Foto: Breno Esaki/Agência Saúde do Distrito Federal
A proporção de casos de covid-19 de alta gravidade caiu no Brasil depois de a variante ômicron virar predominante, segundo levantamento do Poder360. O percentual dos hospitalizados com a doença que foram parar em UTI (Unidades de Terapia Intensiva) passou de 45% em dezembro para 34% em janeiro, o menor de toda a pandemia.
“Os casos no hospital são em geral mais leves, há menos complicações, e conseguimos tratar melhor”, diz Viviane Cordeiro, chefe da UTI da Beneficência Portuguesa, sobre os pacientes que recebeu no hospital em janeiro.

Os dados acima consideram 1,7 milhão de registros de hospitalização para os quais há informações sobre a entrada ou não do paciente na UTI. Os números de fevereiro foram desconsiderados porque as informações sobre desfecho de entrada em UTIs e/ou intubação ainda devem sofrer modificações significativas nas próximas semanas.
A intubação de pacientes, outro indicador de gravidade, também registrou o menor patamar desde o início da crise sanitária. Em janeiro, 15,6% dos hospitalizados foram intubados.

O movimento também foi captado pelo projeto UTIs Brasileiras. O tempo médio de permanência em UTIs caiu 35% no trimestre até fevereiro em relação aos 3 meses anteriores. Chegou em 8,7 dias. É o menor patamar da pandemia, de acordo com dados do projeto.
O país terminou janeiro com 70% da população com o 1º ciclo vacinal completo (duas doses ou dose única) e 22% já com o reforço. Rezende, no entanto, disse ser necessário aumentar esses percentuais.
QUEDA GERAL DA GRAVIDADE
A gravidade da doença também cai ao se considerar as mortes registradas de pessoas que não foram internadas ou hospitalizadas.
A proporção dos casos de alta gravidade (quando houve internação em UTI, intubação ou morte) diminuiu no Brasil. Foi de 51% em dezembro de 2021 para 45% em janeiro. Os dados consideram todas as hospitalizações ou registros de morte sem hospitalização.
São os menores números desde julho de 2021. Aquele foi um período atípico, quando a maioria dos idosos estava imunizada e o restante da população ainda começava a ser vacinado. Ou seja, os não idosos (que costumam ter casos menos graves) passaram a ser o alvo preferencial da covid-19 naquele momento.

FAIXA ETÁRIA
A redução da gravidade dos casos de covid-19 em hospitais ocorreu em janeiro em todas as faixas etárias, com exceção de duas: 0 a 4 anos e 5 a 11 anos. Nesses 2 casos, a taxa de alta gravidade permaneceu no mesmo nível que estava em dezembro (26% das hospitalizações). Esses são os estratos da população que tinham até janeiro cobertura vacinal inexistente ou baixa.
Poder 360
Nossa, como a cloroquina, o remédio de verme e o ozônio no frinfa surtiram efeito né. Incrível. Acabaram com a pandemia.
Mas ainda estão morrendo 500 pessoas por dia. Portanto é uma irresponsabilidade o prefeito fazer esse libera geral do uso de máscaras. Os profissionais de saúde estão reclamando que hoje, chegavam nos postos tossindo na cara dos profissionais sem uso de máscaras. Um desrespeito com quem tem sw dedicado a salvar vidas, nesse momento mais que em qualquer outro. Parece que o compromisso do prefeito e do genocida é com a morte