Política

Indicados para comando da CPI da Covid, Aziz e Renan respondem por suspeita de desvio de verba pública

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Indicados para a presidência e para a relatoria da CPI da Covid, que vai investigar a conduta de autoridades e o uso de verbas federais no enfrentamento da pandemia, os senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Renan Calheiros (MDB-AL) respondem na Justiça por suspeitas envolvendo o desvio de recursos públicos.

Aziz é suspeito de irregularidades na área da saúde quando governou, entre 2010 e 2014, o Amazonas, estado com um dos mais graves quadros na crise sanitária. Em relação a Renan, as suspeitas estão vinculadas à Operação Lava Jato.

Em notas enviadas por suas assessorias de imprensa, os dois parlamentares negaram envolvimento em ilícitos.

Maioria no grupo de 11 integrantes escolhidos para a comissão, senadores independentes e de oposição fecharam acordo nesta sexta-feira (16) para eleger Aziz e Renan para os postos que têm forte influência nos rumos da apuração parlamentar.

Na última terça-feira (13), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), oficializou a criação da CPI da Covid, cinco dias depois da determinação do ministro do STF Luís Roberto Barroso que irritou Bolsonaro e provocou novo desgaste na relação entre os Poderes.

Nesta quarta (14), o Supremo Tribunal Federal confirmou a decisão de Barroso por 10 votos a 1.

Em meio à pressão da base governista para tentar minar a CPI, Pacheco decidiu unir dois requerimentos apresentados por senadores, formando uma única comissão que, além de investigar ações e omissões da gestão de Bolsonaro na pandemia, também tratará dos repasses de verbas federais para estados e municípios.

A comissão terá um prazo inicial (prorrogável) de 90 dias para realizar procedimentos de investigação e elaborar um relatório final, a ser encaminhado ao Ministério Público para eventuais criminalizações.

Não é a primeira vez que o STF determina a instalação de CPIs a pedido da oposição. Em 2005, o Supremo mandou instaurar a dos Bingos, em 2007, a do Apagão Aéreo, e, em 2014, a da Petrobras. ​

As suspeitas relacionadas a Aziz surgiram a partir de 2016, com a Operação Maus Caminhos. A ação identificou o desvio de valor superior a R$ 250 milhões em verbas de contratos firmados pelo estado do Amazonas com entidade gestora de unidades hospitalares.

A Polícia Federal afirmou que o dinheiro desviado era repassado em espécie ou por meio de negócios simulados envolvendo contratos de aluguel ou compra e venda de imóveis.

Uma das pessoas investigadas disse, após firmar acordo de delação premiada com a Procuradoria da República no Amazonas, que a propina ajustada para repasse a Aziz seria de R$ 500 mil por pagamento liberado pelo estado para a prestadora de serviços.

Os investigadores afirmaram em um dos relatórios anexados ao inquérito que foram identificadas ao menos sete entregas de dinheiro a Aziz, totalizando pouco mais de R$ 760 mil.

Como as apurações apontaram para o envolvimento de parlamentar, o caso foi enviado ao STF.

A corte devolveu o inquérito à primeira instância da Justiça Federal no Amazonas em 2018, ao concluir que as irregularidades sob investigação não tinham relação com o mandato de senador, mas com o período em que comandou o estado.

Em julho de 2019, em um desdobramento da operação, Nejmi Aziz, mulher do senador, foi presa pela PF, com mais sete pessoas, incluindo três irmãos do parlamentar.

No relatório final, a polícia indiciou o senador sob suspeita dos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Não há ainda um desfecho.

O nome de Aziz apareceu também na Lava Jato, em inquérito instaurado em março de 2017 no Supremo para apurar a suspeita do recebimento de propina para favorecer o consórcio formado pela Camargo Corrêa e a Construbase nas obras da ponte Rio Negro. As irregularidades teriam sido cometidas também no período em que ele governou o Amazonas.

Em julho de 2018, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, arquivou a investigação, após pedido da PF, que não conseguiu reunir elementos para a continuidade da investigação.

