Em Paris para acompanhar a abertura da Olimpíada, a primeira-dama Janja da Silva participou da inauguração da Casa Brasil no Parc de la Villette, neste sábado (27).
Enquanto Janja conhecia o espaço, jornalistas tentaram abordá-la para fazer entrevistas, mas foram empurrados pelos seus assessores e seguranças.
A tentativa de conversar com a primeira-dama se repetiu algumas vezes, mas os assessores eram orientados a evitar que os jornalistas se aproximassem.
A CNN entrou em contato com o Planalto para comentar o ocorrido em Paris, mas não teve retorno até o momento.
A viagem de Janja a Paris acontece em meio a um mistério sobre a sua agenda oficial. Alguns compromissos não foram divulgados e apenas foram informados pelas contrapartes francesas.
Janja fez uma rápida passagem pela Casa Brasil, recebeu presentes de bordadeiras do Rio Grande do Norte e fez um discurso.
To rindo muito aqui , só seria melhor se fosse a que tomou porrada na cara do segurança do Maduro … Quem sabe um dia eles aprendem como com8unistas tratam a impressa!
O retorno de policiais federais cedidos a órgãos do Judiciário foi articulado diretamente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, segundo informações da Coluna do Estadão.
De acordo com a publicação, a medida provocou desconforto entre integrantes da PF, e uma ala da corporação avalia que a decisão tem motivação política. Nos bastidores, delegados relacionam a iniciativa a investigações conduzidas pelo gabinete do ministro do STF André Mendonça, que atingem aliados do governo nos casos do INSS e do Banco Master.
Ainda segundo a Coluna do Estadão, parte dos delegados acredita que a insatisfação do governo estaria relacionada à atuação do delegado Thiago Marcantonio, assessor de Mendonça e integrante de investigações consideradas sensíveis.
Há cerca de um mês, Lula anunciou publicamente que havia determinado o retorno de delegados cedidos.
“Eu mandei o ministro da Justiça fazer uma nota convidando todos os delegados da Polícia Federal que estão fora da Polícia Federal. Só vai ficar fora aqueles que forem secretários de Estado”, afirmou o presidente na ocasião.
Nesta semana, o Ministério da Justiça enviou ofícios solicitando a devolução de policiais federais, rodoviários federais e penais cedidos a diversos órgãos públicos. Segundo o secretário-executivo da pasta, Ademar Borges, cerca de 100 pedidos foram encaminhados a mais de 50 instituições.
“O processo de retorno dos policiais federais, rodoviários federais e policiais penais — seguindo a diretriz presidencial amplamente divulgada — para reforço e valorização das atividades finalísticas e de combate ao crime organizado teve início no fim de abril e continua em curso”, afirmou Borges, em declaração reproduzida pela Coluna do Estadão.
A justificativa oficial do governo é reforçar o combate ao crime organizado e fortalecer as atividades-fim das corporações policiais.
A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), porém, manifestou preocupação com a medida. Em nota citada pela Coluna do Estadão, a entidade afirmou que o retorno dos delegados pode afetar órgãos que contam com esses profissionais em funções estratégicas e prejudicar o intercâmbio institucional entre a PF e outros Poderes.
A publicação também lembra que a Polícia Federal promoveu recentemente mudanças na coordenação da Operação Sem Desconto, que investiga desvios no INSS. Na ocasião, a corporação afirmou que a alteração teve caráter técnico e buscava ampliar o apoio às investigações.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta sexta-feira, 19, uma medida provisória (MP) estabelecendo a obrigatoriedade de uma nota mínima no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) para que o estudante de medicina possa exercer a profissão.
A medida passa a valer imediatamente, mas apenas para quem começar a faculdade a partir de agora.
Os estudantes deverão fazer a prova em dois momentos: ao fim do 4º ano e na conclusão do último ano do curso. Quem não obtiver a nota mínima na última fase não perderá o direito de se formar, mas deverá fazer o exame novamente para obter a licença e poder se inscrever nos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs). Além disso, a nota obtida no Enamed na conclusão do curso ficará registrada no histórico escolar.
