Um homem de 47 anos morreu durante um incêndio que aconteceu na madrugada desta quarta-feira (16) em Currais Novos, na região do Seridó potiguar. Uma idosa de 73 anos, mãe do homem, foi resgatada pelos bombeiros.
A identidade da vítima não foi divulgada oficialmente até a última atualização desta reportagem.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a equipe foi acionada a 0h23 para combater o incêndio em um edifício residencial na Avenida Teotônio Freire.
Segundo a corporação, as chamas ficaram restritas a um dos quartos do apartamento localizado no térreo. No interior do imóvel, os militares encontraram o corpo de um homem.
A mãe da vítima, que dormia em outro cômodo, foi resgatada consciente e, após avaliação inicial, foi levada ao Hospital Mariano Coelho, onde segue sob avaliação médica, sem lesões aparentes.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o atendimento à ocorrência impediu que as chamas se propagassem e evitou danos aos demais cômodos da residência e às demais unidades do prédio.
“Todos os demais moradores do prédio foram evacuados com segurança”, informou a corporação.
A causa do incêndio não foi identificada até a última atualização desta reportagem. Segundo o Corpo de Bombeiros, perícias do Instituto Técnico-Científico de Perícia devem buscar identificar o que provocou o fogo.
O corpo do homem foi recolhido pelo Itep, mas seguia sem identificação oficial do órgão até a última atualização desta reportagem.
Luciano Hang, dono da Havan, lidera a lista de bilionários do varejo brasileiro em 2026 com um patrimônio estimado em R$ 11,9 bilhões. O levantamento da Forbes Brasil, publicado em gosto de 2026, aponta que o empresário catarinense comanda um grupo de 22 nomes do setor que, juntos, somam R$ 53,6 bilhões em riqueza. No ranking, o potiguar Flávio Rocha, do grupo Guararapes/Riachuelo aparece em quarto lugar.
A fortuna do dono da Havan é 11,9 vezes superior à dos bilionários que ocupam a base do ranking, empresários com R$ 1 bilhão cada, e representa 22,2% de todo o patrimônio acumulado pelo setor varejista.
O valor acumulado por Hang é quase duas vezes e meia maior que o de Michael Klein, herdeiro ligado às Casas Bahia e ao Grupo CB, que ocupa o segundo lugar com R$ 4,8 bilhões.
O varejo é o quinto setor com o maior número de bilionários no país, atrás apenas da indústria, finanças, investimentos e alimentos. No total, a lista geral da Forbes reúne 255 bilionários brasileiros, cujo patrimônio somado chega a R$ 1,862 trilhão. Os integrantes do varejo representam 2,88% desse montante total.
Os dados da Forbes Brasil detalham a idade, a empresa de origem, o valor do patrimônio e a área de atuação de cada um dos integrantes:
Luciano Hang (Havan): R$ 11,9 bilhões | 63 anos. Fundada em 1986 em Brusque (SC), a Havan tem cerca de 200 lojas físicas e registrou faturamento líquido de R$ 13,7 bilhões em 2025.
Michael Klein (Grupo CB / Casas Bahia): R$ 4,8 bilhões | 75 anos.
Carlos Pires de Oliveira Dias (RD Saúde / Drogasil): R$ 3,9 bilhões | 75 anos.
Flávio Gurgel Rocha (Guararapes / Riachuelo): R$ 3,7 bilhões | 68 anos.
Ilson Mateus Rodrigues (Grupo Mateus): R$ 3,5 bilhões | 63 anos.
Luiz Humberto “Beto” Pereira (Grupo Pereira / Fort Atacadista): R$ 3 bilhões | 47 anos.
Nelson Kaufman (Vivara): R$ 2,8 bilhões | 70 anos.
Antônio Carlos Pipponzi (RD Saúde / Droga Raia): R$ 2,2 bilhões | 73 anos.
Estevam Duarte de Assis e família (ex-Bretas / SFA Malls): R$ 1,7 bilhão | 69 anos.
José Costa (Grupo Costa / JC Distribuição): R$ 1,7 bilhão | 58 anos.
Fernando Henrique Borges Trajano e irmãos (Magazine Luiza): R$ 1,5 bilhão | 50 anos.
Francisco Deusmar de Queirós e família (Pague Menos): R$ 1,5 bilhão | 79 anos.
Sérgio Maeoka (Nissei): R$ 1,5 bilhão | 66 anos.
Paulo Sérgio Coutinho Galvão Filho (RaiaDrogasil / Klabin): R$ 1,4 bilhão | 66 anos.
