Intervenção no Rio tem aprovação de 74% dos brasileiros

Foto: Pilar Olivares/Reuters/20.02.2018

Uma pesquisa de opinião feita com 2.882 brasileiros das 27 unidades da federação entre os dias 19 e 20 de fevereiro revela que 74,1% dos entrevistados apoiam a intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro. 20,5% são contra e 5,4% não sabem ou não responderam. O levantamento foi feito pelo Instituto Paraná Pesquisas.

O apoio à intervenção no Rio de Janeiro é maior entre os moradores da região Sul do País, chegando a 77,2% de aprovação. Entre os moradores do Sudeste, a intervenção é positiva para 75,5% dos entrevistados. Por idade, o apoio é maior entre os com mais de 60 anos (76,5% de apoio). Por escolaridade, entre os entrevistados com Ensino Fundamental Completo (77,9%). Os homens são mais favoráveis à intervenção (75,4%) do que as mulheres (72,8%).

A pesquisa tem grau de confiança de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente dois pontos percentuais para os resultados gerais. Nas análises por localidade, a margem de erro chega a 5 pontos percentuais.

A intervenção ao Rio de Janeiro foi anunciada na última sexta-feira (16) após a escalada de violência no Estado antes e durante o Carnaval.

Coluna do Fraga – R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ferreira disse:

    Instituto Paraná Pesquisas não é aquele que produzia pesquisas por encomenda para os Tucanos dizendo que Aécio estava disparado na frente?
    PENSE NUM INSTITUTO COM CREDIBILIDADE…
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • joca disse:

      O mesmo que disse que Aécio iria para o segundo turno com D…, enquanto os demais diziam
      que Marina Silva iria. Mas não disse que estava disparado não.

  2. DJ Manynho disse:

    Aprovo aqui pra o RN tambem, não precisa ser especialista pra saber se precisa, a necessidade ta na cara.

  3. Claudio Carvalho disse:

    Eu sou a favor. Prazer!

  4. webrevenger disse:

    74% dos brasileiros ou dos entrevistados? Até agora não conheci ninguém a favor. Agora refaçam a pesquisa apenas com especialistas em segurança pública.

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