Política

Governo Lula contratou empresa ré por crimes em terra Yanomami

Foto: Alan Azevedo.

O Ministério Público Federal (MPF) pediu que a 4ª vara da Justiça Federal em Roraima determine, com urgência, a suspensão de contratos firmados sem licitação pelo governo de Lula (PT) com a empresa Cataratas Poços Artesianos. O motivo é o fato de que a empresa e seus sócios foram “premiados” com contratos do governo petista, mesmo sendo denunciados e réus por crimes na exploração de garimpo ilegal no Território Indígena Yanomami.

A Cataratas Poços Artesianos, segundo o MPF, firmou contratos com o governo petista, desde 10 de março, junto ao Exército Brasileiro e à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, para perfurar poços artesianos na região de Surucucu, um dos focos da tragédia humanitária que matou e adoeceu indígenas Yanomami. O Ministério da Saúde negou haver contratado a empresa.

O MPF também pediu a proibição de acesso ou permanência dos sócios da empresa no território indígena, porque, além das contratações serem irregulares, teriam o potencial de tentar conferir legitimidade à manutenção da presença dos infratores nas terras Yanomami.

Ao pedir que valores eventualmente devidos pela execução dos contratos não mais sejam pagos à empresa, mas depositados judicialmente, o MPF cita que os contratos estariam “viabilizando a prática de infrações penais, especialmente neste momento sensível, permeado por uma atmosfera de insegurança e terror, em que o Estado brasileiro desenvolve esforços para reverter a crise humanitária enfrentada pelos povos Yanomami, com ações da retirada de invasores do território indígena”.

O MPF afirmou que a empresa perfurou poços no 4º Pelotão Especial de Fronteira do Exército, com orçamento de R$ 185 mil; bem como na Unidade Básica de Saúde Indígena, ambos em Surucucu. E o MPF ressalta que a Cataratas já estaria impedida de contratar com órgãos públicos, por causa de irregularidades fiscais e pendências sobre sua qualificação econômico-financeira. Além do impedimento de licitar com o poder público, em razão de sanções impostas a outra pessoa jurídica vinculada ao seu grupo.

Ao contrário da divulgação inicial da medida pelo MPF, o Ministério da Defesa não contratou a Cataratas. O contrato foi firmado pelo Exército, a quem o Diário do Poder enviou questionamentos.

A assessoria de comunicação do Ministério da Saúde negou ao Diário do Poder ter havido qualquer contratação da empresa pela pasta. E explicou que, diante do serviço em andamento na região, o que houve foi uma solicitação para a perfuração do poço, para a unidade da Sesai, por causa da situação de urgência humanitária. Mas o ministério ressalta que a solicitação foi suspensa, sem que houvesse a concretização da obra ou qualquer repasse financeiro relativo a este pedido.

Presença financiada pelo governo

A denúncia relata que organização criminosa tanto fornecia infraestrutura para outros grupos de garimpo, com a operação irregular de aeronaves e o transporte ilícito de combustíveis, quanto promovia diretamente a extração de minérios em alguns pontos da terra Yanomami, vendendo e escoando o produto do garimpo ilegal.

“Ressalta-se que a atividade de perfuração de poços artesianos funcionava justamente como ferramenta de ocultação entre recursos de origem lícita e ilícita, operando, portanto, como mecanismo de atos de lavagem de bens e valores pela empresa”, diz o MPF.

Após denúncia do MPF em 2022, a Justiça Federal tornou réus a empresa e seus sócios, pela exploração ilegal de minérios na terra indígena. Sendo que os sócios ainda respondem por lavagem de bens, organização criminosa e dificultar investigações.

O MPF destaca que a região de Surucucu, onde a empresa perfurou poço artesiano contratado pelo 6º Batalhão de Engenharia de Construção, em Roraima, vinculado ao Comando Militar da Amazônia, foi citada expressamente na denúncia do MPF já recebida pela Justiça. E tal poço perfurado para a unidade do Exército está em processo de aterramento com indicativos da presença de metais pesados, resultado da prática de garimpo ilegal.

Prêmio por destruição

Ao pedir a suspensão do contrato, mesmo diante da relevância da obra de perfuração de poços, o MPF argumenta que não pode permitir à empresa a obtenção de lucro na prestação de serviços que se tornaram necessários tão somente pela anterior prática de infrações a ela imputada.

