Política

GSI dispensou reforço de guarda no Planalto 20 horas antes da invasão em Brasília

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Estadão.

Cerca de 20 horas antes da invasão do Palácio do Planalto, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) dispensou por escrito o pelotão de 36 homens do Batalhão da Guarda Presidencial. Pedido na sexta-feira, 7, o batalhão reforçou no sábado a segurança do prédio.

O domingo, porém, amanheceu na Esplanada com a sede do governo federal apenas com o efetivo da guarda normal, quase desprovida de equipamento de controle de distúrbios civis, como escudos, bombas de gás e balas de borracha. A maioria do efetivo dispunha somente de fuzis com munição letal.

Foi só no início da tarde que o Comando Militar do Planalto (CMP), por iniciativa própria, entrou em contato com o GSI e reenviou o pelotão ao Planalto. Trata-se de uma tropa muito menor do que a mobilizado em outras situações, a pedido do gabinete.

O contingente reunido em 24 de maio de 2017 para conter a ação de black blocks que pediam a saída do presidente Michel Temer (MDB), acusado de corupção pelo empresário Joesley Batista, era 15 vezes maior.

No domingo, o Exército acompanhava a ação na Esplanada por meio de drones – às 14h30, ocorreu o primeiro confronto dos extremistas com a Polícia Militar, perto da catedral de Brasília. Às 15 horas, o general Geraldo Henrique Dutra Menezes, chefe do CMP, enviou uma companhia com 133 homens e equipamento de choque, do Setor Militar Urbano (SMU) para o Palácio.

O gabinete foi povoado por oficiais ligados ao bolsonarismo na gestão do general Augusto Heleno. O fato levou ao PT desconfiar da lealdade dos integrantes do GSI. Quando tomou posse, Luiz Inácio Lula da Silva resolveu retirar sua segurança pessoal do gabinete para deixá-la com a Polícia Federal (PF). Na semana passada, o general Marco Edson Gonçalves Dias, nomeado por Lula para chefiar gabinete, ainda não havia nomeado sua equipe. Foi esse momento de transição – onde o fluxo de informações da base para o comando fica comprometido – que foi aproveitado pelos extremistas para atacar.

Desde o dia 2, o CMP tentava esvaziar o acampamento em frente ao QG paulatinamente, seguindo a estratégia defendida pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro Filho. Temia-se que uma ação violenta atingisse mulheres, idosos e crianças. O esvaziamento do lugar parecia indicar que tudo ia como planejado. Banheiros químicos e caixas d’água foram retiradas.

Cerca de 200 bolsonaristas permaneciam no lugar. Rezavam e cantavam hinos militares. Oficiais ouvidos pelo Estadão afirmaram que os remanescentes demonstravam “fanatismo”. Um deles discursava dizendo que Bolsonaro deixara o País, mas assinara um decreto tornando o general Heleno presidente. Outro dizia que o Brasil se tornaria comunista em janeiro.

Para estrangular os acampados, desde o dia 6, o CMP decidiu que ninguém mais entraria na concentração. Nesse dia começaram a sair de todo o Brasil caravanas para a capital federal. Mais de uma centena de ônibus chegou com 4 mil extremistas a Brasília. No domingo de manhã, em uma reunião na Secretaria da Segurança do DF, os militares receberam informações de que o protesto seria pacifico. Nesse momento, grupos de bolsonaristas não faziam mais segredo de suas intenções violentas. Integrantes do governo desconfiam que essas informações foram sonegadas para comprometer a segurança da Esplanada.

Quando a tropa do Batalhão da Guarda chegou ao Planalto, o comandante da unidade, coronel Paulo Jorge Fernandes, a levou até o quarto andar e, de cima para baixo, foi desocupando e detendo os vândalos. Neste momento PMs da tropa de choque chegaram ao prédio. Pelo Plano Escudo, eles deviam permanecer fora do prédio, mas o GSI os convocou.

Ali, na frente do palácio, um dos PMs em um cavalo havia acabado de ser agredido pelos invasores. Quando entraram no Planalto, os policiais soltaram bombas de gás e passaram – segundo militares do Exército – a agredir os detidos. Um senhora rezando levou um tapa. Outra de pé foi derrubada com uma rasteira. Foi quando, segundo relato dos militares do Exército, o coronel tentou conter os PMs e foi filmado. O vídeo foi distribuído em redes sociais. Militares do Exército afirmam que ele foi editado para dar a impressão de que o coronel queria dar fuga aos detidos.

Na versão do policial militar que fez o vídeo, o coronel queria livrar os bolsonarista. As imagens passaram a ser usadas por críticos da ação do Exército para presisonar por mudanças no Ministério da Defesa. E, assim, o oficial se tornou alvo da esquerda. Mas também da direita. É que, no momento das prisões, uma das detidas, uma mulher que parecia ter 70 anos, acusou o coronel: “O senhor é um traidor”. Segundo relatos dos colegas, o coronel Fernandes ficou abalado. Entre os detidos havia parentes de militares. Todos foram presos e entregues pelo coronel à polícia.

