado. Seja mais humilde, Fatão, chame o Cigano Lulu para o seu secretariado.
De que temeis, ó Fatão GD de pouca fé? Acreditai nas decantadas "potencialidades econômicas" do RN, mulé! A senhora não é a musa do Estado paquiderme? Compre os ativos à venda da Petrobrás no RN e mostre como se monta uma POTIPETRO competitiva, 100% potiguar! Gênios é o que não falta em seu laborioso governo.
Mas que "gopi" , né, Governadora!!!!
A senhora já sabia dessa decisão há mais de uma ano e somente agora vem gritar!
Esse tipo de política o povo não acredita mais.
Por que o PT não trouxe uma refinaria pro RN?
O PT so se Preocupou com a Petrobrás nos governos Luladrão e Dilma encaixotadora de vento,quando foi para Quebrarem a Empresa de Tanto Roubarem !!!!
Pense numa carroça desgovernada! Assim é o desgoverno Fátima Bezerra. Pobre RN. E pensar que o povo potiguar ainda vai ter que aturar essa criatura no governo por mais dois anos e quatro meses, é preocupante. Não chegou ainda na metade de sua gestão e a desaprovação é geral em todos os lugares deste Estado. Mas a população aguarda, ansiosamente, a chegada da PF nas terras de Poti. Ainda nos resta uma esperança.
Está criatura só fala em grupo de trabalho mas trabalho mesmo não acontece fica tudo no campo das ideias louças deste governo
Nada de concreto ,pergunta que fica :governadora e o calote do consórcio Nordeste?
Vergonha o estado se acabando e ela inda na fase do Gopi
Isso que se chama conversa atrapalhada. Fazer zoada e desviar o foco. Apenas isso.
Chama Graça Fosseps e Dilma, aquelas que negociarqm a refinaria de Passadema , talvez elas tenham alguma ideia de gênio para Fatão colocar em prática.
Tem que descutir os bilhões que foram roubados pelo PT.
Aproveita e discute os 5.000.000,00 MILHÕES que a Governadora enviou para o consórcio Nordeste, e foi parar nas mãos de a empresa fanstasma dos EUA.
Quando será criado um grupo de trabalho para repatriar os cinco milhões desviados através do consórcio do nordeste? Ver o desgoverno do estado do RN falando em segurança jurídica é cômico, quem entende de segurança jurídica é o comunista Antenor, que que defende o não direito a propriedade privada em todos os seus termos, para ele propriedade privada apenas as residências que ele possui em condomínios de Natal e Parnamirim.
Que conversa besta sem futuro dessa desgovernadora.
Pra tudo tem que ter um consórcio??
Homi, vai catar coquinho, os poços maduros estão vendidos pra iniciativa privada e ponto final.
A parte do governo do RN daqui pra frente, é receber os empostos devidos e nada mais.
A boquinha acabou!!!!
Ouviram???
Acabou!!!!
Mito 2022.
PT nunca mais.
Aqui no RN, graças a Deus, está nos últimos suspiros.
Fátima do PT, tem que pegar o beco pra Paraíba, ja mamou de mais nas tetas da ELEFOA.
A governadora e seu partido PT está a anos atrasada. O desmonte da Petrobras começou a muitos e muitos anos durante o governo federal de seu partido. Só está fazendo "zuada" agora p/ tentar jogar a culpa no governo atual e usar o velho ardil da cartilha do seu partido… "não sei/sabia de nada"
Não adianta chorar sobre o leite derramado! Se a governadora realmente não queria que isso ocorresse, deveria ter protestado lá atrás, nos tempos do Molusco e Dilmanta, quando a cumpanheirada fazia negociatas utilizando os recursos da empresa. Um dia a conta chega. Petrolão e Passadena mandam lembranças! Obrigado, PT!
Vai tapar buracos das rodovias que é melhor kkkķkkk Quando seus cupanheiros saquearam a Petrobras a Sra ficava caladinha.
É a mania de criar comissões, comitês, grupos etc. Não resolve nada e só empurra com a barriga.