O juiz eleitoral Almiro Lemos, atendendo a pedido da coligação do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo, determinou a retirada institucional da propaganda do Detran.
O material afeta outdoors e conteúdo de mídia digital.
A alegação da coligação do ex-prefeito é que a propaganda institucional fere a lei eleitoral, que veda aplicação de propaganda três meses antes da eleição.
A campanha do Detran afetada pela decisão era de divulgação de serviços.
Na mesma decisão, o juiz negou pedido para que toda a publicidade divulgada pelo Detran.
O juiz afirmou que “cabe ao Poder Judiciário providenciar os documentos necessários à instrução do feito”.
ninguem aguenta mais Carlinhos nao. Não ajudou Natal em nada. Governa para os ricos. Quem pensa em fazer concurso p/ os cargos do Estado do RN nos proximos 4 anos, desista desse sonho se o Carlinhos ganhar, porque concurso ele so faz se o MP obrigar ele a fazer, sempre foi assim na prefeitura. Quem é atendido nos postos de saude e no hospital de Natal, sabe que o atendimento é um lixo. E as ruas de Natal tudo esburacada trazendo prejuizos p/ os que tem carro. E a mobilidade urbana que nao existe e ele ainda piorou criando essas faixas de ciclistas e de onibus? Uma cidade territorialmente pequena como Natal e o cidadao gastar 1 hora p/ se deslocar de um ponto a outro é porque o ex-prefeito Cadu nao se importa mesmo com isso. As ruas agora so tem faixa unica porque os dois lados viraram estacionamento kkkk eita ex-prefeito sem noção, tinha que ser o prefeito dos grandes empresarios…
Uma transmissão ao vivo da rádio AuriVerde Brasil foi interrompida nesta sexta-feira (30) após uma abordagem de um policial legislativo à jornalista Déborah Sena, na área externa da Câmara dos Deputados, em Brasília.
A profissional relatou que chegou ao local por volta das 8h30 e, às 11h, enquanto entrevistava o deputado Sanderson (PL-RS), foi abordada por dois policiais armados. Um dos agentes questionou se ela tinha autorização para permanecer no espaço e cobrou o uso do crachá de identificação.
Déborah afirmou que pediu para concluir a transmissão antes de conversar com o policial, mas não foi atendida. Ao Metrópoles, disse que foi tratada “como se fosse uma delinquente”.
“Eu não questiono protocolo de segurança. Mas não posso aceitar que o corpo de funcionários da Câmara troque a sua própria inércia por intimidação à imprensa durante o exercício do trabalho”, declarou.
A jornalista também criticou a interrupção da entrevista e afirmou que o policial inspecionou seus equipamentos e crachás. Após o episódio, procurou funcionárias do setor administrativo para questionar a abordagem.
A Câmara dos Deputados e o Departamento de Polícia Legislativa foram procurados pela reportagem do site Metrópoles, mas não haviam se manifestado até a publicação da reportagem.
O papa Leão XIV tornou-se o primeiro pontífice a participar de uma eleição nos Estados Unidos. Nascido no país, ele votou por correspondência nas eleições de meio de mandato, marcadas para a próxima terça-feira (3), informou o Vaticano nesta sexta-feira (30).
Segundo comunicado oficial, o papa destacou sua crença no direito e no dever dos cidadãos de participar dos processos democráticos. Ele também afirmou que, durante os seis anos em que viveu no Peru, votou sempre que teve oportunidade.
De acordo com a emissora NBC, Robert Prevost solicitou o envio da cédula eleitoral em 3 de outubro às autoridades de Illinois, estado onde está registrado. Como a votação foi feita pelo correio, o cartório eleitoral de Chicago ainda não havia recebido o documento preenchido.
As eleições de meio de mandato renovarão quase todo o Congresso americano e os governos de 36 estados, em um pleito realizado em meio à relação tensa entre o Vaticano e o presidente Donald Trump.
Na reta final do ano letivo, especialistas explicam por que estudar “tudo de novo” não funciona e como a família pode ajudar sem virar fiscal.
Novembro começa com provas finais e termina, para muitos estudantes, em recuperação. Nas escolas particulares de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Natal, esse período se concentra entre a segunda quinzena de novembro e dezembro. É quando muitas famílias descobrem que o filho não rendeu o suficiente e, entre a frustração e a pressa, ficam sem saber por onde começar.
Para Victor Cornetta, especialista em tendências educacionais, o primeiro passo é mudar o olhar sobre a recuperação. “A recuperação não é o fim do ano, é uma segunda chance. Mas ela só funciona se o aluno entender o que deu errado e tiver um plano realista para as próximas semanas”, afirma.