Lisiane Gurgel Rocha (Guararapes / Riachuelo): R$ 1,2 bilhão | 66 anos.
Maria Eugênia Lafer Galvão (RaiaDrogasil / Klabin): R$ 1,2 bilhão | 63 anos.
Élvio Gurgel Rocha (Guararapes / Riachuelo): R$ 1,1 bilhão | 62 anos.
Anderson Lemos Birman e família (Azzas 2154 / Arezzo): R$ 1 bilhão | 72 anos.
Denilson Pinheiro Rodrigues (Grupo Mateus): R$ 1 bilhão | 38 anos.
Ilson Mateus Rodrigues Junior (Grupo Mateus): R$ 1 bilhão | 42 anos.
Luiza Helena Trajano Inácio Rodrigues e família (Magazine Luiza): R$ 1 bilhão | 74 anos.
Sebastião Vicente Bomfim Filho (Grupo SBF / Centauro): R$ 1 bilhão | 72 anos.
A candidatura à reeleição do deputado estadual Taveira Júnior (PSDB) ganha força em Parnamirim. A mais recente Pesquisa DataCapital, divulgada pelo Portal SPN nesta terça-feira (8), mostra que o parlamentar já é o segundo nome mais citado pelos eleitores do município com 2% de intenção de voto. O resultado também coloca Taveira Jr. na liderança entre os candidatos da nominata do PSDB em Parnamirim.
Além disso, Taveira Jr. também foi citado como uma das quatro principais lideranças políticas de Parnamirim, com 8,7% das menções na Pesquisa DataCapital.
O resultado comprova o crescimento da campanha de Taveira Jr., que vem ampliando ampliando agendas, conquistando novos apoios e fortalecendo seu nome em Parnamirim e outras regiões do Rio Grande do Norte.
A pesquisa DataCapital ouviu 850 eleitores de Parnamirim nos dias 1º e 2 de setembro de 2026. O levantamento tem margem de erro de 3,4 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado sob os números RN-00296/2026 e BR-08768/2026.
O banqueiro Daniel Vorcaro foi condenado, nesta terça-feira (8/9), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por fraude em uma operação envolvendo o fundo de investimento imobiliário (FII) Brazil Realty.
O Banco Master também foi punido, com multa de R$ 12,5 milhões. O pai do banqueiro, Henrique Vorcaro, e um primo de Vorcaro, Felipe Vorcaro, também foram considerados culpados.
Ainda foram sancionados por participação na fraude a Viking Participações, que pertencia a Vorcaro, a Entre Investimentos, Antônio Carlos Freixo Júnior, que era diretor responsável da Entre, e Benjamim Botelho de Almeida, dono da Sefer Investimentos.
A decisão foi unânime. De acordo com a acusação, o grupo “engordou” o fundo com imóveis que só tinham valor no papel. Teriam sido utilizados, inclusive, laudos falsos para inflar o preço dos ativos. Em um dos causos, o valor de um único imóvel saltou de R$ 7 para R$ 70 milhões após uma falsa reavaliação.
Com o fundo constituído com os imóveis superfaturados, o grupo promoveu a movimentação artificial das cotas para atrair investidores. A movimentação para criar liquidez artificial teria chegado a R$ 350 milhões. As cotas infladas foram, então, ainda de acordo com a acusação, vendidas para investidores comuns e fundos de investimento de mercado.
O piloto Eduardo Rithelly se manifestou sobre o acidente envolvendo o amigo Carlos e afirmou que não teve culpa ou intenção de provocar o ocorrido. Em um relato, ele também falou sobre a amizade entre os dois e disse estar abalado com a situação.
“Eu tô aqui pra tentar mostrar isso, que eu não tenho culpa, eu não fiz nada”, afirmou Eduardo Rithelly.
Segundo o piloto, Carlos era uma pessoa que ele admirava. Além disso, os dois mantinham uma relação de amizade e costumavam realizar atividades juntos.
Eduardo contou que Carlos o chamava para malhar e afirmou que o amigo sempre lhe transmitia boas expectativas.
O piloto também descreveu o que aconteceu depois do acidente. Segundo Eduardo, entre 15 e 30 pessoas estavam em frente à marina e acompanhavam a movimentação.
Ele afirmou que tentou localizar Carlos após perceber que o amigo havia desaparecido.
“Eu gritava, eu gritava, Carlos, Carlos, eu procurava o cara”, relatou.
Eduardo ainda afirmou que Carlos sabia nadar e era uma pessoa fisicamente forte. Por isso, segundo ele, não esperava que o amigo desaparecesse daquela maneira.
