A privatização das empresas estatais deve ser avaliada caso a caso. É o que mostra resultado de pesquisa do Instituto Ideia Big Data encomendada pelo movimento liberal Livres. Para 45% dos entrevistados, a privatização deveria depender do setor e considerar também se a empresa em análise fecha suas contas no azul ou no vermelho. Apenas 19% dos entrevistados são favoráveis à privatização de qualquer empresa, independentemente das suas condições.
Já o total de entrevistados contrários à venda das empresas chegou a 21% – portanto, um porcentual maior do que os que são favoráveis à privatização geral. Um grupo de 15% não soube responder. O Livres é uma associação civil sem fins lucrativos que atua como um movimento político suprapartidário em defesa de bandeiras do liberalismo.
A pesquisa entrevistou 1.688 pessoas por telefone celular entre os dias 6 e 11 de janeiro, com recortes de classe social, faixa etária, gênero, escolaridade e região. O público entrevistado foi 52% de mulheres e 48% de homens. A maior parte dos entrevistados (44%) tem idade acima de 45 anos, e 44% têm escolaridade do ensino fundamental. A margem de erro é de 2,25 pontos porcentuais para mais ou para menos.
A sondagem também ouviu a opinião sobre a venda de estatais específicas. O maior apoio está na privatização dos Correios, que tem o monopólio postal no País, e está na lista apresentada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, para este ano.
Já a privatização dos bancos públicos (Banco do Brasil e Caixa Econômica) e da Petrobrás teriam resistência da população. A venda da Eletrobrás, que também está na lista de prioridades do governo Jair Bolsonaro para ser privatizada, divide opiniões com empate técnico.
Ineficiência
Para Paulo Gontijo, diretor executivo do movimento Livres, quanto mais as pessoas se deparam com a ineficiência do serviço público, mais são favoráveis à privatização. “Quanto mais as pessoas se deparam com a ineficiência do serviço, mais elas querem privatizar, e quanto mais elas têm a empresa como parte do dia a dia, menos elas querem privatizar. A população não têm noção de quanto custa o grau de eficiência”, disse ele.
O levantamento também questionou os entrevistadores se eles seriam favoráveis à privatização se as agências públicas cuidassem para que os novos donos dessas empresas não cobrassem preços considerados abusivos da população e oferecessem serviços de qualidade. Nesse caso, o porcentual de pessoas a favor da venda das estatais subiu para 39%. Mesmo assim, outros 15% ficaram contrários e 30% responderam que depende de cada empresa.
Quatro entre dez entrevistados defenderam uma oferta de ações para a população em geral das empresas a serem vendidas. O levantamento também mostrou que 38% defenderam o uso do dinheiro da venda das estatais para o pagamento de programas sociais. Dependendo da empresa vendida, o dinheiro arrecadado também poderia ser usado para pagar a dívida pública e gastos do governo, na opinião de 41% dos entrevistados.
ESTADÃO

Beto Dal, Uma obra foi feita, independente, do que os políticos fizeram de errado com o dinheiro, foi a adutora que levou água para o sertão sofrido. A Cosern hoje, diferentemente de antigamente que era uma estatal inchada e apinhada de parentes de políticos,(todo engenheiro elétrico que se formava na UFRN, se tivesse um padrinho político, já arranjava um emprego na COSERN), com mais de 300 engenheiros elétricos, quando com 30 ela poderia funcionar muito bem, é hoje uma empresa eficiente que gera milhões em impostos para o RN investir e melhorar a vida do cidadão e sem o governo colocar 1 centavo nela. Então amigo, lave sua boca ao falar sobre a privatização da COSEN. Veja a CAERN hoje é cheia de funcionários encostados, já com tempo de aposentadoria e vivem se arrastando pelos corredores, tudo para manter seus salários bem acima do teto da previdência e a empresa nada faz para mandar esse povo p casa curtir a aposentadoria. Tudo isso acontecendo e a gente pagando.
A esquerda como sempre inventa tudo para atrapalhar o progresso do Brasil. Na era PT se vendia Estatal para dividir e embolsar o dinheiro como no caso Pasadena, já neste governo as vendas serão revertidas em investimentos para a população . Este governo NÃO É CORRUPTO ! xupaaaaa
Se o Brasil privatizar suas estatais vai acontecer algo muito importante: Vai se tornar um país desenvolvido.
Vendam estatais e apliquem dinheiro em ferrovias, metrôs e portos, barateando os custos dos transportes e gerando emprego, depois repassem pra iniciativa privada. E assim sucessivamente girando a economia e melhorando a infraestrutura do país.
Aí, você acordou… aqui no RN foi privatizada a cia de eletricidade, Cosern, alguém lembra em que foi empregado o dinheiro da venda?!