Segundo Cornetta, é comum que os pais se sintam impotentes por não dominarem o conteúdo e reajam com crítica ou mais controle. “Discursos que diminuem o estudante aumentam a ansiedade e a tendência à autossabotagem. Quando se sente acolhido, o aluno consegue dizer onde está travando, e aí a família sabe como ajudar”, explica.
Ele reforça que cobrar mais não resolve se o aluno não sabe por onde começar. “Os pais tendem a virar fiscais na reta final, e isso só aumenta o conflito em casa. Em vez de perguntar ‘por que você não estudou?’, vale perguntar ‘em que matéria você sente mais dificuldade?’ e ‘qual horário do dia você rende melhor?’. A conversa muda quando a pergunta muda”, diz.
Diagnóstico antes de estudo
O erro mais comum, segundo Cornetta, é tentar rever o ano inteiro em poucas semanas. “O boletim é um diagnóstico, não um veredito. O aluno sabia o conteúdo e errou na prova, por nervosismo ou falta de prática com questões? Ou não dominava a matéria? Cada resposta pede uma estratégia diferente”, explica.
Para tornar o processo mais prático, o especialista preparou um passo a passo para as próximas semanas:
Entenda o que levou à recuperação. Converse com o filho sobre o ano: faltou rotina, houve dificuldade em uma matéria específica ou o problema apareceu na hora da prova?
Mapeie o risco. Liste as matérias em recuperação ou perto dela, com a data e o peso de cada avaliação.
Priorize o que mais pesa. Concentre o esforço nos assuntos mais cobrados e que abrangem mais conteúdo, em vez de rever tudo.
Monte um plano semana a semana. Metas curtas e realistas, no horário em que o aluno rende melhor. Melhor cumprir pouco do que planejar muito e desistir.
Estude com questões. Troque a releitura por exercícios e provas anteriores, que mostram onde o aluno erra e treinam o controle do tempo.
Cuide do emocional. “Dar branco”, falta de concentração e ansiedade derrubam quem sabe o conteúdo. Conversar sobre isso é parte da preparação.
Para não repetir em 2027
Passada a recuperação, a orientação é usar as férias para entender o padrão por trás da queda de desempenho. “A recuperação resolve a nota, mas não o hábito. Se o aluno não aprender a se organizar e a identificar os próprios erros, o mesmo problema volta no ano seguinte”, conclui Cornetta.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) chamou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de “líder” e afirmou que ele defende um “momento de união”, sem buscar culpados pela derrota de Flávio Bolsonaro (PL) para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial do último domingo (25).
Em publicação nas redes sociais nesta sexta-feira (30), Michelle disse que o marido está entristecido com notícias falsas que atribuem a ele manifestações de divisão e ataques a aliados, como Damares Alves, Tarcísio de Freitas, Nikolas Ferreira e Silas Malafaia.
Segundo ela, Bolsonaro demonstra respeito, carinho e gratidão a todos que se empenharam na campanha do filho. A ex-primeira-dama afirmou que o ex-presidente reconhece o esforço dos apoiadores e valoriza a mobilização em torno do projeto político.
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março deste ano, após ser condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Um ataque hacker à Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo, resultou no roubo de US$ 6,3 bilhões (cerca de R$ 34 bilhões) em aproximadamente 20 minutos. O crime, ocorrido na noite de quinta-feira (29), é considerado o maior roubo de criptomoedas da história e foi atribuído por empresas de análise de blockchain a grupos ligados à Coreia do Norte.
A investigação inicial aponta que os criminosos podem ter invadido o computador de um engenheiro da empresa. A partir desse acesso, teriam conseguido entrar em sistemas internos e realizar saques não autorizados de carteiras da corretora.
Segundo a Binance, cerca de US$ 3 bilhões em ativos já foram localizados. Emissores de criptomoedas estáveis, como Tether e Circle, também bloquearam parte dos valores desviados. A empresa afirmou que os recursos dos clientes estão seguros e garantiu que cobrirá todas as perdas.
“Seu dinheiro está seguro e estamos cobrindo todas as perdas”, declarou o co-CEO Richard Teng. A corretora trabalha para restabelecer os serviços de saque, com previsão de retomada nas próximas 48 horas.
As empresas TRM Labs e Chainalysis apontaram fortes indícios de participação norte-coreana. Os especialistas identificaram semelhanças com ataques anteriores atribuídos a Pyongyang, incluindo o roubo bilionário contra a corretora Bybit, em 2025. O governo da Coreia do Norte nega envolvimento em crimes cibernéticos.