À noite, o comandante do Exército Júlio César de Arruda, o general Dutra, o ministro Múcio e os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Flávio Dino (Justiça) se reuniram por duas horas e decidiram desocupar o acampamento pela manhã. Os militares acreditavam que seria arriscado fazê-lo à noite.

Os militares localizaram ume mulher, que se apresentou como líder dos acampados e ela concordou em conversar com os demais. Ela explicou que quem quisesse permanecer deveria ficar à esquerda. Os demais embarcariam nos ônibus e sairiam dali. Às 6h30, após serem informados de que seriam levados à PF, apenas 40 dos 1,2 mil acampados disseram que iam resistir. Quando viram que todos os demais se dirigiram aos ônibus, esse grupo também desistiu e se entregou. Terminava, assim, a chamada tentativa de “tomada do poder” dos extremistas.

Por Estadão.

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Influenciador potiguar Lito Sousa diz estar otimista em luta contra doença rara: “Vou ser o primeiro a controlar essa doença no mundo”

Foto: Reprodução/Youtube

O influenciador potiguar e especialista em aviação Lito Sousa publicou neste sábado (29) um novo vídeo durante sua internação no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), condição neurodegenerativa rara e sem cura conhecida, ele agradeceu o apoio recebido e demonstrou confiança na busca por alternativas de tratamento.

“Eu não estou triste e vou ser o primeiro a controlar essa doença no mundo, graças a Deus”, afirmou.

Lito disse que mantém a capacidade cognitiva e destacou a mobilização da esposa, Mila Sousa, na tentativa de viabilizar tratamentos experimentais no Brasil ou no exterior. Segundo ele, Ministério da Saúde, Anvisa e Itamaraty também participam das tratativas.

“Eu tenho que ter paciência, mas em breve tenho certeza de que vamos presenciar o milagre”, declarou.

Mila também mostrou neste sábado adaptações feitas no apartamento da família para que Lito possa continuar o tratamento em casa a partir da próxima semana. Um quarto foi preparado com cama hospitalar, poltrona e equipamentos de suporte, além de mudanças para melhorar a acessibilidade do imóvel.

Lito afirmou que a nova estrutura permitirá que permaneça próximo da esposa e do filho durante o tratamento.

Com informações do g1

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[VÍDEO] Em primeira aparição após diagnóstico com a doença de Creutzfeldt-Jakob, influenciador natalense Lito Sousa faz apelo urgente por tratamento experimental

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[VÍDEO] SABATINA NA GLOBO: Augusto Cury promete usar drones para combater feminicídios, mas depois recua e pede “esqueça os drones”

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) se enrolou ao explicar, durante sabatina na TV Globo, sua proposta de usar drones com sirenes no combate à violência contra a mulher e ao feminicídio. Questionado pela jornalista Renata Vasconcellos sobre como a medida funcionaria na prática, Cury acabou pedindo que ela “esquecesse” os drones.

A proposta apresentada pelo candidato prevê um aplicativo com botão de alerta georreferenciado que permitiria uma resposta a mulheres em situação de risco. Segundo Cury, drones equipados com sirenes poderiam ser enviados até o local onde estivesse o agressor.

Renata questionou como o sistema seria implementado diante da realidade de mais de 5 mil municípios brasileiros e de milhares de delegacias, algumas sem acesso à internet. Cury reconheceu a dificuldade, mas voltou a citar o uso da tecnologia.

“Você já pensou se tivesse um aplicativo com botão de alerta georreferenciado? E você já pensou se nós usássemos tecnologia que é usada em outros países, onde você vai com o drone, com a sirene de alerta até a casa do predador?”, afirmou.

Ao ser novamente questionado sobre como as delegacias acionariam os equipamentos, Cury mudou o foco da resposta.

“Esqueça a questão do drone, por favor. Pense num aplicativo que possa ter uma resposta mais rápida. É muito grave”, disse.

A jornalista insistiu, lembrando que os drones faziam parte da própria proposta apresentada pelo candidato: “Mas o senhor propõe os drones e diz que eles seriam acionados pelo aplicativo. Eu gostaria de entender”.

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Baraúna abre campanha de Ivanilson Oliveira com uma das maiores mobilizações do RN

Foto: Divulgação

O início da campanha de Ivanilson Oliveira já mostrou a força que o candidato à reeleição para deputado estadual pretende levar para as urnas. Na noite deste sábado, 29 de agosto, uma verdadeira onda amarela tomou conta das ruas de Baraúna, em uma das maiores mobilizações políticas já vistas no Rio Grande do Norte nesta eleição.

