
Foto: Michael Weber/Reuters
Em meio à dificuldade do governo federal e de estados para comprar agulhas e seringas, o Ministério da Economia proibiu a exportação desses materiais. Em portaria publicada no dia 31 de dezembro, a Secretaria de Comércio Exterior determinou que esses produtos sejam incluídos na lista daqueles que precisam de “licença especial de exportação de produtos para o combate à COVID-19”.
Na prática, segundo disseram integrantes da Economia à CNN, o governo cria entraves para a exportação. Como mostrou a CNN no dia 30, em meio ao fracasso do pregão do Ministério da Saúde para a compra de seringas e agulhas, os estados pretendiam fazer um apelo ao Palácio do Planalto pela proibição da exportação desses produtos.
O pedido seria feito pelo Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) nesta segunda-feira (4). A Economia se antecipou ao pleito e adotou medida semelhante à que foi feita no início da pandemia em relação à exportação de respiradores.
Em meados de abril, entrou em vigor a lei 13.993, que proibiu a exportação de ventiladores pulmonares mecânicos e circuitos, camas hospitalares, monitores multiparâmetros e equipamentos de proteção individual (EPIs) de uso na área de saúde, como luva látex, luva nitrílica, avental impermeável, óculos de proteção, gorro, máscara cirúrgica e protetor facial.
O impedimento foi determinado enquanto durar o estado de emergência em saúde pública.Agora, a medida também vale para seringas e agulhas.
O movimento do Conas tinha como pano de fundo a dificuldade que diversos estados vinham enfrentando para conseguir comprar seringas.
Segundo relatos feitos à CNN, empresas brasileiras têm justificado a impossibilidade de fornecer o material ao país por já estarem comprometidas com o mercado internacional.
Um estado tentou adquirir, recentemente, 9 milhões de seringas e agulhas, mas não conseguiu encontrar um fornecedor.
Essa é uma decisão de um verdadeiro estadista preocupado com a saúde do povo de seu país. Proibir a exportação de seringas e agulhas? Agora? kkkkkkkkk Esse Bozo é uma comédia mesmo. Comparável ao tamanho de sua incompetência só a ignorância do gado que o segue e o assanhamento da titia Calígula quando vê os sobrinhos musculosos.
Importante medida, se é insuficiente para o nosso mercado, como vamos exportar?
Parabéns ao governo, que faz o que tem de ser feito, sem jogar para a plateia.
Hienas, cuidado com a pressão arterial. Procurem um médico.
Faltou programar-se se organizar,teve um ano para pensar nesta possibilidade.Isto é pedalada administrativa!!!!
Governo ridículo o nosso. Pense numa tragédia anunciada. Só bovinos não viu.
ESSA PIXULECO É UMA DOÍDA MESMO, as vacinas já estão aí, falta a ANVISA liberar, pede para o Supremo ordenar sem os testes aí vcs, calçinhas apertadas vão tomando primeiro, depois vem os petralhas, a manada e os mínios. Kkkkk chupa que sai leite!
Vou ali comprar um Rivotril Supositório GG para que ele se acalme.
Boneca, a pronúncia correta é: “calcinha” e NÃO “CALÇINHAS”
Até seu português precisa ser vacinado.
PIXÚ fama do igual a um ? bebê ? :
Eu tchelo vacina ?! Eu tchelo , eu tchelo …
Titio da lua ?! Cadê a vacina do neném ? PIXÚ ?
1- Não é pronúncia, é escrita. Homofonia.
2- A palavra Português, a língua ou o estudo, é grafada com 'p' maiúsculo.
Incompetentes.
Vao importar vacinas sem ter seringas. É o caos.
Primeiro tem que se escolher a vacina. Questão de adequação.
Nosso Presidente sempre preocupado com a saúde e bem-estar da população brasileira.
Hô Véio arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro.
Quando está longe dos sobrinhos a diversão de titia é passar o dia inteiro postando porcarias nesse blog. Ah, coitada. Que vidinha mais miserável. kkkkkkkk
Tu so fala besteira, vamos te chamar agora de imunizadora potiguar
Bora Tonho ! Providencie logo essas vacinas criatura .
Que pressa é essa pixú,? calma que o calcinha aperta de São Paulo vai comprar.
Cacá ! Prefere aonde ? Lá ou ló ? Advinha titio . Ai papai .