Diversos

Governo do RN e Anorc lançam programação aos domingos no Parque Aristófanes Fernandes

Foto: Rayane Mainara

O Parque de Exposições Aristófanes Fernandes, em Parnamirim, conhecido tradicionalmente pela realização da Festa do Boi, agora terá os portões abertos para a população também aos domingos. Um projeto inédito do Governo do Estado, em parceria com a Associação Norte Rio-Grandense de Criadores (Anorc) e Prefeitura de Parnamirm, vai realizar semanalmente o evento “Domingo no Parque”. O objetivo é promover uma programação diversificada de lazer, cultura e entretenimento.

O projeto foi lançado nesta quarta-feira (09) pelo governador Robinson Faria, em um café da manhã, em Natal, com representantes de secretarias de estado, Anorc e imprensa. O lançamento contou ainda com a presença de deputados estaduais e a vice-prefeita de Parnamirim, Elienai Cartaxo.

“As pessoas esperavam meses para visitar o parque apenas durante a Festa do Boi. Agora as famílias terão uma opção de lazer todos os domingos e poderão usufruir da segurança, localização e boa estrutura do espaço. Todo esse trabalho é fruto de importantes parcerias que acreditaram no projeto e entendem a importância do Parque Aristófanes Fernandes para os parnamirinenses e potiguares”, destacou Robinson Faria.

A programação será realizada das 7h às 18h, com espaços pets e kids, passeios de pôneis, fazendinha, food trucks, artesanato e áreas para a prática de skate, patins e cooper, além de apresentações culturais. Durante a apresentação, foi anunciada a primeira edição para o próximo dia 20.

“O ambiente do parque é arborizado, grande e precisava de algo para aproveitar melhor todos esses benefícios. Acreditamos muito no projeto e juntamente com um governo que valoriza o espaço público, vamos colocar em prática uma programação para todas as idades”, disse o presidente da Anorc, Marcelo Passos.

A entrada do parque custará R$ 2 e mais um 1 kg de alimento não perecível. O material arrecadado será doado a instituições filantrópicas. Crianças até 12 anos e idosos não pagam.

“A partir desse projeto, vamos planejar mais opções de programação, como feiras de agronegócio constantes, já que o Parque é referência por sediar a melhor exposição agropecuária do Nordeste”, informou o secretário de Agricultura, Pecuária e da Pesca do RN, Guilherme Saldanha.

Opinião dos leitores

  1. Simples de entender: apesar de todo o estardalhaço em torno desse "projeto", de marketing, de apelo popular, para o governo tirar algum proveito político dessa iniciativa, não tem nenhuma ação do poder público, que será apenas o de prover a segurança do local, se é que conseguirá ter efetivo ou terá vontade política de fazê-lo. Nem tampouco da Prefeitura de Parnamirim.
    Aí só tem gerência da ANORC, que, claro, precisa cobrir suas despesas, mostrar que não abandona o parque, até, ter algum lucro.
    Lembrando que o que será revertido para instituições filantrópicas, será apenas o "material arrecadado", conforme informa a própria reportagem. R$ 2,00 parece pouco, mas no atacado… tem ainda a cobrança de taxas aos ambulantes. Então, viva o comèrcio!!!

  2. Discordo desta cobrança de R$ 2,00 para entrar em um espaço publico, em um evento pelo que se propaga e se contabiliza como uma ação do governo do Estado, sou favorável que se cobre uma taxa de ocupação de quem vai auferir lucro no local, como vendedores, locadores, foodtrucks, prestadores de serviço, mais da população é um absurdo. isso inviabilizará o evento, que é bastante interessante, mais podem anotar o publico irá minguar em pouco tempo.

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Polícia

Polícia confirma PIX de R$ 10 mil em celular de suspeito preso por atentado contra Cabo Deyvison em Mossoró

Foto: Reprodução

A investigação sobre o atentado que feriu o vereador de Mossoró e pré-candidato a deputado federal Cabo Deyvison (PL) ganhou um novo desdobramento nesta terça-feira (16).

Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), um PIX de R$ 10 mil foi identificado em um dos celulares apreendidos com suspeitos presos no Ceará. A Polícia Civil apura se a transferência tem relação com o crime. As informações são do Diário do RN.

O atentado ocorreu na noite de segunda (15), durante uma transmissão ao vivo feita pelo parlamentar em frente à UPA do Alto de São Manoel, em Mossoró.

Cabo Deyvison foi baleado nas pernas, passou por cirurgia e segue internado. Já o assessor Alyson Dyego de Oliveira morreu após ser atingido pelos disparos.

