A taxa anualizada de inflação do Brasil subiu de 5,48% em março para 5,53% em abril, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta 5ª feira (8.mai.2025). É o 7º mês seguido fora do intervalo de 1,5% a 4,5% permitido pela meta. Eis a íntegra da apresentação (PDF – 539 kB).
O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede a inflação oficial do Brasil, teve taxa mensal de 0,43% em abril. Havia sido de 0,56% em março.
A taxa de 0,43% foi a maior para o mês de abril desde 2023, segundo o IBGE. No acumulado do ano, a taxa foi de 2,48%.
INFLAÇÃO EM ABRIL
A inflação mensal em abril teve influência de 8 dos 9 grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE. A maior variação foi de saúde e cuidados pessoais, que avançou 1,18%, puxado pelos produtos farmacêuticos (+2,32%) e pelos itens de higiene pessoal (+1,09%).
O grupo que mais impactou o IPCA foi o de alimentação e bebidas. Avançou 0,82% no mês. A taxa mensal foi inferior a registrada em março (+1,17%), mas elevou em 0,18 ponto percentual a inflação de abril.
O IBGE disse que a alimentação no domicílio teve alta de 0,83%, com o encarecimento da batata-inglesa (+18,29%), do tomate (+14,32%) e do café moído (+4,48%).
O grupo de vestuário teve alta de 1,02% em abril. Destacam-se as altas na roupa feminina (+1,45%), na roupa masculina (+1,21%) e nos calçados e acessórios (+0,60%).
META DE INFLAÇÃO
O CMN (Conselho Monetário Nacional) estabeleceu uma meta de inflação contínua de 3%. O intervalo de tolerância é de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo.
A regra em vigor desde o início do ano prevê que a inflação anualizada –acumulada em 12 meses– não pode ficar acima do teto de 4,5% por mais de 6 meses seguidos. Se a inflação ultrapassar o teto por mais de 6 meses seguidos, a meta será descumprida e o Banco Central terá que publicar uma carta com as explicações.
A autoridade monetária disse, em fevereiro, que deverá descumprir a meta em junho.
TAXA DE JUROS
Para controlar a inflação, o Banco Central aumentou a taxa básica, a Selic, para 14,75% ao ano na 4ª feira (7.mai.2025). Esse é o maior patamar desde 2006. O comunicado deixa a porta aberta para eventuais altas no futuro. A próxima reunião é em 17 e 18 de junho.
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Com a extrema esquerda no governo, dias piores virão.
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, teria utilizado recursos da entidade para custear hospedagens de mulheres que o acompanharam em viagens internacionais. A informação foi divulgada pelo Portal LeoDias, nesta segunda-feira (15/6). Até o momento, a CBF não se pronunciou sobre o caso.
De acordo com a publicação, uma empresária teria ficado hospedada entre os dias 2 e 10 de junho no hotel Hyatt Regency Grand Central, em Nova York, nos Estados Unidos. A conta da hospedagem, de R$ 59.424,81, teria sido inicialmente paga pela CBF.
Segundo a reportagem, a reserva do hotel teria estado vinculada ao nome de Xaud, que é casado há 20 anos com Natália Lopes Xaud. A mulher, que atua no setor fitness em Roraima, terra natal do presidente da CBF, teria acompanhado o dirigente durante compromissos relacionados à entidade.
A publicação afirma que o caso não teria sido isolado. Documentos obtidos pelo portal indicariam que outras viagens internacionais também teriam contado com acompanhantes sem função conhecida na estrutura da CBF, incluindo eventos esportivos realizados na Ásia e no Oriente Médio.
Durante a passagem por Nova York, Camila e Xaud teriam sido vistos juntos em compromissos fora da agenda oficial. A empresária teria permanecido nos Estados Unidos mesmo após o retorno do dirigente ao Brasil para acompanhar compromissos da Seleção Brasileira Feminina.
Influenciadora também teria tido despesas custeadas
Outro episódio ocorreu em dezembro do ano passado, envolvendo uma influenciadora digital, também foi mencionado. Segundo o portal, ela teria viajado para Doha, no Catar, para acompanhar a final do Mundial Interclubes. A viagem teria incluído passagem aérea em classe executiva e hospedagem no hotel The Ritz-Carlton Doha.
Ainda de acordo com a publicação, a conta da hospedagem, avaliada em R$ 17.424, teria sido direcionada à CBF. A influenciadora também teria tido acesso a áreas VIP durante o evento.
Presidente teria reembolsado valor após questionamento
Ainda conforme a publicação, após ser procurado pela equipe de reportagem para comentar o caso, Samir Xaud teria reembolsado o valor referente à hospedagem da empresária em Nova York. Comprovantes do suposto pagamento teriam sido enviados ao portal por pessoas próximas ao dirigente.
