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Lançamento do Livro “Os Governos Militares e os Atos Institucionais no Ensino de História”, de George Henrique Ferreira do Santos, será no dia 20 de agosto, na UFRN

A Livraria Cooperativa Cultural promove no dia 20 de agosto, terça-feira, às 16h, o lançamento do livro “Os Governos Militares e os Atos Institucionais no Ensino de História”, obra do escritor George Henrique Ferreira do Santos, na Livraria Cooperativa, no campus central da UFRN.

O evento é gratuito e aberto ao público.

“Os Governos Militares e os Atos Institucionais no Ensino de História”, uma co-edicão da Aipê Editora e Caravela Selo Cultural, aborda o período dos governos militares no Brasil (1964–1985) sob a ótica da relação entre Fonte Histórica e Ensino de História, ganhando grande relevância no contexto do país que vivenciava uma crise política com ameaças de um novo golpe civil-militar.

A obra foi concebida com base nas pesquisas e experiência do autor, que lecionou durante muito tempo sobre o tema, enfatizando a importância do professor e da crítica na formação dos alunos. A obra analisa os Atos Institucionais como Fonte Histórica, oferecendo reflexões sobre as raízes da atual crise política no Brasil.

George Henrique Ferreira dos Santos é advogado, bacharel, licenciado e especialista em história. É Mestre em Ensino de História pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), além de professor da rede estadual de educação do estado e assessor pedagógico da Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Norte.

Nas eleições de 2023, alguns grupos incentivaram a população a desacreditar no resultado das eleições presidenciais e promoveram uma tentativa de golpe de Estado e de abolição radical do Estado Democrático de Direito. Após as eleições, surgiram acampamentos em frente a quartéis, ameaças de bombas, culminando na invasão e destruição das sedes dos três poderes em Brasília, no dia 8 de janeiro. Esses atos buscavam provocar uma intervenção militar através da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para os militares assumirem o poder.

O lançamento acontece no mês de agosto como uma forma de relembrar os 60 anos do Golpe da Ditadura Militar no Brasil e os 45 anos da Lei de Anistia, decretada em 28 de agosto de 1979, garantindo o perdão aos perseguidos políticos durante a ditadura militar. A lei permitiu o retorno de 150 pessoas banidas e possibilitou a volta de 2 mil exilados para o Brasil.

O evento também contará com a presença do Professor João Maria Fraga, historiador que também tem pesquisas e livros publicados a respeito da ditadura militar, refletindo sobre o uso da música como recurso didático.

Serviço:

O que: Lançamento do Livro “Os Governos Militares e os Atos Institucionais no Ensino de História” (Aipê Editora, Caravela Selo Cultural, 2024).

Quando: 20 de agosto de 2024 (terça-feira), às 16h.

Onde: Livraria Cooperativa Cultural, localizada no Centro de Convivência Djalma Marinho, no campus central da UFRN.

Entrada: Gratuita

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  1. A realidade que após o golpe militar o povo brasileiro levou outro golpe, com essa nova República.

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Pessoas que não foram votar ou votaram em branco ou nulo para governo do RN somam 25,2%, totalizando 669.539 eleitores

Foto: Hugo Andrade/Inter TV

Um total de 669.539 eleitores do Rio Grande do Norte não deram um voto válido para o governo estadual no primeiro turno das eleições, realizado neste domingo (4). O número reúne abstenções, votos brancos e nulos e representa 25,2% dos 2,6 milhões de eleitores aptos no estado, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na disputa pelo governo, foram 488.493 abstenções (18,3%), 104.522 votos nulos (4,8%) e 76.524 votos em branco (3,5%).

Para a Presidência, os números foram semelhantes: 488.812 eleitores não compareceram às urnas (18,3%), enquanto 65.943 anularam o voto (3%) e 33.172 votaram em branco (1,5%).

A abstenção ficou acima da registrada no primeiro turno de 2022, quando 18,1% dos eleitores potiguares não compareceram. Naquele ano, a taxa caiu para 17% no segundo turno. Em 2018, a abstenção no primeiro turno foi de 17,1%.

