Polícia

Investigações da PF sobre contratos suspeitos na pandemia somam R$ 2 bilhões

Foto: Gabriel Monteiro / Agência O Globo

A Polícia Federal investiga indícios de desvios de verbas públicas para o combate ao coronavírus em contratos que, somados, chegam a R$ 2 bilhões. As apurações tratam, por exemplo, de suspeitas de fraudes em licitações, compras de insumos com empresas de fachada e superfaturamento na aquisição de equipamentos.

Desde abril, a PF já realizou 52 operações em 19 estados, em busca de provas para aprofundar as investigações sobre as possíveis fraudes.

Todas essas ações somaram 11 prisões preventivas, 120 detenções temporárias e 929 mandados de busca e apreensão. Parte das investigações se baseou em auditorias e relatórios da Controladoria-Geral da União (CGU). Investigadores apuram agora, dentro desse universo de R$ 2 bilhões, quanto de fato foi desviado.

Os dados incluem, por exemplo, a ação que mirou um esquema de corrupção no Rio e afastou o governador Wilson Witzel (PSC) do cargo, além de outras operações contra governadores, autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A maioria dos casos, entretanto, correu na primeira instância.

Maior caso é o do Rio

A investigação sobre contratos suspeitos assinados pelo governo Witzel com a organização social Iabas para gerir sete hospitais de campanha representa o maior caso na mira da PF: R$ 835 milhões sob suspeita de irregularidades.

Na investigação, os policiais e a Procuradoria-Geral da República (PGR) detectaram possíveis fraudes realizadas na gestão estadual para permitir que a Iabas fosse favorecida e obtivesse a gestão dos hospitais, mesmo já tendo histórico de irregularidades.

A PF realizou em 26 de maio uma operação para vasculhar 12 endereços em busca de elementos que comprovassem irregularidades em contrato de R$ 835 milhões firmado entre o Estado do Rio e a organização social Iabas para a construção de sete hospitais de campanha. O governador Wilson Witzel (PSC) foi alvo de buscas no Palácio Laranjeiras, residência oficial. Provas recolhidas pelos investigadores, incluindo e-mails, foram utilizadas para embasar o pedido da PGR pelo afastamento de Witzel, determinado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em agosto.

O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), foi alvo de busca e apreensão e bloqueio de bens em 30 de junho, na mesma operação em que foi presa sua secretária de Saúde, Simone Papaiz. A PF apura supostas fraudes e desvios na compra de respiradores com dispensa de licitação de uma importadora de vinhos. Os mandados foram cumpridos na sede do governo do estado, na casa do governador e na secretaria de saúde, em Manaus.

Em Roraima, a PF apura suspeitas de sobrepreço e superfaturamento na execução de emendas parlamentares destinadas ao combate à Covid-19 no estado. Os contratos envolvidos no esquema totalizariam cerca de R$ 20 milhões. Ao cumprirem um mandado de busca e apreensão na casa do senador Chico Rodrigues (DEM), em Boa Vista, agentes da PF descobriram que o parlamentar estava escondendo cerca de R$ 30 mil na cueca. A busca aconteceu em 14 de outubro. Rodrigues era vice-líder do governo e membro do colegiado do Congresso Nacional responsável por acompanhar a execução de recursos relacionados ao combate ao coronavírus.

A organização chegou a ser proibida de contratar com o governo estadual no início de 2019, mas o veto foi contornado pelo governo Witzel, que entregou a gestão dos hospitais de campanha para a entidade. Witzel e Iabas negam irregularidades.

De acordo com o delegado Thiago Delabary, coordenador-geral de repressão à corrupção e à lavagem de dinheiro da PF, a corporação usou a experiência adquirida nos últimos anos em grandes investigações sobre desvios de recursos públicos para combater irregularidades envolvendo verbas direcionadas para o enfrentamento da pandemia.

— O alto índice de reprovabilidade social desses desvios impõe à Polícia Federal o desafio de investigá-los, incansavelmente, mesmo nesse período de pandemia — afirmou Delabary.

A urgência nas contratações para suprir as demandas da pandemia e a falta de controle nesses gastos acabaram impulsionando a ocorrência de irregularidades, apontam as investigações. Houve superfaturamento até na compra de itens básicos, como álcool em gel e máscaras.

A aquisição de itens junto a empresas supostamente de fachada foi uma fraude frequente encontrada nas apurações. Um dos casos mais notórios ocorreu no Amazonas, onde o governo estadual comprou 28 respiradores de uma loja de vinhos, sem licitação, por cerca de R$ 3 milhões.

Segundo as investigações da PF, esse estabelecimento pagou uma empresa que comercializa os equipamentos, mas repassou o material para o governo com superfaturamento de 133%. O governador Wilson Lima (PSC) é investigado sob suspeita de ser chefe do esquema, o que ele nega.