“Após 15 meses de investigação e o encerramento das diligências requeridas, não há nenhum indício de fato típico praticado pelos investigados [o senador Eduardo Braga (MDB-AM) também era investigado”, afirmou Moraes.

Renan Calheiros, por sua vez, tem comemorado também nos últimos três anos o arquivamento de apurações da Lava Jato pelo Supremo.

O indicado para ser relator da CPI da Covid foi um dos parlamentares mais citados nas irregularidades sob o foco da operação. Nas contas do próprio representante de Alagoas, ele chegou a ser alvo de quase trinta apurações. Mas ainda há investigações em curso.

Seu nome foi vinculado a suspeitas de desvios na Transpetro, subsidiária da Petrobras, e ao recebimento de propina em troca de sua atuação legislativa para atender interesses de empreiteiras.

Nas decisões mais recentes, a Segunda Turma do Supremo recebeu em dezembro de 2019 parte da denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra o parlamentar sob a acusação de crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Renan foi apontado pela Procuradoria como beneficiário de propina sob a forma de doações eleitorais oficiais feitas por empresas a pedido do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, um dos colaboradores da Lava Jato.

Em razão de recursos envolvendo outros acusados, sem prerrogativa de foro no Supremo, o caso não foi autuado como ação penal até o momento, quando o denunciado passa à condição de réu.

Em setembro do ano passado, a PF concluiu um inquérito em que afirmou serem “robustas” as evidências de que Renan recebeu doações em caixa 2 da Odebrecht.

A polícia apontou que Renan recebeu R$ 500 mil do grupo empresarial nas eleições de 2010 pelo setor financeiro da construtora encarregado dos repasses ilícitos.

“Há elementos concretos e relevantes no sentido da existência de materialidade e autoria dos crimes investigados no presente inquérito, encontrando-se presentes indícios suficientes de que o senador José Renan Vasconcelos Calheiros cometeu o crime previsto no art: 350 do Código Eleitoral, na modalidade caixa 2″, afirmou a PF.

Por meio da sua assessoria de imprensa, Renan afirmou ter sido inocentado em mais de dois terços das acusações da Lava Jato por falta de prova.

“Renan Calheiros está tranquilo e certo de que todas as investigações que ainda não foram analisadas pelo STF terão o mesmo destino das anteriores: o arquivamento por absoluta falta de prova”, completou.

A assessoria de Omar Aziz informou que, apesar da citação do nome do parlamentar no relatório da Polícia Federal, “não foi produzida prova alguma ou nem mesmo apresentado indício de ligação de Omar Aziz com qualquer atividade delituosa”.

“A forma como foi apresentado o relatório, isto é, uma narrativa ficcional, mostra por si só a fragilidade desse documento, pois não aponta nenhum fato concreto e provado envolvendo Omar Aziz com atos ilícitos”, afirmou.

O gabinete de Aziz frisou que o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em recente entendimento, decidiu que o caso não é atribuição da Justiça Federal por não envolver verba federal supostamente ligada a ilícitos.

“Por essa razão, pode-se dizer que a autoridade policial responsável pelo relatório não tinha e não tem atribuição para conduzir a investigação nem para relatá-la”, afirma.

“Ainda assim, como fez em toda a sua vida de homem público, Omar se colocou à disposição das autoridades competentes para esclarecer sobre qualquer tema”, completou a assessoria, destacando ainda que Aziz espera, “após analisados pelas autoridades competentes, ser totalmente excluído da investigação”.

OS MEMBROS DA CPI

Governistas
Jorginho Mello (PL-SC), Eduardo Girão (Podemos-CE), Marcos Rogério (DEM-RO) e Ciro Nogueira (PP-PI)

Demais
Humberto Costa (PT-PE), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Renan Calheiros (MDB-AL), Otto Alencar (PSD-BA), Omar Aziz (PSD-AM), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Eduardo Braga (MDB-AM)

Suplentes
Jader Barbalho (MDB-PA), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Angelo Coronel (PSD-BA), Marcos do Val (Podemos-ES), Zequinha Marinho (PSC-PA), Rogério Carvalho (PT-SE) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE)

FolhaPress

Opinião dos leitores

  1. CPI?! Chamo isso de CONSPIRAÇÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    CPI sem nenhum ARGUMENTO que se sustente!!! E em NENHUM país do Mundo isso aconteceu!! Morrendo pessoas aos montes, com falta de Leitos, Vacinas, Hospitais desaparelhados! Isso é PURA perseguição!
    Agora puxem a “Folha Corrida” desses canalhas que vão presidir esse CIRCO!!