Apesar do percentual de ausência, eleitores relataram longas filas em algumas seções eleitorais do estado, com espera superior a três horas para conseguir votar.

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João Câmara registra maior votação de Benes Leocádio no RN e consolida força de grupo político

Foto: Divulgação

João Câmara entrou para a história da votação do Deputado Federal Benes Leocádio no Rio Grande do Norte. Com 6.021 votos, o parlamentar alcançou no município sua maior votação em todo o estado, superando os números registrados em Natal, São Gonçalo do Amarante e Mossoró, que são os maiores colégios eleitorais potiguares.

O resultado é apontado como reflexo da articulação política construída pela prefeita Aize Bezerra e pelo seu grupo político local.

Mas a força demonstrada nas urnas foi ainda maior. Dentro do mesmo sistema de articulação, um grupo também foi organizado por ela para apoiar o Deputado Dr. Bernardo, que teve em João Câmara mais de 3.200 votos.

Somados, os dois resultados representam quase 10 mil votos destinados a Deputados Federais dentro de uma mesma articulação política, um desempenho que chama atenção pelo tamanho e pela organização.

Mais do que números, o resultado revela a capacidade de mobilização de um grupo político quando existe uma pauta comum.

A votação expressiva de Benes e o desempenho de Dr. Bernardo colocam João Câmara novamente no centro do debate político estadual e demonstram que, quando um grupo se une em torno de objetivos comuns, a força das urnas pode ultrapassar os limites do município.

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Câmara terá 183 deputados de primeiro mandato em 2027; PL lidera renovação com 46 novatos em bancada de 121 parlamentares

 

A Câmara dos Deputados terá 183 parlamentares em primeiro mandato a partir de 2027. O número representa 35,7% das 513 cadeiras da Casa e corresponde à menor proporção de novos deputados registrada nas últimas quatro eleições.

O PL concentra o maior número de parlamentares que chegarão à Câmara pela primeira vez. Dos 183 deputados de primeiro mandato, 46 são da legenda. O PT aparece em seguida, com 22.

União Brasil terá 16 estreantes, enquanto o Republicanos terá 15. PSD e Podemos aparecem na sequência, com 14 e 13 deputados de primeiro mandato, respectivamente. A contagem considera a relação dos parlamentares eleitos que nunca exerceram mandato na Câmara.

São Paulo, dono da maior bancada estadual da Casa, também terá o maior número absoluto de novos deputados. Das 70 cadeiras destinadas ao estado, 26 serão ocupadas por parlamentares que chegam à Câmara pela primeira vez.

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TSUNAMI DE VOTOS: PL bate recordes no Congresso, elege 121 deputados e conquista 19 vagas no Senado

Foto: Gabriela Biló/Folhapress

O PL saiu do primeiro turno das eleições de 2026 com resultados recordes no Congresso. O partido de Flávio Bolsonaro elegeu 121 dos 513 deputados federais e conquistou 19 das 54 vagas ao Senado que estavam em disputa neste ano.

Na Câmara, o resultado mantém o PL como a maior bancada. Segundo projeção do UOL baseada em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), trata-se do melhor desempenho de um partido desde 1986, quando o MDB conquistou 260 cadeiras. A legenda terá 51 deputados a mais que o PT, segundo colocado. Em 2018, o PSL elegeu 52 deputados e, em 2022, o PL conquistou 99 vagas.

Dois candidatos do PL também registraram as maiores votações para deputado federal. Nikolas Ferreira foi reeleito por Minas Gerais com mais de 3,1 milhões de votos, enquanto Lucas Pavanato, vereador de São Paulo, conquistou uma cadeira na Câmara com pouco mais de 3 milhões.

