Em votação marcada pelo baixo comparecimento e não reconhecida pelo seu principal adversário, o ditador venezuelano, Nicolás Maduro, 55, foi reeleito neste domingo (20) para um novo mandato de seis anos, segundo o CNE (Conselho Nacional Eleitoral).
Com 92,6% das urnas apuradas, o chavista obteve mais de 5,8 milhões, ou 68% dos votos válidos, contra pouco mais de 1,8 milhão (21%) para o oposicionista Henri Falcón. Em terceiro, ficou o pastor evangélico Javier Bertucci, com 925 mil (11%).
A vitória oficialista ocorre apesar de o seu governo ser rechaçado pela maioria da população, segundo as pesquisas de opinião mais confiáveis, que colocavam o ex-chavista Falcón como favorito.
Pouco antes do anúncio do resultado, Falcón acusou Maduro de usar a máquina estatal para vencer o pleito. “Não reconhecemos este processo eleitoral. Para nós, não houve eleições, é preciso fazer novas eleições na Venezuela.”
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Indefensável é o projeto Ponte para o Futuro, tocado depois do GOLPE de Temer, Aécio seus aliados e apoiadores que foram derrotados na urnas nas eleições nacionais passadas.
Na Venezuela sem tirar os problemas locais fruto do bloqueio, prevaleceu no voto a decisão popular. No Brasil prevaleceu a decisão de uma elite, de uma minoria que não consegue admitir perder eleição.
Mais de 200 observadores internacionais. disputa entre 4 candidatos, eleições checadas, fiscalizada pelo mundo todo, os perdedores no voto soberano e popular não reconhecerem isso como soberano e democrático, isso sim é muito CHORORÔ.
Como ainda é possível defender o indefensável? Maduro está matando sua população de fome! Ele é rejeitado por 75% da população e ainda consegue a "proeza" de ser eleito? Claro que tem algo de bizarro aí. Obs.: A Smartmatic é de lá.