    1. Nenhum outro país teve um presidente atrapalhando propositalmente o combate à pandemia. CPI tem que culminar com prisão.

  2. “Se gritar pega ladrão não fica um do centrão”,algùém cantou isto….,não sei quem?
    Tudo farinha do mesmo saco,as críticas servem para todos,….,varias formas de enriquecimento ilícito,tanto de esquerda,de direite e de centro…

  3. Isso é uma vergonha!! A gloriosa esquerda, que se une até com o diabo pra derrubar Bolsonaro, conseguiu formar o tão esperado G7. Os sete bandidos. Renan além de condenado, tem o filho governador, um dos investigados. Já andou dando entrevistas condenando Bolsonaro. Já sabemos no que vai dá isso.
    Bando de canalhas!!!!!
    Esse é o Brasil que queremos? É só uma pergunta pra esse bando de iludidos que vivem puxando o saco da esquerdalha. Imagina se o Brasil tivesse na mão do pt!

  4. Eu nunca vi uma Polícia Federal tão encrenqueira e com a mente fértil como a do Brasil. Ela descobre, corre atrás, mostra o roubo, as provas e no final das contas passa como mentirosa. Como disse o Sr. Antonio, a culpa é nossa. O povo acha que alguém algum dia vai dizer que roubou. Sempre sao inocentes e perseguidos. Poli titicas…..

  5. O cabaré de Zefa Paula era muito mais sério. Só bandidos escalados pra continuar com as palmadas. Até qdo iremos suportar isso?

    1. Também andei no cabaré de Zefa Paula, tinha organização.

    1. É por indivíduos como você que estamos nessa situação. Se oriente!

  6. Agora me digam como pode um país desse levar alguma coisa a sério,uns ladrões investigando possíveis fraudes!

    1. A investigação original não é sobre fraudes. É sobre inação, descaso, genocidio, incitamento à desordem e desrespeito a democracia. Investigar governadores foi a maneira de desviar do assunto principal, que o governo do Bozo arrumou. Acredito que tenha havido muito desvio e precisa ser apurado também, assim que tirarmos esse palhaço que ocupa a presidência.

    2. Se lockdown resolvesse, porque os óbitos continuam em alta em SP, CE, RN e outros estados que estão restringindo a liberdade do povo?

  7. Os Brasileiros trabalhadores, honestos e responsaveis, só podem lamentar a atual situação do Brasil, aqui tudo corre para o lado errado, não acho nada demais a CPI da covid, quem não deve, não teme. Lamentável é que indivíduos reconhecidamente desonestos, façam essa investigação, na verdade, a culpa de tudo isso é nossa, que elegemos esses pilantras para nos representar.

  8. O Procuradoria-Geral da República (PRG), Augusto Aras, enviou ofício à Governadora do Rio Grande do Norte Fátima Bezerra pedindo “esclarecimentos sobre as razões da discrepância entre o quantitativo das doses enviadas a esse Estado e a sua efetiva aplicação”.

    1. Pela primeira vez o visionário e inteligente capacho Samuel Uel disse uma verdade, no rumo que o Brasil vai, o choro realmente é livre.

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Geral

ENDIVIDAMENTO: Inadimplência sobe e quase 30% das famílias têm dívidas em atraso

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A inadimplência voltou a subir em agosto e atingiu 29,9% das famílias brasileiras. Já a parcela que declara não ter condições de pagar as dívidas em atraso chegou a 12,5%. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta quinta-feira (10) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Segundo a CNC, os números mostram menor controle das famílias sobre as contas, mesmo com prazos maiores para pagamento.