“O contexto narrado soa como possibilidade de que o infrator, ao qual já incumbiria o dever de reparar o dano, seja remunerado por uma obra cuja necessidade é fruto de um ato ilícito próprio anterior, fulminando, a um só tempo, a boa-fé objetiva, a teoria dos atos próprios, o princípio do poluidor-pagador, a exigência constitucional da responsabilidade ambiental e, até mesmo, o simples bom senso”, afirma o procurador da República Matheus de Andrade Bueno.

A Urihi Associação Yanomami, da região de Surucucu, também pediu a imediata interrupção da execução do contrato com a Cataratas, para melhor concretizar os direitos dos povos indígenas.

Por Diário do Poder.

Opinião dos leitores

  1. Todas as bolas foras o exército tem que tá envolvido…😡
    “A Cataratas Poços Artesianos, segundo o MPF, firmou contratos …. junto ao Exército Brasileiro”
    “O MPF afirmou que a empresa perfurou poços no 4º Pelotão Especial de Fronteira do Exército, com orçamento de R$ 185 mil”
    “O contrato foi firmado pelo Exército…”

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[VÍDEO] Cadu Xavier e Larissa Rosado sobem a rampa da Governadoria e são recebidos pela governadora Fátima Bezerra


Imagens: Sérgio Henrique Xavier / Reprodução Redes Sociais Fátima Bezerra

O governador eleito Cadu Xavier (PT) e a vice-governadora eleita Larissa Rosado (PSB) foram recebidos pela Fátima Bezerra (PT), pelo secretariado estadual e por servidores públicos no final da manhã desta quarta-feira (28), no Centro Administrativo.

Cadu e Larissa subiram a rampa da Governadoria do RN, onde eram esperados pela governadora Fátima Bezerra, cercado de apoiadores. “O RN tem governador eleito”, disse a governadora ao receber o seu sucessor.

Fátima entregou a Cadu e a Larissa a bandeira do Rio Grande do Norte.

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Alcolumbre planeja articular indulto ou anistia a Jair Bolsonaro em busca de votos da direita para se reeleger presidente do Senado

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), pretende negociar um indulto ou uma anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para conquistar o apoio da direita à sua reeleição ao comando da Casa em 2027. Informações da Folha de S.Paulo citam que a articulação também busca reduzir a pressão pelo impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente Alexandre de Moraes.

De acordo com aliados, Alcolumbre pretende conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para defender um indulto humanitário a Bolsonaro. Caso Lula rejeite a proposta, o senador trabalharia pela aprovação de uma anistia no Congresso. A negociação, porém, deve aguardar os desdobramentos da saída de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil.

Outra etapa da articulação seria convencer o STF a reconhecer a constitucionalidade da lei que reduz as penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. A norma está suspensa por decisão de Moraes. A ideia é buscar uma solução que permita rever a situação penal de Bolsonaro sem retirar sua inelegibilidade.

Em troca do perdão, Alcolumbre quer que a direita abandone a pressão pelo afastamento de ministros do Supremo e priorize uma reforma estrutural do Judiciário. Aliados avaliam que o acordo poderia reduzir a tensão entre os Poderes.

Alcolumbre busca apoio além dos votos da esquerda e do centro para permanecer na presidência do Senado. Ele enfrenta a concorrência dos senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS), que apostam na força da bancada de direita, liderada pelo PL, para disputar o comando da Casa.

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MAIS IMPOSTO: Governo Lula estuda recriar IOF para taxar investimentos que hoje são isentos

Foto: Wilton Júnior/Estadão

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda cobrar Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de investimentos que atualmente contam com isenção tributária, como LCIs, LCAs, CRIs, CRAs e debêntures incentivadas. A notícia dada pelo jornal O Globo diz que a proposta busca ampliar a arrecadação federal e integra as discussões sobre o ajuste das contas públicas para 2027.

Esses investimentos têm alíquota zero de IOF, e os benefícios fiscais representam uma renúncia estimada em R$ 33 bilhões por ano. Integrantes da equipe econômica também avaliam que as isenções tornam os títulos privados mais atrativos que os públicos, podendo elevar o custo de financiamento da dívida do governo.

A ideia resurge após o Congresso barrar, em 2025, uma proposta que previa Imposto de Renda de 5% sobre os rendimentos de novas emissões desses títulos. Como o governo pode alterar alíquotas do IOF por decreto, a cobrança seria uma alternativa para avançar sem aprovação prévia do Legislativo, embora possa enfrentar resistência política e questionamentos judiciais.

