Brasil

Invasores do sistema de pagamentos do governo desviaram R$ 6,7 milhões do TSE com oito operações em um minuto

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Invasores do sistema de pagamentos da administração federal, o Siafi, desviaram R$ 6,7 milhões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em oito operações diferentes realizadas em um minuto.

As transações, efetuadas em 16 de abril, usaram as credenciais de acesso furtadas de dois funcionários do órgão para autorizar os pagamentos via Pix.

Um dos servidores estava habilitado como ordenador das despesas. O segundo era um gestor financeiro do tribunal.

O aval de funcionários destas funções é necessário para concluir as transferências. Os horários em que as senhas foram usadas estão registrados nas ordens bancárias do Siafi.

Nessas oito operações, o procedimento foi idêntico. Os criminosos usavam o CPF do ordenador para assinar a ordem bancária às 18h23. No minuto seguinte, às 18h24, eles se valiam da senha do gestor financeiro para dar sinal verde ao pagamento.

Ao todo, os registros mostram pelo menos 16 investidas bem-sucedidas num intervalo de uma hora e 12 minutos.

Os autores da ação conseguiram subtrair R$ 11,39 milhões do TSE por meio dessas operações, concentradas em intervalos de um minuto. Eles ainda tentaram desviar outros R$ 2,22 milhões em seis operações adicionais, que foram canceladas após rejeição do Banco Central.

A invasão ao Siafi foi revelada pela Folha. Dados extraídos do sistema mostram que os criminosos desviaram ao menos R$ 15,19 milhões, sendo R$ 3,8 milhões do MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), e os demais valores do TSE. Até agora, sabe-se que R$ 2 bilhões foram recuperados.

O Executivo não confirma oficialmente os montantes desviados, sob a justificativa de que o inquérito da Polícia Federal corre sob sigilo.

Na semana passada, a PF colheu o depoimento de servidores que tiveram suas credenciais roubadas pelos criminosos. O procedimento é considerado uma formalidade, dado que a principal hipótese é de que eles foram vítimas do esquema.

Os dados do Siafi mostram que as operações envolvendo recursos do TSE se concentraram em seis horários diferentes, entre 17h49 e 19h01, no dia 16 de abril.

Para os primeiros desvios do tribunal, que somaram R$ 2,5 milhões, os criminosos usaram no mesmo minuto as duas senhas roubadas, primeiro às 17h49, depois às 17h59.

Mais tarde foram autorizadas as transferências de R$ 6,7 milhões, entre 18h23 e 18h24.

Novas transações totalizando R$ 2,19 milhões foram feitas entre 18h39 e 18h40, entre 18h54 e 18h55 e, de forma derradeira, às 19h01. A sequência foi sempre a mesma: primeiro, a assinatura do ordenador, seguida do aval do gestor financeiro no minuto seguinte.

Os valores desviados estavam empenhados para o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), empresa pública federal do ramo de tecnologia, e para a G4F, companhia que presta serviços de tecnologia da informação.

Os invasores alteraram o destino final dos recursos para beneficiar contas de empresas e pessoas físicas que não têm contratos com o governo. Os donos de duas destas empresas disseram à Folha que foram vítimas do esquema e tiveram dados usados indevidamente pelos criminosos.

Os dados do Siafi ainda mostram desvios de verba do MGI para três empresas no dia 28 de março, véspera de feriado (Sexta-feira Santa). Técnicos do ministério notaram a invasão no dia 1º de abril.

Uma das operações, de R$ 1 milhão, foi feita às 21h22, com as duas assinaturas no mesmo minuto. Transação maior, de R$ 2 milhões, foi autorizada às 21h42. A ação derradeira se deu às 22h08, com a transferência de mais R$ 768 mil.

Ao todo, R$ 3,8 milhões foram desviados da pasta.

Após o ataque ao Siafi, o governo federal endureceu o acesso aos sistemas da União e montou uma força-tarefa para emitir certificados digitais pelo Serpro, necessários para servidores que precisam autorizar pagamentos.

A medida é exigência de segurança do Tesouro Nacional após a invasão que usou credenciais válidas de funcionários do governo na plataforma gov.br para desviar milhões em recursos federais.

