Diversos

Grupos pedem que Temer vete projeto que muda Lei Maria da Penha: ‘Impunidade’

(Foto: Carolina Paes/G1)

O Senado aprovou, na última terça-feira (10), um projeto que altera a Lei Maria da Penha ao permitir que delegados concedam medidas protetivas de urgência a vítimas da violência doméstica. Atualmente, apenas os juízes podem definir as medidas. Entidades de direitos humanos e vinculadas ao judiciário pedem que o presidente Michel Temer (PMDB) vete o projeto.

As organizações de direitos da mulher, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Defensoria Pública e o Ministério Público se manifestaram contra o texto por verem inconstitucionalidade na proposição, que transfere prerrogativas judiciais a agentes policiais, além da falta de estrutura das delegacias e de capacitação dos agentes de polícia no país para atenderem às demandas das mulheres em situação de violência.

De acordo com o texto, “a concessão de medidas protetivas de urgência pelo delegado só será admitida em caso de risco real ou iminente à vida ou à integridade física e psicológica da mulher e de seus dependentes”. Nessa hipótese, depois de aplicar as medidas, a autoridade policial terá de comunicar a decisão ao juiz e ao Ministério Público em até 24 horas, para que ele possa manter ou rever essa intervenção.

Do deputado Sergio Vidigal (PDT-ES), a proposta acrescenta artigos à Lei Maria da Penha. “Um dos objetivos do projeto é assegurar, nas delegacias de polícia, o atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar por servidor habilitado, preferencialmente do sexo feminino, pois há relatos de mulheres que são ridicularizadas por policiais quando tentam registrar a ocorrência”, diz texto do Senado.

Para o presidente do Senado em exercício no dia da aprovação, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), que comandou as votações, a aprovação do PLC é um avanço importante na legislação de proteção à mulher. Ele registrou a presença em plenário de delegadas de polícia em apoio à aprovação do projeto.

“Quem não conhece o sistema de Justiça, pensa que é algo positivo. A mulher vai à delegacia, registra a ocorrência e já sai com a medida de proteção de urgência. Mas na prática não vai ser dessa forma. Não basta ter um papel na mão. É essencial que essa decisão seja comunicada ao agressor. Então, o que vai acontecer na prática, é que a polícia vai ter que parar o seu trabalho de polícia, que é realizar a investigação criminal, para cumprir mandados de intimação ao agressor. O problema que temos hoje no sistema de Justiça é que a polícia não está conseguindo cumprir a função de fazer investigação criminal. O que em um primeiro momento parece ser uma maior proteção, a médio e longo prazo vai se transformar em impunidade”, diz o promotor Thiago Pierobom, titular da 3ª Promotoria de Justiça de Defesa da Mulher em Situação de Violência Doméstica de Brasília e coordenador do Núcleo de Gênero Pró-Mulher do MPDFT.

Uma das notas de repúdio, do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais dos Ministérios Públicos dos Estados e da União (CNPG), por meio do Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH) e da Comissão Permanente de Combate à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher (Copevid), diz que o artigo que admite que o delegado de polícia “decida sobre o deferimento de medidas protetivas de urgência, após o registro da ocorrência policial, representa violação ao princípio constitucional da reserva de jurisdição e subverte o sistema jurídico baseado na separação de poderes”.

Outra nota, das juízas e juízes de violência doméstica e familiar contra a mulher do Fórum Nacional de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Fonavid), afirma que o projeto de lei é “inconstitucional e fere o princípio da tripartição dos Poderes ao permitir que a autoridade policial, que não é investida na função jurisdicional, aplique medidas de proteção de urgência e despreze os poderes constitucionais conferidos ao Poder Judiciário”.

“A Lei Maria da Penha, considerada uma das três melhores do mundo pela ONU no que se refere ao combate à violência contra a mulher, não pode ser alterada sem uma discussão maior com a sociedade e com os operadores do direito”, diz o texto.

“O grande receio que nós temos é que já foi uma luta histórica constituir a constitucionalidade da Lei Maria da Penha. Inclusive, essa proposta dos delegados foi trazida em 2005 quando estavam construindo a Lei Maria da Penha. E naquela época, o movimento de mulheres recusou essa possibilidade porque sabia que era inconstitucional. Se eu coloco uma norma inconstitucional dentro da lei, daqui alguns meses, o STF vai considerar inconstitucional essa norma. Isso a médio prazo tem o sério risco de enfraquecer a Lei Maria da Penha”, afirma Pierobom.

