Foto: Divulgação/PF
O Ministério da Justiça do governo Lula colocou sob sigilo a lista de delegados da Polícia Federal (PF) cedidos a tribunais que deverão retornar à corporação. A informação foi publicada pelo Estadão, na Coluna do Estadão. O pedido de devolução dos servidores, enviado em junho a diferentes tribunais.
A medida ganhou repercussão em meio ao avanço das investigações sobre fraudes no INSS, que alcançaram Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e do caso Banco Master, que teve desdobramentos envolvendo o ex-líder do governo no Senado Jaques Wagner (PT-BA).
Nos bastidores da PF e do Judiciário, a medida foi interpretada como uma possível retaliação ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Um dos delegados cedidos é Thiago Marcantonio Ferreira, que atua no gabinete do ministro.
Antes de impor o sigilo, o Ministério da Justiça negou, por três vezes, pedidos feitos pelo Estadão via Lei de Acesso à Informação para obter a lista. A negativa mais recente foi assinada pelo ministro Wellington César Lima e Silva, na segunda-feira (10). O caso está sendo analisado pela Controladoria-Geral da União (CGU).
A pasta afirma que o retorno dos servidores ainda está em fase preparatória e que envolve a análise de pedidos de reconsideração apresentados pelos tribunais. O governo também argumenta que a divulgação poderia comprometer a capacidade investigativa da PF ou trazer riscos à segurança do Estado e da sociedade.
O pedido de retorno foi encaminhado a diversos tribunais sob a justificativa de atender a uma diretriz presidencial de “fortalecimento da segurança pública”. Em abril, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia determinado a volta de delegados cedidos para outros órgãos, afirmando que eles deveriam atuar no combate ao crime organizado.
Com informações da Coluna do Estadão
Será que esses delegados são da PFL (PF do Lule)?
O medo da derrota iminente que se aproxima esta deixando a quadrilha em polvorosa. O povo Brasileiro precisa extirpar esses meliantes, antes que acabem com o resto do País.