O Legislativo também entrou na mira dos agentes da PF. Há dez dias, o senador Chico Rodrigues (DEM-RR), que era vice-líder do governo Bolsonaro, foi alvo de busca e apreensão durante uma operação sobre desvios em Roraima. Em sua residência, foram encontrados cerca de R$ 90 mil — aproximadamente R$ 30 mil estavam dentro da cueca do parlamentar. O senador disse que escondeu o dinheiro, que seria usado para pagar funcionárias, por impulso.

Com tantas operações, a PF bateu recorde de valores de bens apreendidos neste ano, que totalizaram R$ 5,4 milhões até outubro. Em 2018 e 2019, os volumes foram de R$ 2,5 milhões e R$ 2,7 milhões, respectivamente.

Foto: Marcia Foletto / Agência O Globo

Volume pode ser maior

Além das ações da Polícia Federal, investigações estaduais miraram desvios relacionados à Covid-19 e elevam ainda mais o montante total de recursos públicos que podem ter sido aplicados de forma irregular em meio à pandemia.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, por exemplo, realizou operações para apurar suspeitas de irregularidades em contratos do DF envolvendo hospital de campanha e aquisição de testes rápidos. Já a Polícia Civil da Bahia investiga a compra de respiradores, no valor de R$ 48 milhões, junto a uma empresa que nunca entregou o material. O caso foi remetido à PGR.

Em Santa Catarina, a gestão do governador Carlos Moisés (PSL) foi investigada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público estadual sob suspeita de fraudes em um contrato de R$ 33 milhões para compra de 200 respiradores, com pagmento antecipado. O caso foi repassado ao Ministério Público Federal (MPF)e o Moisés nega ter cometido irregularidades.

Para Bruno Brandão, diretor executivo da Transparência Internacional no Brasil, a urgência do momento criou terreno fértil para os desvios nos estados:

— Foi a tempestade perfeita para a corrupção, não só no Brasil como no mundo. Nunca se gastou tantos recursos públicos e nunca se relaxaram tanto os controles. O risco de corrupção ficou maior.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Jesus Cristo tem muito morador sem futuro, a lista começa com José Dirceu, Lili, a Anta, Gleisi Frufru, Genoíno, Guimarães, José Geraldo, Pixuleco, Entregador De Pizza, Manoel Mané, a lista é grande (já fui eleitor desse povinho) agora me aparece um tal de Robert, mesmo com o partido quase extinto; vão para lá noiados, procurar uma esquina para fazer algo, já nos bastam os desmantelos da vida, o cheiro é comportamento de vcs, tornam o mundo menos atraente, vcs não respeitam nem suas familias, tenham vergonha.

    1. O 1º da lista é você! Não tem serventia de PN.

  2. GOVERNADOR DE QUAL PARTIDO?
    Governador Wilson Witzel do PSC.
    Partido Social Cristão?
    Mais um partido defensor de Deus Pátria e Família da base de apoio de Bolsonaro..
    ISSO É UMA VERGONHA!

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[VÍDEO] Flávio Bolsonaro rebate Lula em SC e diz que presidente é ameaça ao agro


Vídeo: Reprodução/Metrópoles

O senador  e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante evento político em Santa Catarina, onde acusou o chefe do Executivo federal de perder completamente o senso de realidade e de representar um “perigo” para a economia e, em especial para o setor agropecuário do país.

O tom inflamado da fala ocorreu após declarações de Lula em solo catarinense envolvendo o setor. De acordo com Flávio, o petista teria sugerido que o agronegócio brasileiro “deveria se ajoelhar aos seus pés”. O parlamentar classificou a postura como inaceitável e afirmou que o presidente atual resgatou o perfil político e sindicalista radical da década de 1990.

“Ele voltou a ser aquele Lula da década de 90, um sindicalista que fala bobagem todo dia, uma pessoa com ideias velhas e atrasadas que tem fixação por implementar um regime comunista e ditatorial no Brasil”, disparou o senador.

Flávio Bolsonaro aproveitou a oportunidade para lembrar que Lula se referiu ao estado de forma pejorativa. “Hoje ele estava aqui em Santa Catarina, ameaçando quem produz, que é o nosso agro dizendo que o agro deveria se ajoelhar aos seus pés. Isso foram palavras de uma pessoa que já havia dito que Santa Catarina é composta por nazistas”, alfinetou o senador. 

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Relatório da Abin vê nível crítico de interferência dos EUA nas eleições


Alexandre Meneghini/REUTERS

Um relatório reservado da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), enviado no fim de agosto à Presidência da República, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Ministério da Justiça, elevou ao “nível de criticidade” a possibilidade de interferência externa dos Estados Unidos no processo eleitoral brasileiro de 2026.

