Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, promulgou nesta sexta-feira (29) uma lei que pune com até 30 anos de prisão o apoio às sanções internacionais contra o país, um dia depois de sua aprovação pelo Parlamento, controlado pelo chavismo governante.
“Execute-se a partir deste mesmo momento!”, disse Maduro após firmar a legislação em um ato transmitido em cadeia de rádio e televisão.
A nova lei foi aprovada nesta quinta, em meio ao aumento das tensões sobre a reeleição de Maduro para um terceiro mandato consecutivo (2025-2031), que a oposição liderada pela ex-deputada María Corina Machado denuncia como fraude e reivindica a vitória do candidato Edmundo González Urrutia.
“Toda pessoa que promova, instigue, solicite, invoque, favoreça, facilite, respalde ou participe da adoção de medidas coercitivas […] será sancionada com prisão de 25 a 30 anos”, diz um dos artigos da lei.
Além disso, a norma estipula inabilitações de 60 anos para exercer cargos públicos a dirigentes que apoiem as sanções e multas equivalentes a entre 100 mil e um milhão de dólares (R$ 600 mil e 6 milhões). Os acusados poderão ser julgados “in absentia”.
É “uma lei para fazer justiça, uma lei para defender a Venezuela e para vencer, como estamos vencendo e venceremos, todas as ameaças, todos os bloqueios, do imperialismo norte-americano e de seus países-satélites”, afirmou Maduro.
A Lei Libertador Simón Bolívar promovida pelo Parlamento venezuelano responde a um projeto de lei bipartidário aprovado na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos em 18 de novembro para incrementar as sanções contra a Venezuela. O texto ainda precisa da luz verde do Senado e da sanção do presidente americano para entrar em vigor.
A legislação em discussão no Congresso dos Estados Unidos, denominada oficialmente Proibição de Operações e Arrendamentos com o Regime Autoritário e Ilegítimo da Venezuela (BOLIVAR, em seu acrônimo em inglês), veta contratos com pessoas que mantenham negócios com o governo Maduro, considerado “ilegítimo” por Washington.
UOL com AFP
Se essa Lei entrasse em vigor no Brasil, o Partido dos Trabalhadores seria extinto, o que os “meliantes” desse partido já criticaram dos governantes do Brasil e uma festa.
Deveria ser aplicada no Brasil essa lei. Falou mal do governo 30 anos de prisão.
Será que se falar de bem, a gente fica liberado para ir ao supermercado, açougue, padaria, farmácia, andar tranquilo com celular, relógio, carro e moto na rua? Hoje estamos proibidos de ter acesso a muita coisa. Como seria? O presidente ou alexandre de moraes vao liberar um cartão? Uma tarja ou número para usar no corpo? Vou gostar, só assim tiro minha pop 100 da garagem ou meu Fiat 147, irei comprar costela de porco, pé e pescoco de frango, chegar depois das 09 em casa e como é de lei, tomar vinho sangue de boi, também sou gente.