Para que todos os estudantes possam fazer a prova assim que se formarem, o Enamed, que era anual, vai passar a ser semestral. A edição deste ano, que acontece em 13 de setembro, está com as inscrições abertas até o dia 29 deste mês.
Por se tratar de uma MP, a iniciativa vigora por até 180 dias. Até o final desse prazo, deve ser analisada pelo Congresso e transformada em lei, ou perderá a validade.
Os ministérios da Saúde e da Educação disseram que essa medida foi construída em conjunto com vários setores governamentais e entidades representativas da área da saúde. O objetivo é verificar a capacidade dos estudantes e garantir que os novos médicos tenham condições de atender as necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
30% dos cursos de medicina tiveram resultado insatisfatório
As mudanças na formação médica acontecem após os resultados da última edição do Enamed mostrarem que 107 cursos de medicina tiveram notas 1 e 2, consideradas insatisfatórias. Isso equivale a 30% de todos os cursos do país.
As instituições que não tiveram a avaliação mínima estão passando por supervisão ou sanções: dependendo do caso, podem ficar proibidas de abrir novas turmas.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional confirmou, na madrugada deste sábado (20), que a plataforma de alertas da Defesa Civil foi alvo de uma invasão hacker.
Segundo o governo, mensagens foram disparadas remotamente por um agente externo ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil. O caso será investigado pela Polícia Federal.
Após a identificação da falha, o sistema foi retirado do ar por volta de 1h30 da madrugada como medida de segurança.
Os alertas enviados continham a palavra “misantropia” e foram recebidos em diferentes regiões do país, incluindo Brasília, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul.
A ferramenta utilizada é o sistema Cell Broadcast, gerido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), responsável pelos alertas oficiais de emergência e desastres naturais.
Apesar da repercussão, órgãos estaduais informaram que não havia qualquer evento climático ou situação de risco nos locais afetados.
A Defesa Civil do Paraná afirmou ter acionado a Anatel e a Defesa Civil nacional para apuração imediata do caso.
O governo federal reforçou que a Polícia Federal será responsável pela investigação completa da invasão e identificação dos responsáveis pelo ataque e pelo disparo em massa dos alertas.
O ministro do STF, André Mendonça, afirmou que teve dificuldade para acreditar na versão oficial de que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” de Daniel Vorcaro, do Banco Master, teria cometido suicídio dentro de uma cela da Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais.
A declaração foi feita durante sessão da Corte ao comentar o caso da morte do preso.
“Me custou a acreditar que fosse um suicídio. Infelizmente eu tive que ver a cena de um ser humano tirando a própria vida”, disse Mendonça.
A fala do ministro repercutiu ao tratar das circunstâncias envolvendo o óbito dentro da unidade da Polícia Federal.
Três homens com mandados de prisão em aberto foram presos na noite desta sexta-feira (19) durante ações do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) em diferentes regiões de Natal.
Segundo o CPRE, dois dos detidos eram procurados pela Justiça após condenações por roubo. As prisões ocorreram durante abordagens de rotina realizadas por equipes da corporação.
A primeira captura aconteceu no bairro do Alecrim, na zona Leste da capital. Durante a fiscalização, os policiais identificaram um homem com mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Regional de Execução Penal do Tribunal de Justiça pelos crimes de roubo e furto.
Já na Avenida João Medeiros Filho, na zona Norte, outro homem foi localizado e preso. Contra ele havia um mandado de prisão expedido pela mesma vara de execução penal pelo crime de roubo.
Terceiro capturado
Um terceira prisão ocorreu no bairro Nossa Senhora da Apresentação, também na zona Norte de Natal. Desta vez, o foragido tinha m mandado de prisão expedido pela 5ª Vara de Família e Sucessões da Comarca de Natal.
