42% dos entrevistados na pesquisa Consult/Tribuna do Norte disseram que a Prefeitura do Natal adotou a melhor política de prevenção e atendimento à população em relação à Covid-19.
Já 35,5% consideram que foi o Governo do Estado. Outros 22,5% não souberam responder.
Não se faz ciência por meio de pesquisa de opinião!
Se fosse assim, nunca teríamos iniciado uma campanha de vacinação contra a febre amarela ou tomado outras decisões que contrariam a maioria da população que possui praticas e costumes errados e prejudiciais.
Acordem para não serem manipulados com politicagem barata.
É tempo de união e de salvar vidas e não de fazer politicagem barata tendo a vida das pessoas como moeda.
TENHAM VERGONHA E CONSCIÊNCIA!
É óbvio que se trata de mais um "funcionário" da governadora, gente que é paga para defendê-la. Por aqui tem vários. Mas, poderia citar alguma coisa que essa governadora fez pelo RN. Ao menos UMA ação.
É inegável. Aliás, essa governadora apática, inepta e incompetente está destruindo o restinho do RN. Não há NADA de positivo que se possa atribuir a esse governo caótico. Não fosse a enorme quantidade de recursos enviados pelo governo federal, nem os salários dos servidores essa criatura estaria pagando. A propósito, não vai pagar os salários atrasados?
Claro que o decreto do Prefeito é mais adequado. Ao mesmo tempo que combate o covid, prprocura preservar as atividades econômicas. O da Governadora é um desastre!
Se fosse união a Desgovernadora não teria levado para o lado político e teria ajudado abrindo mais leitos de UTI, ao contrário disso sumiço na verba do governo federal que ela recebeu. É nisso que dar colocar uma incompetente no poder, o RN continua sofrendo com os governos anteriores e atuais. Só lamento ?
Vamos ser sinceros : no tocante a pandemia a governadora deu uma surra em todos os sentidos no prefeito Álvaro Dias …. Vamos ser coerentes com as coisas e deixarmos de politicagem ,… a verdade tem que ser dita …. Fátima 10 X 0 em Álvaro
Ao lado do prefeito Givago Barreto, Juninho reuniu uma multidão, mostrando a força de uma campanha que está totalmente consolidada em todo o Rio Grande do Norte.
Caraúbas parou para receber Juninho Saia Rodada. Ao lado do prefeito Givago Barreto, o candidato a deputado federal reuniu uma multidão pelas ruas da cidade, em uma demonstração de força, entusiasmo e confiança na vitória.
O recado das ruas foi direto: ao lado do povo Juninho, vai se tornar Deputado Federal. O comício de ontem em Caraúbas, reforça um movimento que vem ganhando espaço em diferentes regiões do Rio Grande do Norte e chega à reta final com ainda mais intensidade.
“Estamos vendo uma campanha que cresce porque tem o povo ao lado. Juninho tem nosso apoio e está preparado para representar Caraúbas e o Rio Grande do Norte em Brasília. Estamos juntos até a vitória”, destacou o prefeito Givago Barreto.
Com a energia das ruas e uma militância cada vez mais mobilizada, Juninho Saia Rodada segue avançando rumo ao objetivo de conquistar uma vaga na Câmara dos Deputados.
O Meio Dia RN desta sexta-feira (2) começa pontualmente ao meio-dia com dois temas no centro do debate político. O programa vai abordar a crise da liberdade de expressão, a censura no Brasil e o que apresenta como uma sociedade “refém do STF”, discutindo o cenário atual e questões envolvendo a atuação do Supremo Tribunal Federal.
Outro destaque será a disputa pelas vagas de deputado estadual e federal. O programa vai apresentar e detalhar um estudo sobre os possíveis eleitos, analisando o cenário nominata por nominata e os nomes que aparecem com chances de conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados.
O Meio Dia RN vai ao ar a partir do meio-dia, pela 96 FM, e também pode ser acompanhado pelo YouTube da emissora.
A candidatura de Getúlio Rêgo à Assembleia Legislativa recebeu o apoio do escritor e ex-deputado estadual Valério Mesquita, da professora Betânia Ramalho e do ex-deputado federal Ney Lopes de Souza.
Os três destacaram a trajetória, a experiência e o compromisso do candidato com o Rio Grande do Norte.
Valério Mesquita relembrou a convivência com Getúlio na Assembleia Legislativa e afirmou que ele “dignificou o mandato parlamentar”. Também declarou que sua família apoia o retorno do ex-colega ao Legislativo.
Betânia Ramalho ressaltou a importância de Getúlio na Assembleia. “A Assembleia Legislativa não é a mesma sem o senhor”, afirmou.
Ney Lopes destacou a competência e a experiência do candidato. “O Estado tem uma excelente oportunidade de levar novamente para a Assembleia o nome à altura do deputado Getúlio Rêgo”, declarou.
Além dos apoios, a campanha destaca o desempenho de Getúlio na pesquisa Potiguar/Via Certa, na qual aparece em terceiro lugar entre os nomes da nominata.
O levantamento ouviu 1.200 eleitores entre 25 e 28 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,83 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob os números RN-04828/2026 e BR-03649/2026.
Durante entrevista ao Flow, na noite desta quinta-feira (1º), o presidente Lula (PT) falou sobre alimentação ao comentar o consumo de carne e afirmou: “Se não tem carne, come ovo. Se não tem ovo, come salada”. A declaração foi feita enquanto o petista abordava alternativas de alimentos diante da falta de determinados produtos.
As decisões dos ministros Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que antecederam o cancelamento do debate presidencial da TV Globo, provocaram uma sequência de críticas entre colunistas do Estadão. As análises questionam a mudança das regras às vésperas do encontro e seus efeitos sobre a disputa eleitoral.