A multidão que acompanhou a passeata transformou as ruas do município em um grande ato de apoio a Ivanilson e deu o tom do que pode ser uma das maiores votações do candidato nesta eleição.

Em Baraúna, Ivanilson já possui uma história eleitoral expressiva. Na última eleição, conquistou quase 10 mil votos no município. Agora, diante da mobilização demonstrada nas ruas, a expectativa é ainda maior: superar a marca dos 13 mil votos e ampliar sua votação na cidade.

Uma força que ultrapassou Baraúna

A demonstração deste sábado também reflete o crescimento da base política de Ivanilson. Se, na eleição passada, o candidato chegou à Assembleia Legislativa tendo como principal força o apoio da Prefeitura de Baraúna, hoje ele chega à disputa com uma rede de apoios ampliada em diferentes regiões do Estado.

No Oeste, Ivanilson conta com apoios importantes em municípios como Areia Branca, com o prefeito Souza; Grossos, com a prefeita Cinthia Sonale; e Tibau, com a prefeita Lidiane.

No Agreste, soma forças em Lagoa de Pedras, com a prefeita Janaína de Salim; Jundiá, com o prefeito Galego dos Touros; além do apoio do ex-prefeito de Passagem, Juninho, e da força política do prefeito de Nísia Floresta, Gustavo.

No Alto Oeste, também ampliou sua presença política, reunindo apoios como o da prefeita Fatinha, de João Dias, além de lideranças como o vice-prefeito de Encanto, Toinho, e o ex-vice-prefeito de Pau dos Ferros, Renato.

Esse crescimento da base política ajuda a explicar a dimensão da mobilização vista em Baraúna. Uma candidatura que nasceu forte em sua região agora amplia seu alcance e começa a campanha mostrando capacidade de mobilização em todo o Rio Grande do Norte.

Neste sábado, as ruas de Baraúna deram o recado:

A onda amarela começou forte — e Ivanilson veio para crescer.

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[VÍDEO] Lula diz que ser lixeiro “não é uma profissão que dá orgulho”

O presidente Lula (PT) afirmou que ser lixeiro “não é uma profissão que dá orgulho” e comparou a atividade a profissões da área de engenharia e medicina. A declaração ocorreu durante o ‘Ato Nacional Mulheres com Lula’, em Belo Horizonte (MG), neste sábado (29).

“O cara tem orgulho de falar ‘eu sou engenheiro, eu sou médico’, mas lixeiro é uma coisa pobre”, completou.

Na sequência, na tentativa de consertar a fala sobre os lixeiros, Lula disse que a população perceberia rapidamente a falta do serviço caso a coleta fosse interrompida. “O pobre é tratado como se fosse invisível. As pessoas não enxergam”, afirmou.

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[VÍDEO] “Dar uma notícia dessas é uma aberração”, desabafa jornalista da Band ao comentar caso de condenado a 120 anos que usou ‘saidinha’ para estuprar adolescente no RJ

Vídeo: Reprodução/Band

A jornalista Adriana Araújo, da Band, criticou duramente o caso de um homem condenado a mais de 120 anos de prisão que teria usado o benefício da “saidinha” da cadeia para estuprar uma adolescente de 16 anos no Rio de Janeiro.

Ao comentar o episódio, a jornalista classificou a situação como uma “aberração” e questionou a possibilidade de um criminoso com esse histórico voltar às ruas. “Só falta estender o tapete vermelho”, criticou.

“Ter que dar uma notícia dessas é uma aberração”, afirmou Adriana. A jornalista também criticou o sistema de saídas temporárias e cobrou do Congresso e do Supremo Tribunal Federal mudanças na legislação para impedir que condenados por crimes graves tenham novas oportunidades de cometer delitos durante o cumprimento da pena. “Mudem a lei, mudem a interpretação, mudem o que for preciso, mas acabem com essa vergonha de uma vez por todas”, finalizou.

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Lula diz que estrangeiros não vão “meter o bedelho” no Brasil

Foto: CanalGov/Reprodução

O presidente Lula (PT) afirmou neste sábado (29), durante ato em Belo Horizonte (MG), que nenhum governo estrangeiro irá interferir no Brasil enquanto ele estiver na Presidência.

“Estou determinado, ao terminar meu próximo mandato, o Brasil vai ser considerado um País desenvolvido. Não vai dever nada à China. Se é isso que vocês desejam, fiquem certos, eu dedicarei cada minuto da minha vida para que a gente possa deixar esse País com uma juventude mais bem informada e melhor remunerada, e com o País sendo respeitado. Enquanto o Lula for presidente, nenhum governo estrangeiro meterá o bedelho nesse País”, declarou.