Dcordo com o CPRE, os policiais receberam informações sobre a localização do suspeito e o prenderam.
Um relatório médico divulgado nesta sexta-feira (19) aponta melhora no quadro de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a poucos dias do encerramento do prazo da prisão domiciliar humanitária concedida pela Justiça.
Segundo o boletim, Bolsonaro apresentou evolução no tratamento do ombro operado e redução das crises de soluço. O documento, baseado em sessões de fisioterapia realizadas entre os dias 15 e 17 de junho, também registra ganho de mobilidade e diminuição das dores.
Os profissionais de saúde destacaram ainda que o ex-presidente demonstrou maior disposição física em comparação com semanas anteriores. De acordo com o relatório, a ausência recente dos episódios de soluço contribuiu para a melhora observada.
Apesar da evolução, os médicos relataram efeitos colaterais provocados pelos medicamentos utilizados no tratamento, entre eles sonolência durante o dia e instabilidade no equilíbrio corporal.
Lindbergh quer revogar domiciliar
Enquanto isso, o deputado federal Lindbergh Farias (PT) protocolou novo pedido para revogar a prisão domiciliar de Bolsonaro. Ele argumenta que a medida não estaria cumprindo sua finalidade após um episódio envolvendo uma tentativa de intimação feita por um delegado da Polícia Civil do Distrito Federal.
Segundo o pedido, agentes foram à residência do ex-presidente para intimá-lo a prestar depoimento sobre a arma apreendida com um de seus seguranças, mas a abordagem teria sido impedida pela equipe de escolta.
Lindbergh sustenta que a prisão domiciliar não impede o cumprimento de atos oficiais e pediu ao ministro Alexandre de Moraes que consulte a PGR sobre a possibilidade de revogação da medida ou, alternativamente, endureça as condições impostas ao ex-presidente.
Depoimento e prisão domiciliar
Moraes autorizou que Bolsonaro seja ouvido pela Polícia Civil do Distrito Federal no próximo dia 23 de junho, às 15h. A audiência será realizada presencialmente na residência onde ele cumpre prisão domiciliar.
Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Em março, recebeu autorização para cumprir pena em regime domiciliar humanitário por 90 dias em razão de seu estado de saúde.
O PT decidiu manter a estratégia de associar o senador Flávio Bolsonaro ao Caso Banco Master, mesmo após a operação da Polícia Federal que teve como alvo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner.
Segundo informações divulgadas pela Jovem Pan, integrantes da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que o foco deve permanecer em Flávio, por ele ser apontado como potencial adversário na disputa presidencial de 2026.
Nos bastidores, aliados petistas reconhecem que a operação contra Jaques Wagner acabou fornecendo argumentos para adversários políticos e ampliou o desgaste no debate público.
Ainda assim, a avaliação da cúpula do partido é que uma eventual tentativa de vincular o episódio diretamente ao governo Lula não deve produzir os mesmos efeitos eleitorais.
Wagner foi alvo de uma ação da Polícia Federal na última quinta-feira (19). De acordo com a investigação, o senador teria recebido R$ 8 milhões do empresário Augusto Lima, ex-sócio do banqueiro Daniel Vorcaro, para defender pautas de interesse do Banco Master. O parlamentar nega as acusações.
O Caso Master já vinha sendo explorado pelo PT após a divulgação de um áudio em que Flávio Bolsonaro solicita R$ 134 milhões a Vorcaro.
O episódio ganhou novos desdobramentos depois que o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, apresentou uma versão diferente da relatada pelo senador sobre um encontro com o banqueiro.
Nos bastidores, a avaliação é que o tema seguirá sendo utilizado por ambos os lados da disputa política, ampliando a troca de acusações e o embate em torno da corrida presidencial de 2026.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não pensa no presidente brasileiro Lula (PT) e declarou que “não poderia se importar menos” com o petista, segundo informações do Diário do Poder.
