A Justiça Federal no Rio Grande do Norte lançou processo seletivo para estágio em 15 cursos. O edital completo está disponível no site da instituição (www.jfrn.jus.br). Há ofertas para estudantes de Administração, Arquitetura, Biblioteconomia, Ciências da Computação, Ciências Contábeis, Comunicação Social – Jornalismo, Design, Direito, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Estatística, Gestão de Políticas Públicas, Pedagogia e Psicologia.
Para a sede da JFRN estão sendo ofertadas vagas em todos esses cursos. Já nas Subseções de Mossoró, Caicó, Assu e Pau dos Ferros serão oferecidos estágios para estudantes de Administração, Ciências Contábeis e Direito.
As vagas são disponíveis são para cadastro reserva. As inscrições estarão abertas no período de 27 de junho até o dia 8 de julho no site da JFRN (www.jfrn.jus.br). No entanto, A confirmação das inscrições deverá ocorrer no período de 10 de julho até o dia 18 de julho, mediante a entrega do Índice de Rendimento Escolar (IRA) e ainda 2 quilos de alimentos não perecíveis, na sede da JFRN, em Natal, e nas Subseções (Mossoró, Caicó, Assu, Pau dos Ferros). Os postulantes a vaga de estágio na 15ª Vara, em Ceará-Mirim, deverão fazer a entrega dos alimentos e da documentação na sede de Natal.
Poderão assumir o estágio os estudantes que estiverem, no mínimo, no quinto período e que tenham tempo remanescente para, no mínimo, um ano de conclusão do curso, no caso do Curso de Direito; e, que estejam, pelo menos, a partir 4º (quarto) período, inclusive, no caso dos demais cursos objeto desta seleção. Os candidatos serão selecionados na primeira fase pelo IRA. Já a segunda fase terá entrevista e prova subjetiva.
Os selecionados cumprirão carga horária semanal de 20 horas.
O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou de uma reunião com amigos, apoiadores e lideranças políticas do deputado estadual Dr. Kerginaldo, realizada na Arena das Dunas, em Natal. O encontro reuniu mais de 50 lideranças da capital que integram o projeto político.
A reunião também contou com a presença do pré-candidato a vice-governador, Babá Pereira; do pré-candidato ao Senado, Coronel Hélio; do deputado estadual Dr. Kerginaldo, anfitrião do encontro; e da pré-candidata a deputada federal, Gabriella Trajano.
Durante o encontro, Álvaro Dias agradeceu o convite de Dr. Kerginaldo e destacou a importância da mobilização das lideranças para o fortalecimento do projeto político.
“Gostaria de agradecer o convite de Kerginaldo. Sei que aqui está o time que fará o trabalho em Natal para, juntos, alcançarmos o sucesso do nosso projeto de pré-candidatura.”
Ao longo da reunião, Álvaro também recebeu manifestações de apoio e reconhecimento das lideranças presentes, que destacaram o trabalho realizado por ele à frente da Prefeitura de Natal. O encontro reforçou a articulação política do grupo na capital e a mobilização das lideranças em torno do projeto para as eleições de 2026.
A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que os planos de saúde devem cobrir cirurgias de feminização facial realizadas durante o processo transexualizador. O julgamento manteve a obrigação de uma operadora autorizar os procedimentos solicitados por uma paciente trans, com indicação médica.
A beneficiária já havia passado pela cirurgia de redesignação sexual e precisava realizar procedimentos como reconstrução craniana, retirada do pomo de adão e rinoplastia reparadora. A operadora recorreu, alegando que o rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) não obrigava a cobertura e que a Lei 9.656/1998 permitia excluir esse tipo de cirurgia.
Ao analisar o caso, a ministra Nancy Andrighi destacou que o Ministério da Saúde ampliou o processo transexualizador no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio das Portarias 2.836/2011 e 2.803/2013. As normas garantem o acesso aos procedimentos relacionados à adequação de gênero, conforme os critérios do Conselho Federal de Medicina (CFM).
A relatora também afirmou que as cirurgias indicadas pelo médico não têm caráter estético nem são experimentais. Segundo o voto, os procedimentos fazem parte do rol da ANS e da Tabela de Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS), sem exigência de regras específicas para sua realização.
– A cirurgia de feminização facial, muito antes de melhorar a aparência, visa, no processo transexualizador, à autoafirmação do próprio indivíduo, incluída no conceito de saúde integral do ser humano, enquanto medida de prevenção ao adoecimento decorrente do sofrimento causado pela incongruência de gênero, pelo preconceito e pelo estigma social vivido por quem experiencia a inadequação de um corpo masculino à sua identidade feminina – afirmou.