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, reconheceu nesta segunda-feira (29) que o maior rigor nos procedimentos tem causado “transtorno operacional” em alguns órgãos, mas disse que ele é “plenamente justificável” diante do episódio.

Ceron não quis confirmar os valores desviados, sob o argumento de que a Polícia Federal solicitou sigilo sobre o tema.

A suspeita é que os invasores coletaram os dados sem autorização via sistema de pesca de senhas (com uso de links maliciosos, por exemplo).

Uma das hipóteses é que essa coleta se estendeu por meses até os suspeitos reunirem um volume considerável de senhas para levar a cabo o ataque.

Outros artifícios também podem ter sido empregados pelos invasores. A plataforma tem um mecanismo que permite desabilitar e recriar o acesso a partir do CPF do usuário, o que pode ter viabilizado o uso indevido do sistema.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. O governo tem que dar satisfação urgente sobre esse assunto aos donos desse dinheiro, NOS!!!!!! QUE NIVEL DE SEGURANCA TEM O TSE que permite esse tipo de ação???

  2. NÃO existe equipamento inviolável. Os hackers invadem os computadores do pentágono, porque não invadem essa máquina de somar aqui no Brasil???

  3. Impressionante aconte de tudo nesse desgoverno do presodente Mula da Silva. Deus tenha misericórdia do povo Brasileiro!!

  4. TSE? Mas não é o mesmo TSE, que se dizia inviolável, é? Isso só pode ser fake! Kd Xandão para manda prender quem fez essa reportagem? Agora danou-se…

    1. O sistema em que houve o desvio (SIAFI) não foi criado nem é hospedado em computadores do TSE e sim no Tesouro Nacional, órgão do poder executivo. Talvez vc na sua ignorância não consiga diferenciar, mas todos os demais órgãos públicos são apenas usuários desse sistema, como quando a pessoa é correntista e roubam ou tem acesso a sua senha e fazem uma transferência bancária indevida, pois foi isso que aconteceu não somente c o TSE mas com diversos outros órgãos públicos. Basta pesquisar!

  5. ” A plataforma tem um mecanismo que permite desabilitar e recriar o acesso a partir do CPF do usuário, o que pode ter viabilizado o uso indevido do sistema.” A reportagem dando dicas aos bandidos

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Brasil

Lula critica “Aerolula”, mesmo sabendo que novo jato esbarra em custo bilionário e ano eleitoral

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar o avião presidencial. As reclamações foram publicadas pelo jornal O Globo. Os comentários sobre a aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) ocorreram em reunião com a cúpula militar na semana passada. Na ocasião, o petista citou três episódios de risco enfrentados no atual mandato.

O modelo atual é um Airbus ACJ-319, comprado em 2005 no primeiro mandato de Lula. A aquisição gerou polêmica na época. A oposição usou o apelido “Aerolula” de forma pejorativa.

A aeronave custou US$ 56,7 milhões na época. O valor correspondia a R$ 167 milhões no câmbio do período. O avião também transportou Dilma Rousseff (PT), Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL).

A insatisfação de Lula e da primeira-dama do país, Janja da Silva, com o modelo é antiga. O presidente deseja um equipamento com maior autonomia para voos internacionais. Ele também quer mais espaço para reuniões, área VIP e um quarto maior.

Apesar da cobrança, o governo considera inviável a troca da aeronave no momento. A aquisição de um novo avião exigirá cerca de R$ 2 bilhões. Além disso, a compra geraria desgaste político em pleno ano eleitoral. O presidente já indicou em outras ocasiões que sua queixa não provocará mudanças imediatas.

Antes do Airbus, o transporte presidencial cabia ao Boeing 707, apelidado de “Sucatão”. O modelo foi adquirido em 1986 no governo José Sarney. Ele acabou aposentado pelo alto custo de manutenção e consumo elevado.

Com informações da Revista Oeste

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Brasil

Economista sai em defesa de Flávio e diz que Vorcaro negociou com toda a Faria Lima

Foto: Reprodução/ Redes sociais

A economista Daniella Marques, integrante da equipe econômica da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), afirmou que considera injusta a tentativa de vincular o senador ao chamado Caso Master.

