Foto: Ricardo Stuckert/PR
Janeiro de 2026 marcou a maior ofensiva diplomática do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste mandato. Em meio a um cenário internacional mais tenso, o petista manteve contatos diretos com 16 líderes estrangeiros, somando telefonemas e encontros bilaterais. A estratégia foi ampliar o diálogo com chefes de Estado de diferentes campos ideológicos, do eixo progressista a governos conservadores e de direita.
No Planalto, a avaliação é de que o movimento teve caráter preventivo e político. O foco não esteve na quantidade de agendas, mas no peso dos interlocutores. Lula buscou reposicionar o Brasil como ator relevante no debate internacional, em um contexto marcado por tensões globais, guerra comercial, crise na Venezuela e a proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de criação de um Conselho da Paz paralelo à ONU.
O gesto ganhou dimensão simbólica durante a viagem ao Panamá, onde Lula discursou no Fórum Econômico Internacional América Latina e Caribe. O encontro reuniu líderes de espectros opostos em uma região fragmentada, inclusive governos que hoje priorizam relações bilaterais com Washington. Para o governo brasileiro, o diálogo com a direita regional também atende a um objetivo interno: reduzir margens para interferências externas no processo eleitoral de 2026.
Nas conversas, Lula tratou de temas como economia, segurança, crise venezuelana e o Conselho da Paz. O Brasil adotou postura crítica à proposta americana, sugerindo ajustes, como foco na Faixa de Gaza e inclusão da Autoridade Palestina. A diplomacia presidencial é vista como ferramenta estratégica para manter canais abertos com potências globais e fortalecer a posição do país em um ano pré-eleitoral.
Com informações do Poder360
Foi aqui que o Luladrão disse que criou o Pix.
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Ah ladrão!
Encontros que não resultaram em nada !!! Apenas turistar com a “mademe”
…
Esse cara é um psicopata.
E, um grande ladrão.