O número do processo não foi divulgado porque o caso tramita sob segredo de Justiça.
O PT parece ter chegado a uma conclusão: para disputar São Paulo, é melhor esconder o próprio uniforme.
O convite para a convenção de Fernando Haddad é quase um exercício de camuflagem política. Lula, Haddad e seus aliados aparecem vestidos com a camisa verde e amarela da Seleção Brasileira. O fundo é azul. O destaque é amarelo. O vermelho, cor histórica do partido, foi rebaixado a pequenos detalhes gráficos.
Não há bandeiras do PT. Não há estrelas estampadas no peito. Não há sequer uma tentativa de celebrar a identidade partidária. Há apenas um grupo de petistas fantasiados de Brasil, como se bastasse trocar a camiseta para apagar anos de rejeição no Estado.
A convenção também mudou de endereço. Inicialmente planejado para Ribeirão Preto, um dos principais polos do agronegócio paulista, o evento foi transferido para Campinas. A campanha fala em logística, hospedagem e redução de custos. Pode até ser. Mas, em política, a escolha do território nunca é apenas logística.
Ribeirão Preto seria uma tentativa de Haddad entrar no coração do agro e desafiar uma região fortemente identificada com Tarcísio de Freitas e com a direita. A tentativa terminou antes mesmo do primeiro discurso. O PT desistiu do palco e procurou um terreno menos hostil.
A imagem do convite completa a confissão. O partido, que passou anos tratando o verde e o amarelo como patrimônio político dos adversários, agora tenta se apropriar das cores nacionais para parecer mais palatável ao eleitor paulista.
O slogan afirma que será “dia de juntar quem acredita em SP”. Mas a própria campanha parece ainda procurar onde estão essas pessoas.
O PT sabe que tem um problema em São Paulo. Não é de cor, de camisa ou de cenário. É de identidade, credibilidade e conexão com o Estado.
Trocar Ribeirão por Campinas é fácil. Trocar o vermelho pelo amarelo também.
Difícil será convencer o paulista de que, por baixo da camisa da Seleção, não continua sendo o mesmo PT.
O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier (PT), anuncia nesta sexta-feira (17) a ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSB) como candidata a vice-governadora em sua chapa. A oficialização ocorrerá durante a convenção partidária, em Mossoró.
A escolha de Larissa reforça a estratégia do grupo governista de ampliar sua força política na região Oeste, especialmente em Mossoró, segundo maior colégio eleitoral do Estado. Com quatro mandatos de deputada estadual e uma trajetória consolidada na política mossoroense, Larissa mantém forte identificação com o eleitorado da cidade e da região.
Além da experiência política, Larissa representa uma das famílias mais tradicionais da política de Mossoró, fator que agrega capilaridade e fortalece o palanque governista em uma região considerada decisiva para a disputa estadual.
Com a definição da vice, Cadu Xavier conclui a composição da chapa majoritária, apostando na força política de Larissa Rosado para ampliar a competitividade da campanha rumo às eleições de 2026.
o governo brasileiro avalia medidas de reciprocidade em resposta à tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) já sinaliza que qualquer retaliação por parte do Brasil poderá resultar em um endurecimento ainda maior das medidas comerciais.
Mas além dessa possibilidade, uma segunda investigação conduzida pelo órgão norte-americano pode levar à aplicação de uma tarifa adicional de 12,5% sobre determinados produtos brasileiros, elevando ainda mais a pressão sobre as exportações do país.
São, portanto, duas investigações diferentes e, juridicamente, as duas podem gerar tarifas distintas.
Tarifas mais altas
No documento oficial da investigação aberta contra o Brasil com base na Seção 301 da legislação comercial americana, o USTR afirma que a resposta do governo brasileiro será determinante para os próximos passos.
Segundo o órgão, caso o Brasil reduza restrições consideradas prejudiciais ao comércio com os Estados Unidos, as tarifas atualmente propostas poderão ser reavaliadas. Por outro lado, se o país optar por adotar medidas de retaliação – como as previstas na Lei da Reciprocidade Econômica – ou ampliar barreiras ao comércio americano, Washington indica que as medidas atuais poderão ser consideradas insuficientes, abrindo espaço para novas tarifas.
