Política

Governo Lula negocia cargos com Centrão e acena com emendas

Foto: CARLOS COSTA / AFP

Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já deram início às negociações com os principais partidos que foram aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Líderes de Republicanos, PP e até PL abriram o canal com a articulação política do governo petista, apresentaram pedidos de cargos de segundo e terceiro escalões, e, em troca, prometeram ao Palácio do Planalto votos de parte de cada bancada.

A negociação tem sido no varejo e coordenada pela Secretaria de Relações Institucionais, comandada pelo ministro petista Alexandre Padilha.

O governo quer tentar selar a adesão de siglas menores, como Podemos, Cidadania e Solidariedade, até a próxima semana, quando deve ocorrer a reunião do Conselho Político -grupo de partidos aliados de Lula.

Em relação ao núcleo da antiga base de Bolsonaro, Padilha já se reuniu com o líder do partido na Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). No PL, a conversa tem sido com o líder da sigla, deputado Altineu Côrtes (RJ) -que é próximo do presidente do partido, Valdemar Costa Neto.

O diálogo com o PP ocorre via o presidente reeleito da Câmara, Arthur Lira (AL), e alguns deputados da ala lulista da bancada, como Aguinaldo Ribeiro (PB), que deve relatar a proposta de reforma tributária na Casa. A função é disputada por ser uma pauta prioritária de Lula neste semestre.

Os três partidos não são da base de apoio do presidente no Congresso. O governo também não espera uma adesão formal deles no curto prazo.

Segundo articuladores de Lula, a negociação de cargos deve ampliar as alianças políticas. O foco principal é a Câmara, onde o grupo formado por PP, PL e Republicanos (maiores expoentes do centrão) tem mais força. Integrantes do Planalto dizem que essas tratativas ainda vão se estender ao longo de fevereiro.

O apetite dessas legendas é por cargos na cúpula de Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas), FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) e Correios, entre outros.

A União Brasil também já apresentou interesse nessas posições. Por isso, a ideia é o governo distribuir uma estatal para cada partido e incluir no pacote outros cargos do Executivo de menor porte.

Nesta semana, o governo indicou que colocará em negociação uma diretoria do FNDE e três diretorias dos Correios. Essa negociação foi encampada pelo deputado Elmar Nascimento (União Brasil). Ele foi preterido nas indicações para o ministério de Lula.

O deputado seria o ministro da Integração Nacional, mas foi barrado pelo PT da Bahia. Depois disso, o governo teve de fazer acenos a Elmar.

Enquanto o impasse se mantém, o governo deve analisar o restante da lista de pedidos do centrão, que reúne indicações para cargos regionais, como coordenadorias e superintendências estaduais de estatais loteadas pelo centrão (Codevasf e DNOCS) e de outros órgãos, como o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

A expectativa de articuladores de Lula é que, com as negociações, o governo poderá contar com cerca de 15 votos do Republicanos (cuja bancada é de 40 deputados) e cerca de 20 votos do PL (que tem 99 deputados). O apoio do PP ainda não está claro e depende de Lira, que tem se aproximado do Palácio do Planalto. O partido tem 47 votos na Câmara.

Como mostrou a Folha, o PT costurou um acordo com o Republicanos no fim do ano passado, em um primeiro movimento para futura adesão da sigla à base.

O partido apoiou a candidatura do presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira (SP), para a primeira vice-presidência da Câmara na eleição desta quarta-feira (1º) e diz que irá apoiar a candidatura de Jhonatan de Jesus (Republicanos-RR) para a vaga aberta no TCU (Tribunal de Contas da União), na votação desta quinta (2).

Outra estratégia para ampliar a base de Lula no Congresso é a distribuição de emendas. Auxiliares do presidente afirmam que a ideia é usar quase R$ 10 bilhões que estavam previstos para emendas de relator.

Esse tipo de emenda ganhou expressão no governo Bolsonaro e foi usado como moeda de troca em negociações políticas.

O instrumento fortaleceu Lira e o presidente reeleito do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). No ano passado, o STF (Supremo Tribunal Federal) declarou que essas emendas são inconstitucionais.

O centrão costurou acordo com o PT para redistribuir os recursos das emendas de relator antes previstos para 2023 e que somam mais de R$ 19 bilhões. Metade dessa verba foi repassada a emendas individuais –as que cada deputado e senador têm direito. O restante foi para o orçamento dos ministérios de Lula.

