Economia

Guedes negocia com Congresso plano escalonado para recuperar economia

O Ministério da Economia quer negociar com a nova cúpula do Congresso um plano escalonado de medidas. A ideia é começar por ações consideradas menos polêmicas e caminhar para propostas que hoje não têm consenso, como a criação de um imposto sobre transações financeiras aos moldes da extinta CPMF.

De acordo com membros da equipe do ministro Paulo Guedes (Economia), a eleição de aliados do governo para o comando do Legislativo abriu uma janela de oportunidade que pode ser a última deste mandato do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A avaliação é que o período propício para a aprovação de propostas de impacto, como as reformas administrativa e tributária, deve durar apenas até setembro deste ano.

A partir do último trimestre, auxiliares do ministro acreditam que os deputados e senadores passarão a se ocupar das articulações para a eleição presidencial de 2022, o que pode inviabilizar o andamento da agenda de reformas estruturais. Por isso, preferem objetividade na discussão das prioridades. Até esta terça-feira (2), Guedes não havia se encontrado com os presidentes eleitos da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), mas ligou para os dois e parabenizou pelo resultado das votações. O ministro planeja conversar pessoalmente com Lira e Pacheco nos próximos dias.

Interlocutores defendem, no entanto, que as negociações com o Congresso sejam abertas na próxima semana, depois que os deputados e senadores solucionarem embates internos, como brigas entre blocos partidários e discussões sobre o comando de comissões e a relatoria de propostas.

A estratégia avaliada pela pasta prevê que as negociações sejam feitas em etapas, com algumas frentes de atuação. No primeiro momento, seria priorizada a aprovação do Orçamento deste ano e a votação da PEC (proposta de emenda constitucional) Emergencial, que estabelece o acionamento de gatilhos de ajuste fiscal para aliviar o caixa do governo em momentos de crise.

Conforme mostrou a Folha, a não aprovação do Orçamento colocou em risco gastos considerados essenciais, como salário de militares e repasses para a educação básica.

As aprovações do Orçamento e da PEC Emergencial são consideradas fundamentais para se discutir eventuais medidas voltadas aos vulneráveis com o devido remanejamento ou corte de recursos de outras áreas. Parlamentares que acompanham as negociações afirmam que a CMO (Comissão Mista de Orçamento) deve ser instalada na próxima semana. Em previsão otimista, as contas de 2021 estariam aprovadas no fim de fevereiro ou início de março.

Considerando um cenário de aprovação também da PEC Emergencial, o governo pretende avaliar o espaço que seria aberto no Orçamento deste ano. O time de Guedes defende que novas medidas, como eventual pagamento de parcela do auxílio emergencial ou criação de um novo programa social, possam ser anunciadas apenas após esse diagnóstico. Apesar da pressão pelo auxílio, a avaliação interna é a de que a economia continua aberta —e, portanto, a necessidade da medida é menor do que em 2020. Joga a favor dessa ideia o recuo do governo de São Paulo em medidas de restrição a bares e restaurantes após protestos de empresários.

Ainda no curto prazo, podem ser reeditadas medidas adotadas em 2020 para minimizar os efeitos da pandemia —todas sem impacto fiscal e sem necessidade de aprovação do Congresso para começarem a valer. Entre as ações em estudo, estão a antecipação do 13º de aposentados, o adiamento da cobrança de tributos e eventual liberação de novo saque do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). No ano passado, essas medidas foram tomadas por MP (medida provisória, que tem força imediata de lei) ou portarias.

No segundo passo do plano, seria priorizada a articulação para a votação de medidas consideradas menos polêmicas. Nesse grupo, estão a autonomia do Banco Central e as leis que modernizam os marcos legais de cabotagem, gás, concessões e ferrovias. A mesma lógica do escalonamento deve ser adotada na reforma tributária. A equipe econômica é contra o texto da PEC 45, que já tramita no Congresso e unifica tributos federais, estaduais e municipais.

