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O governo federal avalia reduzir temporariamente as tarifas de importação de arroz, milho e soja para combater a alta do preço da cesta básica, informaram à CNN três fontes da administração Jair Bolsonaro (sem partido).
Ainda não há decisão tomada sobre o assunto, mas está em análise incluir esses produtos na lista de exceções da Tarifa Comum do Mercosul. O objetivo é estimular as importações, aumentando a concorrência e reduzindo preços.
Na quinta-feira, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) divulgou uma carta pública reclamando de aumentos em produtos da cesta básica. No acumulado de 12 meses até julho, a alta chega a 25,5% no arroz, 23,5% no óleo de soja e 48,4% no feijão.
O forte aumento dos preços é resultado da desvalorização do real, que encarece as commodities agrícolas em dólar, e do pagamento do auxilio emergencial durante a pandemia, que estimulou a demanda da população por mais alimentos.
Em viagem ao interior de São Paulo na sexta-feira (4), o presidente Jair Bolsonaro disse que iria se reunir com representantes das cadeias varejistas e pediu “patriotismo” ao setor para reduzir a margem de lucro e conter a alta dos preços.
A alternativa em estudo pelo governo, no entanto, não é intervencionista e visa estimular a concorrência barateando os produtos importados.
A taxa de importação é de 12% no arroz e de 8% na soja e no milho. Segundo fontes do setor, boa parte desses alimentos não estão mais nas mãos dos produtos, mas dos cerealistas.
CNN Brasil
Isso é que é controle de inflação, com a redução da taxa de importação, o mercado interno terá que baixar o preço ou não vai vender com isso há a estabilização dos precos, lei da oferta e procura.
Chora esquerdopatas.
Fantástico! Um patriota! Ou seria? Um inepto! Vai vendo.
Isso é conversa prá boi dormir. Todo mundo sabe que o governo apóia e incentiva as exportações fazendo com que os alimentos encareçam internamente. Só a boiada não vê, ou melhor, não se informa!
Intervenção do Estado na economia? Isso é coisa de comunista!
Muito melhor seria aumentar as taxas de exportação ou buscar reduzir o cambio. Primeiro vamos abastecer o mercado interno, o excedente agente exporta, simples assim. Se não os chineses levam tudo.
Com o dólar batendo a casa 6 não tem redução de tarifa que dê resultado.
E o dólar nas alturas, não influencia?