Apesar da decisão do STF, o Orçamento de 2023 mantém os recursos nas mesmas ações e projetos que já estavam previstos em acordos políticos entre líderes do centrão para as emendas de relator (quando elas ainda existiam).

Integrantes do Palácio do Planalto afirmam, sob condição de anonimato, que a articulação política do governo pretende usar a liberação desses recursos como negociação em votações importantes para Lula -como a reforma tributária e a nova regra fiscal a ser apresentada pelo Ministério da Fazenda.

Como parte dos R$ 9,85 bilhões que voltaram para as mãos do governo já havia sido moeda de negociação entre a cúpula do Congresso e parlamentares, aliados de Lula querem alinhar essas tratativas. A ideia é não descumprir acordos de Lira, que foi reeleito com um recorde de 464 votos na Câmara.

Líderes do centrão já afirmavam no ano passado que, embora tenham perdido o poder de execução das emendas de relator, querem que os R$ 9,85 bilhões repassados para os ministérios sejam liberados seguindo indicações de parlamentares. Agora, mesmo integrantes do governo Lula dizem que esses recursos devem ser usados para negociações políticas.

Opinião dos leitores

  1. Aguardando os comentários dos PTralhas inocentes inúteis que condenavam negociações políticas com o Centrão. Luladrão tchutchuca do centrão. Kkkkkkk

  2. Imagem do DIABO , esse ladrao condenado Lula, faz acordo com o cão , mas Deus é maior 🙏 acho o idiota e burro do Bolsonaro um bosta , precisamos nos livrarmos desses CÂNCERES. Pedir a Deus que apareça um anjo para nos salvar

    1. Política é outro mundo. É um lugar de hipócritas, mentirosos, corruptos etc. Ainda mais no Brasil. Ou seja, esqueça. Quer mudança, não espere acontecer. Literalmente se mude. Aqui já deu, nem Deus dá jeito. Piedade Senhor.

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Ministério Público denuncia quatro por homicídio com dolo eventual em caso de salto de sem cordas no interior de SP

Foto: Reprodução/EPTV

O Ministério Público (MP) de São Paulo acusou os quatro presos pela morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, lançada sem cordas durante um salto de rope jump a 40 metros de altura, na Ponte do Esqueleto, entre Limeira (SP) e Cordeirópolis (SP).

Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra, Vitor de Freitas Gonçalves e Evelyne dos Santos Gonçalves foram indiciados por homicídio com dolo eventual qualificado — quando se assume o risco de matar —, acompanhando a conclusão do relatório final do inquérito policial. Eles seguem presos.

  • Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves – homicídio com dolo eventual, qualificado por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima
  • Evelyne dos Santos Gonçalves – homicídio com dolo eventual, qualificado por omissão imprópria

O rope jump é uma modalidade que usa cordas estáticas, sem elasticidade, e após a queda faz um movimento de balanço, como um pêndulo. No bungee jump, modalidade mais conhecida, a corda elástica faz a pessoa cair e quicar para cima e para baixo repetidas vezes.

A tragédia aconteceu na manhã do dia 13 de junho de 2026. A partir da denúncia do MP, registrada por volta das 18h desta terça-feira (7).

Na denúncia, o MP sustenta que os responsáveis pela execução do salto “tinham pleno conhecimento dos riscos da atividade, mas deixaram de adotar cautelas necessárias”, como a conferência da conexão da corda de segurança e a realização da dupla checagem dos equipamentos.

“A denúncia também aponta que o grupo atuava sem definição clara de funções, explorava comercialmente a atividade sem atender às exigências legais aplicáveis e priorizava interesses econômicos e a divulgação dos saltos nas redes sociais em detrimento da segurança dos participantes”, completou.

O que dizem as defesas

A defesa de Maicon Fernandes e Luis Felipe informou que discorda da denúncia do MP. Segundo a defesa, os integrantes não tiveram a intenção de matar a vítima ou assumiram o risco da conduta.

“A defesa discorda ainda, das qualificadoras constantes na denúncia e demonstrará em Juízo a conduta culposa dos réus, sem incidência de quaisquer qualificadoras para o crime”, escreve o advogado Rafael Gomes dos Santos.

