Foto: Najara Araújo/Câmara dos Deputados
Logo após se reunir com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que não vai incluir na pauta de votação do plenário da Casa qualquer proposta de aumento de gastos que permita a possibilidade de furar o teto de gastos públicos e destacou que a chamada PEC da Guerra vai acabar no fim do ano.
Maia disse que não se pode prorrogar o chamado estado de calamidade — aprovado para dar conta dos gastos públicos extraordinários decorrentes da pandemia do novo coronavírus — para furar o teto de gastos.
“De nenhuma forma, a Câmara vai pautar uma prorrogação do estado de calamidade”, disse Maia.
O presidente da Câmara destacou que, para abrir espaço para novas despesas públicas, é preciso cortar os gastos atuais. Ele admitiu que 2021 será um ano como herança da pandemia e que o desemprego e o endividamento altos vão ficar.
Reuters
Que diferença do Cunha que boicotou de tdas formas o governo Dilma e ainda abriu o processo de impedimento dela.
Maia & Bozo, parceria perfeita.
Homi, o teto de gastos já foi p o beleléu faz tempo.
E todo mundo sabe disso.
Deixe de show q tú não é xuxa.
Como vai conseguir criar o Renda Brasil pra tentar ganhaer votos?
Assim não dá… quebra o galho aí Rodrigo Maia