
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse neste sábado que o governo de Jair Bolsonaro não pode “terceirizar a articulação” política com o Congresso.
Maia deu a declaração ao chegar para uma reunião do PPS, em Brasília.
Segundo o deputado, Bolsonaro não pode transferir para os presidentes da Câmara e do Senado a responsabilidade que, na visão de Maia, deveria ser do presidente da República.
“É importante que o governo acerte na articulação. E ele não pode terceirizar a articulação como ele estava fazendo. Quer dizer, transfere para o presidente da Câmara e para o presidente do Senado uma responsabilidade que é dele e fica transferindo e criticando: ‘Ah, a velha política está me pressionando, estão me pressionando’. Então ele precisa assumir essa articulação, porque ele precisa dizer o que é a nova política”, afirmou Maia.
A relação entre Maia e o Palácio do Planalto se desgastou nos últimos dias. Primeiro, ele teve um atrito, na quarta-feira (20) com o ministro da Justiça, Sergio Moro, sobre a tramitação do pacote anticorrupção enviado pela pasta a Câmara.
Depois, Maia demonstrou insatisfação pelo fato de, na avaliação do deputado, o governo não estar se envolvendo como deveria nas negociações pela reforma da Previdência.
Nesta sexta (22), ele afirmou que Bolsonaro precisa dedicar “mais tempo para cuidar da reforma da Previdência e menos tempo” para as redes sociais.
Bolsonaro, em viagem oficial para o Chile, disse que “não deu motivo” para Maia deixar articulação da Previdência.
Neste sábado, ao chegar para a reunião do PPS, Maia afirmou ainda que os deputados sabem que o Brasil mudar, mas ponderou que o governo precisa tomar iniciativa.
“O Brasil quer construir um ambiente novo, ele [Bolsonaro] foi eleito para isso, ele precisa colocar alguma coisa no lugar”, disse Maia.
G1
Você começou tão bem, João. Descreveu de forma objetiva o resultado da nossa frouxidão ética e moral que acomete instituições basilares da democracia e as leva a cometer equívocos como os que você descreveu. No fundo, é a mesma gênese que, no fundo, permeia o nosso universo político na prática dos diversos tipos de corrupção.
O seu texto é bem escrito, mas nele fica clara a manobra diversionista. Aliás, essa é a manobra escolhida pelas corporações de servidores públicos para escamotear o seu verdadeiro propósito em relação à reforma da previdência: impedir a aprovação das medidas que alterem os seus privilégios em relação aos demais trabalhadores. Aí vale tudo, desde tentar inverter o princípio nela insculpido “quem ganha menos, contribui com menos; quem ganha mais, contribui com mais”, até utilizar uma postura supostamente neutra do ponto de vista ideológico para criticar iniciativas do atual governo. Porém, essa tentativa se revela absolutamente frágil pois se baseia em premissas falsas. Quem se propõe a eliminar ou reduzir as “verbas milionárias compulsórias do sistema S” é o governo Bolsonaro, João. Para criticar a reestruturação das carreiras militares e o seu sistema de proteção social é preciso, para ser intelectualmente honesto, contextualiza-lo no festival de aumentos de inúmeras carreiras civis promovido nos últimos 15/20 anos. Também não se “alienou” os aeroportos do nordeste, João. Foram concessões mediante Edital de Leilão publicado em 30/11/18, assim como já se tinha realizado a de S.G. do Amarante e de Guarulhos no governo Dilma. É fato que alguns “empresários” devem sentir saudades da farra do BNDES, agora finalmente estancada. Eu, particularmente, não tenho nenhum prurido de viajar em companhias aéreas de capital estrangeiro, desde que ofereçam passagens com preços mais justos e serviços de boa qualidade. Mas não se preocupe, João. Se um dia essa mentalidade retrograda for superada e a nossa economia se tornar efetivamente moderna e pujante, pela força da livre iniciativa, poderemos afirmar um discurso honesto de nacionalidade. Mas não vai ser com discurso fajuto e desonesto. Tome o seu suco de maracujá bem forte e durma bastante, João. E aproveite e distribua para outros que pensam como você. Talvez, quando vocês acordarem, daqui a 4 anos, tenham uma surpresa de encontrar uma nova nação.