O senador e pré-candidato à Presidência da república Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou o nome da ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques para ajudar a equipe de campanha em 2026.
Segundo informações de Metrópoles, a economista aceitou o convite e deve atuar principalmente na área econômica do projeto. Daniella deixou temporariamente as atividades no setor privado para se dedicar à pré-campanha.
“Ela está perto de nós aqui na campanha e vai me ajudar nessa parte econômica, mas, principalmente, na pauta de responsabilidade social”, afirmou Flávio.
Ela é considerada um nome de confiança do grupo bolsonarista e teve atuação próxima ao ex-ministro da Economia Paulo Guedes durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Na equipe de Flávio, a ex-presidente da Caixa será responsável por ajudar na elaboração de propostas econômicas e no diálogo com o mercado financeiro. A avaliação é de que a presença dela pode reforçar a credibilidade do senador junto a investidores e empresários.
O movimento faz parte da estratégia do pré-candidato de montar um time com perfil técnico e político para a disputa de 2026. O senador tenta ampliar a base de apoio e consolidar espaço como principal nome do campo da direita na corrida presidencial.
Daniella Marques presidiu a Caixa entre 2022 e 2023, período em que esteve à frente de programas sociais e políticas de crédito do governo federal. Após deixar o cargo, passou a atuar na iniciativa privada.
“Com a experiência que ela teve na Caixa Econômica e com programas específicos para as mulheres empreendedoras, ela mostrou como é possível, com o uso de tecnologia, boa vontade e boas políticas pública”, disse o pré-candidato durante o Veja Fórum Rumos do Brasil.
O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), sancionou nesta segunda-feira (15) a lei que institui o Dia da Esposa do Pastor Evangélico na capital potiguar. A publicação consta na edição do Diário Oficial do Município (DOM).
De acordo com a Lei nº 8.134, a celebração acontecerá anualmente no primeiro domingo do mês de março.
A proposta é de autoria da vereadora Camila Araújo (PL). O projeto foi aprovado pela Câmara Municipal de Natal antes da sanção do Poder Executivo.
Na justificativa apresentada ao Legislativo, a vereadora defendeu a importância do reconhecimento às esposas de pastores evangélicos.
Segundo Camila Araújo, a criação da data representa um avanço na valorização dessas mulheres, que desempenham um papel de apoio dentro das comunidades religiosas.
A parlamentar destacou ainda que muitas delas dedicam suas vidas ao trabalho realizado ao lado dos maridos e contribuem diretamente para o fortalecimento das atividades desenvolvidas pelas igrejas.
Além disso, a justificativa ressalta a atuação dessas mulheres como suporte emocional e referência espiritual para suas famílias e comunidades.
Com a sanção da nova legislação, o Dia da Esposa do Pastor Evangélico passa a integrar o calendário oficial de datas comemorativas de Natal.
A iniciativa reconhece a participação dessas mulheres nas atividades religiosas e sociais desenvolvidas pelas igrejas evangélicas da cidade.
Nos próximos anos, a celebração acontecerá sempre no primeiro domingo de março, conforme estabelece a legislação municipal.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 15, que poderá impor tarifas de 100% sobre vinhos franceses caso a França mantenha o imposto aplicado a empresas norte-americanas de tecnologia.
Segundo Trump, o aviso foi feito diretamente ao presidente francês, Emmanuel Macron. O republicano exige a revogação da taxa de 3% cobrada sobre receitas obtidas por gigantes digitais dos EUA em território francês.
Em entrevista ao jornal New York Post, Trump disse que a França não deveria tributar empresas norte-americanas. Se os Estados Unidos mantiverem a cobrança, os produtos franceses poderão sofrer novas barreiras no mercado norte-americano.
“Tudo o que ele precisa fazer é acabar com o imposto sobre vendas, e não enfrentará esse tipo de pressão”, afirmou o presidente. A Casa Branca e o Palácio do Eliseu não comentaram as declarações.
A ameaça de Trump reacende uma disputa iniciada ainda em seu primeiro mandato. Desde 2019, a França cobra uma taxa de 3% sobre a receita obtida com serviços digitais por empresas que faturam mais de € 25 milhões no país e € 750 milhões no mundo.
O governo francês argumenta que a medida busca tributar grandes plataformas digitais que operam no país. Washington, por sua vez, considera a cobrança discriminatória contra empresas norte-americanas.
Representantes do setor de vinhos e destilados da França reagiram com preocupação à possibilidade de novas tarifas. O segmento depende fortemente das exportações para os Estados Unidos.
As bebidas alcoólicas estão entre os principais produtos exportados pela União Europeia para o mercado norte-americano. Dados da Eurostat mostram que o setor movimentou cerca de € 9 bilhões em 2024.