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[VÍDEO] Polícia faz buscas em área de mata de Mãe Luíza à procura de bandidos que fizeram arrastão em mercadinho de Nova Descoberta

A Polícia Militar realiza uma operação no bairro de Mãe Luíza, na zona Leste de Natal, no início da tarde desta quarta-feira (28), para localizar dois suspeitos de praticar um arrastão em um mercadinho no bairro de Nova Descoberta. Segundo informações do repórter Vitor Águia, do Via Certa Natal, os suspeitos teriam tentado roubar um carro, mas acabaram levando uma motocicleta.

O helicóptero Potiguar 01, da Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), também foi mobilizado para apoiar a operação.

De acordo com os relatos, os dois homens estariam armados com uma pistola e fugiram para a região de Mãe Luíza. A motocicleta foi recuperada, e os policiais do 5º Batalhão da PM realizaram buscas em uma área de mata onde os suspeitos poderiam estar escondidos.

 

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Avião que levou Flávio Bolsonaro aos EUA é ligado a empresário investigado por lavagem de dinheiro na gestão Milei

Fotos: Reprodução

O avião que transportou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) da Argentina para o Equador e, posteriormente, para os Estados Unidos pertence à empresa Baires Fly, ligada ao empresário argentino Sergio Daniel Mastropietro, investigado por suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro e desvios de recursos públicos durante o governo de Javier Milei.

Segundo a coluna de Malu Gaspar, em O Globo, as suspeitas envolvem desvios de mais de 7,8 bilhões de pesos argentinos, o equivalente a cerca de R$ 27 milhões, na Agência Nacional de Deficiência (Andis), órgão público argentino. O caso também envolve acusações relacionadas à secretária-geral da Presidência argentina, Karina Milei, irmã do presidente. As suspeitas contra os envolvidos estão sob investigação.

Mastropietro também mantém ligações empresariais com o ex-presidente argentino Mauricio Macri, que governou o país entre 2015 e 2019. Ele é investigado em outros casos por suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro, incluindo uma suposta associação com Fred Machado, apontado como traficante.

De acordo com informações da imprensa argentina citadas pela reportagem, empresas ligadas a Mastropietro teriam sido utilizadas para dar aparência de legalidade a recursos desviados. As autoridades identificaram repasses superiores a 95 milhões de pesos argentinos para contas da Baires Fly.

O avião utilizado por Flávio Bolsonaro é um jato Gulfstream G400, de prefixo LV-JQW. A aeronave permaneceu na pista do aeroporto de Puerto Iguazú, na Argentina, antes de seguir viagem. A Polícia Federal brasileira monitorou a movimentação, após obter informações sobre o deslocamento do senador pela região de fronteira entre Brasil e Argentina.

Segundo dados do serviço de imigração argentino citados por O Globo, o primeiro destino informado para Flávio era Guayaquil, no Equador. De lá, ele seguiria para os Estados Unidos, onde seu irmão, Eduardo Bolsonaro, reside desde 2025.

A reportagem também informa que Flávio foi intimado pela Polícia Federal, na segunda-feira (26), a entregar seus passaportes até a manhã de terça-feira (27), por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Segundo o relato, a ordem não foi cumprida no prazo estabelecido.

Moraes apontou risco de fuga ao analisar o pedido da Polícia Federal.

Com informações do O Globo

Opinião dos leitores

  1. BG, POR QUE SÓ VOCE FALA NO PROGRAMA, INTERROMPE SEUS AMIGOS DIRETO, LUIZ HENRIQUE É UM EXCELENTE COMENTARISTA E VOCE INTERROMPE O CARA DIRETO, SENDO ASSIM, FAÇA O PROGRAMA SOZINHO.

  2. É bom ser investigado até as tripas.
    Agora na Argentina exister o direito de ampla defesa?
    Lá funciona ou também um só manda?

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IAP inicia preparação para concurso da Polícia Civil de Pernambuco, que oferece 1.200 vagas para Agente de Polícia

Foto: Divulgação

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Flávio Bolsonaro entrou na Argentina com passaporte italiano; veja declaração do voo

Foto: Eva Marie Uzcategui/Reuters

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria utilizado um passaporte italiano para entrar na Argentina na noite de terça-feira (27), segundo uma fonte policial ouvida pela CNN Brasil sob condição de anonimato.

De acordo com a fonte, o senador apresentou o documento ao cruzar a fronteira por Puerto Iguazú, cidade argentina vizinha a Foz do Iguaçu (PR). A esposa, Fernanda Bolsonaro, e uma das filhas teriam utilizado passaportes brasileiros, enquanto a outra filha entrou com carteira de identidade.