O crescimento também ocorreu no Senado. O PL conquistou 19 das 54 cadeiras disputadas, contra oito vagas obtidas em 2022. Em 2018, o PSL, partido de Jair Bolsonaro à época, havia elegido quatro senadores. Entre os nomes eleitos neste domingo está Michelle Bolsonaro, que conquistou uma vaga pelo Distrito Federal com quase 1 milhão de votos.

Nos estados, uma em cada cinco cadeiras em disputa nas assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal ficou com o PL. A legenda também elegeu cinco governadores no primeiro turno: Jorginho Mello, em Santa Catarina; Luciano Zucco, no Rio Grande do Sul; Sergio Moro, no Paraná; Marcos Rogério, em Rondônia; e Arthur Henrique, em Roraima.

Com informações do UOL

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[VÍDEO] Valdemar descarta Alcolumbre e diz que PL vai apoiar Rogério Marinho para presidir o Senado

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que o partido vai disputar a presidência do Senado em 2027 e trabalhar pela eleição do senador Rogério Marinho (PL-RN) para o comando da Casa. Em entrevista ao SBT News, ele também descartou um acordo para apoiar a permanência do atual presidente, Davi Alcolumbre (União-AP).

“O Rogério é o que reúne as melhores condições para ser presidente do Senado, é muito preparado. Nós vamos ter o PP do nosso lado, vamos ter o União Brasil, vamos ter o Republicanos. Nós fazemos maioria lá”, afirmou Valdemar. Questionado sobre uma eventual composição com Alcolumbre, respondeu que o nome do senador está “totalmente descartado”.

A declaração ocorre após o PL eleger 19 senadores neste domingo (4). Com os parlamentares que permanecem no exercício do mandato, a legenda deverá iniciar 2027 com 28 integrantes e será a maior bancada do Senado.

Valdemar afirmou ainda que o PL pretende participar das negociações pela presidência da Câmara e demonstrou resistência a apoiar a recondução de Hugo Motta (Republicanos-PB). Segundo ele, caso o partido fique com o comando do Senado, a negociação com outras legendas poderá envolver abrir mão da presidência da Câmara.

Com informações do SBT News

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GUAMARÉ: Urnas confirmam a força do prefeito Hélio; Benes vence nas 45 seções e Ezequiel lidera com ampla vantagem

Fotos: Divulgação

Quem acompanhou a apuração em Guamaré percebeu logo para onde o jogo caminhava. Urna após urna, o nome de Benes Leocádio aparecia na frente. No fim, foram 45 seções e 45 vitórias. Candidato do prefeito Hélio a deputado federal, Benes obteve 3.790 votos, 34,5% dos votos válidos. E não foi uma votação concentrada num bairro ou numa comunidade. Foi do Centro da cidade à Baixa do Meio, de Salina da Cruz a todos os conjuntos, assentamentos e comunidades rurais. Em nenhuma urna da cidade algum candidato teve mais votos que Benes.

O contraste com a oposição é o que mais chama atenção. Nina Souza, segunda mais vota no estado, teve o apoio do grupo do ex-prefeito Adriano e obteve apenas 1.631 votos. João Maia, apoiado pelo ex-prefeito Mozaniel, ficou com 945 votos. Juninho Saia Rodada, apoiado pelo vereador Diego de Lisete, teve somente 292. Somando os três, a oposição chega a 2.868 votos. Benes, sozinho, fez quase mil votos de maioria.

Na reta final da campanha, em evento com Benes, o prefeito Hélio prometeu fazer dele o deputado federal mais votado da eleição. A oposição duvidou e provocou, dizendo que o povo queria mudança e que seus candidatos seriam os mais votados. As urnas responderam.

Ezequiel confirmou a regra

Para deputado estadual, a história foi não foi diferente. Ezequiel, segundo deputado mais votado no estado, também apoiado por Hélio recebeu 3.508 votos (32,5%) e venceu em 44 das 45 seções. A única exceção foi na urna de Lagoa de Baixo, uma seção pequena, onde o candidato teve apenas 7 votos a menos da votação do primeiro lugar.