Segundo Leila Linhares Barsted, diretora da Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação (Cepia) e uma das redatoras do texto da Lei Maria da Penha, “o projeto não foi discutido com o movimento de mulheres, foi debatido a portas fechadas. Todo grupo que discutiu a Lei Maria da Penha, e que vem há anos defendendo a implementação dessa lei, sequer foi chamado para essa discussão”, disse.

“A lei dá à polícia [prerrogativas] que estão constitucionalmente previstas para o Poder Judiciário. A outra questão é que ao receber a medida protetiva na polícia, na sede policial, a mulher deixa de ter acesso às instituições da Justiça, basicamente à Defensoria Pública e o Judiciário. Já existem muitas experiências, aqui no Rio de Janeiro, por exemplo, sabendo que há um risco de vida para a mulher, imediatamente contata o Poder Judiciário e em poucas horas pode dar essa medida protetiva”, completa.

Ainda de acordo com Barsted, há várias propostas que buscam “descaracterizar a Lei Maria da Penha, todas elas com perspectivas de esvaziar a sua amplidão e, inclusive, a questão de gênero que a lei incorpora”.

Medidas Protetivas

As medidas protetivas podem ser o afastamento do agressor do lar ou local de convivência com a vítima, a fixação de limite mínimo de distância que o agressor deve manter em relação à vítima e a suspensão da posse ou restrição do porte de armas, se for o caso.

O agressor também pode ser proibido de entrar em contato com a vítima, seus familiares e testemunhas por qualquer meio ou, ainda, deverá obedecer à restrição ou suspensão de visitas aos dependentes menores, ouvida a equipe de atendimento multidisciplinar ou serviço militar. Outra medida que pode ser aplicada pelo juiz em proteção à mulher vítima de violência é a obrigação de o agressor pagar pensão alimentícia provisional ou alimentos provisórios.

“Essa norma específica é inconstitucional: regras estabelecem claramente que restrições relacionadas ao domicílio de uma pessoa ou a liberdade de uma pessoa só podem ser feitas mediante decisão judicial. A polícia não pode violar o local que a pessoa mora e nem restringir a liberdade de uma pessoa. E as medidas protetivas de urgência, elas acabam carregando um forte caráter de restrição. Tanto o local onde a pessoa mora, porque a pessoa tem que sair de casa, e a liberdade, porque restringe a liberdade da pessoa especialmente não se aproximando da mulher vítima de violência doméstica. Portanto, dar poderes jurisdicionais à polícia retirando do Poder Judiciário é uma medida que é inconstitucional”, diz Pierobom.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. O BRASIL entrou no descaminho graças a adoção de 01, apenas 01 palavra, que vem sendo usada como regra no Executivo, Legislativo e Judiciário, além dos traficantes, bandidos e terroristas: IMPUNIDADE!
    Essa palavra traduz tudo o que vivenciamos hoje.

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Cidades

VÍDEO: Greve de terceirizados paralisa serviços essenciais na saúde pública do RN por atraso salarial

Vídeo: Cedido

Um vídeo que chegou ao BLOGDOBG, nesta manhã de terça-feira (17), mostra os trabalhadores terceirizados da rede pública de saúde do Rio Grande do Norte que iniciaram uma greve por tempo indeterminado.

A paralisação foi anunciada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio, Conservação, Higienização, Locação de Mão de Obra e Limpeza Urbana do RN (SIPERN) e atinge diversas unidades hospitalares do estado.

De acordo com o sindicato, o movimento foi motivado pelo atraso no pagamento dos salários por parte das empresas responsáveis pelos serviços terceirizados, como a Justiz e a JMT. A greve envolve profissionais de setores essenciais, incluindo maqueiros, equipes de lavanderia, copa e higienização.

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Política

Pedro Filho recebe apoio de Poti Neto e fortalece articulação em São Gonçalo do Amarante

Foto: Divulgação 

A pré-candidatura de Pedro Filho a deputado federal segue ganhando força no Estado. O mais recente apoio vem de Poti Neto, importante liderança política do município de São Gonçalo do Amarante, que anunciou adesão ao projeto político liderado por Pedro.