O Ministério da Economia quer começar as votações com fatias mais consensuais da reforma. Entrariam primeiro a unificação dos tributos federais PIS e Cofins (já enviada pelo governo ao Congresso), a redução de Imposto de Renda para empresas e a taxação de dividendos. Ficariam para depois a fusão de outros tributos e a criação do imposto sobre transações financeiras. Técnicos da pasta afirmam que lançar agora pautas que não são consenso poderia atrapalhar todo o resto da agenda.

A ideia de Guedes é usar os recursos da nova CPMF para compensar uma redução de encargos trabalhistas. O plano sofre com resistência de membros do governo e lideranças partidárias. Membros do ministério consideram importante que avance a reforma administrativa, prometida pelo novo presidente da Câmara. A avaliação é que a medida traz um sinal positivo de melhora da eficiência e zelo fiscal, embora o efeito de curto prazo sobre o Orçamento seja muito pequeno.

Mesmo com o comando do Congresso nas mãos de aliados do Planalto, as privatizações —tema considerado prioritário por Guedes— tendem a ficar em segundo plano diante da avaliação que o tema arrefeceu desde o começo do governo. Contribui para a visão o pedido de demissão do presidente da Eletrobras. Wilson Ferreira Júnior disse há pouco mais de uma semana que a dificuldade em aprovar a privatização da estatal no Congresso, assim como uma descrença pessoal no avanço do processo, motivou sua saída do cargo.

De qualquer forma, o Ministério da Economia comemorou o novo comando do Congresso avaliando que os novos nomes vão possibilitar o diálogo sobre o formato das medidas. Antes, a visão era de que o debate era congestionado por um antagonismo —principalmente por parte do ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). No ano passado, o governo viu a pauta de reformas travar no Congresso. Além da pandemia, que mudou as prioridades do Legislativo, os atritos entre Guedes e Maia acabaram dificultando o andamento da agenda.

Para pessoas próximas a Guedes, a eleição de Lira na Câmara e Pacheco no Senado deve criar uma relação mais harmônica entre os Poderes. Membros da pasta dizem, no entanto, que seria ingenuidade acreditar que todas as pautas prioritárias serão aprovadas facilmente. Por isso, afirmam que as negociações serão feitas com cautela, em conjunto com o Palácio do Planalto.

PLANOS DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA PARA 2021

Aprovar o Orçamento deste ano e a PEC Emergencial

Avaliar o espaço aberto no Orçamento para novas medidas, como eventual parcela do auxílio emergencial ou novo programa social

Anunciar medidas para mitigar efeitos da pandemia, sem impacto fiscal e sem necessidade de aprovação do Congresso para começarem a valer. Estão em estudo a antecipação do 13º de aposentados, diferimento de tributos e nova liberação de saques do FGTS

Votação de medidas consideradas menos polêmicas, como autonomia do Banco Central e leis que modernizam os marcos legais de cabotagem, gás, concessões e ferrovias

Apoiar a articulação pela reforma administrativa e negociar a votação de trechos mais consensuais da reforma tributária —unificação de PIS/Cofins, redução de Imposto de Renda para empresas e taxação de dividendos

Apresentar nova proposta da Carteira Verde e Amarela, que reduz encargos para uma parcela dos trabalhadores

Medidas consideradas mais polêmicas ficam no fim da fila. A criação de um imposto sobre transações aos moldes da extinta CPMF e a desoneração ampla de encargos trabalhistas ficam para um segundo momento. Privatizações também não serão o foco principal

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Precisamos sim avançar o quanto antes as reformas tributárias e administrativas. E eliminar os benefícios fiscais pontuais que comprometem toda a cadeia produtiva, deve haver impostos incidentes de acordo com a atividade, mas incidindo sobre todos, precisamos parar com clientelismos no Brasil, precisamos eliminar também a corrupção sistêmica e onerosa do funcionarismo público, que corroê a capacidade e competitividade do Brasil, eliminar tantas brechas para juiz, procurador, militar, delegado fazer o que quer nesse país, a elite do funcionarismo público são os verdadeiros marajás da república brasileira atualmente.