O texto vê uma “tendência de escalada de pressão sobre o Brasil” e alerta que “observa-se intensificação seletiva e reconfiguração da pressão exercida pelos EUA” sobre o país, “sem ruptura de um padrão estrutural de influência já existente”.

A Abin destaca que o Brasil virou alvo prioritário por manter um governo com autonomia estratégica e disposição para resistir às exigências de alinhamento geopolítico. Embora tenha havido episódios de recuo e distensão diplomática, a escalada se intensificou desde maio, impulsionada por dois fatores principais: classificação de organizações criminosas como terroristas pelo governo norte-americano e retaliações econômicas contra o Brasil, brasileiros e empresas com vínculos na América Latina e Europa por suposta lavagem de dinheiro ligada ao PCC.

Com informações da Folha de São Paulo

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Presidente do PT cobra nome de Lula em materiais de campanha e ameaça pedir devolução do fundo eleitoral a candidatos a deputado

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, determinou que candidatos a deputado pelo partido incluam Lula e os demais candidatos majoritários apoiados pela legenda em seus materiais de campanha. Em caso de descumprimento, ele defendeu até ações por infidelidade partidária e a devolução de recursos do fundo eleitoral.

Edinho tomou conhecimento da circulação em grupos petistas de materiais de campanha sem o nome ou o número de Lula e, em alguns casos, sem candidatos a governador e ao Senado apoiados pelo partido.

Em áudio enviado à Executiva Nacional, Edinho afirmou que a eleição de Lula deve ser prioridade e que os materiais precisam refletir as decisões coletivas do PT. A Executiva aprovou resolução orientando que as candidaturas proporcionais incluam Lula e os candidatos majoritários nas peças impressas e digitais, além de ações de rua e redes sociais.

“Se a nossa militância informar a direção do PT sobre a existência de materiais que não traduzam a nossa tática eleitoral, eu penso que temos […] que encaminhar ações por infidelidade partidária, pedindo a devolução do Fundo Eleitoral”, afirmou Edinho.

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Mendonça diz à PF que não conseguiu acessar celular de Vorcaro e pede suporte técnico

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu neste sábado (19) auxílio técnico à Polícia Federal para conseguir acessar o conteúdo de um dos celulares de Daniel Vorcaro apreendidos pela corporação.

Em ofício enviado ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, Mendonça afirmou que seu gabinete não conseguiu acessar os dados armazenados no material entregue pela polícia.

O ministro do Supremo atribui o problema a possíveis dificuldades técnicas ou até a algum defeito no material fornecido pela corporação.

“Até o presente momento, seja por dificuldades de ordem técnica operacional, seja por algum tipo de defeito contido na mídia entregue, este Gabinete não logrou êxito em obter acesso efetivo ao material ali contido, permanecendo os respectivos dados e informações indisponíveis ao exame e análise deste juízo”, diz Mendonça no ofício.

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[VÍDEO] Estudante de medicina é flagrada praticando furto em loja de luxo em Natal

Uma estudante de medicina de uma universidade particular foi flagrada por câmeras de segurança praticando furto em uma loja de alto padrão no bairro de Lagoa Nova, em Natal.

O item levado sem a efetuação do pagamento foi um conjunto fitness. A peça, de uma marca premium, teria valor aproximado de R$ 1 mil.

As imagens registraram a movimentação da estudante dentro do estabelecimento e o momento em que ela saiu com a mercadoria.

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[VÍDEO] ”ESSE PREFEITO É UM LADRÃO”: Vídeo gravado pela PF dentro da Dismed revela conversa sobre gestão de Allyson

Um vídeo gravado pela Polícia Federal dentro da Dismed Distribuidora de Medicamentos, em Mossoró, divulgado pelo Blog do Dina, revela diálogos que integram a investigação da Operação Mederi.

A gravação, feita em maio de 2025, mostra uma conversa entre Oseas Monthalggan Fernandes Costa, sócio da Dismed, com um interlocutor identificado nos autos como “Nenen”. Em um dos trechos, Oseas faz uma comparação hipotética: “se eu fosse prefeito […] esse prefeito é ladrão, quem rouba é ele, pode falar, não me importa não”. Na sequência, contrapõe a situação ao comportamento atribuído ao então prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, mencionando o cuidado para que “ninguém” soubesse.

Em outro momento, “Nenen” orienta Oseas sobre como abordar Poliana Rezende Dantas, então diretora financeira da Secretaria Municipal de Saúde, para discutir o volume de compras de medicamentos. Ele compara Mossoró com José da Penha: “José da Penha consome cem mil por mês […] como é que Mossoró em um mês só consome trezentos mil?”. Em seguida, a conversa aponta que o volume mensal de Mossoró poderia chegar a pelo menos R$ 500 mil.