O episódio aumenta a pressão sobre o mercado de criptomoedas, que já enfrentava dificuldades diante dos juros elevados nos Estados Unidos e da redução da demanda por fundos de investimento em ativos digitais.
A Binance possui 335 milhões de usuários registrados e mantinha cerca de US$ 162,8 bilhões em ativos sob custódia, segundo seu relatório anual de 2025. A empresa também dispõe de uma reserva de US$ 1 bilhão em bitcoin para proteger os clientes em casos de violações de segurança.
Uma gravação atribuída ao presidente do Sindicato dos Rodoviários de Salvador, Fábio Primo, detalha uma mobilização de integrantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) para colocar adesivos eleitorais em ônibus da capital baiana durante o segundo turno das eleições, no último domingo (25).
No áudio, que circula nas redes sociais, o dirigente distribui tarefas entre os integrantes, indica responsáveis por diferentes garagens e orienta que a propaganda fosse colocada apenas nos veículos que efetivamente circulariam durante o dia da votação.
“Esse momento é crucial. A CTB sempre na vanguarda, sempre esteve à frente desses movimentos. Eu quero que todos os grupos estejam lá, mas eu quero que a CTB se responsabilize pelas garagens”, afirma Primo.
Em outro trecho, ele explica como os ônibus deveriam ser selecionados antes da colocação dos adesivos: “A gente tem que chegar lá, quando chegar, pegar na mão do operador o número dos carros que vão sair, para a gente colar apenas nos carros que vão sair. Não tem material para todos os carros não, até porque eles não colocam 100% da frota”.
A ação é relacionada aos problemas registrados na operação do transporte público de Salvador na manhã de domingo. A presença de propaganda eleitoral nos ônibus exigiu a retirada dos adesivos para que os veículos pudessem circular.
A Prefeitura informou que o planejamento do transporte seguiu o mesmo modelo do primeiro turno, quando não houve problemas significativos. Já a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) afirmou que a colocação do material interferiu no funcionamento do serviço e exigiu providências para a remoção da propaganda.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou a investigação contra o juiz Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro, que autorizou a progressão de regime de Antônio Cláudio Alves Ferreira, condenado pelos atos de 8 de Janeiro e responsável por destruir um relógio histórico no Palácio do Planalto.
A decisão, assinada na quarta-feira (28), acompanhou o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR), que apontou falta de provas de que o magistrado tenha descumprido intencionalmente uma ordem judicial.
Em junho de 2025, o juiz autorizou a passagem de Ferreira do regime fechado para o semiaberto, embora a execução da pena fosse responsabilidade do STF. Moraes determinou o retorno do condenado ao regime fechado e abriu investigação para apurar possível desobediência.
Em depoimento à Polícia Federal, o magistrado alegou que houve um erro no cadastramento eletrônico do processo, que apareceu no sistema como se fosse de competência da Vara de Execuções Penais de Uberlândia.
Apesar do arquivamento da investigação criminal, Moraes determinou que a conduta funcional do juiz continue sendo apurada pelas corregedorias Nacional de Justiça e do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
A Bolsa brasileira caminha para registrar a pior semana de sua história. O Ibovespa acumula queda de 17,5% até esta sexta-feira (30), após cinco sessões consecutivas de perdas. Se o resultado for mantido até o fechamento, superará o recorde negativo anterior, registrado em março de 2020, durante o agravamento da pandemia de Covid-19, quando o índice recuou 15,6% em uma semana.
Por volta das 11h42, o principal indicador da B3 caía 0,42%, aos 168.480 pontos. Mais cedo, chegou a recuar 1,29%, atingindo 167.007 pontos.
A pressão sobre o mercado reflete a preocupação dos investidores com a situação fiscal brasileira, a falta de sinais de ajustes nas contas públicas para 2027 e resultados corporativos abaixo das expectativas no exterior.
O cenário internacional também contribuiu para as perdas, com bolsas em baixa e recuo de 1,18% no preço do minério de ferro negociado em Dalian, na China.
Para o economista e consultor financeiro Leonardo Mendes, da Manchester Investimentos, a falta de sinalizações do governo sobre medidas de ajuste fiscal aumenta a insegurança dos investidores.
“Não houve nenhuma declaração por parte do governo, apaziguando o humor dos mercados, no sentido de que fará algum ajuste”, afirmou.
Alguns tratamentos oncológicos, especialmente determinados esquemas de quimioterapia, podem comprometer a função ovariana, reduzir a reserva de óvulos e provocar menopausa precoce. Para mulheres que desejam ter filhos no futuro, essa possibilidade torna importante discutir a preservação da fertilidade antes do início do tratamento.