Nesta terça, as forças de segurança anunciaram a prisão de José Antônio da Costa e Vinícius Gabriel da Silva Freitas, detidos em Beberibe, no Ceará.

De acordo com a investigação, ambos confessaram participação no atentado. Os celulares apreendidos com os suspeitos serão submetidos à perícia para aprofundar as apurações.

Ao confirmar a existência do PIX, o secretário de Segurança Pública do RN, coronel Francisco Araújo, informou que a transferência foi localizada em um dos aparelhos apreendidos.

Já o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alarico Azevedo, afirmou que a informação poderá auxiliar os investigadores a rastrear a origem dos recursos eventualmente utilizados na ação criminosa.

Segundo as autoridades, ainda não há conclusão sobre a finalidade da transferência nem confirmação de que o valor tenha ligação direta com o atentado.

A Polícia Civil segue analisando o material apreendido e investigando a possível participação de outros envolvidos no crime.

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Política

Redução da maioridade penal apenas para crimes graves e reincidência, defende presidente da CCJ

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, senador Otto Alencar (PSD-BA), afirmou que uma eventual redução da maioridade penal só terá apoio no colegiado se for limitada a autores de crimes hediondos e a casos de reincidência.

Segundo ele, ele é favorável à responsabilização de adolescentes que pratiquem crimes graves e voltem a cometer delitos. “Crime hediondo, reincidente, sou a favor. O cara que faz uma vez, faz duas”, disse.

A discussão ganhou força após a CCJ da Câmara dos Deputados aprovar a admissibilidade da PEC 32/2015, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O texto seguirá agora para uma comissão especial antes de ser analisado pelo plenário da Casa e, posteriormente, pelo Senado.

O relator da proposta, deputado Coronel Assis (PL-MT), manteve a redução apenas na esfera penal. A versão original previa também mudanças na maioridade civil, incluindo regras sobre voto e elegibilidade, mas esses pontos foram retirados do texto.

Durante a tramitação, a PEC foi anexada a outras propostas que tratam da responsabilização de adolescentes em crimes graves.

Uma das referências citadas pelo relator foi o texto aprovado pela Câmara em 2015, que previa a redução da maioridade para 16 anos apenas em casos de crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte.

 

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Judiciário

Por 3 a 1, STF mantém prisão do pai de Vorcaro no Caso Master

Foto: Reprodução

A Segunda Turma do STF decidiu, por 3 votos a 1, manter a prisão de Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro. O julgamento, concluído nesta terça-feira (16), confirmou a decisão do relator do caso, ministro André Mendonça.

Além de Mendonça, os ministros Nunes Marques e Luiz Fux votaram pela manutenção da prisão. O único voto divergente foi do ministro Gilmar Mendes, que defendeu a substituição da medida por prisão domiciliar.

Gilmar afirmou que a investigação ganhou grande repercussão pública e apontou riscos de excessiva exposição midiática.

O ministro também observou que a Polícia Federal apresentou indícios de contato de Henrique Vorcaro com investigados, mas destacou que não identificou elementos concretos que demonstrassem solicitação direta para a prática de atos ilícitos.

Segundo Mendonça, a prisão é necessária para evitar a continuidade de supostas atividades ilícitas e preservar as investigações diante de indícios de ameaça a testemunhas, destruição de provas e risco de fuga.

Henrique Vorcaro está preso desde 14 de maio, após ser alvo da sexta fase da Operação Compliance Zero.

De acordo com a Polícia Federal, ele e o filho, Daniel Vorcaro, são investigados por supostamente ocultar ao menos R$ 2,2 bilhões de credores e vítimas de fraudes relacionadas ao Banco Master. A investigação segue em andamento.

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Política

Irmã de ‘Sicário’ enviou recados a pai de Vorcaro: “Tenho material para acabar com a família inteira”

Foto: Reprodução

Mensagens encontradas pela Polícia Federal nos celulares apreendidos durante a Operação Compliance Zero indicam que Joana Mourão, irmã de Luiz Philippi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, afirmou possuir documentos capazes de “acabar com a família inteira” do banqueiro Daniel Vorcaro.

Segundo a investigação, ela também teria cobrado ajuda financeira de Henrique Vorcaro, pai do empresário, conforme informações divulgadas pelo Estadão.

De acordo com a PF, Joana enviou mensagens nas quais reclamava da falta de repasses financeiros e dizia ter informações que poderiam atingir integrantes da família Vorcaro.

Em uma das conversas registradas pelos investigadores, ela afirmou estar “muito perto do abismo” e que poderia “levar ele junto”, acrescentando: “Eu tenho material pra acabar com a família inteira”.