Durante entrevista ao podcast Market Makers, ela declarou que o banqueiro Daniel Vorcaro mantinha relações amplas com agentes do mercado financeiro e que o ambiente da Faria Lima também teve participação na distribuição de produtos ligados ao Banco Master.

Segundo Daniella Marques, o crescimento do Banco Master ocorreu com a participação de grandes bancos e corretoras na distribuição de certificados de depósito bancário (CDBs).

Ela afirmou que Vorcaro promovia eventos de grande porte frequentados por empresários, integrantes do Judiciário, parlamentares e representantes do mercado financeiro, argumentando que a proximidade do banqueiro com esses setores era pública e conhecida.

Durante a entrevista, Flávio Bolsonaro ressaltou que nunca participou desses encontros promovidos por Vorcaro.

Daniella confirmou a declaração e afirmou que jamais viu o senador nos eventos, acrescentando que diversas outras pessoas do mercado financeiro mantinham contato com o empresário.

Na avaliação da economista, concentrar as críticas exclusivamente sobre Flávio ignora o relacionamento que Vorcaro possuía com diversos agentes do setor financeiro.

O nome de Flávio Bolsonaro passou a ser citado no caso após reportagens informarem que ele intermediou contatos com Daniel Vorcaro para buscar financiamento privado para o filme Dark Horse, produção em homenagem ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

O senador afirmou posteriormente que esse foi o único objetivo da relação mantida com o banqueiro e negou qualquer outro vínculo com os fatos investigados.

Questionado sobre a possibilidade de surgirem novas revelações relacionadas ao Caso Master, Flávio Bolsonaro reiterou que não praticou qualquer irregularidade e declarou que não existe outro elo entre ele e Daniel Vorcaro além das tratativas envolvendo o financiamento do longa-metragem.

O senador também afirmou que entrou na disputa pela Presidência deixando sua “zona de conforto” e disse confiar que os fatos demonstrarão a inexistência de condutas ilegais de sua parte.

Com informações do Diário do Poder

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Geral

SEM MÁSCARA: Lula chama secretário de Trump de ‘latino-americano frustrado’ e diz que ele ‘odeia o Brasil’

Foto: Reprodução

Em evento que comemorou os 65 anos do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), em São José dos Campos (SP), nesta sexta-feira (7), o presidente Lula (PT) voltou a criticar o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio.

“O Márcio [ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços] se reuniu umas quatro ou cinco vezes com o secretário de comércio dos Estados Unidos, mas ele tem um cidadão que não gosta do Brasil, que não gosta da América Latina e que é um bolsonarista”, disse.

“É o Marco Rubio. Eu disse pro Trump: ‘Esse moço não gosta do Brasil’. Não gosta, ele é um anti-latino-americano. Ou um latino-americano frustrado, porque ele foi embora de Cuba, o avô dele, o bisavô de lá, ele nunca morou em Cuba. Mas ele foi embora, ele é um descendente de cubano de Miami. Então ele odeia. Odeia Cuba, odeia a Colômbia, odeia o Brasil.”

Durante os discursos, foi divulgada a queda nos números dos alertas de desmatamento, assunto utilizado pelos Estados Unidos ao justificar a determinação do novo tarifaço. Segundo o relatório do USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos), o Brasil tem se beneficiado da destruição da Floresta Amazônica.

Com informações da CNN

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Eleições 2026

Flávio critica Judiciário e diz haver tentativa de barrar sua eleição

Foto: Beto Barata/PL

O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, fez críticas ao Judiciário nesta sexta-feira (7/8), durante um encontro com empresários e autoridades de São Caetano do Sul (SP).

Em uma churrascaria da cidade, o senador afirmou que há um movimento para impedir que ele seja eleito ao Palácio do Planalto. Durante o discurso, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar decisões judiciais.

Segundo participantes do encontro, Flávio Bolsonaro disse que tem denunciado a “roubalheira” na administração pública e que acredita que “eles vão ultrapassar o limite da maldade” para barrar sua possível eleição.