A estratégia reforça a política comercial adotada pela administração Trump, que utiliza as tarifas como instrumento de pressão para negociar mudanças em temas considerados prioritários pelos Estados Unidos, entre eles o Pix, o mercado de etanol, acordos tarifários preferenciais com países como México e Índia, propriedade intelectual, combate à corrupção e desmatamento ilegal.
Mais 12,5% às tarifas
Então, paralelamente à investigação específica que atingirá o Brasil no próximo dia 22 de julho – quando o tarifaço deve entrar em vigor -, o USTR conduz uma outra e ampla investigação envolvendo cerca de 60 economias, também com base na Seção 301. O foco dessa apuração é verificar se esses países adotam e fiscalizam adequadamente a proibição da importação de produtos fabricados com trabalho forçado ou trabalho infantil.
De acordo com comunicado divulgado pelo USTR em junho de 2026, o órgão concluiu, de forma preliminar, que a ausência de medidas efetivas é considerada “desarrazoada” e prejudica a competitividade das empresas americanas.
Como consequência, foi proposta a aplicação de uma tarifa adicional de 12,5% para a maioria dos países investigados, incluindo nessa lista o Brasil.
Alguns países que apresentaram compromissos parciais ou possuem acordos comerciais específicos com os Estados Unidos poderão receber uma tarifa menor, de 10%.
O relatório preliminar já foi divulgado, as audiências públicas foram realizadas e a decisão final é aguardada para os próximos dias.
Como as tarifas podem ser acumuladas?
Caso ambas as investigações resultem na aplicação integral das medidas propostas, parte das exportações brasileiras poderá enfrentar um aumento significativo nos custos para entrar no mercado americano.
Nesse cenário:
A tarifa de 25% decorre da investigação bilateral sobre práticas comerciais brasileiras.
A tarifa adicional de 12,5% está relacionada à investigação sobre trabalho forçado.
Se as duas medidas forem aplicadas simultaneamente, alguns produtos brasileiros poderão ser submetidos a tarifas adicionais de até 37,5%, além das alíquotas de importação já existentes.
O impacto, porém, não será uniforme. O próprio USTR prevê listas de exceções para determinados produtos considerados estratégicos ou já sujeitos a outras regras tarifárias, como alguns itens agrícolas e produtos abrangidos pela Seção 232.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (17) que só irá comentar o novo tarifaço de 25% imposto pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros após um pronunciamento do presidente Donald Trump.
Durante agenda na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, Lula disse que preferiu não abordar o tema para priorizar anúncios na área da saúde.
“Eu falei para caramba e não falei do tarifaço. Não vou falar, porque a notícia tem que ser o SUS, a notícia tem que ser as nossas carretas, a notícia tem que ser o tratamento das mulheres. Por isso, vou deixar para falar do tarifaço quando o Trump falar. Quando o Trump falar, eu falarei, enquanto ele não falar, eu não falarei.”
O presidente também afirmou que o Brasil responderá às acusações feitas pelos Estados Unidos. “Porque nós vamos mostrar que contra o Brasil ninguém ganha mentindo. Ou é mais verdadeiro que nós ou não vai enganar a sociedade brasileira.”
Lula ainda reforçou o discurso de defesa da soberania nacional. “Esse país precisa estar de cabeça erguida, porque esse país não aceita que nenhum outro país do mundo faça desaforo para o Brasil. Queremos respeito da mesma forma que damos respeito para todo mundo.”
Na mesma cerimônia, o presidente também comentou o desempenho da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.”Nós vimos o fracasso da nossa seleção agora na Copa do Mundo, mas nós temos que ter orgulho de brasileiro.”
Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou irregularidades em 82% das emendas Pix fiscalizadas, que beneficiaram 61 dos 74 estados e municípios analisados. O levantamento, considerado o maior já realizado sobre o tema, apontou indícios de superfaturamento, fraude em licitações, pagamentos sem comprovação, desvio de finalidade e falhas na transparência e rastreabilidade dos recursos.
Ao todo, foram fiscalizados R$ 198,1 milhões em emendas executadas entre 2020 e 2024. Segundo o TCU, há R$ 55,4 milhões em potenciais prejuízos aos cofres públicos. Desse total, R$ 26,4 milhões estão relacionados ao uso irregular de contas bancárias, R$ 15 milhões a pagamentos sem comprovação e R$ 14,1 milhões a obras não executadas, superfaturamento e outras irregularidades.
O tribunal também encontrou indícios de fraude em licitações, direcionamento de contratos, contratação de empresas inidôneas e restrição à concorrência. Parte das irregularidades envolve recursos destinados a festas, shows e eventos culturais e esportivos.