Atualmente, vinhos e destilados europeus enfrentam tarifa de 15% para entrar nos Estados Unidos. Produtores franceses pressionam Bruxelas para eliminar a cobrança desde o acordo comercial firmado entre Washington e a União Europeia no ano passado.
A falcoaria diminuiu pela metade o número de acidentes envolvendo aviões militares com pássaros em Natal. Agora, a Força Aérea Brasileira vai levar o projeto para o Sul do país. O projeto existe na FAB desde 2022 e os números já surpreendem.
Em quatro anos, a Base Aérea de Natal registrou uma redução de 50% nas colisões envolvendo aves nas áreas de pouso e decolagem. O resultado reforça a importância do monitoramento da fauna para garantir mais segurança às operações aéreas. Atualmente, são quatro gaviões da espécie Asa-de-telha.
A próxima fase é levar o projeto para as bases aéreas de Canoas e Santa Maria, ambas no Rio Grande do Sul.
O caos lulista deixou um cenário de terra arrasada no Brasil. Juros, inadimplência, inflação e uma crise fiscal que ameaça as principais políticas públicas do País.
Chegou a hora de mudar isso. O Brasil quer e pode muito mais! pic.twitter.com/kdt6XtokfG
O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta 2ª feira (15.jun.2026), que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixa um “legado de dívida e fome”, durante participação no evento Veja Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo.
Em entrevista ao e CEO do Grupo Abril, Mauricio Lima, o congressista afirmou que o Brasil vive um cenário de deterioração econômica e social e disse que o país não comporta mais um novo mandato do atual presidente. “O Brasil não aguenta mais 4 anos de PT”, afirmou.
Flávio Bolsonaro também usou termos mais duros ao se referir ao PT. Em outro momento da conversa, defendeu que o país precisa “livrar do câncer chamado PT”, em crítica direta à sigla.
Ao longo da entrevista, o senador atribuiu ao governo federal a piora das contas públicas e da situação econômica. Segundo ele, a atual gestão ampliou gastos fora do arcabouço fiscal e agravou o quadro fiscal do país. “O Lula gastando mais de 200 bilhões de reais fora do arcabouço fiscal único e exclusivamente para tentar enganar o povo brasileiro mais uma vez dando bondades”, disse.
O pré-candidato também afirmou que a política econômica do governo impacta diretamente o custo de vida da população e o acesso ao crédito. “O brasileiro não tem mais o poder de compra”, afirmou, ao citar juros altos e dificuldade de financiamento para pequenos negócios.
Na avaliação de Flávio Bolsonaro, o cenário econômico se reflete em problemas sociais mais amplos, incluindo pobreza e insegurança alimentar. Ele afirmou que o país enfrenta “legado de dívida e fome”, além de “desespero e violência”, atribuindo a situação à condução do governo Lula.
Durante a entrevista, o senador ainda criticou o modelo de gestão pública e afirmou que o Estado vem ampliando despesas e impostos, o que, segundo ele, contribui para o endividamento das famílias e para o enfraquecimento da atividade econômica.
Associações de policiais civis publicaram notas de repúdio nesta segunda-feira contra uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na última quarta-feira, em uma fala feita durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão, Lula afirmou que os brasileiros têm medo de entregar celulares roubados em delegacias por não saberem que “tipo de policial” vão encontrar.
A declaração do petista se deu durante um discurso sobre um plano do governo federal para estimular a devolução de smartphones aos seus donos. A proposta prevê um sistema de envio de notificações a celulares roubados para que aquele que esteja em posse do aparelho saiba da origem ilícita. Os celulares poderão ser devolvidos em agências dos Correios.
— Eu vou efetivamente despachar o sinalzinho para quem tiver com o telefone roubado devolver, porque senão pode ter consequências. A dúvida é que eu não quero devolver na delegacia, eu quero devolver no correio. Na delegacia, as pessoas têm até medo, porque não sabem o tipo de delegado que vão encontrar ou o tipo de policial. Então, vamos tentar no correio — disse Lula.
ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO BRASIL (ADEPOL)
A Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol) publicou na manhã desta segunda-feira uma nota de repúdio à declaração do presidente, que classifica como “inadequada, injusta e descontextualizada”. Para a Adepol, a afirmação de que seria mais seguro devolver um aparelho roubado nos Correios “transmite à sociedade uma percepção generalizada de desconfiança em relação às Delegacias de Polícia e aos profissionais que nelas atuam, o que não corresponde à realidade”.
“A arrecadação, apreensão, custódia e análise de aparelhos celulares no âmbito de investigações criminais submetem-se a procedimentos legalmente estabelecidos, formalizados e documentados, sujeitos à fiscalização interna e ao controle externo exercido pelo Poder Judiciário e pelo Ministério Público”, diz a nota.
SINDICATO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO (SINDESP)
O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindesp) também criticou a fala do petista e disse apoiar a nota divulgada pela Adepol.