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Governo dos EUA rebate Itamaraty após críticas à classificação de PCC e CV como terroristas e diz que temor por intervenção militar no Brasil é “absurdo”

Pessoas passam em local com nome de PCC em São Paulo 29 de maio de 2026 REUTERS/Alexandre MeneghiniFoto: Alexandre Meneghini/Reuters

O governo dos Estados Unidos classificou como “absurda” a declaração do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, sobre a possibilidade de uma intervenção militar americana no Brasil após a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. Em nota enviada ao R7, o Departamento de Estado afirmou que o país atua dentro de suas prerrogativas para combater o narcoterrorismo e negou qualquer intenção de intervenção.

“Esse comentário é absurdo. Os Estados Unidos estão tomando medidas decisivas, com base em suas próprias prerrogativas soberanas, para combater narcoterroristas. Essas facções brasileiras agora atuam nos Estados Unidos, e nós defenderemos nossa população contra elas. Alegações vagas de intervenção costumam ser um pretexto para auxiliar e incentivar alguns dos grupos mais violentos do mundo”, afirmou o governo americano em nota publicada pelo portal R7.

A manifestação ocorre após Mauro Vieira responder a um requerimento da Câmara dos Deputados, no qual alertou que a decisão dos EUA pode gerar impactos para cidadãos, empresas e organizações brasileiras, além de permitir a adoção de medidas unilaterais com efeitos extraterritoriais. O chanceler também avaliou que a classificação das facções como terroristas não trará benefícios concretos para a cooperação entre os dois países no combate ao crime organizado.

A designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas foi oficializada pela Casa Branca em 5 de junho. Desde então, o Itamaraty tem demonstrado preocupação com possíveis consequências da medida e buscado diálogo com o governo de Donald Trump para tratar do tema.

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VÍDEO: Imagens mostram grande quantidade de esgoto despejada na Praia do Meio, em Natal

Imagens: Via Certa Natal

Um vídeo gravado nesta quarta-feira (8) mostra uma grande quantidade de esgoto sendo despejada na Praia do Meio, em Natal.

O homem que registrou as imagens próximo à estátua de Iemanjá se mostrava indignado com a cena e o volume de esgoto indo em direção ao mar.

Opinião dos leitores

  1. Se a CAERN fosse uma empresa privada o Ministério Público do Meio Ambiente já teria recomendado o seu fechamento.

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Trump diz que cessar-fogo com Irã ‘acabou’ e ameaça novo ataque esta noite: ‘Eles são lixo, governados por doentes’

Foto: Jonathan Ernst/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (8) que considera encerrado o acordo provisório de cessar-fogo com o Irã após a retomada dos confrontos entre os dois países. Durante a cúpula da Otan, em Ancara, na Turquia, ele declarou que o entendimento “acabou” e sinalizou novos ataques contra alvos iranianos. “Para mim, acho que [o acordo] acabou. No que me diz respeito, isso é apenas perda de tempo”, afirmou.

Trump também disse que os Estados Unidos poderão intensificar a ofensiva nas próximas horas e voltar a impor um bloqueio ao Irã. “Na noite passada, nós os atingimos com muita força. Provavelmente voltaremos a atingi-los com força esta noite. Poderíamos voltar a impor o bloqueio, e seria apenas para o Irã”, declarou. O presidente ainda afirmou que o país “nunca construirá uma arma nuclear”, com ou sem um novo acordo.

As declarações ocorreram após os EUA bombardearem mais de 80 alvos militares iranianos, incluindo sistemas de defesa aérea, radares, bases de drones e embarcações da Guarda Revolucionária. Segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), a operação teve como objetivo responder aos ataques iranianos contra navios comerciais no Estreito de Ormuz. Em reação, o Irã atacou bases militares americanas no Bahrein e no Kuwait, além de afirmar ter derrubado um drone dos EUA.

Após a escalada, o governo americano revogou a autorização temporária que permitia a venda de petróleo iraniano e restabeleceu restrições econômicas ao país. Enquanto Washington afirma que continuará buscando um acordo definitivo, o governo iraniano acusou os EUA de romper o entendimento firmado no mês passado e prometeu adotar “ações decisivas” em resposta às medidas americanas.

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Flávio Bolsonaro vê busca por armas na casa do pai como “cortina de fumaça” por sua atuação nos EUA, defendendo não taxação do Brasil


Imagem: reprodução/YouTube

O pré-candidato à Presidência pelo PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ), afirmou nesta quarta-feira (8) que a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, foi uma “cortina de fumaça” para desviar a atenção de sua agenda nos Estados Unidos.