Os diálogos foram trocados com Manoel Mendes Rodrigues, apontado pela investigação como operador do jogo do bicho e alvo da mais recente fase da operação.

Segundo a PF, após as conversas, Manoel informou Henrique Vorcaro de que tentava resolver a situação.

Os investigadores afirmam que as mensagens permitem inferir a existência de um acordo financeiro para auxiliar a irmã de Mourão.

No entanto, segundo a própria investigação, não há confirmação sobre a formalização do contrato mencionado nos diálogos.

A Polícia Federal também sustenta que Manoel teria atuado para viabilizar repasses financeiros à família de Mourão.

Em outro trecho das conversas, Joana critica a postura da família Vorcaro após a morte do irmão, afirmando que não teria recebido qualquer homenagem ou apoio.

A defesa de Henrique Vorcaro nega irregularidades. Segundo os advogados, os pagamentos mencionados nos autos estariam relacionados a contratos imobiliários firmados desde 2021 e a serviços de vigilância prestados por outro investigado.

 

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Política

Lula “cavou” encontro com Trump, mas foi ignorado e passou “vergonha” no G7, diz colunista

Foto: Reprodução

O presidente Lula (PT) não teria sido cumprimentado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante encontros do G7, realizado em Evian, na França.  As informações são da coluna de Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Segundo o colunista, Lula teria chegado à véspera do evento e buscado aproximação com líderes presentes, incluindo Trump, mas não teria havido interação direta entre os dois no momento da foto oficial, quando chefes de Estado se posicionavam no local.

Mesmo estando próximos fisicamente durante a cerimônia, não teria ocorrido aperto de mão ou contato entre Lula e Trump.

A situação é tratada pelo autor como um episódio de ausência de aproximação diplomática no evento.

O encontro do G7 reuniu chefes de Estado e governo de diversas nações em agenda internacional na França.

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Judiciário

[VÍDEO] CASO MASTER: Mendonça fala em “crime organizado mafioso” e cita “contornos de máfia” no STF

Imagens: Reprodução/SBT News

O ministro do STF, André Mendonça, afirmou que a investigação do caso Master apresentou “contornos de máfia” e características de “crime organizado mafioso”, com uso de armamento pesado, como fuzis e metralhadoras, além de possível infiltração no sistema policial.

A declaração foi feita durante julgamento na Segunda Turma da Corte, que analisava prisões relacionadas a familiares do empresário Daniel Vorcaro.

Em seu voto, Mendonça também mencionou uma conversa que teve com o ministro Gilmar Mendes antes de assumir uma cadeira no STF.

Segundo ele, foi dito que seria necessário “coragem” para integrar a Corte.

O ministro afirmou ainda que não teme a morte nem pressões externas e destacou que sua atuação no Supremo não é guiada pela busca de protagonismo ou repercussão na imprensa.

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Judiciário

[VÍDEO] STF tem embate entre Mendonça e Gilmar em julgamento de prisões do caso Banco Master

Imagens: Reprodução/Poder360

A Segunda Turma do STF registrou, nesta terça-feira (16), um embate entre os ministros André Mendonça e Gilmar Mendes durante o julgamento que analisou a manutenção das prisões preventivas no caso envolvendo familiares do ex-controlador do Banco Master.

Por maioria, o colegiado decidiu manter as prisões de Henrique Moura Vorcaro e Felipe Cançado Vorcaro. Gilmar Mendes ficou vencido e divergiu do relator, André Mendonça, sobre a necessidade das medidas cautelares.

Durante o julgamento, Gilmar criticou a condução da investigação e comparou o caso a métodos semelhantes aos da Operação Lava Jato, mencionando ainda supostos vazamentos e excesso de medidas cautelares.

Ele também levantou questionamentos sobre delações premiadas e limites do processo penal.

Em resposta, André Mendonça afirmou que o processo trata de uma investigação sobre uma das maiores fraudes financeiras já registradas, rejeitando comparações com outros casos.

O ministro também afirmou que as apurações envolvem uma organização criminosa com atuação estruturada, citando indícios de crimes financeiros e práticas de “crime organizado”.

O julgamento também teve divergências sobre delação premiada e manutenção das prisões preventivas.

Gilmar defendeu alternativas como prisão domiciliar em um dos casos, enquanto Mendonça sustentou a necessidade de manutenção das medidas, alegando risco à investigação e capacidade de reorganização do grupo investigado.