Durante o relato, Eduardo Rithelly também negou que Carlos tivesse sofrido várias quedas durante o passeio.
“Disseram que ele levou várias quedas comigo, isso aí é mentira”, afirmou.
Segundo o piloto, Carlos não sofreu outras quedas enquanto estava com ele. Eduardo disse que a única queda aconteceu no momento do acidente.
As circunstâncias do ocorrido, contudo, ainda dependem da apuração e das informações oficiais sobre o caso.
Além de falar sobre o acidente, Eduardo relatou o impacto emocional provocado pela situação.
O piloto afirmou que está há dois dias sem conseguir dormir e comer normalmente. Segundo ele, o episódio afetou diretamente seu estado psicológico.
“Eu tô sem conseguir dormir, eu tô sem conseguir comer, já faz dois dias que eu tô pirando”, declarou.
Eduardo também reforçou que não queria que nada acontecesse com Carlos e destacou novamente a relação de amizade que mantinha com ele.
A versão apresentada por Eduardo Rithelly faz parte dos relatos sobre o caso. As circunstâncias do acidente ainda precisam ser esclarecidas pela investigação.
Dessa forma, eventuais responsabilidades somente poderão ser apontadas após a apuração dos fatos e a análise das informações disponíveis pelas autoridades.
O caso continua sendo acompanhado, e novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço das investigações.
Uma pesquisa da Nexus/BTG, revela que 52% dos eleitores brasileiros avaliam a economia como ruim ou péssima, enquanto 30% a consideram regular e 16% ótima ou boa. Comparando com o governo de Jair Bolsonaro, 46% acreditam que a situação econômica piorou sob Luiz Inácio Lula da Silva. Em relação aos próximos seis meses, 36% esperam melhora na economia, enquanto 29% preveem piora.
A maioria dos eleitores brasileiros avalia negativamente a situação econômica do país. Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta terça-feira, 8, mostra que 52% dos entrevistados classificam a economia como ruim ou péssima.
Outros 30% consideram a situação regular, enquanto 16% a avaliam como ótima ou boa.
A policial e candidata a deputada federal Munique Busson (PSDB-RJ) comentou, durante participação no Pleno Time, a repercussão de um vídeo em que dois policiais aparecem em um campo de airsoft queimando uma toalha com o rosto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo Munique, os policiais envolvidos, subtenente Honório e Omar Damásio, são seus amigos pessoais e costumam atuar juntos em atividades relacionadas a treinamento de tiro. Ela afirmou que o episódio deve ser compreendido como uma manifestação política e destacou que não se tratava de uma bandeira.
A policial e candidata a deputada federal Munique Busson (PSDB-RJ) comentou, durante participação no Pleno Time, a repercussão de um vídeo em que dois policiais aparecem em um campo de airsoft queimando uma toalha com o rosto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo Munique, os policiais envolvidos, subtenente Honório e Omar Damásio, são seus amigos pessoais e costumam atuar juntos em atividades relacionadas a treinamento de tiro. Ela afirmou que o episódio deve ser compreendido como uma manifestação política e destacou que não se tratava de uma bandeira.
“Eu conheço eles bem pessoalmente, são amigos meus pessoais. Nós damos até curso de tiro para mulheres juntos e assim… ali é um ato de repúdio, de protesto”, afirmou nesta terça-feira (8).
Munique reconheceu que não faria o mesmo gesto, mas defendeu que os policiais têm o direito de manifestar sua posição política. Para ela, a reação ao episódio também precisa levar em consideração manifestações semelhantes ocorridas em relação a políticos de direita.
“Eu não teria coragem de fazer (…) mas é um ato democrático. Muitas pessoas vão achar ruim, outras vão concordar. Eu acho que democracia é isso”, declarou.
O decano do Supremo, Gilmar Mendes, reagiu de forma dura a informações de que poderia ser constrangido por uma suposta relação de seu ex-cunhado, Chiquinho Feitosa, com Daniel Vorcaro.
A coluna apurou, em parceria com a coluna de Manoela Alcântara, que Gilmar afirmou que, “pelas regras, você não faz pacto com chantagista. Ou você mata ou morre”. O recado chegou aos ouvidos do presidente da Corte, Edson Fachin.
Gilmar Mendes pediu vista do julgamento em que a Segunda Turma do Supremo analisa o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada. Com o pedido, o decano interrompeu a análise do caso, que já tinha votos dos ministros Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça pelo afastamento dos dois policiais.