A piora foi puxada pela população de menor renda. As famílias que recebem até três salários mínimos foram as únicas a registrar aumento das dívidas em atraso, com avanço de 0,3 ponto percentual, chegando a 38,8%.

De acordo com a entidade, esse grupo tem orçamento mais restrito e depende mais do crédito para manter o consumo, o que aumenta o impacto sobre a capacidade de pagamento.

Com informações do InfoMoney

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Brasil

DARK HORSE: Dona de produtora expandiu negócios após conhecer deputado federal Mario Frias

Karina Gama e Mario Frias, alvos de operação da PF sobre suspeitas de desvio de emendas parlamentares para financiamento do filme “Dark Horse” (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Karina Gama, dona da produtora de “Dark Horse”, filme sobre Jair Bolsonaro, expandiu seus negócios após conhecer o deputado federal Mario Frias (PL-SP), em 2020. Os dois são alvos da operação da Polícia Federal deflagrada nesta quinta-feira (10), que investiga suspeitas de desvio de recursos de emendas parlamentares.

Segundo a Folha de S.Paulo, a aproximação com Frias abriu espaço para Karina em projetos do campo conservador. Suas empresas passaram a receber dinheiro de campanhas do PL, incluindo a do próprio deputado, além de verbas de emendas parlamentares.

Um dos maiores contratos envolvendo a empresária veio de um chamamento público de R$ 108 milhões da Prefeitura de São Paulo para levar wi-fi a comunidades carentes. O acordo está sob investigação do Ministério Público e da Polícia Civil, que realizou buscas em endereços ligados a Karina em junho.

Antes de 2020, Karina tinha uma empresa individual aberta com capital de R$ 1 mil. Hoje, está à frente de pelo menos seis empreendimentos, com atuação da cultura à construção civil.

Karina afirmou à coluna Mônica Bergamo que os recursos foram aplicados corretamente e, ao comentar a possibilidade de delação, declarou: “Não tenho nada para delatar”.

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Geral

Flávio tenta colar Moraes em Lula; ala petista defende distância do ministro

Foto: Reprodução

A crise no Supremo Tribunal Federal entrou de vez na disputa presidencial. A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) pretende intensificar os ataques a Alexandre de Moraes e associar o ministro ao presidente Lula (PT), enquanto uma ala da campanha petista defende que o presidente marque distância do magistrado.

No entorno de Flávio, a avaliação é que o prolongamento da crise pode favorecer sua candidatura. A estratégia é manter Moraes e decisões do STF no discurso e na propaganda eleitoral, evitando ataques à Corte como instituição. Nos bastidores, a linha é resumida pela expressão “Lula é Moraes”.

Ao mesmo tempo, a campanha do senador teme os desdobramentos da investigação sobre o filme “Dark Horse”. A preocupação aumentou com a volta de Andrei Rodrigues ao comando da Polícia Federal e a possibilidade de novas medidas contra pessoas ligadas à produção, entre elas integrantes da produtora e o deputado Mario Frias.

Na campanha de Lula, parte dos aliados considera que a associação com Moraes pode trazer desgaste eleitoral e defende uma posição mais enfática diante da crise. O governo, porém, já entrou institucionalmente no caso ao recorrer contra o afastamento da cúpula da PF. Lula também defendeu a quebra completa do sigilo das investigações do caso Master, sem citar Moraes.

Com informações do g1

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Geral

ELEIÇÃO NA CÂMARA DE PARNAMIRIM: César Maia pensava que nadaria de braçada, mas vai ter disputa

Foto: Reprodução

COMPLICOU: César Maia, que caminhava para uma reeleição tranquila, poderá enfrentar dois adversários na disputa pela Presidência da Câmara Municipal de Parnamirim .

O presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, César Maia (MDB), caminhava para uma reeleição tranquila, mas o cenário mudou e, segundo fontes relataram ao Blog do BG, a disputa poderá ter até três candidatos. De acordo com a ansiedade e vontade de César, ele já quer fazer a eleição nos próximos dias, o que não irá acontecer.