Mesmo somando os candidatos da oposição, a conta chega a 2.040 votos, quase 1,5 mil a menos que Ezequiel. Júlio César, que tinha o apoio de Adriano obteve apenas 1.669 votos. Neilton Diógenes, apoiado pelo vereador Edinor, teve somente 371 votos.

“Os votos de Benes e Ezequiel não vieram de um lugar só. Vieram de todos os cantos da cidade. Isso se constrói com anos de trabalho, presença e articulação, e foi isso que as urnas de 2026 refletiram em Guamaré e chegamos a este domingo com o sabor da vitória”, declarou Hélio.

No Senado, os dois candidatos Hélio ficaram no topo

Styvenson Valentim foi o senador mais votado em Guamaré, com 6.033 votos. Zenaide Maia veio logo atrás, com 5.979. O terceiro colocado, Rafael Motta, teve 2.663, o que dá a Styvenson uma vantagem de 3.370 votos. Quando os dois nomes apoiados pelo prefeito ocupam as duas primeiras posições, não há muito o que interpretar.

No governo, Cadu cresceu e encostou em Allyson

Seria injusto não falar da disputa para governador, que foi bem mais apertada. Allyson fez 4.890 votos e Cadu, apoiado por Hélio, fez 4.811 votos. São apenas 79 votos de diferença numa cidade com mais de 11 mil votos válidos para o cargo. No Centro de Guamaré, Cadu venceu por 2.088 a 1.908. Em algumas comunidades, como Salina da Cruz, a diferença foi de apenas cinco votos. Para quem vinha muito atrás nas pesquisas, Cadu disparou e fez um resultado excelente que mostra muito potencial para virar o jogo no segundo turno.

No fim das contas, o dado mais importante deste primeiro turno está nas eleições para deputado. É nelas que se vê o que cada liderança tem de verdade, porque a disputa é local, o voto é de confiança e a campanha precisa chegar na casa do eleitor.

E aí o resultado é bem direto. De um lado, um grupo que chegou unido, com prefeito, vice e sete vereadores em torno das mesmas candidaturas. Do outro, uma oposição dividida, cada um com o seu candidato.

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  1. Essa votação expressiva e recorde dos nossos senadores e deputados é a prova concreta da força de um grupo unido, coeso, sintonizado e, acima de tudo, coerente com suas escolhas. Não esqueçamos dos expressivos números de Cadu De Lula, saindo de um 3° lugar para extraordinários mais de 42%. Os números falam por si e demonstram a confiança da população em um projeto que mantém sua palavra, sua retidão e seu compromisso.

    Nossa gratidão a cada eleitor que confiou e ajudou a construir esse resultado. Agora é manter o empenho, a união e a disposição de todos, seguindo firmes e atentos às orientações do nosso maior líder, Hélio do Povo. Seguimos juntos, fortes, coerentes e determinados!

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Flávio vira resultado em 714 cidades que deram vitória a Lula em 2022

Foto: Reprodução

Flávio Bolsonaro (PL) foi o candidato mais votado no primeiro turno das eleições de 2026 em 714 municípios que haviam dado vitória a Lula (PT) na primeira etapa da disputa presidencial de 2022. O movimento contrário não ocorreu: Lula não venceu em nenhuma cidade que havia dado maioria a Jair Bolsonaro (PL) quatro anos atrás.

Minas Gerais concentrou o maior número de viradas, com 179 municípios. O estado teve uma das disputas mais apertadas da eleição presidencial de 2022, quando a diferença entre Lula e Jair Bolsonaro ficou abaixo de 50 mil votos.

Na sequência aparecem Rio Grande do Sul, com 133 cidades; Paraná, com 91; São Paulo, com 90; e Goiás, com 69. Juntos, os cinco estados concentram mais de três quartos dos municípios que passaram da vitória de Lula em 2022 para a de Flávio Bolsonaro em 2026.