A fala foi feita durante um evento voltado à participação feminina na política, que reuniu ministras do governo, candidatas e apoiadoras da campanha petista.

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[VÍDEO] Lula se confunde ao falar da morte da ex-esposa Marisa Letícia e diz que “perdeu Janja depois de 45 anos de casado”


O presidente Lula (PT) se confundiu ao falar sobre a morte da ex-esposa, Marisa Letícia, falecida em 2017. Lula citou por engano o nome da atual mulher, Janja, e se corrigiu logo em seguida. A primeira-dama reagiu de imediato à fala de Lula, gesticulando. A gafe aconteceu durante o evento “Mulheres com Lula”, realizado neste sábado (29), em Belo Horizonte (MG).

“Eu perdi minha primeira mulher no parto, com dois anos de casado, depois eu perdi a Janja, depois de 45 anos de casado. A Marisa, a Marisa. E quando eu pensei que a minha vida não tinha mais sentido, Deus colocou no meu caminho a Janja”, afirmou.

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[VÍDEO] HIPOCRISIA: Em ato chamado “Mulheres com Lula”, petistas protestam contra o próprio partido por falta de verba para candidaturas femininas

VÍDEO: Gabriela Araújo/Folhapress

Veja até que ponto chega a hipocrisia do Partido dos Trabalhadores, que tanto diz defender as mulheres. Um protesto contra a falta de recursos para candidaturas femininas marcou o ato “Mulheres com Lula”, realizado em Belo Horizonte (MG), neste sábado (29), com a participação do presidente Lula (PT) e da primeira-dama Janja.

Mulheres filiadas ao próprio PT levaram ao evento um cartaz com a frase: “Mulheres da base do PT não aceitam ser tratadas como laranjas”. A reclamação das filiadas ao partido envolve a distribuição dos R$ 615 milhões do Fundo Eleitoral destinados pelo PT às candidaturas proporcionais em todo o país.

As candidatas afirmam estar com os “caixas zerados”, enquanto petistas que já ocupam mandato na Câmara dos Deputados devem receber quase R$ 2 milhões para disputar a reeleição.

O grupo critica os critérios definidos pela direção nacional do partido. Segundo as manifestantes, a distribuição dos recursos se concentra nos candidatos com mandato e maior potencial eleitoral. Para as manifestantes, a divisão criou uma diferença que deixa candidaturas da base, especialmente femininas, sem dinheiro e até sem espaço nas inserções de rádio e televisão.

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[VÍDEO] PEGOU AR: Lula dá bronca durante comício na Bahia por problemas em microfone: “é a quinta vez!”

O presidente Lula (PT) pegou ar por conta de problemas com microfones durante comício ao lado do ex-ministro Jaques Wagner, no Largo do Guarani, em Salvador (BA), na noite de sexta-feira (28).

Após trocar mais uma vez de microfone, Lula visivelmente irritado esbravejou, “É a quinta vez!”, disse ao receber um novo das mãos do fotógrafo Ricardo Stuckert que respondeu, “esse vai funcionar, presidente”.

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Vice-prefeita de Currais Novos, suplente de Styvenson anuncia apoio a Zenaide; vice de Caicó também adere junto a vereadores

A senadora Zenaide Maia (PSD) recebeu nesta sexta-feira (28) novas manifestações de apoio político no Seridó. Em Currais Novos, a vice-prefeita Milena Galvão, que também é segunda suplente do senador Styvenson Valentim, reuniu vereadores e lideranças para receber a senadora e declarar apoio à sua reeleição. Em Caicó, Zenaide foi recebida pelo vice-prefeito Toinho Santiago, que reuniu vereadores, suplentes e lideranças do município.

Em Currais Novos, participaram da recepção os vereadores Clayber Trajano, Sargento Ezequiel, Leilza Palmeira, Bastião do Ônibus e João Paulo, além dos suplentes Gegê, Dadá e Idamecir e outras lideranças. Milena destacou a importância da lealdade na política. “A política se constrói com diálogo, compromisso e, acima de tudo, lealdade. Acredito em valorizar quem caminha ao nosso lado”, afirmou.

Em Caicó, estiveram com Toinho e Zenaide os vereadores Andinho Duarte, Arthur Maynard, Fabinho da Saúde e Dr. Fernando da Farmácia, além do suplente Diogo do Doce, do coronel Walmary Costa e de Adriana, esposa do vice-prefeito. Toinho destacou a atuação de Zenaide pelo município e pelo Seridó e defendeu a continuidade do mandato. “A gente tem que eleger essa pessoa para continuar trabalhando e fazendo por Caicó, pelo Seridó e pelo Rio Grande do Norte”, afirmou.

As duas agendas reforçam a articulação de Zenaide no Seridó e ampliam o grupo de lideranças políticas que manifestam apoio à sua candidatura à reeleição para o Senado.

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