A informação ganha relevância porque o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), havia determinado o cancelamento dos passaportes brasileiros de Flávio e a entrega de eventuais documentos estrangeiros, além de proibir sua saída do país.

A Direção Nacional de Migrações da Argentina confirmou que Flávio e os familiares entraram no país por volta das 22h50 e não tinham impedimentos legais para cruzar a fronteira. O comunicado oficial, porém, não especificou qual documento foi apresentado pelo senador.

Após a entrada na Argentina, a família embarcou em um avião particular com destino declarado a Guayaquil, no Equador, antes de seguir viagem para os Estados Unidos.

A deputada argentina Marcela Pagano apresentou uma denúncia à Justiça para que sejam apuradas as circunstâncias da entrada do senador no país. Ela solicitou a preservação de imagens de câmeras, registros de voo e listas de passageiros.

Opinião dos leitores

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[VÍDEO] Flávio Bolsonaro deixa aeroporto em Miami sob proteção de guarda-chuvas

 

Imagens mostram o senador Flávio Bolsonaro (PL) saindo do aeroporto em Miami, nos Estados Unidos, e entrando em um carro. Durante o deslocamento, ele aparece cercado por pessoas que usam guarda-chuvas para cobri-lo, dificultando a visualização do parlamentar.

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BELA MEGALE: Plano para saída de Flávio Bolsonaro dos EUA teria sido articulado semanas antes da derrota

Foto: Charles Vieira

O plano para Flávio Bolsonaro (PL) deixar o Brasil com a família teria sido organizado semanas antes do resultado das eleições, segundo informações publicadas pela coluna de Bela Megale no jornal O Globo. A possibilidade de seguir para os Estados Unidos era considerada caso o senador perdesse a disputa presidencial.

De acordo com a reportagem, Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos, teria sido o principal articulador da operação, em conversas com o jornalista Paulo Figueiredo e autoridades do governo de Donald Trump. A estratégia teria sido discutida diante da possibilidade de derrota eleitoral.

A rota inicialmente cogitada seria pela Venezuela, mas esse trajeto não foi confirmado. A Polícia Federal ainda buscava esclarecer o percurso feito pelo senador para deixar o Brasil e chegar aos Estados Unidos.

Segundo o jornal, pessoas próximas à família afirmaram que Eduardo viajou com a esposa e os filhos para a Flórida para receber o irmão. O Departamento de Estado americano confirmou que Flávio e seus familiares receberão vistos de permanência no país.

A reportagem também informa que Flávio pretendia fazer uma transmissão ao vivo para explicar os motivos de sua saída do Brasil. Em vídeo, o senador havia negado que planejasse deixar o país.

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Marinha e instituições se reúnem no Setai Grupo GP para fortalecer a proteção ao meio ambiente marítimo

Fotos: Divulgação

O Setai Grupo GP reuniu importantes instituições em torno da preservação do ambiente marítimo paraibano, no showroom da empresa, em João Pessoa, nesta terça-feira (27). Articulada pela Marinha do Brasil, a reunião contou com representantes do Ministério Público Federal (MPF), do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba, do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) da Paraíba, da Polícia Militar do Estado (PMPB), da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), da Fundação Mamíferos Aquáticos e da Sociedade Amigos da Marinha (SOAMAR-PB).

Os convidados foram recepcionados por André Penazzi, CEO do Setai Grupo GP, e por Fábio Fiori, gestor de Marketing da empresa. Durante o encontro, os participantes debateram a importância da fiscalização, a atuação de cada órgão e a união entre os setores público e privado em favor da conscientização e da sensibilização sobre o meio ambiente marítimo, especialmente no verão, quando crescem a prática de esportes náuticos, o turismo e o fluxo de pessoas no litoral.

André ressaltou que o Setai Grupo GP tem orgulho de abrir suas portas para iniciativas que fortalecem o desenvolvimento da nossa cidade e a qualidade de vida dos paraibanos. “Foi uma oportunidade de reunir instituições que realizam um trabalho excelente em defesa do crescimento sustentável, sem perder de vista o legado de natureza abundante que a Paraíba tem. Nosso propósito é, juntos, proporcionar um verão de conhecimento e cuidado com o meio ambiente, tanto para os moradores locais quanto para os turistas”, antecipou o CEO.

O encontro marca o início de um pacto de colaboração entre as instituições, que preparam ações conjuntas para o verão, a serem divulgadas em breve.

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