
Foto: Ilustração/Getty
A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) iniciou o uso do aplicativo “Assistente de Cena de Crime” (ACC), direcionado às investigações realizadas em locais de crimes com mortes violentas. A ferramenta foi desenvolvida pelo Instituto Metrópole Digital (IMD), em parceria com a DHPP, mediante convênio existente entre o Instituto e a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed).
Durante o semestre, a Academia de Polícia Civil (Acadepol) realizou uma capacitação de policiais civis lotados na DHPP, para uso do aplicativo. O curso teve duração de três horas e foi ministrado por instrutores do Instituto Metrópole Digital (IMD) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
A delegada-geral, Ana Cláudia Saraiva, ressaltou que o aplicativo é uma experiência pioneira no Brasil. “Ele irá permitir a transmissão de informações colhidas no local do homicídio em tempo real para o CIOSP, evitando perda de dados e garantindo a segurança das informações colhidas no local do homicídio”, registrou a delegada.
Para o diretor da DHPP, Júlio Costa, a ferramenta é uma importante aliada, que vai possibilitar a integração de dados e uma melhor análise, permitindo o cruzamento de diversas fontes. “Um dos grandes benefícios será proporcionar rapidez e modernização no armazenamento e compartilhamento de dados”, ressaltou o diretor.
Metropole digital não tenham vergonha dêem os créditos ao glorioso Rogério Marinho.
Passaria o dia inteiro aqui falando das boas obras desse gênio.
Parabéns Rogério Marinho deus não escolhe os capacitados capacita os escolhidos e você é um dos escolhidos.
O crédito do ex-reitor Ivonildo Rêgo e sua equipe, o então deputado só destinou a emenda parlamentar do mesmo modo que Fátima fez com os IF. A ideia nunca foi deles, apenas alocaram os recursos.
Verdade!
Rogério é o grande potiguar da atual geração de políticos.
Babão
Esta METRÓPOLE DIGITAL foi uma ideia genial !!!