Em transmissão ao vivo no YouTube, Flávio, que participa de compromissos nos EUA, declarou que a ação teve o objetivo de “dividir o noticiário” enquanto ele atua contra a taxação do Brasil em audiência no Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR).

“Na minha percepção, é uma clara tentativa de criar uma cortina de fumaça nesse momento que eu estou aqui, trabalhando pelo Brasil, para tentar dividir o noticiário com coisas negativas”, afirmou.

A operação da PF ocorreu na manhã desta quarta-feira e, segundo a defesa de Jair Bolsonaro, foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para localizar armas, munições e documentos de registro de armas. De acordo com o advogado do ex-presidente, nada foi encontrado na residência.

Flávio também afirmou que a defesa já havia informado ao STF, “com tranquilidade, transparência e documentos”, a localização das armas. Segundo ele, oito dos dez armamentos vinculados ao ex-presidente estão sob custódia do Exército desde 2023, por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU).

O Exército confirmou à PF a transferência desse material, mas informou que uma pistola Glock calibre 9 mm e uma espingarda calibre 12 não estavam entre as armas sob sua guarda. O senador ainda disse que a operação “pegou a família e a defesa de surpresa”.

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Polícia Federal diz ao STF que não houve apreensões após buscas por armas na casa de Bolsonaro

Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal que nada foi apreendido após operação de busca e apreensão na residência onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária, em Brasília.

A medida havia sido determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), em razão de supostas divergências no arsenal.

A ação teve início por volta das 7h e teve como foco a localização de armas, munições e acessórios sob a posse de Bolsonaro.

Na última segunda-feira (6), a defesa do ex-presidente e o Exército haviam entregado parte do armamento registrado em seu nome após ordens do STF. Entretanto, o ministro Alexandre de Moraes apontou incompatibilidades entre as armas formalmente registradas e as efetivamente entregues, o que motivou a nova ordem de busca.

Entre os itens sob questionamento, constavam uma pistola Glock 9mm e uma espingarda calibre 12.

Segundo os advogados de Bolsonaro, as informações sobre o paradeiro desses itens já haviam sido prestadas ao Judiciário: a espingarda foi um presente adquirido, mas nunca retirado de uma loja no Rio Grande do Sul, enquanto a pistola estaria retida com a Polícia Civil após ser apreendida em uma blitz.

Com informações de R7

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VÍDEO: Boulos diz que Galípolo foi uma “decepção” e teve atuação “muito abaixo” do esperado no comando do Banco Central

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, criticou, em entrevista ao Metrópoles nesta quarta-feira (8/7), a atuação do presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo.

Boulos afirmou que Galípolo foi uma “decepção” no comando da autoridade monetária e teve uma atuação “muito abaixo” do esperado em relação à taxa de juros que, atualmente, está em 14,25% ao ano.

“Não é porque o Galípolo foi indicado pelo governo do Lula que nós não vamos criticar a atuação dele. Tem que ser criticado. Muito abaixo. Esses juros são escorchantes. Deveria ter começado a baixar antes, deveria ter baixado mais. Essa é a realidade. E acho que foi uma decepção. O presidente Lula indicou ele com expectativa de que ele trabalhasse para poder baixar os juros no Brasil. O Brasil estar crescendo mais de 2% ao ano, em média 2,5% ao ano nos três anos Lula, é um milagre com a taxa de juros que a gente tem”, afirmou Boulos.

O Brasil está no topo da lista dos maiores juros reais do mundo, segundo levantamento das consultorias Lev Intelligence e MoneYou. Entre as principais economias, o país supera Rússia, Turquia e México.

Metrópoles – Igor Gadelha

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  1. O Brasil tá crescendo graças ao empresariados, o atual governo é um atraso, um retrocesso.

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Geral

PF faz buscas na casa de Bolsonaro à procura de armas, munições e documentos de registro

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) cumpriu nesta quarta-feira (8) um mandado de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília. Os agentes procuravam armas, munições e documentos de registro de armamentos.

Segundo a defesa de Bolsonaro, a ordem foi expedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A informação foi confirmada por investigadores à CNN. Os policiais permaneceram cerca de 1h30 no local.

