
Adriano Machado/Reuters
O ministro da Economia, Paulo Guedes, lamentou nesta quarta-feira (29) a necessidade de interromper o ciclo de melhora econômica pelos impactos causados pelo novo coronavírus na economia nacional. “O governo saiu dos trilhos para combater um incêndio na mata”, avaliou Guedes.
O ministro disse ainda que os investimentos virão e o Brasil “retornará aos trilhos” para “surpreender o mundo”. “Nós temos uma bússola e vamos seguir no mesmo caminho. […] O Brasil está mantendo os sinais vitais e segue respirando”, disse.
Segundo o ministro, a retomada surpreendente ocorrerá porque o Brasil agiu mais rápido inclusive do que os países desenvolvidos. “O presidente nos pediu que nenhum brasileiro fosse deixado para trás. Então, lançamos um plano de preservação das cadeias mais frágeis, colocamos 1,2 milhão de pessoas para dentro do Bolsa Família, chegamos a 60 milhões de brasileiros recebendo o auxílio de R$ 600”, destacou.
De acordo com Guedes, “Brasil estava começando a decolar no primeiro trimestre” e foi surpreendido pelo coronavírus. “Os pedidos de seguro desemprego em março do ano passado foram maiores do que m março deste ano”, observou o ministro.
Guedes ainda fez uma analogia da situação atual com a que encontrou ao assumir o cargo no início do ano passado. “Quando chegamos, o Brasil estava quebrado. Ninguém consegue sair do buraco cavando mais fundo”, afirmou ele.
Na avaliação do ministro da Economia, a gestão atual caminhou na contramão de tudo aquilo que foi feito nos últimos 30 anos. “Os juros agora são bem mais baixos e flutuação cambial é um pouco mais alta, estimulando exportações”, explicou Guedes.
R7
Alguém sabe me dizer a quanto tempo ele diz isso? Pelas minhas contas a primeira "previsão" foi que a economia ia "bombar" já no terceiro mês do governo bozoró.
Quem danado vai investir em um país "liderado" por um imbecil, Sr. Ministro?
Mude o disco. Se o estado brasileiro nao gastar, nao vai ser a iniciativa privada que fará. Recessão braba a vista!
Esse Paulo tchutchuca tá na contramão do mundo, quer continuar massacrando o trabalhador com suas deformas neoliberais. Ainda não se apercebeu que o mundo mudou e deve buscar respeito a natureza e bem estar social.
Se o auxílio chamasse "Neymar", já teria caído.