
Duas das maiores empresas brasileiras, as estatais Petrobras e Eletrobras, começaram a semana de forma dramática. Na esteira do rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela agência Standard & Poor’s (S&P), as duas companhias tiveram suas avaliações de crédito reduzidas a BBB-, a menor nota possível dentre o grupo de empresas consideradas como “grau de investimento”.
O selo de “grau de investimento” garante às empresas e aos países acesso a dinheiro de grandes investidores institucionais do exterior, como fundos de pensão e fundos soberanos. Caso Petrobras e Eletrobras sejam novamente rebaixadas, os gestores desses fundos estarão proibidos, por estatuto, de aplicar seu dinheiro nas companhias.
Além dos recentes problemas envolvendo a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, e as acusações de lavagem de dinheiro relacionadas à holandesa SBM Offshore, a estatal de petróleo e gás vem sofrendo um lento processo de desgaste econômico e financeiro, iniciado no fim de 2011. O consumo de combustíveis aumentou fortemente no País, ao mesmo tempo em que o governo manteve o preço da gasolina praticamente congelado, exigindo da Petrobras mais gastos com a importação de combustíveis, e reduzindo suas receitas.
Limites – A companhia também sofreu com uma inédita queda na produção em 2013, por conta da redução da produtividade de campos mais antigos, e por paradas técnicas em refinarias. A inflação pressionada praticamente impossibilita um novo reajuste da gasolina neste ano, o que suavizaria os problemas de caixa da empresa. A intervenção direta do governo também tem sido apontada pelo mercado como a principal razão de fracasso econômico da Eletrobras.
A empresa sofreu um baque imediatamente após a edição do pacote, em setembro de 2012, que resultou na redução da conta de luz. Dilma antecipou a renovação das concessões de geração e transmissão que venceriam entre 2015 e 2017, e o governo forçou a adesão da Eletrobras ao jogo, à revelia dos acionistas minoritários. A estatal viu seu valor de mercado cair drasticamente, e desde então tem reduzido seus investimentos e “sobrevivido” às custas das indenizações pagas pelo governo.
A Eletrobras deseja vender as seis distribuidoras de energia que detêm, como antecipou o ‘Estado’ em fevereiro, como forma de fazer caixa.
A esquerda está destruindo tudo!
Dilma está destruindo o Brasil
Maduro destrói a Venezuela
Fidel destruiu Cuba
Folha, Estadão, Valor Econômico e Financial Times deveriam vir beber nos comentários daqui. Não sabem o que estão perdendo. Mas, briga boa, essa, Petrobras e ABC. Quero ver quem chega primeiro lá embaixo.
Culpa de FHC que a mais de 12 anos atrás não implementou uma política para Petrobras como vez com a economia e o PT até hoje desfruta disso.
Parece que será um escândalo atrás do outro dentro da Petrobras.
Viram o caso da Refinaria de Abreu e Lima, lembro que ela estava cotada para vir para nosso Estado. Aí apareceu a figura do HUGO CHAVES, amigo intimo do PT e disse que "QUERIA" a refinaria em Pernambuco. Pronto, caso resolvido!
Resultado: O Governo LULA não assinou o contrato, ou seja, NÃO oficializou a parceria e agora são BILHÕES em prejuízo e anos de atraso na construção. Será que a culpa é de FHC de não forneceu a caneta com tinta para assinarem o contrato???
Os PeTistas logo, logo vão culpar alguém.
Vai ter mais, aguardem, contudo TUDO é culpa dos governos passados e principalmente de FHC, não é mesmo petistas de plantão!!!