Diante dos indícios de crimes, o relatório será encaminhado à Polícia Federal, ao Ministério Público e à Controladoria-Geral da União (CGU) para apuração. O documento também será enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que acompanha as medidas para ampliar a transparência e o controle das chamadas emendas Pix.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o compartilhamento de provas da investigação sobre a chamada trama golpista com a Controladoria-Geral da União (CGU), que apura a conduta disciplinar de agentes e ex-agentes públicos citados no inquérito. A informação é do blog do jornalista Teo Cury, da CNN Brasil.
A CGU já instaurou uma investigação preliminar para apurar possíveis irregularidades funcionais cometidas por autoridades indiciadas pela Polícia Federal em novembro de 2024.
Entre os investigados estão o ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, o ex-assessor da Presidência Filipe Martins, o policial federal Marcelo Bormevet, o coronel Marcelo Câmara, o general da reserva Mario Fernandes, o ex-assessor de Jair Bolsonaro, Tércio Arnaud Tomaz e o policial federal Wladimir Matos Soares.
Segundo a CGU, o compartilhamento das provas é essencial porque a investigação administrativa não dispõe de meios próprios para produzir elementos equivalentes. A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se favoravelmente ao pedido, afirmando que a medida permitirá a adequada apuração de eventuais responsabilidades administrativas.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estima que 36,5% das exportações do agronegócio brasileiro para os Estados Unidos serão atingidas pela tarifa adicional de 25%, que entra em vigor na próxima quarta-feira (22).
Segundo a entidade, a ampliação da lista de produtos isentos reduziu o impacto da medida, deixando 63,5% das vendas do setor livres da nova cobrança. Entre os itens excluídos da tarifa estão pescados, mel e café solúvel.
Apesar das exceções, produtos como madeira, arroz, uva, ovos e açúcar continuam sujeitos à tarifa. Juntos, eles somaram cerca de US$ 4,6 bilhões em exportações brasileiras para os EUA em 2025.
A diretora de Relações Internacionais da CNA, Sueme Mori, afirmou que a entidade recebeu o resultado da investigação americana com preocupação, mas destacou que a ampliação das isenções foi resultado da atuação da CNA e de outras entidades do setor junto ao governo dos Estados Unidos.
A confederação informou ainda que continuará defendendo a exclusão dos produtos do agronegócio da medida e buscará alternativas para reduzir os impactos sobre as exportações brasileiras.
O Rio Grande do Norte já registrou 68.098 raios entre janeiro e 16 de julho de 2026, número 24 mil superior ao total contabilizado em todo o ano de 2025, quando foram registradas 43.833 descargas, segundo levantamento divulgado pela Neoenergia Cosern com dados da Climatempo.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando ocorreram 43.056 raios, o aumento foi de 58,1%.
Cidades mais atingidas pelos raios até julho deste ano no RN:
Apodi – 3.855 raios;
Mossoró – 3.571;
Caraúbas – 3.062;
Governador Dix-Sept Rosado – 2.986;
Caicó – 2.916;
Campo Grande – 2.834;
Assú – 2.515;
Upanema – 2.478;
Serra Negra do Norte – 1.755;
Jucurutu – 1.538
Segundo a Cosern, os raios provocaram interrupções no fornecimento de energia para cerca de 260 mil unidades consumidoras no primeiro semestre. A distribuidora informou que reforçou a proteção da rede com a instalação de para-raios e a ampliação do uso de religadores telecomandados com inteligência artificial para reduzir o tempo de restabelecimento do serviço.
Orientações de segurança
A Neoenergia Cosern orienta a população a adotar as seguintes medidas de segurança durante a ocorrência de chuvas e ventos fortes, acompanhada de raios:
Evite ficar em lugares abertos como praias, campos de futebol, embaixo de árvores ou perto de cercas;
Não pratique atividades de agropecuária ao ar livre durante tempestades pois esta é a circunstância mais vulnerável durante uma tempestade com raios;
Interrompa imediatamente o uso de motocicletas, bicicletas e máquinas agrícolas abertas;
Interrompa imediatamente o uso de motocicletas, bicicletas e máquinas agrícolas abertas;
Não se abrigue em locais abertos como sacadas, varandas, toldos, deques etc.
Opção segura de abrigo, caso esteja na rua: busque um veículo fechado e fique dentro dele, com as portas e janelas fechadas, sem encostar-se à lataria até a tempestade passar.
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