O encontro reuniu cerca de 50 empresários e comerciantes de São Caetano do Sul. Entre os participantes estavam o prefeito da cidade, Tite Campanella (Republicanos), secretários, vereadores e o deputado estadual Thiago Auricchio (PL-SP).

Flávio diz não temer novas acusações

Em sua fala, Flávio também disse que teve a sua vida vasculhada e que não conseguiram provar qualquer ilícito cometido por ele.

O candidato do PL também disse não temer novas acusações. “Não fiz nada de errado. Não tem o que aparecer”, afirmou o senador, em um trecho da fala compartilhado com o Metrópoles.

O senador fluminense também aproveitou o encontro para apresentar propostas para a área econômica de um eventual governo.

Durante a conversa, empresários demonstraram preocupação com os possíveis efeitos da reforma tributária sobre as empresas da região e sobre a arrecadação de São Caetano do Sul.

Flávio e o coordenador de sua campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), têm criticado a reforma aprovada pelo Congresso no fim de 2023. O candidato já sinalizou que pretende paralisar a implementação do novo modelo e reavaliar as regras durante um eventual mandato.

No encontro, segundo participantes, Flávio também fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O senador afirmou que Lula já teve três mandatos para tentar melhorar os índices do país e que não conseguiria fazer isso em um quarto governo.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro também disse que pretende fazer um governo “moderno” e voltado para o futuro. A fala segue o discurso adotado pela campanha, que apresenta Flávio como candidato a presidente do “Brasil do futuro”.

Com informações de Metrópoles

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Política

SÓ UMA BICICLETA E UM FUSCA: Erika Hilton declara patrimônio de apenas R$ 15 mil à Justiça Eleitoral

Foto: Reprodução/ Instagram

Candidata à reeleição, a deputada federal Erika Hilton (PSOL) declarou à Justiça Eleitoral ter 15.975,73 reais em bens, divididos entre uma conta corrente na Caixa Econômica Federal e três aplicações de renda fixa no Nubank.

Os dados constam no portal de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em 2022, quando concorreu pela primeira vez ao cargo, ela declarou um patrimônio de 19.989,96 reais.

O valor estava dividido entre uma conta corrente, na qual ela tinha 4,51 reais, e uma aplicação de renda fixa, com 19.985,45 reais.

Conhecida por ostentar bolsas e roupas de alto luxo nas redes sociais, Erika Hilton chamou a atenção das redes sociais pelo patrimônio declarado.


Com informações de O Antagonista

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Política

Jair Renan usa nome do pai na urna e declara patrimônio de R$ 187 mil

Foto: Reprodução/ Instagram

O filho homem mais novo do ex-presidente Jair Bolsonaro vai usar o nome de urna do pai para disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados este ano. Jair Renan, que hoje é vereador na cidade de Balneário Camboriú (SC), declarou à Justiça Eleitoral, no seu registro de candidatura, ser dono de um patrimônio de R$ 187.366,28, composto por um automóvel Volkswagen Jetta e dinheiro dividido em duas contas bancárias.

Em 2024 Jair Renan já havia repetido esse mesmo feito: ele usou o nome do pai na urna, omitindo o seu nome do meio (Renan) e seu outro sobrenome (Valle). Quando se candidatou à Câmara de Balneário, ele declarou ser dono de um patrimônio de R$ 42.069,79, vindo unicamente de dinheiro em contas bancárias. Eleito, ele recebe um salário bruto de R$ 13.664,13 do legislativo do município catarinense — que fica em pouco mais de R$ 10 mil líquidos.

Com exceção de Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos e teve o mandato como deputado federal cassado por faltas, os outros filhos de Jair Bolsonaro sairão candidatos. Laura, a mais nova, ainda é adolescente. Além de Jair Renan, que vai tentar ser deputado federal, seu irmão mais velho, Flávio Bolsonaro é candidato a presidente da República.

Carlos Bolsonaro, que foi vereador no Rio de Janeiro por vários mandatos consecutivos, mudou seu domicílio eleitoral para Santa Catarina e sairá candidato ao Senado por lá, ao lado da deputada federal Carol de Toni. Os nomes dos dois foram aprovados na convenção do partido, mas ainda não houve registro na Justiça Eleitoral.