Com atuação reconhecida na cidade, Poti Neto é considerado uma das principais lideranças do município. Ao declarar apoio, Poti Neto destacou a confiança no projeto apresentado pelo pré-candidato e a importância de fortalecer a representação da região na Câmara dos Deputados.

Pedro Filho agradeceu o apoio e ressaltou a importância de construir alianças com lideranças que conhecem de perto as demandas da população. “São Gonçalo do Amarante tem grande relevância para o desenvolvimento da Grande Natal. Receber o apoio de Poti Neto fortalece ainda mais nossa caminhada e amplia o diálogo com a população da cidade”, afirmou.

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Trânsito

Obra de infraestrutura altera trânsito em Areia Preta por 90 dias

Foto: Adriano Abreu

Uma obra da Secretaria de Infraestrutura de Natal (Seinfra) causou a interdição parcial da Av. Governador Sílvio Pedroza e vai alterar, durante 90 dias, o trânsito na região de Areia Preta. As intervenções começaram nesta segunda-feira (16) e devem causar lentidão no tráfego na altura da via e nas proximidades, à medida que a obra de recuperação e reforço de uma laje é realizada

A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) tem agentes orientando o trânsito no local. Durante o período das obras, o fluxo viário muda especialmente em dois trechos. Há interdição parcial na avenida Governador Sílvio Pedroza, no trecho próximo à subida das ruas Pinto Martins e Fabrício Pedroza, e interdição total no acesso à rua Fabrício Pedroza por meio da Rua do Motor e da Ladeira do Sol.

A STTU instalou dois semáforos na modalidade “Siga e Pare” na Av. Governador Sílvio Pedroza, permitindo a circulação alternada de veículos. A orientação é de que o acesso às sedes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Secretaria Municipal de Educação (SME), além da circulação de moradores e comerciantes da região, seja realizado pelas ruas Jorge Romano e Odilon Garcia, que funcionarão como rotas alternativas durante a intervenção.

Tribuna do Norte

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Geral

Pressionado, Lulinha se coloca à disposição para depor e tenta evitar medidas do STF

Foto: Danilo M. Yoshioka/ Especial Metrópoles

O empresário Fábio Luís Lula da Silva decidiu adotar uma postura mais ativa diante das investigações sobre a chamada “farra do INSS” e se colocou à disposição para prestar depoimento ao Supremo Tribunal Federal.

A informação é do colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles. A iniciativa partiu do advogado Marco Aurélio de Carvalho, que se reuniu na última semana com o ministro André Mendonça, relator do caso. No encontro, realizado no gabinete do magistrado, a defesa reforçou confiança na condução do processo e sinalizou que Lulinha quer colaborar espontaneamente com as investigações.

Segundo o advogado, o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende esclarecer qualquer dúvida sobre possível envolvimento, direto ou indireto, em irregularidades. A estratégia busca demonstrar boa-fé e reduzir a pressão no inquérito.

A movimentação ocorre após a própria defesa admitir publicamente que Lulinha viajou a Portugal, em 2024, ao lado do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. A relação, até então negada, passou a ser tratada de forma mais transparente.

Nos bastidores, a avaliação é que a postura colaborativa tenta evitar que o ministro André Mendonça adote medidas cautelares contra o empresário, enquanto as investigações seguem avançando.

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Política

Governo tenta descolar do STF para evitar desgaste em meio ao escândalo do Banco Master

Foto: Nelson Jr./SCO/STF/9-11-2022

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou uma nova estratégia nos bastidores: se afastar do Supremo Tribunal Federal diante do avanço das investigações sobre o Caso Master, evitando desgaste político em meio à crise.

Auxiliares do Planalto afirmam que não haverá qualquer tentativa de blindar ministros como Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, defendendo que cabe aos próprios citados esclarecerem os fatos. A avaliação interna é de que o governo precisa adotar um discurso de independência institucional para conter danos à imagem.

O argumento ganha força com a inclusão do empresário Fábio Luís Lula da Silva nas investigações, por sua relação com o lobista conhecido como “Careca do INSS”. Integrantes do governo dizem que, diante disso, não há espaço para interferência nas apurações conduzidas pela Polícia Federal.