Em seu despacho, antecipado pela coluna, Gilmar levantou dúvidas sobre a legalidade da medida determinada pelo ministro André Mendonça, questionou a competência da Segunda Turma para analisar o caso e apontou o risco de decisões conflitantes dentro da própria Corte.
O ministro afirmou ainda que o afastamento precisa ser analisado à luz de precedente vinculante do STF que considerou inconstitucionais decisões judiciais capazes de provocar desequilíbrio na disputa político-eleitoral, em razão da paridade de armas e do dever de neutralidade do Estado em relação a partidos e candidatos.
Após o pedido de vista, uma foto do ministro num casamento na Itália foi divulgada e chegou ao seu conhecimento que tentariam vinculá-lo a fatos supostamente relacionados tão somente ao seu ex-cunhado. O gabinete do ministro informou que ele está na Itália também para um evento acadêmica na Universidade de Turim, na quinta-feira (10/9). A ausência do país não lhe impede de participar retomamente da sessão plenária, de acordo com o regimento interno da Corte.
Com informações da coluna Andreza Matais/ Metrópoles
Dezessete das 27 seções da Ordem dos Advogados do Brasil se manifestaram sobre a crise no Supremo Tribunal Federal envolvendo os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes.
Na terça-feira, logo depois que Mendonça retirou o sigilo do relatório que mostrava mensagens do fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, para Moraes, a OAB Nacional, presidida por Beto Simonetti, defendeu que fosse feita uma “apuração rigorosa e isenta de todos os fatos”.
De todas as manifestações, só as seções do Paraná e do Rio Grande do Sul foram mais diretas ao defender medidas mais duras contra Moraes e o procurador-geral da República, Paulo Gonet –também citado nas mensagens.
Por outro lado, as seccionais do Acre, Alagoas, Amapá, Distrito Federal, Maranhão, Piauí, Roraima, Sergipe, São Paulo e Tocantins não se manifestaram até a publicação desta reportagem. Bahia e Rio Grande do Norte só republicaram a mesma nota divulgada pela OAB Nacional.
Veja como se manifestaram as demais:
Bahia – publicou a mesma nota da OAB nacional;
Ceará – afirmou que os fatos “atingem a confiança da sociedade na Justiça”;
Minas Gerais – defendeu investigação rigorosa;
Mato Grosso do Sul – declarou que os fatos “são gravíssimos e merecem rápida e rigorosa apuração”;
Paraíba – defendeu o fim da competência criminal do STF e de inquéritos “que servem para claro exercício de arbítrio”;
Pernambuco – defendeu que os fatos sejam “rigorosamente apurados”;
Paraná – pediu o afastamento de Moraes e a suspeição de Gonet;
Rio de Janeiro – manifestou “extrema preocupação” com o caso e defendeu apuração rigorosa;
Rio Grande do Norte – publicou a mesma nota da OAB nacional;
Rio Grande do Sul – defendeu a suspeição de Gonet e investigação contra Moraes;
Amazonas – defendeu “apurações rigorosas, imparciais e conduzidas em estrita observância aos princípios constitucionais”;
Espírito Santo – defendeu apuração “rigorosa, transparente e absolutamente isenta”;
Goiás – pediu que o Supremo “apure os fatos narrados com extremo rigor e sem mínima complacência com qualquer dos atores envolvidos”;
Mato Grosso – disse que é “fundamental que os fatos sejam devidamente esclarecidos, com respeito ao devido processo legal e sem antecipação de julgamentos”;
Pará – defendeu “apuração rigorosa, independente e isenta”;
Rondônia – pediu “investigação independente dos fatos”;
Santa Catarina – defendeu apuração “transparente, célere e isenta, com todas as garantias constitucionais preservadas”.
Simonetti convocou para quarta-feira uma reunião extraordinária para discutir a crise. O presidente do Supremo, ministro Luiz Edson Fachin, cancelou o encontro que teria no mesmo dia com representantes da OAB.
A Prefeitura do Natal, através da Secretaria Municipal de Educação (SME), registrou o retorno de 562 crianças e adolescentes que estavam fora da escola pela estratégia Busca Ativa Escolar (BAE). O resultado supera a meta de 547 rematrículas estabelecida no âmbito do Selo UNICEF e é o primeiro resultado acima da meta alcançado pelo município desde a adoção da estratégia na plataforma do UNICEF.
Foi a primeira vez que Natal alcançou e ultrapassou a meta estabelecida no âmbito da Busca Ativa Escolar, utilizando a plataforma do UNICEF. O resultado é fruto do fortalecimento das estratégias de identificação, localização, retorno e acompanhamento de estudantes em situação de afastamento ou infrequência.