Tão dando muito espaço pra esse Rodrigo Maia, ele tá desesperado porque a lava jato prendeu seu sogro.
João, ????????
O mal humor do Rodrigo Maia tem uma explicação. Ele é genro do Moreira Franco
Esse governo é uma piada
Vai Mourão…..
Mourão tem defendido abrandar a pena para bandidos, por isso a petralhada fica eufórica.
O Brasil é um país no qual as pseudoelites, econômicas, políticas, de agentes públicos, ou econômicos, os detentores de grupos de pressão em geral, defendem fortemente seus privilégios como “essenciais ao exercício de seus misteres” e apontam as vantagens alheias como “desvios”, “inaceitáveis e injustas vantagens”. Nesse contexto, os magistrados recebiam “auxílio-moradia”, muitos tribunais ainda pagam vantagens como “substituições”, “acúmulos”, “auxílio combustível” etc. Os Procuradores da República olham, feito símios, para as caudas alheias e esquecem as suas, esquecem ser a única categoria de agentes públicos que percebem licença prêmio, que percebem verbas indenizatórias se ultrapassarem trinta dias fora da sede, ao lado de diárias…alguns, ainda, pretenderam ser gestores de fundo que deveria ser repassado à Petrobras, maior que o produto da alienação de todos os aeroportos do Nordeste. Ainda pretenderam que pudessem ser candidatos a cargos eletivos. Os militares por sua vez, têm um regime de inatividade absolutamente diferenciado – percebem vantagem pecuniária ao deixarem o serviço ativo, não tem decréscimo no cálculo da inatividade, contribuem para o ganho pecuniário da inatividade com percentuais muito abaixo dos demais, conseguem converter um projeto de “reforma de Previdência, em projeto de “ incremento remuneratório”. Têm um colonial séquito de dependentes. Encontram-se muito distantes de exemplos respeitáveis como Osório, ou Rondon. O setor empresarial que defendeu o fim da contribuição sindical compulsória, retirando o principal pilar financeiro dos sindicatos ( muitos dos quais inoperantes) beneficia-se com as bilionárias verbas do Setor S, sem controle, que servem a tantos propósitos, alguns dos quais pouco republicanos, apesar de serem cobrados, compulsoriamente na folha de recolhimento previdenciário. Tem saudade dos melhores tempos do BNDES, … Esse é o retrato do Brasil. Desigual, injusto, com poucos beneficiários e tantos “contribuintes”. Por outro lado, bens e valores nacionais vão sendo alienados, cedidos, doados. As empresas de aviação nacionais não suportarão mercado com a presença maciça das estrangeiras. A base de Alcântara será “compartilhada” com os americanos, tendo os brasileiros direito a “ver” o que ali é feito. Até a dignidade da exigência do princípio da reciprocidade nas relações internacionais foi afastada. Em troca de concessões concretas tem-se tolas promessas. Ao invés de uma autonomia de vontade, de um espírito de nacionalidade, passa-se a ter um atrelamento a um país que já maltratou filipinos, panamenhos, porto-riquenhos. O nosso país nunca se postou de modo tão servil. O que fazer? Não sei. Vou tomar um suco de maracujá bem forte.
Respondo, é a população tomar vergonha na cara e botar esse povo pra fora na marra, porque se for esperar que eles façam algo de bom para nós e corte na própria carne, vai ser melhor ensinar na universidade que chapeuzinho e o lobo mau não é historinha, mas tudo verdade.! Ou seja, sabemos que o povo vai continuar na inércia a espera do seu vizinho tomar iniciativa e esse bando de políticos FDP sabedores dessa fama do "b"rasileiro pouco se incomoda, vai continuar com o desvio até literalmente quebrar o "p" aís e aí será tarde demais. A mim com certeza não me enganam, sou uma pessoa TOTALMENTE desacreditado nesse país e antes que alguém pergunte, ainda não saí daqui porque não tenho condições.