A situação de César Maia começou a se complicar após uma série de trapalhadas e da postura dúbia do presidente, que abalaram a credibilidade dele com os demais vereadores e causaram desgaste na imagem da Câmara Municipal de Parnamirim como nunca antes.

Esse acúmulo de problemas, ainda segundo os relatos ouvidos pelo Blog do BG, levou vereadores que não cogitavam participar da disputa agora colocarem seus nomes internamente à disposição para disputar a eleição. Costuras estão sendo feitas nesse sentido.

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Geral

Zenaide chega a 41,4% e aparece novamente entre os eleitos em pesquisa Seta; DataVero também mostra reeleição

Foto: Divulgação

A senadora Zenaide Maia (PSD) lidera a preferência dos eleitores na segunda escolha para o Senado e aparece reeleita com 41,4% na soma do primeiro e do segundo voto, segundo pesquisa do Instituto Seta divulgada nesta quinta-feira (10). Na segunda escolha, Zenaide registra 19,1%, à frente de Styvenson Valentim (16,1%), Samanda (7,5%) e Rafael Motta (7,3%).

Na soma dos dois votos que serão dados pelo eleitor neste ano, Styvenson aparece com 47,3% e Zenaide com 41,4%. Na sequência estão Samanda, com 21%, Coronel Hélio, com 11,4%, e Rafael Motta, com 10,8%. O resultado coloca Zenaide novamente entre os dois nomes que aparecem na faixa de eleição para o Senado.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Seta entre os dias 3 e 5 de setembro de 2026, com 1.500 entrevistas, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TRE-RN sob o número RN-03092/2026.

DataVero também mostra Zenaide novamente entre os eleitos para o Senado

A nova pesquisa DataVero, também divulgada nesta quinta-feira, mostra Zenaide novamente dentro das duas vagas para o Senado pelo Rio Grande do Norte. No resultado unificado, que reúne o primeiro e o segundo votos, a senadora aparece com 13,4%, se mantendo como reeleita. Styvenson lidera com 20,4%, enquanto Samanda chega a 9,2%.

O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre os dias 6 e 8 de setembro. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais e a pesquisa tem 95% de confiança.

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Geral

IGOR GADELHA: O que Moraes pretendia dizer em pronunciamento, agora cancelado

Foto: Breno Esaki/Metrópoles

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, cancelou o pronunciamento que faria às 11h desta quinta-feira (10). Segundo a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, Moraes pretendia apresentar informações sobre o caso Master que também deve prestar ao presidente da Corte, Edson Fachin.

A manifestação havia sido anunciada horas antes e ocorreria em meio à crise no Supremo provocada pela divulgação de mensagens que expuseram a relação próxima entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Na semana passada, André Mendonça retirou o sigilo das mensagens e pediu que o plenário do STF avalie se há elementos para abrir uma investigação formal contra Moraes.

Fachin marcou para a próxima terça-feira (15) a sessão que analisará o caso. Na quarta-feira (9), o presidente do STF também retirou Moraes da relatoria do Inquérito das Fake News.

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Geral

PF apreende sete armas de fogo do deputado federal Mario Frias em operação sobre ‘Dark Horse’

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal apreendeu sete armas de fogo ligadas ao deputado federal Mario Frias (PL-SP) durante buscas realizadas nesta quinta-feira (10) em endereços do parlamentar. A operação investiga suspeitas de desvio de recursos de emendas parlamentares e possível uso de dinheiro público no financiamento de “Dark Horse”, filme sobre Jair Bolsonaro. O celular e o computador do deputado também foram apreendidos.

A PF encontrou ainda veículos de luxo em endereços relacionados aos alvos. Ao todo, são cumpridos 49 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, Ceará, São Paulo e Rio de Janeiro. A operação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF, e conta com participação da Controladoria-Geral da União (CGU).

Entre os alvos está Karina da Gama, ligada à produtora responsável por “Dark Horse”. A investigação apura possíveis desvios de recursos de emendas destinados a entidades relacionadas à empresária. Segundo a PF, há indícios de que valores tenham sido direcionados a empresas subcontratadas irregularmente, sem comprovação dos serviços.