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Derrotas de aliados no Maranhão impõem revés a Lula e Flávio Dino

Foto: O Globo

Candidatos do PT a cargos majoritários não conseguiram vencer as eleições no Maranhão. O resultado representa um revés para o presidente Lula e também para o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que governou o estado por mais de sete anos.

Na disputa pelo Governo do Maranhão, o vice-governador Felipe Camarão (PT) terminou o primeiro turno apenas na terceira colocação, com 9,5% dos votos válidos. Ele ficou atrás de Eduardo Braide (PSD) e Orleans Brandão (MDB).

Camarão é filiado ao PT desde 2021 e integrou por anos a administração de Dino no Maranhão. Durante os governos do atual ministro do STF, comandou as secretarias de Gestão e Previdência, Cultura e Governo.

O petista também esteve à frente da Secretaria de Educação entre março de 2016 e março de 2022. Apesar da trajetória no governo estadual e da candidatura ao Palácio dos Leões, Camarão não conseguiu levar a disputa para as duas primeiras colocações.

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  1. O PT precisa se reciclar para não acabar. O mesmos discursos de 20 anos atrás…. ninguém aguenta mais!

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Lula vence Flávio por quatro votos em seção da Papuda; Vorcaro e Careca do INSS estavam entre eleitores

Foto: Reprodução

O presidente Lula (PT) venceu Flávio Bolsonaro (PL) por apenas quatro votos em uma seção eleitoral instalada no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Lula recebeu 74 votos, contra 70 de Flávio, segundo o boletim de urna do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Entre os presos aptos a votar estavam o banqueiro Daniel Vorcaro e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Vorcaro está preso preventivamente na Papudinha e foi escoltado até a urna instalada no complexo para votar.

A votação ocorreu na seção 0420 da 18ª Zona Eleitoral. Ronaldo Caiado (PSD) recebeu seis votos, Renan Santos (Missão), quatro, e Augusto Cury (Avante), dois. Houve ainda três votos em branco e três nulos para presidente. Dos 185 eleitores aptos, 162 compareceram e 23 não votaram.

Com informações do UOL

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  1. FLÃVIO TEVE VOTOS NO PRESIDIOS? NÃO ESTOU ENTENDENDO MAIS NADA . NÃO ERA SÓ A ESQUEDA QUE TINHA VOTOS LÁ?

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PDT também não supera cláusula de barreira e resultado reduz força da esquerda no fundo partidário

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O PDT não conseguiu superar a cláusula de barreira nas eleições de 2026, resultado que afeta o acesso da esquerda e da centro-esquerda aos recursos do fundo partidário. Além da legenda, a federação Psol/Rede, o Avante e a federação Solidariedade/PRD também ficaram abaixo dos critérios exigidos.

O PDT ficou distante das duas possibilidades previstas. O partido obteve 1,60% dos votos nacionais para deputado federal, abaixo dos 2,5%, e elegeu seis parlamentares, quando precisaria chegar a 13.

A federação Psol/Rede ficou muito perto de atingir a cláusula. Precisava alcançar 1,5% dos votos para deputado federal em nove estados, mas registrou 1,49% no Espírito Santo, ficando a apenas 185 votos do índice necessário.

Também não passaram pela barreira o Avante e a federação Solidariedade/PRD. O Avante, que tinha acesso ao fundo partidário até este ano, elegeu cinco deputados em três estados. Solidariedade e PRD elegeram sete deputados em seis estados, mas a federação não chegou a 2% dos votos válidos para a Câmara.

Entre as legendas de esquerda e centro-esquerda citadas no levantamento, o PSB conseguiu superar a cláusula, apesar de não ter eleito nenhum governador e ter conquistado três vagas no Senado. A federação formada por PT, PCdoB e PV também atingiu os critérios.

No total, dez partidos ou federações superaram a cláusula de barreira, dois a menos do que em 2022: PL, PT/PCdoB/PV, PP/União, PSD, Republicanos, MDB, Podemos, PSB, Novo e Cidadania/PSDB.

Com informações do Metrópoles

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