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Geral

Eduardo Bolsonaro diz que levará decisão do STF a Trump

Foto: Joyce N. Boghosian/Casa Branca

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou ao Metrópoles, nesta terça-feira (16/6), que pretende informar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e autoridades americanas sobre a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que o condenou a 4 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto, ao pagamento de 50 dias-multa, à perda do cargo de escrivão da Polícia Federal e à inelegibilidade por oito anos.

A condenação ocorreu por tentativa de interferência no julgamento em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi condenado por tentativa de golpe de Estado.

“Certamente, eu levarei a Casa Branca, o Departamento de Justiça, ao Congresso americano, falarei com todos os congressistas que são nossos aliados e temos interlocução, porque isso é uma afronta ao governo dos EUA”, declarou.

Eduardo Bolsonaro também questionou o posicionamento de outros países sobre o caso. “Será que realmente só o Brasil está certo? Estados Unidos, Itália, Espanha, Argentina e até mesmo a Polônia, estão todos errados?”, disse.

O ex-deputado afirmou ainda que é necessário “virar essa página do país” e defendeu mudanças no cenário político nacional. “Temos que virar essa página do país, colocar um novo governo, um novo Congresso para segurar esse STF perseguidor.”

Por fim, Eduardo Bolsonaro afirmou que continuará levando denúncias ao exterior. “Nós seguiremos denunciando esses crimes internacionalmente.”

 

Metrópoles

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Geral

Gilmar cita vazamentos, pressão, excessos e compara caso Master à Lava Jato

Foto: Rosinei Coutinho

O ministro Gilmar Mendes criticou a condução feita por André Mendonça do inquérito sobre as fraudes do Banco Master e afirmou que vazamentos e excessos fazem as investigações se assimilarem à extinta operação Lava Jato.

As críticas do decano foram feitas durante o julgamento que manteve as prisões do pai e do primo do ex-banqueiro Daniel Vorcaro na Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (16).

Gilmar havia pedido vista e suspendido no final de maio a análise que os ministros faziam sobre a decisão de Mendonça tomada no início daquele mês. Nesta terça, o decano liberou o caso para julgamento e o incluiu na pauta do colegiado.

Ao dar início à leitura de seu voto, contrário à manutenção da prisão do pai e do primo do ex-banqueiro em fechado, Gilmar disse que a investigação conduzida no STF por Mendonça é um “caso rumoroso que há meses vem ocupando o noticiário de forma cada vez mais espetaculosa e sensacionalista”.

Ao longo de mais de uma hora e meia de voto, Gilmar mencionou “vazamentos massivos e seletivos de informações protegidas por sigilo”, transferências corriqueiras de encarcerados entre estabelecimentos prisionais dos mais variados, “prisões como instrumento de pressões”, falta de acesso dos ministros às investigações, monitoramento de advogados e “excesso persecutório e uso indevidamente instrumental do processo penal”.

O ministro, o crítico mais vocal da Lava Jato no STF, afirmou que a Operação Compliance Zero, que investiga desde novembro do ano passado as fraudes do Master, “tem se valido de expedientes que guardam desconfortante semelhança com a Lava Jato”.

Segundo Gilmar, o caso Master se assemelha à Lava Jato, mas com uma nova roupagem. “É com certa incredulidade e alguma tristeza que me sinto obrigado a registrar que já há algum tempo as providencias adotadas no presente caso vem guardando semelhanças que não podem ser ignoradas com as iniquidades da Lava Jato.”

 

CNN

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Geral

Gastança com cartões no governo Lula saltam para R$33,5 milhões desde fevereiro

Foto: Divulgação

Após meses de enrolação, o governo Lula (PT) atualizou os gastos com Cartões de Pagamento do Governo Federal, os famosos “cartões corporativos”. As despesas saltaram para R$33,5 milhões, após serem omitidas no Portal da Transparência e paralisadas em R$9,5 milhões desde fevereiro. Só a Presidência da República torrou por R$2,3 milhões em 12 cartões corporativos, este ano. Os cidadãos que pagam a conta não têm o direito de saber a natureza dos gatos, protegidos por “sigilo”.

A Presidência de Lula realizou 2,2 mil compras com cartões, em 2026. Quase todas as despesas são sigilosas “por motivos de segurança”.

Existem dois tipos de cartões; os de pagamentos (“corporativos”) e os da Defesa Civil, usados para custear gastos emergenciais após desastres.

Somados, em 2026, os dois tipos de cartões custaram R$172,9 milhões aos pagadores de impostos. Só os da defesa civil, R$139,4 milhões.

Em 2025, os cartões corporativos custaram R$105,4 milhões aos pagadores de impostos. Os da Defesa Civil, outros R$329 milhões.

Diário do Poder

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