Uma das linhas da investigação busca saber se esses recursos foram usados na produção do filme. A PF também apura repasses do empresário Daniel Vorcaro para financiar “Dark Horse” e as circunstâncias dos pagamentos.

Com informações do Metrópoles

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Geral

Duas candidatas de Mossoró a deputada federal receberam juntas quase R$ 3,5 milhões do União Brasil

Fotos: Reprodução

Duas candidatas de Mossoró a deputada federal receberam juntas quase R$ 3,5 milhões do Fundo Eleitoral do Diretório Nacional do União Brasil. Os dados são do sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais (DivulgaCand) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Dani Ribeiro, que se apresenta nas redes sociais como blogueira e influencer, foi quem recebeu o maior volume de recursos: mais de R$ 2,5 milhões. Já Nagila Diniz, ex-diretora do Hospital Psiquiátrico de Mossoró na gestão do ex-prefeito e candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil), recebeu um repasse de R$ 966.600,00.

As duas candidatas que tiveram as campanhas irrigadas com um volume generoso de recursos do União Brasil integram a coligação de Allyson Bezerra e, coincidentemente, ambas fazem dobradinha com a esposa dele, Cinthia Pinheiro, que é candidata a deputada estadual.

O que chama a atenção, além do valor em si, é que ambas fazem campanhas modestas, além de não aparecerem praticamente em nenhuma pesquisa para deputada federal. O partido resolveu apostar alto, com um vultuoso investimento financeiro, em duas candidaturas que aparentemente não têm viabilidade eleitoral?

Opinião dos leitores

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Eleições 2026

PODERDATA/AYA: Flávio Bolsonaro tem 47% contra 45% de Lula em eventual 2º turno

Fotos: Ricardo Stuckert / PR e Estadão Conteúdo

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno, segundo pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (10). Flávio tem 47% das intenções de voto, contra 45% de Lula.

É a segunda rodada seguida em que o senador fica numericamente à frente. No levantamento de 3 de setembro, Flávio tinha 45%, enquanto Lula registrava 44%.

Em relação à pesquisa anterior, Flávio oscilou dois pontos percentuais, e Lula, um ponto. Brancos e nulos passaram de 8% para 6%, enquanto os indecisos caíram de 3% para 2%.

Metodologia

De 6 a 9 de setembro, o levantamento entrevistou 3.000 pessoas por telefone. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com taxa de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 4 de setembro com o número BR-04914/2026.

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Geral

Diário Oficial confirma saída da cúpula na Seap após vídeo sobre visita íntima em Alcaçuz; secretário de Segurança assume pasta

Fotos: José Aldemir/Agora RN e Reprodução

O Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (10) oficializou as exonerações do secretário de Administração Penitenciária, Helton Edi, e da secretária-adjunta, Arméli Brennand. A mudança no comando da Seap ocorre após a repercussão do vídeo publicado pelo Blog do BG em que Arméli aparece conversando com presos do Comando Vermelho em Alcaçuz e supostamente negociando a implantação de visitas íntimas no sistema prisional a partir do próximo ano.

As exonerações já haviam sido anunciadas pelo Governo do Estado nesta quarta-feira (9). O secretário de Segurança Pública, Coronel Araújo, vai responder interinamente pela Seap até nova decisão do Governo.

A gravação foi feita em 26 de agosto no Pavilhão Rogério Coutinho Madruga, no Complexo Penal de Alcaçuz. No vídeo, um dos presos, que se identifica como integrante do Comando Vermelho, pede a retomada das visitas íntimas e relaciona a medida à disciplina dos detentos.

À divulgação do vídeo, somam-se as fugas de presos de Alcaçuz nos últimos dois meses.

LEIA MAIS: [VÍDEO] Imagens da Secretária Adjunta da Seap negociando visitas íntimas com presos do CV em Alcaçuz viraliza nas redes sociais; em nota oficial, pasta nega conotação eleitoral

LEIA TAMBÉM: Após repercussão negativa de vídeo de secretária-adjunta negociando com presos do CV em Alcaçuz, Governo do RN anuncia mudança no comando da SEAP

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