Os partidos têm até o dia 15 de agosto, sábado da outra semana, para formalizarem o registro. Ele dá origem a um processo, no qual a Justiça analisa a regularidade do registro para permitir ou não a candidatura. No entanto, finalizada a convenção partidária, já é permitido se apresentar publicamente como candidato.

Com informações de Veja

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Cidades

Gavião atinge rede elétrica e provoca apagão em pelo menos cinco bairros de Natal

Foto: Reprodução

O choque de um gavião contra componentes da rede elétrica provocou um curto-circuito e interrompeu o fornecimento de energia no início da noite desta sexta-feira (7) em bairros da Zona Oeste e Zona Sul de Natal. A informação é do Blog Gustavo Negreiros.

Segundo a Neoenergia Cosern, a ocorrência foi registrada às 17h46 e atingiu consumidores de Lagoa Nova, Candelária, Nossa Senhora de Nazaré, Cidade da Esperança e Bom Pastor.

A distribuidora informou que, logo após a ocorrência, realizou manobras no sistema que permitiram o restabelecimento do serviço para parte dos clientes. Equipes técnicas seguem trabalhando no local para concluir os reparos, com previsão inicial de normalização total do fornecimento até as 20h30.

Ao todo, 5 mil unidades consumidoras foram afetadas pela interrupção. Destas, 1.952 tiveram o fornecimento restabelecido logo após as manobras realizadas pela Neoenergia Cosern.

Com informações do Blog Gustavo Negreiros via Portal 96 FM

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Mundo

Casa Branca transforma Homem-Aranha em símbolo de caça a imigrantes

Foto: Reprodução/ Redes sociais

A Casa Branca publicou nesta sexta-feira (7) montagem do super-herói Homem-Aranha, personagem de quadrinhos e filmes da Marvel, acompanhada da mensagem: “Criminosos estrangeiros serão pegos e deportados”. A publicação foi compartilhada nas redes sociais oficiais do governo dos Estados Unidos. O post tinha mais de 260 mil curtidas no perfil do Instagram e ultrapassava 680 mil visualizações no X até esta publicação.

Na legenda da postagem no Instagram, a Casa Branca escreveu: “Seus agentes da ICE amigáveis do bairro”, em referência ao principal slogan do super-herói. Nos comentários, há quem aprove a publicação: “Adorei isso!”, escreveu um, e quem condene: “O Homem-Aranha não é um assassino!””. Até a última atualização desta reportagem, a Marvel não havia se pronunciado sobre o uso da imagem do personagem na publicação.

Memes da Casa Branca

Esta não é a primeira vez que a Casa Branca utiliza a imagem de um super-herói para divulgar mensagens relacionadas à política de imigração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em 2025, a conta oficial da Casa Branca na rede social X publicou um meme que retratava Trump como Superman. Na ocasião, a publicação também gerou repercussão nas redes sociais.

Após a divulgação do meme, a Casa Branca afirmou: “Em nenhum lugar da Constituição diz que não podemos postar memes legais”, em resposta às críticas sobre a publicação.

O Tempo

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Política

Lula usa ministros para tentar atrair Mendonça para a arena política, diz colunista

Foto: Carlos Moura/STF

Vazada por aliados de Lula nesta quinta, a conversa de ministros do governo com o ministro André Mendonça tem, na avaliação de integrantes do STF, a intenção de arrastar para a arena política — desqualificando futuras decisões — o relator das investigações do caso Master, das fraudes do INSS e do escândalo de lobby envolvendo Lulinha no STF. As informações são da coluna Radar – Veja.

Antes de Lula e seus aliados entrarem em cena, a suposta crise envolvendo Mendonça e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, era tratada na esfera técnica — até porque não há fatos a comprovar que ele atue politicamente no cargo. Havia uma constatação básica: todas as investigações na corporação andavam, menos a que envolvia o filho de Lula.

As trocas de investigadores no curso da apuração contra Lulinha, a ausência de estrutura para garantir o andamento da apuração e a relutância em atender decisões judiciais são questões objetivas e procedimentais.

