A cúpula do Congresso decidiu evitar um embate público com o presidente Jair Bolsonaro na mais recente crise política com o Executivo. O gesto contraria apelos de lideres partidários.
Um dos objetivos é não insuflar manifestações marcadas para 15 de março nem ampliar ataques que o Congresso tem sofrido de grupos de direita. Na pauta dos atos estão bandeiras contra o Legislativo e o Judiciário.
O assunto foi tratado na quarta-feira (26) entre os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
Os dois têm pedido cautela a deputados e senadores no esforço tanto de evitar dar munição a grupos bolsonaristas como de não serem os principais alvos das manifestações.
Na terça-feira (25), o presidente compartilhou vídeo que convoca a população a ir às ruas para defendê-lo.Na quinta (27), fez novas críticas ao Congresso, que voltaram a ser avaliadas como graves por líderes partidários.
Por trás das críticas, há a disputa entre o Executivo e o Legislativo sobre o controle do Orçamento.
O silêncio de Alcolumbre e a mensagem considerada branda do presidente da Câmara, segundo avaliação feita pelos próprios aliados do deputado, surpreenderam o Palácio do Planalto. O governo receava um discurso mais firme.
Apesar da estratégia de evitar o embate, tanto Maia como Alcolumbre vêm sendo pressionados por deputados e senadores a dar uma resposta firme a Bolsonaro na pauta de votações congressual e a estimular iniciativas contra os filhos do presidente.
Folhapress

Maia e alcolumbre sentiram a pressão e recuaram, resta agora acabar com essa lei impositiva , para o governo ter mais recurso de investimento.
Esses dois vieram de encomenda…
Os arrumados são grandes!!!!! Esse país não muda nunca!!!!! Quem diabos respeita políticos desse jeito!!!° todos salgados e maquiavélicos!!!!! Se vacilou tira, descarta, joga no lixo, fizeram merda: rua !!!! Espero que o povo se ligue……
Os interesses são inimagináveis e com certeza vão fazer todo tipo de manobra para criar fato novo e com isso desviar atenção ou no mínino outro acordo onde a população ignorante continuará pagando pelas regálias e mordomias para esse bando de parasitas e ladrões do estado.