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Política

R$ 3,9 MILHÕES E MENOS DE 8 MIL VOTOS: Candidatas do União bancaram material com Cinthia de Allyson, denuncia o Blog do Dina

Reprodução

Dani Ribeiro e Nagila Diniz, candidatas a deputada federal pelo União Brasil, receberam juntas cerca de R$ 3,9 milhões do Fundo Eleitoral e somaram apenas 7.865 votos. De acordo com levantamento do Blog do Dina, as duas também contrataram material de campanha com o nome de Cinthia de Allyson, eleita deputada estadual e companheira do candidato ao Governo do Estado.

Dani recebeu R$ 2.513.160 do fundo eleitoral e teve 5.735 votos. Nagila recebeu R$ 1.433.985 e conseguiu 2.130. Considerando a receita total declarada, a proporção chegou a R$ 440 por voto para Dani e R$ 673 para Nagila, as maiores da disputa federal no RN, conforme o Blog do Dina.

Nas contas de Dani, nove lançamentos somam R$ 157.365 em materiais descritos como “DANI RIBEIRO + CINTHIA”. Nagila declarou outros R$ 18.675 em peças com os dois nomes. As campanhas também compartilham fornecedores com Allyson e Cinthia.

A reportagem ressalta que material conjunto pode ser registrado apenas nas contas de quem pagou. O Blog do Dina ressalta que as duas não eram “candidatas laranjas”, uma vez que fizeram campanha, mas serviram de “escora” para Cinthia de Allyson.

Nessa modalidade, prossegue a reportagem, a candidata recebe a fatia do fundo eleitoral que a lei reserva às mulheres, monta a estrutura e a estrutura sustenta o grupo.

A operação, segundo o blog, é completada pelos fornecedores da campanha, entre os quais está a 2HC, que pertence a Hélito Honorato, marqueteiro de Allyson. A agência aparece com contratos de R$ 1,5 milhão com Allyson, R$ 350 mil com Dani, R$ 200 mil com Nagila e R$ 150 mil com Cinthia, todos lançados em 16 de agosto. As quatro campanhas também compartilham advogados, gráfica, contadores e fornecedor de combustível.

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Política

Cartilha da militância do PT estimula ódio contra Flávio para conquistar votos no segundo turno

Reprodução

Uma cartilha de 12 páginas atribuída à militância do PT orienta estratégias para o segundo turno das eleições e concentra os esforços em conquistar votos de idosos e eleitores que optaram por candidatos da chamada terceira via no primeiro turno.

O documento orienta os militantes a ajudar idosos que desejem votar em Lula, inclusive com logística para reduzir a abstenção. Para os eleitores que votaram em outros candidatos no primeiro turno, a orientação é não tentar fazê-los “gostar” de Lula, mas tornar Flávio uma opção considerada inaceitável.

O documento também apresenta argumentos sobre programas sociais, salário mínimo e a atuação do governo Bolsonaro durante a pandemia. Ao final, a cartilha pede que militantes publiquem mensagens nas redes sociais para localizar eleitores que ainda não decidiram o voto e encerra com a frase: “Agora é eu, você, e Nossa Senhora.”

Com informações da Revista Oeste

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Geral

“FOMOS ROUBADOS”: Ciro anuncia que vai contestar na Justiça eleição no Ceará

Crédito: Rodrigo W. Blum

Ciro Gomes (PSDB) anunciou nesta terça-feira (6) que vai apresentar uma reclamação à Justiça sobre a eleição para o Governo do Ceará, vencida por Elmano de Freitas (PT). O ex-ministro questionou a disputa e disse que não cumprimentará o governador reeleito.

“Já ganhei e perdi eleições, nunca repudiei o resultado das urnas, mas meu sentimento, pela primeira vez na vida, é de que fomos roubados”, afirmou. Ciro informou que autorizou a equipe jurídica da campanha a levar a contestação à Justiça.

O principal alvo da crítica é uma decisão do ministro Dias Toffoli, do STF, que concedeu a Elmano cerca de 900 inserções de direitos de resposta na sexta-feira e no sábado anteriores à votação. Ciro acusa a medida de ter favorecido o adversário; a acusação não equivale a uma comprovação de fraude.

