Diogo Zacarias/MF
O governo federal enviou na noite desta segunda-feira (2/12) ao Congresso Nacional o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de corte de gastos. A mensagem do encaminhamento aos parlamentares foi publicada em edição extra no Diário Oficial da União (DOU).
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, detalhou, na última quinta-feira (28/11), as medidas para contenção de despesas federais. O objetivo é equilibrar a relação entre gastos e arrecadação.
A proposta é para que haja uma economia de R$ 327 bilhões no período de 2025 a 2030. Deste total, R$ 70 bilhões seriam concretizados nos próximos dois anos.
O corte nas despesas federais envolve várias pastas da administração. O governo conta com revisão de despesas e com restrição a benefícios. O salário mínimo, por exemplo, terá a fórmula de reajuste alterada para limitar as despesas com Previdência.
Militares devem ter benefícios restringidos. Beneficiários de programas da Previdência passarão a ter biometria, o que é a esperança de reduzir fraudes e também apertar as despesas, entre outras medidas.
Metrópoles
Engraçado o nome “PEC do corte de gastos” porque não tem nenhum corte de gastos na elite política mega rica “burguesa” estatal. Nada de redução de salários, nada de redução de abonos ou privilégios como motorista, carro, moradia, etc. A PEC toda é praticamente corte no orçamento de educação, saúde, defesa e aumento de impostos. E ainda tem trouxa que vota no PT.