O trabalho mobilizou profissionais de diferentes setores da SME, diretores, equipes pedagógicas, professores e demais profissionais das unidades de ensino. Além do cumprimento da meta, a ação teve como objetivo localizar os estudantes, identificar as causas do afastamento e criar condições para o retorno e a permanência na escola.
Para a secretária adjunta de Gestão Pedagógica, Naire Jane Capistrano, o resultado representa uma conquista coletiva e uma ação com impacto direto na vida dos estudantes e de suas famílias. “Cada estudante rematriculado implica uma nova trajetória de possibilidades e em esperança de uma vida melhor já no presente. O trabalho segue no acompanhamento dos estudantes rematriculados e na busca de estudantes que ainda estão fora da escola”, destacou.
O secretário municipal de Educação em Substituição Legal, Lucas Bento da Silva, também ressaltou o empenho dos profissionais envolvidos. “Mais uma grande conquista para celebrarmos! Superamos a meta do Busca Ativa Escolar na Rede Municipal de Ensino de Natal. Esse resultado é fruto de um trabalho coletivo, feito com compromisso, dedicação e, principalmente, com o olhar atento para cada estudante”, afirmou.
Trabalho em rede
A Busca Ativa Escolar é uma estratégia voltada à identificação de crianças e adolescentes que estão fora da escola ou em risco de abandono, articulando diferentes setores para promover o retorno e a permanência desses estudantes na educação.
Em Natal, uma das principais ações foi o fortalecimento da articulação entre a SME, os assessores pedagógicos e as equipes escolares, aliado ao acompanhamento sistemático dos estudantes em situação de infrequência ou afastamento.
Segundo a chefe do Setor de Ações e Projetos do Ensino Fundamental, Sâmara Ferreira de Souza e Silva, foi criado um instrumento de acompanhamento e coleta de informações para orientar os assessores pedagógicos, que atuaram como pontos focais junto às escolas. A partir desse trabalho, gestores, secretários escolares, coordenadores pedagógicos e professores foram mobilizados para levantar os dados e inserir as informações na plataforma da Busca Ativa Escolar.
“Outra estratégia fundamental foi o contato direto com os responsáveis pelos estudantes, buscando identificar as causas do afastamento e estabelecer um compromisso com o retorno à escola. O trabalho integrado, a busca ativa individualizada, a organização dos dados, a responsabilização compartilhada e o acompanhamento contínuo dos estudantes foram estratégias essenciais para o alcance da meta estabelecida”, explicou.
A mobilização envolveu assessores e equipes dos Departamentos de Ensino Fundamental (DEF), Educação Infantil (DEI), Atenção ao Educando (DAE) e Gestão Escolar (DGE), além dos profissionais que atuam diretamente nas unidades de ensino.
Busca Ativa Escolar e Selo UNICEF
O alcance das metas de rematrícula da Busca Ativa Escolar integra os resultados obrigatórios para os municípios participantes que buscam conquistar o Selo UNICEF. Na edição 2021-2024 do Selo UNICEF, dos 2.023 municípios participantes, 992 (49%) alcançaram a meta de rematrícula da Busca Ativa Escolar ao longo dos quatro anos da edição.
A Busca Ativa Escolar, no entanto, é uma ação contínua e não se limita ao período de vigência do Selo UNICEF. A estratégia permite identificar, cadastrar e acompanhar crianças e adolescentes fora da escola ou em risco de abandono, promovendo sua rematrícula e permanência.
Em Natal, o resultado representa o retorno de 562 estudantes à escola e a continuidade do acompanhamento daqueles que ainda estão fora da rede de ensino.
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, afirmou nesta terça-feira (8) que a Justiça brasileira “não faltará à legalidade constitucional” nem aos deveres previstos na Constituição.
A declaração foi feita no encerramento do encontro Diálogos entre o CNJ e o Colégio de Corregedores e Corregedoras da Justiça do Brasil, realizado na sede do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), em Brasília. O evento reuniu representantes das corregedorias de tribunais de todo o país.
“Os dias de hoje reclamam esse diálogo permanente, reclamam que tenhamos uma resposta à altura dos desafios”, disse Fachin.
“Eu estou plenamente convencido de que o Poder Judiciário brasileiro está à altura dos desafios que se lhe apresentam no momento contemporâneo, e a Justiça brasileira não faltará à legalidade constitucional, por certo, e aos seus deveres que decorrem da própria Constituição”, acrescentou.
A manifestação ocorre em meio ao agravamento da crise no Supremo envolvendo os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes e os desdobramentos das investigações sobre o Banco Master.
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