Apesar da movimentação interna, o Planalto evita, por ora, declarações públicas de distanciamento. Há preocupação de que críticas ao STF acabem ampliando a crise, especialmente após a proximidade construída entre governo e Corte desde os atos de 8 de Janeiro.

Nos bastidores, a avaliação é de que o escândalo ainda terá novos desdobramentos e deve impactar o cenário político até as eleições, levando o governo a reforçar a narrativa de que o caso teve origem em gestões anteriores e que as investigações devem seguir sem interferências.

Com informações do jornal O Globo

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Geral

Empresas pagam R$ 345 milhões em ações trabalhistas no RN e país bate recorde histórico

Foto: Reprodução

As empresas desembolsaram R$ 345 milhões em ações trabalhistas no Rio Grande do Norte em 2025, dentro de um cenário nacional que atingiu um recorde histórico de R$ 50,7 bilhões pagos — o maior valor já registrado pela Justiça do Trabalho no Brasil.

A informação é do Agora RN. Apesar do montante expressivo, o RN apresentou queda de 19% em relação a 2024, quando os pagamentos chegaram a R$ 425 milhões. Ainda assim, os dados revelam um alto custo para o setor produtivo, com predominância de execuções judiciais e acordos entre empresas e trabalhadores.

No cenário nacional, o avanço acompanha o aumento da judicialização. Foram 2,3 milhões de novas ações trabalhistas em 2025, crescimento de 8,7% em relação ao ano anterior. Especialistas apontam que decisões do Supremo Tribunal Federal, como a flexibilização das regras para justiça gratuita, contribuíram para esse movimento.

Além das causas tradicionais, como verbas rescisórias e horas extras, cresce o número de processos envolvendo novas relações de trabalho, incluindo doenças como burnout e disputas ligadas a contratos informais e plataformas digitais.

Mesmo após mudanças na legislação durante o governo Michel Temer, o Brasil segue entre os países com maior volume de ações trabalhistas do mundo, mantendo a pressão sobre empresas e sobre o próprio sistema judicial.

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Política

“País sério afastaria Moraes”: presidente da CPMI do INSS sobe o tom e cobra explicações do STF

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, elevou o tom nesta segunda-feira (16) ao afirmar que o ministro Alexandre de Moraes deveria ser afastado do cargo enquanto durarem as investigações envolvendo o chamado Caso Master. Segundo ele, a medida seria padrão em “qualquer país sério”.

A declaração ocorre após a revelação de que mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro teriam sido enviadas a um número funcional do Supremo Tribunal Federal. De acordo com Viana, a autenticidade do número já foi confirmada, restando agora identificar quem utilizava o telefone no momento da troca.

Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o senador afirmou que pretende acionar oficialmente o STF para obter essa informação. A suspeita levantada é de que o contato estaria ligado a Moraes, hipótese negada pelo próprio ministro.

As mensagens teriam sido enviadas no dia da prisão de Vorcaro. No conteúdo, o banqueiro menciona ter tentado “salvar” uma operação envolvendo o Banco Master e questiona se havia alguma novidade. Como a conversa ocorreu em modo de visualização única, não há registro das respostas.

Em nota, Moraes negou qualquer contato com o investigado e classificou a informação como falsa. Segundo o ministro, trata-se de mais uma tentativa de atingir a imagem do STF em meio às apurações em curso.

Opinião dos leitores

  1. País sério, o nobre ministro estaria preso.
    Não pode usar o cargo público para enriquecimento ilícito.

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Geral

VÍDEO: VIAGEM PAGA E ELO REVELADO: defesa de Lulinha admite relação com ‘Careca do INSS’

 

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Vídeo: Reprodução/Instagram @jornalnacional

Pela primeira vez, a defesa de Fábio Luís Lula da Silva confirmou que o empresário teve relação direta com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, investigado no escândalo envolvendo desvios no instituto.

Em entrevista à GloboNews, o advogado Marco Aurélio de Carvalho afirmou que Lulinha viajou com o lobista para Portugal, em novembro de 2024, a convite dele. Segundo a defesa, o objetivo da viagem foi conhecer uma fábrica de produtos à base de cannabis medicinal.