Uma das principais alternativas é o congelamento de óvulos, técnica que permite armazenar os gametas femininos para uma possível utilização futura, por meio da fertilização in vitro.
No Rio Grande do Norte, o DNA Fértil tem uma trajetória pioneira nessa área. Primeira clínica de reprodução assistida do estado, a instituição também esteve à frente da realização do primeiro procedimento de congelamento de óvulos no RN, ampliando as possibilidades de preservação da fertilidade para as mulheres potiguares.
Segundo a médica especialista em reprodução humana, Dra. Mychelle Garcia, o momento de conversar sobre essa possibilidade é fundamental. “A gente deve fazer a avaliação dessa paciente logo após o diagnóstico, e melhor ainda se for antes do início da quimioterapia, ou de outros tratamentos com potencial de comprometer a função ovariana. Essa decisão é feita caso a caso, e precisa ser discutida também com o médico oncologista”, orienta Mychelle.
O procedimento envolve estimulação ovariana, coleta dos óvulos e congelamento por vitrificação. Em muitos casos, essa etapa pode ser realizada em aproximadamente duas semanas, desde que haja indicação e condições clínicas para isso.
O congelamento, porém, não garante uma gravidez futura. “Os resultados dependem principalmente da idade da mulher no momento do procedimento, da quantidade de óvulos armazenados e de outros fatores reprodutivos”, explica.
A conversa sobre o tratamento contra o câncer também faz parte do planejamento de vida. “Informar as mulheres sobre as alternativas disponíveis antes do tratamento oncológico é uma forma de ampliar o cuidado. As decisões importantes sobre a saúde reprodutiva precisam entrar nessa conversa”, conclui.
Ao longo de quase três décadas, o DNA Fértil acompanhou a evolução da medicina reprodutiva e participou da introdução de técnicas que ampliaram as possibilidades de tratamento e preservação da fertilidade no estado.
As empresas estatais federais acumularam déficit primário de R$ 8,5 bilhões entre janeiro e setembro de 2026, o maior resultado negativo para o período na série histórica do Banco Central. Somente em setembro, o rombo chegou a R$ 2 bilhões, também um recorde para o mês desde o início da série, em 2001.
Os dados foram divulgados pelo Banco Central na quinta-feira (29). No mesmo período de 2025, o déficit acumulado das estatais federais era de R$ 6,3 bilhões. Já em setembro do ano passado, o resultado negativo havia sido de R$ 751 milhões.
A situação dos Correios contribui para o cenário. A empresa registrou prejuízo de R$ 2,4 bilhões no segundo trimestre deste ano e enfrenta dificuldades financeiras. Em setembro, o Ministério da Fazenda autorizou a concessão de garantia do Tesouro Nacional para um novo empréstimo de R$ 7 bilhões solicitado pela estatal.
O levantamento do Banco Central não inclui a Petrobras nem instituições financeiras federais, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
Integrantes do governo Lula argumentam que o déficit primário não significa, necessariamente, prejuízo financeiro ou comprometimento da saúde das empresas, já que os valores também podem refletir investimentos.
O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, explicou que a instituição não dispõe de dados suficientemente detalhados para separar despesas correntes de investimentos na apuração do resultado.
Considerando também as estatais estaduais e municipais, o déficit chegou a R$ 3,4 bilhões em setembro e a R$ 11,4 bilhões no acumulado de janeiro a setembro.
Essa nação tem Executivo, Legislativo e Judiciário..? Tem câmara de deputado? Tem Senadores? Esses poderes tem algum custo? Todos, juntamente com a população estão satisfeitos com tudo isso?? Isso impacta em q?? Eu pergunto aonde vamos parar?? Complicado!!🇧🇷
ninguem aguenta mais Carlinhos nao. Não ajudou Natal em nada. Governa para os ricos. Quem pensa em fazer concurso p/ os cargos do Estado do RN nos proximos 4 anos, desista desse sonho se o Carlinhos ganhar, porque concurso ele so faz se o MP obrigar ele a fazer, sempre foi assim na prefeitura. Quem é atendido nos postos de saude e no hospital de Natal, sabe que o atendimento é um lixo. E as ruas de Natal tudo esburacada trazendo prejuizos p/ os que tem carro. E a mobilidade urbana que nao existe e ele ainda piorou criando essas faixas de ciclistas e de onibus? Uma cidade territorialmente pequena como Natal e o cidadao gastar 1 hora p/ se deslocar de um ponto a outro é porque o ex-prefeito Cadu nao se importa mesmo com isso. As ruas agora so tem faixa unica porque os dois lados viraram estacionamento kkkk eita ex-prefeito sem noção, tinha que ser o prefeito dos grandes empresarios…