Foto: Gabriela Biló/Folhapress
O presidente Lula (PT) autorizou nesta quinta-feira (28) que o Itamaraty dê início ao processo para adoção de medidas da Lei da Reciprocidade contra os Estados Unidos.
A pasta comandada pelo ministro Mauro Vieira acionou a Camex (Câmara de Comércio Exterior), que tem 30 dias para analisar os argumentos sobre a legalidade de acionar instrumentos de retaliação.
Por determinação de Lula, a equipe do ministro Fernando Haddad (Fazenda) vinha elaborando nos últimos dias, com a ajuda de outras pastas, um conjunto de medidas para eventual resposta às sanções impostas pelo governo de Donald Trump contra o Brasil.
A iniciativa parte da necessidade de o governo estar apto a tomar contramedidas diante da constatação de que Trump não demonstra intenção de recuar e às vésperas do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmou à Folha um dos auxiliares de Lula envolvidos no processo.
De acordo com esse integrante do governo, a tensão pode se acirrar ainda mais conforme o avanço no Congresso Nacional do debate sobre regulação das big techs.
Segundo diplomatas que acompanham o processo, o governo brasileiro vai comunicar os americanos sobre o acionamento dessa ferramenta, para que a equipe de Trump possa definir se quer fazer consultas sobre o caso.
Caso a Camex dê aval a esse procedimento, será instalado um grupo interministerial para discutir possíveis contramedidas, conforme previsto na Lei de Reciprocidade.
O processo de acionamento da Lei de Reciprocidade Econômica deve correr paralelamente a outras reações que o Brasil tem feito ao tarifaço de Trump, além das respostas do governo às investigações abertas pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) sobre supostas práticas comerciais abusivas.
A discussão de contramedidas de reciprocidade, na avaliação de um integrante do Itamaraty, mantém aberto o espaço para negociações com o governo dos EUA, ao longo do processo.
O auxiliar de Lula disse que as contramedidas podem ser provisórias e decididas apenas pelas pastas da Casa Civil, Fazenda, Relações Exteriores e Indústria e Comércio. Mas podem ser ordinárias, mais prolongadas. Nesse caso, a decisão fica a cargo do Grupo Executivo da Camex, presidido pelo Ministério da Indústria e Comércio.
Pela regra, terão que ser ouvidos todos os demais ministérios. Ao final, o Gecex decide sobre a admissibilidade do pedido. Não há indicação ainda de medida a ser aplicada, o que deve ser definida ao final do processo.
Folha de S.Paulo
O culpado de disso é Bolsonaro e seu filho, que pra salvar a pele do pai tá provocando a taxação, taxa Bolsonaro, são incompetentes, vagabundos, maldosos e só ligam pra eles, a gente Brasileiro que se lasque, ainda tem imbecil que apoia essa familia delinquente.
Esse senhor garantiu a sobrevivência de filhos, netos e bisnetos, não está dando a mínima para o desenvolvimento do país, ele e a Janja já têm recursos sobrados o resto que se lasque
Véio macho! Esse sim! Não é covarde, não foge para os EUA para atentar contra o Brasil e nem protege familiar réu (futuro condenado).
O governo de Lula decreta a falência total!
Esse bandido chamado de Luladrão junto com sua quadrilha, vai nos levar à miséria, esse canalha que já está perto de ir para os braços do capeta, quer penalizar a população por não o apoiar eleitoralmente, simples vingança…
Esse cidadão é um fantoche. Nenhum governo no mundo se atreveu a bater de frente com os EUA. Agora vem ele querer dar uma de arrochado. Vai lascar o Brasil.
Vc é vira lata e capacho do tio sam… kd o patriotismo, cara pálida!