Nos últimos dias, aliados de Lula criaram um verdadeiro caos em torno do tema, espalhando suspeitas sobre a atuação de Mendonça no caso Lulinha. Também lançaram novas narrativas, como a investigação de supostos vazamentos no caso do filho do presidente. E conseguiram algo raro no STF: mudar uma jurisprudência do tribunal, ao estabelecer que Lulinha seja investigado por dois relatores por um mesmo suposto esquema.

Mendonça já havia sido sorteado e era o relator prevento. Mas a multiplicação de inquéritos contra Lulinha — divididos pelos clientes desse balcão de tráfico de influência e não pela conduta supostamente criminosa do filho do chefe do Planalto –, fez com que Flávio Dino fosse também sorteado relator no STF.

Com o tumulto estabelecido nas investigações contra Lulinha, foi a vez de uma carta de superintendentes da PF lançar em cena o suposto atrito institucional. Como se a questão em discussão não fosse a série de ações incomuns nas investigações contra petistas, os ministros de Lula atraíram Mendonça para uma espécie de “conciliação” com o governo, algo raro na postura do ministro, que sempre evitou concertações políticas sobre investigações.

A reunião mediada por Jorge Messias, entre Wellington Silva e Mendonça, no TSE, serviu para alimentar rumores de “pacificação” entre Lula e o relator do caso Lulinha. Deu ao presidente ainda a narrativa de que ele é o maior interessado no andamento regular das investigações da PF.

Fosse isso verdade, Lula usaria seu poder para punir quem impede a PF de fazer seu papel e dificulta as investigações dos escândalos relatados pelo ministro Mendonça, e não o oposto.

“Também não é preciso que o ministro do Supremo receba ministros do governo para registrar que a PF deve fazer sua obrigação: atuar de forma independente, sem servir ao político de turno. Um absurdo”, diz um ministro do Supremo, sob reserva.

Coluna Radar – Veja

 

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Política

Prefeita Marina comemora resultado histórico no Ideb e destaca “cruzada” pela educação em Pedro Avelino

Foto: Divulgação

A prefeita de Pedro Avelino, Marina Trindade, comemorou os novos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). A rede municipal avançou de 3,8, em 2023, para 5,1, em 2025, alcançando a maior nota já registrada pelo município.

Com um crescimento de 1,3 ponto, Pedro Avelino foi o terceiro município que mais evoluiu no Rio Grande do Norte. A cidade também subiu 80 posições no ranking estadual. Em 2023, ocupava a 156ª colocação entre os 167 municípios potiguares.

O Ideb é o principal indicador utilizado pelo Ministério da Educação para medir a qualidade do ensino básico. A nota considera o aprendizado dos estudantes em Língua Portuguesa e Matemática, além da aprovação e do avanço dos alunos na escola. Quanto maior o índice, melhor é o desempenho da educação.

Para Marina Trindade, o resultado representa uma virada histórica e comprova os efeitos do trabalho iniciado em seu primeiro ano à frente da Prefeitura.

“É uma conquista que enche Pedro Avelino de orgulho. Conseguimos interromper uma trajetória de queda e alcançar, já no primeiro ano da nossa gestão, a maior nota da história do município. Foi um salto extraordinário, que colocou Pedro Avelino entre os maiores destaques da educação no Rio Grande do Norte”, comemorou a prefeita.

Marina atribuiu o avanço a uma verdadeira “cruzada” promovida pela gestão para recuperar as escolas, melhorar o ensino e oferecer melhores condições de trabalho aos profissionais da educação.

“Desde o início da nossa gestão, colocamos a educação como prioridade. Iniciamos uma verdadeira cruzada para recuperar as escolas, cuidar dos estudantes, melhorar o transporte e a alimentação escolar e tratar os professores e servidores com o respeito que merecem. Esse resultado mostra que estamos no caminho certo”, afirmou.

De 2005 a 2015, Pedro Avelino havia registrado uma evolução discreta, porém constante, no Ideb. Nos anos seguintes, entretanto, o município passou a enfrentar sucessivas quedas. O resultado de 2025 interrompe essa trajetória e recoloca a educação municipal em uma curva de crescimento.

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