“Delegados de Polícia e policiais civis desempenham papel essencial na investigação criminal, na recuperação de bens subtraídos e na proteção da sociedade. O respeito às instituições é fundamental para o fortalecimento da segurança pública e da confiança da população”, afirmou o sindicato.
SINDICATO DOS POLICIAIS CIVIS DE PERNAMBUCO (SINPOLPE)
O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpolpe) também publicou uma nota de repúdio, na qual afirma que o presidente demonstrou “um desconhecimento abissal sobre a complexidade da área”.
“Ao invés de discursos rasos e sem profundidade, o país demanda uma liderança que se cerque de especialistas, crie políticas públicas eficazes e fortaleça as instituições policiais”, diz o sindicato.
O Sinpolpe afirma ainda que “cada pronunciamento do Presidente Lula sobre o tema reafirma um despreparo alarmante”.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TRABALHADORES POLICIAIS CIVIS (COBRAPOL)
A Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), por sua vez, disse reconhecer “a importância de iniciativas voltadas ao enfrentamento do mercado ilegal de celulares”, mas criticou generalizações que “geram interpretações equivocadas sobre a atuação das Polícias Civis e de seus profissionais”.
“A Cobrapol entende que o fortalecimento da confiança da sociedade nas instituições públicas passa, necessariamente, pela valorização e pelo reconhecimento dos profissionais que atuam na linha de frente da segurança pública”, diz a nota.
FRENTE PARLAMENTAR DE SEGURANÇA PÚBLICA
Na Câmara dos Deputados, a fala do petista levou o presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública, o deputado coronel Alberto Fraga (PL-DF), a publicar uma nota na mesma linha.
No texto, o parlamentar afirma que Lula lançou “injustificadamente” suspeitas sobre o trabalho das Polícias Civis, “atingindo a honra e a credibilidade” dos agentes.
OUTRA DECLARAÇÃO QUE GEROU REPERCUSSÃO
Essa não foi a única controvérsia levantada pela fala de Lula no Conselhão. No mesmo discurso, o petista afirmou que “rico não compra telefone roubado”, mas pobres sim.
— Quem é que não gosta de comprar uma coisinha barata? Todo mundo gosta. Essa inquietação econômica de quem tá com telefone roubado mexeu com a minha cabeça. Eu não posso ficar com essa dúvida, porque o telefone seguro vai deixar 200 milhões de brasileiros tranquilos de que eles não vão ter mais o seu celular roubado — disse o petista.
O deputado estadual por São Paulo, Delegado Olim, repudiu a fala do presidente Lula afirmando que pessoas têm medo de devolver celulares roubados nas delegacias por não saber que tipo de delegados e policiais vão encontrar por lá.
“Ele não confia nos delegados e policiais que lá trabalham. Ele é um ex-presidiário, ele tá falando da sua Polícia Federal também. Ele está falando de todas as instituições policiais. O senhor falou uma bobagem que não dá pra acreditar”, afirmou Olim.
“Sabe quem não gosta das polícias? Ladrão que nem o senhor”, completou o deputado.
O Rio Grande do Norte está entre os 16 estados brasileiros que registram perdas de água acima da média nacional. Segundo estudo do Instituto Trata Brasil e da GO Associados, quase metade da água tratada no estado é perdida durante a distribuição, principalmente por vazamentos, falhas de medição e ligações irregulares.
Em todo o país, o desperdício médio chega a 39,53%, o equivalente a 2,8 bilhões de metros cúbicos de água por ano — volume suficiente para abastecer toda a população do Canadá durante um ano.
O Brasil tem como meta reduzir as perdas para 25% até 2033, conforme previsto pelo Novo Marco Legal do Saneamento. No entanto, especialistas avaliam que o avanço tem sido lento e colocam em dúvida o cumprimento da meta dentro do prazo estabelecido. O estudo foi elaborado com base em dados de 2024 do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa).
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou o pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar o julgamento de Eduardo Bolsonaro por suposta coação no curso do processo. Com a decisão, a análise da denúncia está mantida para esta terça-feira (16).
A DPU também pediu a convocação de um quinto ministro para completar a composição da Primeira Turma, atualmente com quatro integrantes, mas o pedido foi negado. Moraes afirmou que não há prejuízo à defesa e lembrou que, em caso de empate, prevalece a decisão mais favorável ao réu.
A Procuradoria-Geral da República acusa Eduardo Bolsonaro de atuar junto a autoridades estrangeiras para pressionar instituições brasileiras e interferir em processos envolvendo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A defesa contestou a acusação, alegando irregularidades no processo e questionando a atuação de Moraes no caso. Eduardo Bolsonaro está fora do Brasil desde o ano passado e é representado pela DPU.
Agora mostra a inflação do DESGOVERNO BOZO…
Vamos comparar?
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Com a extrema esquerda no governo, dias piores virão.