A operação provocou reação de familiares do ex-presidente. O vereador Carlos Bolsonaro afirmou que a medida representa “perseguição, injustiça e tortura”.

Já o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, criticou a ação durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais. Segundo ele, sua irmã adolescente precisou deixar o quarto para que os agentes realizassem buscas, situação que teria causado constrangimento à família.

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Política

Flávio critica pré-candidatos por não irem aos EUA discutir tarifas

Foto: Reprodução

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), criticou nesta 4ª feira (8.jul.2026) os demais pré-candidatos por não terem participado de uma audiência pública nos Estados Unidos sobre a possível imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Segundo ele, os presidenciáveis deveriam estar no país para defender os interesses do Brasil diante das autoridades norte-americanas.

A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo no YouTube. Flávio afirmou que permaneceu mais 1 dia nos Estados Unidos para participar de reuniões e tentar convencer o governo norte-americano a desistir da sobretaxa sobre produtos brasileiros.

“Cadê os outros pré-candidatos à Presidência da República que não estão aqui para defender os direitos brasileiros? É muito mais fácil ficar criticando a atuação do Flávio Bolsonaro. É muito mais cômodo”, afirmou.

Flávio disse que a audiência era aberta a participantes inscritos e declarou ter sentido falta da presença de outros possíveis candidatos ao Palácio do Planalto. Além dele, já se colocaram como pré-candidatos à Presidência em 2026 o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão), o ex-ministro Joaquim Barbosa (Democracia Cristã), o ex-deputado Cabo Daciolo (Mobilização Nacional) e Augusto Cury (Avante).

O senador também criticou o presidente Lula por, segundo ele, não enviar representantes do governo brasileiro para defender os interesses do país durante a discussão.

“Estou aqui fazendo a minha parte, longe da minha família, defendendo o meu país, e vou continuar porque é uma convicção. Tenho certeza de que é isso que o presidente Bolsonaro estaria fazendo se estivesse representando o governo brasileiro”, declarou.

Durante a transmissão, Flávio disse ter apresentado argumentos técnicos e políticos para tentar convencer autoridades norte-americanas a não recomendar a aplicação da tarifa. Entre os pontos citados, afirmou que uma nova sobretaxa poderia ampliar o comércio do Brasil com a China, elevar os custos para consumidores dos Estados Unidos e prejudicar empresas brasileiras.

Poder360

Opinião dos leitores

  1. Olhar falar é facil , fazer é difícil parabéns Flavio pelo menos você foi e solicitou . Outros ficam criticando ai é muito bom.

  2. Não foram pois não estão nem aí com o futuro do país, principalmente o Sr que está como presidente do Brasil, pois preferem continuar com a narrativa de que o culpado pelas tarifas é o nosso futuro presidente Flávio Bolsonaro.

  3. que horror… quanta mentira Flávio… tu fez as merdas, agora quer consertar sozinho e ainda tira onda e quer botar na conta dos outros??? Um governo desse bozo vai ser uma desgraça maior que a do pai dele, o preso…

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Meio Ambiente

Olheiro de Pureza é reaberto para banho após interdição por aparecimento de jacaré

Foto: Reprodução

A Prefeitura de Pureza anunciou, na tarde desta terça-feira (7), a liberação da área de banho e visitação do Olheiro de Pureza, um dos principais pontos turísticos do Rio Grande do Norte.

O local havia sido interditado temporariamente após o aparecimento de um jacaré-coroa na área destinada aos banhistas. Como medida preventiva, a gestão municipal suspendeu o acesso ao balneário e acionou órgãos ambientais para avaliar a situação.

Em publicação nas redes sociais, a Prefeitura informou que o Olheiro já está novamente aberto ao público e agradeceu a compreensão dos moradores e turistas durante o período de interdição.

“O Olheiro está liberado para banho e visitação. Agradecemos a compreensão de todos durante o período de interdição temporária”, informou a administração municipal.

A interdição ocorreu após o avistamento do animal no último fim de semana. Na ocasião, a Prefeitura acionou a Polícia Ambiental, o Corpo de Bombeiros Militar e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) para acompanhar a ocorrência e adotar as medidas necessárias.

Com a liberação, o Olheiro volta a receber visitantes normalmente. A Prefeitura orienta que os frequentadores continuem respeitando as normas de segurança e comuniquem às autoridades caso identifiquem a presença de animais silvestres no local.

Portal da Tropical

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