Elmano foi reeleito com 53,19% dos votos válidos, contra 46,22% de Ciro. Procurada pelo UOL, a assessoria do governador informou que não comentaria a manifestação.

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Geral

ANORC Mulher é criada para fortalecer a participação feminina no agronegócio do RN e conta com programação extensa na 64º Festa do Boi

Divulgação

A participação feminina no agronegócio ganha um novo espaço de articulação e representatividade no Rio Grande do Norte. Durante o lançamento oficial da 64ª Festa do Boi, realizado pela Associação Norte-Rio-Grandense de Criadores (ANORC), o presidente da entidade, Dr. Orlando Procópio, anunciou a criação da ANORC Mulher, iniciativa que nasce com a proposta de aproximar, fortalecer e dar maior visibilidade às mulheres que atuam nas diferentes áreas do agro potiguar.

A criação do novo núcleo está inserida nas ações que marcam o Ano da Mulher no Agro, celebrado em 2026 e acompanha um movimento de ampliação da presença feminina em diferentes atividades ligadas ao setor, da produção rural à gestão, do empreendedorismo à inovação e à atuação institucional.

Orlando Procópio explica qual o intuito da Associação com a ANORC Mulher. ” A proposta da ANORC Mulher é criar um ambiente permanente de diálogo, conexão e fortalecimento entre mulheres que fazem parte da cadeia produtiva do agronegócio no Rio Grande do Norte. A iniciativa pretende aproximar produtoras, criadoras, empresárias, técnicas, profissionais, pesquisadoras e mulheres que atuam na gestão e em outras áreas estratégicas do setor”, enfatiza e destaca a importância de ampliar os espaços de participação feminina dentro da própria entidade e do agronegócio potiguar.

À frente da ANORC Mulher está Magda Barreto, agropecuarista, administradora e especialista em Gestão de Pessoas, com MBA em Agronegócio pela Esalq/USP em curso. Magda também atua na Agropecuária Dantas e Araújo e na Viver do Sertão, com foco em produção sustentável e sistema ILPF. Ela também lidera o Grupo de Trabalho de Mulheres do ELI Agro/RN.

Para Magda Barreto, a criação da ANORC Mulher representa a abertura de um novo espaço para que as mulheres possam compartilhar experiências, fortalecer relacionamentos e participar cada vez mais das discussões que envolvem o futuro do agronegócio. “Começamos em fevereiro de 2025 com 14 mulheres onde convidei algumas amigas que já eram do Agro para um café no Mangai. Hoje são 110 mulheres e sempre nos encontramos periodicamente, geralmente no Sebrae e lá participamos de palestras sobre diversos assuntos de interesse, como: tributação, gestão, sucessão no campo, financiamento, entre outros. Fora isso, nós traçamos uma rota para visitarmos fazendas de mulheres criadoras de gado, produtoras de queijo, mel, fruticultura, cana, grãos, etc. Fico muito feliz em ver as mulheres participando de todo esse processo”, destaca e comenta que fica muito honrada com o convite para assumir a ANORC Mulher.

A programação da Festa do Boi para as mulheres é extensa e composta de café da manhã no espaço IPDR/Senar, café da tarde no espaço Sebrae, churrascada, no espaço Montana e queijos e vinhos no estande da ANORC. Além disso, palestras de capacitação com assuntos do Agro e muito networking.

A criação da ANORC Mulher reforça, assim, uma das marcas da edição 2026 da Festa do Boi: reconhecer a presença das mulheres como parte importante da construção do agronegócio potiguar e ampliar os espaços de conexão, participação e representatividade dentro do setor.

Mais informações: @festadoboianorc e @agronegociopotiguaranorc

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Política

Flávio promete mudar Constituição para “redemocratizar o país” e comemora força no Congresso

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (6) que pretende mudar a Constituição para “redemocratizar o país”. O candidato à Presidência fez a declaração em Goiânia, durante o ato que oficializou o apoio de Ronaldo Caiado (PSD) à sua candidatura no segundo turno.

