A decisão irresponsável do Congresso e da Justiça Eleitoral de promover eleição em plena pandemia, uma das principais causas do repique da covid no País, segundo o especialista João Gabbardo, também vitimou os candidatos.
Somente em Pernambuco, 65 dos 82 candidatos a prefeito pelo MDB foram infectados, assim como uma centena de candidatos a vereador.
A doença afastou inúmeros postulantes na reta final da campanha, como no caso de Guilherme Boulos (Psol) em São Paulo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O TSE não fez qualquer levantamento sobre candidatos ou mesários infectados por covid. Talvez os números provocassem arrependimentos.
Partidos só têm levantamentos não-oficiais, mas ao menos 52 candidatos a prefeito nas capitais foram infectados pela covid-19, na campanha.
Maguito Vilela, 71 anos, eleito prefeito de Goiânia, ficou entre a vida e a morte, hospitalizado em São Paulo, lutando contra a doença.
Em Boa Vista (RR), a candidata a vice-prefeita, Edileuza Barbosa Gomes Lóz, não resistiu e faleceu vitimada pela covid.
DIÁRIO DO PODER
Foto: Reprodução Redes Sociais
Acho que o que extrapolou foram as aglomerações nos comícios (especialmente em cidades do interior). Foi de uma irresponsabilidade imensa. O dia da votação foi 10% do problema.
Como irresponsabilidade?
Foi normal, certo e inquestionável o período eleitoral, não?
Os garotos propaganda da Globo que tanto gritaram "fique em casa", foram a TV convencer que poderiam ir votar, o ambiente era seguro, não teria problema, quase determinaram que o vírus estava proibido de atuar no período eleitoral. Lembram a quantidade de propaganda nesse sentido?
Não teve 01 autoridade constituída que fosse questionar a propaganda sobre o período eleitoral "sem vírus", "sem perigo de infecção".
O circo parece ser planejado, montado e vem sendo executado ao gosto daqueles que estão tirando proveito político dessa pandemia.
Tudo importa para que os senhores da política se beneficiem, existe de tudo ou seja, importa o poder, menos o respeito a vida do povo.
Se a vacina é confiável e vai imunizar contra o vírus, qual a razão da obrigatoriedade?
Se é proibido obrigar a viciado em entorpecentes e álcool ser obrigado a se tratar, porque essa mudança de regra no caso da vacina contra o covid?
Qual a razão de ter que tomar a vacina e continuar isolado, usando máscara, mantendo o distanciamento?
Nenhum comentário do Humberto Costa sobre as atitudes do genocida instigando e fazendo aglomerações além de menosprezar o uso da máscara e do vírus?
Essas máscaras que vendem no Alecrim, não protege nem contra peitos, imagina um vírus.
Sem dúvida alguma, foi um erro, já que se sabia antecipadamente das consequências que adviriam no pós eleição. Foram muitas "concentrações" irresponsáveis. Não se pode creditar totalmente à Justiça Eleitoral ou mesmo ao Congresso. Os próprios partidos e candidatos em cada localidade, são igualmente responsáveis. Mesmo assim, não se pode retirar toda a culpa dos cidadãos. Esses poderiam não ter ido loucamente para as ruas.
E esse erro, não pode permitir mais um erro que será o "liberou geral" nas festas de fim de ano e nas confraternizações.
Ao Poder Público cabe a responsabilidade de coibir isso, no sentido de garantir a saúde pública.
Cabe também as famílias e aos cidadãos em geral entenderem o momento crucial e se precatarem e respeitarem os demais.
Para o político o que importa é ganhar a eleição, vale a pena até se lascar com covid!
Tem um ditapopular que diz:
Aqui se faz, aqui se paga.