Segundo o Blog do Dina, a Polícia Federal registrou que o diálogo demonstraria “familiaridade” com a então diretora e confiança de que ela seria receptiva aos argumentos apresentados.

A Operação Mederi segue em investigação.

Com informações do Blog do Dina

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[VÍDEO] Recém-inaugurado, Mirante do Mar vira novo point de Natal e recebe famílias e turistas no fim de tarde

O primeiro sábado após a inauguração do Mirante do Mar, na Avenida Getúlio Vargas em Natal, já mostrou o potencial do novo espaço como ponto de encontro da cidade. Ao longo do fim de tarde, crianças, famílias, moradores e turistas ocuparam o espaço para apreciar a bela vista do litoral natalense e o clima agradável.

Inaugurado na sexta-feira (18) pelo prefeito Paulinho Freire, o Mirante do Mar passa a integrar o roteiro turístico da capital potiguar. O espaço oferece vista para as praias centrais e a Ponte Newton Navarro, além de estrutura acessível para receber natalenses e turistas.

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[VÍDEO] Em Santa Catarina, Lula diz que agro deveria “se ajoelhar” a ele

Durante agenda em Florianópolis neste sábado (19), o presidente Lula (PT), candidato à reeleição, afirmou que o agronegócio deveria “se ajoelhar” diante dos recursos destinados pelo governo ao setor. No palanque, Lula chamou Gelson Merísio (PSB), candidato ao governo de Santa Catarina, e sugeriu que ele reúna “o pessoal do agronegócio” no estado para perguntar “por que eles não gostam” deles.

“Por que eles [agro] não gostam de nós? Porque o problema contra nós, acho que é uma questão de pele, porque sou nordestino ou porque eu sou pobre. Porque se dependesse de dinheiro do governo, eles tinham que não só votar, mas se ajoelhar para mim, porque nunca houve tanto dinheiro para a agricultura como agora”, disse o petista.

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Não é só Mossoró: Cabo Deyvison atrai multidão em Apodi e Assú e confirma tendência de fenômeno eleitoral

ApodiApodi

Assú

O crescimento da candidatura de Cabo Deyvison à Câmara Federal já ultrapassa os limites de Mossoró. Nos dois últimos eventos realizados pelo candidato, em Apodi na quinta-feira (16) e Assú nesta sexta-feira (17), uma multidão saiu às ruas para acompanhar as mobilizações, reforçando a força de uma candidatura que vem ganhando espaço em diferentes regiões do Rio Grande do Norte.

Em Apodi, Cabo Deyvison foi recebido por uma grande quantidade de pessoas e participou de uma mobilização que movimentou a cidade. O cenário se repetiu em Assú, onde uma nova multidão acompanhou o candidato pelas ruas, demonstrando que o nome do vereador mossoroense vem conquistando espaço para além de sua principal base eleitoral.

A sequência de eventos fortalece a percepção de que Cabo Deyvison deixou de ser uma candidatura concentrada em Mossoró e passou a construir uma presença estadual.

“Eu fico muito feliz em chegar às cidades e encontrar as pessoas nas ruas. Isso mostra que a nossa mensagem está chegando. Não estamos fazendo uma campanha apenas por uma eleição, mas por um projeto para representar o Rio Grande do Norte e defender quem trabalha, quem produz e quem quer viver em paz”, afirmou Cabo Deyvison.

O desempenho nas ruas acontece paralelamente ao crescimento do candidato nas pesquisas de intenção de voto. Cabo Deyvison vem aparecendo entre os nomes mais citados nos levantamentos divulgados no Estado, aumentando a expectativa em torno de uma votação expressiva.

A segurança pública permanece como uma das principais bandeiras da candidatura. Cabo Deyvison ganhou projeção ainda maior após sobreviver a um atentado praticado por criminosos que, segundo a investigação policial, tinham o próprio vereador como alvo. Na ação, seu amigo e profissional da comunicação Alyson Diego foi assassinado.

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[VÍDEO] Lula debocha de Flávio e diz que quer ganhar as eleições para manter Jair Bolsonaro na cadeia

O presidente Lula (PT) afirmou neste sábado (19) que quer ganhar as eleições para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro na cadeia. “A ideia do outro [Flávio Bolsonaro]: ‘Eu quero ganhar as eleições para tirar meu pai da cadeia’, disse Lula em tom de deboche. “E eu quero ganhar para manter ele na cadeia”, completou, esbravejando.

Bolsonaro foi condenado em setembro de 2025 a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O ex-presidente cumpre pena domiciliar por tempo indeterminado levando em consideração suas condições de saúde.

Flávio já afirmou que tem como projeto, caso seja eleito, anistiar os condenados envolvidos no processo da chamada trama golpista, julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

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