“Já temos maioria no Senado e na Câmara, para a gente mudar a Constituição para redemocratizar o país”, declarou Flávio, ao comemorar o resultado das eleições para o Congresso.

O PL passou de 98 deputados federais eleitos em 2022 para 121 neste ano. No Senado, a bancada cresceu de 15 para 28 integrantes. Apesar do avanço, o partido depende de alianças para aprovar mudanças constitucionais, que exigem pelo menos 308 votos na Câmara e 49 no Senado.

A Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, também oficializou apoio a Flávio nesta terça-feira. Republicanos, Novo e Podemos devem anunciar suas posições nos próximos dias.

Com informações do Metrópoles

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Política

[VÍDEO] “Concordamos praticamente 115%”: Flávio celebra apoio de Caiado no segundo turno


Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que concorda “praticamente 115%” com Ronaldo Caiado (PSD) durante o ato que oficializou o apoio do ex-adversário à sua candidatura à Presidência. O encontro aconteceu nesta terça-feira (6), em Goiânia (GO).

Segundo publicação do Metrópoles, Flávio destacou que o apoio também tinha importância sentimental e disse que os dois têm “vários pontos convergentes”.

Ao mostrar o documento de compromissos para o Brasil apresentado por Caiado, o candidato disse que o texto “não era necessário”, diante da concordância entre eles. “Nós concordamos praticamente 115%”, declarou.

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Judiciário

Gilmar Mendes arquiva investigação de estupro contra vice de Flávio Bolsonaro

Crédito: Bruno Spada

O ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou nesta terça-feira (6) o arquivamento de uma investigação contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro.

Gaspar havia sido acusado de estupro por Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (PSB-MS), que levaram o caso à Polícia Federal. A denúncia apontava uma suposta relação sexual com uma menor de 13 anos, que teria resultado no nascimento de uma filha.

A acusação, porém, não apresentava na representação os nomes das pessoas envolvidas. Gaspar negou as acusações e chegou a se colocar à disposição para realizar teste de DNA.

O arquivamento foi determinado por Gilmar Mendes após pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo encerramento da apuração.

Com informações do Metrópoles 

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Política

Álvaro rejeita Allyson e Cadu e defende PL neutro no segundo turno do RN

Reprodução

Álvaro Dias (PL) defendeu que o partido não apoie Allyson Bezerra (União Brasil) nem Cadu Xavier (PT) no segundo turno para o Governo do Rio Grande do Norte. Em conversa com o Blog Saulo Vale nesta terça-feira (6), o ex-candidato afirmou que levará a proposta à direção estadual da legenda, que ainda não definiu sua posição.

“Defendo uma posição de neutralidade por não concordar com a candidatura de Allyson. Na minha avaliação, foi um péssimo gestor”, declarou.

Álvaro quer que o PL concentre a mobilização na disputa presidencial. “O que defendo é que o partido no RN concentre todas as forças na eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência do Brasil”, afirmou.

Fonte: Blog Saulo Vale

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Geral

PESQUISA GERP: Flávio Bolsonaro lidera com 53% dos votos válidos contra 47% de Lula no segundo turno

 

Arte Metrópoles

O Instituto Gerp divulgou, nesta terça-feira (06), os números de uma nova pesquisa de intenção de votos voltada para o cenário do segundo turno da eleição presidencial de 2026.

De acordo com o levantamento em votos válidos, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece na liderança com 53%, enquanto o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 47%.

Reprodução

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Política

NA ZONA NORTE: Lula vem a Natal neste sábado (10) para reforçar campanha de Cadu no segundo turno

Reprodução

O presidente Lula (PT) estará em Natal neste sábado (10) para um ato de campanha em apoio a Cadu de Lula (PT), que disputa o segundo turno para o Governo do Rio Grande do Norte contra Allyson Bezerra (União Brasil).

De acordo com a divulgação do PT-RN, o evento será às 14h, na Área de Lazer do Panatis, na Zona Norte de Natal.

Cadu terminou o primeiro turno praticamente empatado com Allyson, com 36,16% e 36,96% dos votos, respectivamente, deixando a eleição completamente em aberto.

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