O advogado também revelou que todas as despesas da viagem foram custeadas por Antunes, mas negou qualquer tipo de parceria comercial entre os dois. De acordo com ele, o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não teve participação nas fraudes investigadas.

Ainda segundo a versão apresentada, Lulinha teria conhecido o lobista por meio de uma amiga e não tinha conhecimento de eventuais irregularidades envolvendo o esquema no INSS, nem recebeu recursos oriundos dos desvios.

A admissão da relação e da viagem marca uma mudança na linha de defesa e ocorre em meio à pressão política crescente sobre o caso, que segue em investigação no Supremo Tribunal Federal.

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Geral

VÍDEO: “Não vou mudar”: Ratinho responde a críticas após polêmica com Erika Hilton

Vídeo: Reprodução/SBT

O apresentador Ratinho usou seu programa no SBT, nesta segunda-feira (16), para se pronunciar sobre a polêmica envolvendo declarações feitas sobre a deputada Erika Hilton. Em tom firme, ele agradeceu o apoio recebido e afirmou que não pretende mudar seu posicionamento.

Durante o programa, Ratinho disse ter sido surpreendido pela repercussão nas redes sociais, classificando o episódio como um “furacão”. Segundo ele, a maioria das mensagens recebidas foi de apoio. O apresentador também destacou que seu estilo direto sempre gerou incômodo em parte do público.

Ao comentar as críticas, afirmou que sua sinceridade é o principal motivo das reações negativas e voltou a criticar o que chamou de “patrulhamento”. Para Ratinho, quem expõe opiniões de forma aberta acaba sendo alvo de ataques, algo que, segundo ele, não existia no início de sua carreira.

O momento mais enfático veio ao final do desabafo, quando reforçou que não pretende alterar sua postura. “Quem gosta vai continuar gostando, quem não gosta vai continuar não gostando. Eu não vou mudar”, declarou ao vivo.

A polêmica teve início após falas do apresentador questionando a presença de Erika Hilton na Comissão da Mulher, o que gerou acusações de transfobia. Em nota oficial, o SBT afirmou repudiar qualquer tipo de discriminação e ressaltou que as declarações não representam o posicionamento da emissora.

Opinião dos leitores

  1. Erika Hilton tem útero ou tem próstata. Se a opção for 1 é mulher e for a 2 é homem. Simples assim!

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Política

Lula cobra explicações de Lulinha em convers sobre escândalo no INSS

Foto: Reprodução

A crise envolvendo o INSS provocou um momento de forte tensão entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu filho, Fábio Luís Lula da Silva. Segundo relatos de bastidores, a conversa entre os dois foi marcada por irritação e cobranças diretas, logo após o nome do empresário surgir nas investigações sobre desvios em aposentadorias e pensões.

De acordo com fontes da cúpula do governo, Lulinha negou qualquer envolvimento no esquema, mas ouviu do pai uma resposta firme: se houver irregularidades, o caso deverá ser investigado. A postura repete o discurso público adotado pelo presidente desde o início das denúncias.

Nos bastidores do PT, o episódio já gera desgaste político. Lideranças atribuem ao filho do presidente parte da queda na popularidade do governo e apontam reflexos diretos no crescimento de adversários, como o senador Flávio Bolsonaro. A avaliação interna é de que o caso pode impactar o cenário eleitoral.

Enquanto isso, há divergências sobre a estratégia de reação. Parte do partido defende que Lula parta para o confronto direto com a oposição, resgatando temas sensíveis como o caso das “rachadinhas”. Outros ainda preferem manter cautela e evitar ampliar a crise no debate público.

Mesmo com a tentativa de construir uma agenda positiva, o governo enfrenta dificuldades para virar a página. Nos bastidores, a expectativa é de que não surjam novos fatos envolvendo Lulinha — cenário considerado essencial para sustentar a narrativa de perseguição política defendida por aliados.

Com informações da CNN

Opinião dos leitores

  1. Esse Luiz Inácio é mesmo um cara de pau, agora que seu filho está atolado até o pescoço na lama da corrupção e não dar mais como esconder ele dar uma de que não sabia de nada, esse menino está metido em corrupção desde do primeiro mandato do pai, passando pelo, Oi, sítio de Atibaia etc…

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