Ao comentar líderes internacionais, Trump fez referência a Lula e classificou o brasileiro como uma pessoa “muito volátil”. “Eu assisti ao Brasil, o líder que eu conheço um pouco. Ele é uma pessoa muito volátil”, afirmou.
Ao ser questionado sobre sua relação com Lula, Trump respondeu de forma direta: “Eu não penso nele, para ser honesto com você. Eu realmente não penso nele. Não poderia me importar menos”.
Trump acrescentou ainda que assistiu recentemente a um discurso de Lula e voltou a descrevê-lo como “muito volátil”. “Eu assisti enquanto ele fazia um discurso. Foi muito volátil e está tudo bem”.
As declarações ocorrem em meio a recentes divergências entre Washington e Brasília. Nos últimos dias, Lula afirmou publicamente que Trump deveria evitar qualquer tipo de interferência no processo eleitoral brasileiro de 2026, defendendo a soberania nacional e a independência das instituições do país.
O jornalista Cláudio Humberto afirmou, em sua coluna deste sábado (20), que o presidente Lula (PT) estaria “flertando” com uma acusação de obstrução da Justiça após determinar o retorno de policiais federais que atuavam em investigações consideradas sensíveis para o governo.
Segundo o colunista, a medida atingiria equipes envolvidas em apurações relacionadas ao escândalo do Banco Master e aos desvios investigados no INSS. Humberto também cita o afastamento anterior de um delegado que investigava suspeitas envolvendo Lulinha.
A coluna reproduz ainda uma declaração da deputada Carol De Toni. Segundo a parlamentar, o “alvo real” da mudança seria o ministro André Mendonça e os casos relacionados ao INSS e ao Banco Master.
Cláudio Humberto afirma que o governo justificou a decisão como parte de uma estratégia para reforçar o combate ao crime organizado. O jornalista, porém, questiona a explicação apresentada.
Na análise, o colunista também destaca que a retirada dos policiais ocorreu poucas horas antes da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que teve como alvo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner.
Ainda segundo a coluna, o senador é citado em investigações relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro. Humberto sustenta que os fatos reforçariam a percepção de que o governo busca proteger aliados e conter investigações que alcançam pessoas próximas ao presidente.
As informações e avaliações reproduzidas nesta matéria são de responsabilidade do colunista Cláudio Humberto.
Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, citam o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), como possível intermediário para o envio de um recado ao presidente Lula (PT).
Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, os diálogos foram trocados em julho de 2024 entre Vorcaro e Fernando Mascarenhas Filho, diretor comercial da instituição financeira, conforme informações do Metrópoles.
Na conversa, Mascarenhas afirma que havia comentários de que o Banco Master seria próximo do governo federal, comparando a situação à dos irmãos Joesley e Wesley Batista, controladores do grupo J&F.
“Única coisa que falaram [foi] que somos próximos do governo, igual irmãos Batista são. O que é verdade rsrs”, escreveu o executivo.
Em resposta, Vorcaro comemorou a informação e afirmou que aquilo seria “marketing para nós”. Em seguida, pediu que a mensagem fosse compartilhada com “Lula” e com a “base aliada”.
O diretor comercial respondeu que enviaria o recado para “tio Guiga e Jaques”.
De acordo com a Polícia Federal, “Guiga” seria o publicitário baiano Guilherme Sodré, apontado pela investigação como amigo de Jaques Wagner e citado pelos investigadores como operador financeiro do senador.
Ao analisar o conteúdo, a PF afirmou que as mensagens “sugerem proximidade entre Daniel Vorcaro e pessoas com poder político no estado da Bahia”.
Procurado pelo Estadão, Jaques Wagner negou qualquer relação com o banqueiro. O senador afirmou que não pode ser responsabilizado por conversas de terceiros das quais não participou.
“Não existiu intermediação e não existe relação”, declarou o líder do governo no Senado.
To rindo muito aqui , só seria melhor se fosse a que tomou porrada na cara do segurança do Maduro … Quem sabe um dia eles aprendem como com8unistas tratam a impressa!