Eliane Cantanhêde escreveu que TSE e STF “salvam Lula e matam o principal debate” e lembrou que o presidente Lula já havia confirmado que não compareceria, enquanto Flávio Bolsonaro também desistiu na última hora. Para a colunista, as duas decisões deixaram o cenário em “zero a zero para Lula e Flávio”.
Raquel Landim foi na mesma direção ao afirmar que “Lula escolheu o púlpito vazio e foi protegido pelo Judiciário”. Segundo ela, o presidente teve a oportunidade de apresentar suas propostas em horário nobre e compará-las às dos concorrentes, mas decidiu não comparecer “por cálculo político”.
Ricardo Corrêa chamou atenção para outra consequência. Na avaliação dele, o episódio pode esvaziar o interesse das emissoras em realizar debates nos próximos processos eleitorais diante da possibilidade de regras acertadas com as campanhas serem derrubadas posteriormente por decisões judiciais.
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), conhecida como bancada do agronegócio no Congresso, declarou apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. O anúncio foi feito às vésperas do primeiro turno das eleições.
Em nota, a FPA afirmou que a decisão reflete a “convergência das diretrizes do plano de governo do candidato com as prioridades, necessidades e demandas urgentes do setor”. A entidade também disse acreditar que, a partir de 2027, será possível alcançar no Congresso soluções para um ambiente econômico de “estabilidade, previsibilidade e prosperidade”.
A decisão antecipa um posicionamento que a bancada costumava deixar para uma eventual segunda etapa da eleição. Meses antes do pleito, o presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), havia afirmado que a tradição do grupo era evitar uma definição no primeiro turno.
O apoio ocorre apesar da candidatura de Ronaldo Caiado (PSD), historicamente ligado ao agronegócio. Produtor rural e ex-presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Caiado buscou durante a campanha se apresentar como representante do setor.
Em 2022, a FPA declarou formalmente apoio à reeleição de Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio, na disputa contra Lula (PT), no segundo turno.
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifestaram “profunda indignação” com as decisões judiciais que levaram ao cancelamento do debate presidencial da TV Globo, previsto para a noite desta quinta-feira (1º).
Em nota conjunta, as entidades citaram uma “intervenção judicial nas regras previamente definidas” e afirmaram que as decisões representam uma “agressão à liberdade de imprensa” por forçarem a condução do debate em desacordo com regras acertadas havia meses entre a emissora e os partidos.
As associações se referem às decisões da ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que proibiu a exibição de um púlpito vazio com o nome do presidente Lula (PT), que não participaria do debate, e a formulação de perguntas que seriam dirigidas ao petista. Posteriormente, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a participação do candidato Renan Santos (Missão).
“As entidades entendem que a interferência não se trata apenas de uma imposição de obrigações, sem previsões em lei, contra uma emissora privada. É, sobretudo, uma agressão à liberdade de imprensa”, diz trecho da nota.
Abert, Aner e ANJ também afirmaram que os “excessos judiciais” prejudicaram o direito dos cidadãos de ter acesso às propostas dos candidatos que já haviam sido convidados e confirmado participação no debate.
Veja a nota na íntegra:
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) se solidarizam com a TV Globo e manifestam profunda indignação com a intervenção judicial nas regras previamente definidas que levou ao cancelamento do último debate presidencial do primeiro turno.
As entidades entendem que a interferência não se trata apenas de uma imposição de obrigações, sem previsões em lei, contra uma emissora privada. É, sobretudo, uma agressão à liberdade de imprensa ao forçar a condução do debate em desrespeito a regras acordadas há meses entre a emissora e os partidos.
Infelizmente, os excessos judiciais atropelaram o direito de os cidadãos terem acesso às propostas dos candidatos que, conforme prevê a lei eleitoral, já tinham sido convidados e se dispuseram a participar do debate.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMISSORAS DE RÁDIO E TELEVISÃO (ABERT)
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EDITORES DE REVISTAS (ANER)
O jornal O Globo publicou o editorial “Sem liberdade não há debate”, no qual critica as decisões judiciais tomadas às vésperas do último debate presidencial e aborda os efeitos das determinações sobre a realização do encontro entre os candidatos. O programa, previsto para a noite desta quinta-feira (1º), acabou cancelado pela emissora. A seguir, o Blog do BG reproduz o editorial na íntegra.
Sem liberdade não há debate
Diante da interferência política da Justiça e das violações à Constituição e à liberdade de imprensa, a TV Globo tomou a única decisão cabível: cancelou o debate entre candidatos à Presidência da República previsto para hoje. Atendendo a uma demanda do PT, a ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou horas antes do debate que a Globo retirasse do palco o púlpito reservado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que havia desistido de participar, e que impedisse os demais candidatos de dirigir perguntas ao púlpito vazio, como determinavam as regras. De acordo com a ata da reunião que estabeleceu tais regras, assinada por representantes de todas as campanhas – inclusive a de Lula –, caso algum candidato decidisse não comparecer, o púlpito ficaria vazio, e os demais teriam direito a dirigir uma pergunta por bloco ao ausente.
Não foi a única decisão da Justiça a intervir no debate. Na última terça-feira, o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, já havia determinado a inclusão do candidato Romeu Zema (Novo), adotando uma interpretação elástica da lei eleitoral, segundo a qual partidos com mais de cinco parlamentares têm direito a participar (o Novo tinha três no início da atual legislatura, mas a decisão considerou os cinco logo antes do início da campanha). Por fim, o ministro Gilmar Mendes determinou, também horas antes do debate, a inclusão do candidato Renan Santos (Missão), ainda que ele não satisfizesse às exigências acordadas previamente.
Indicada ao cargo pelo próprio Lula, a ministra Estela Aranha criou um desequilíbrio em favor do candidato petista, em detrimento dos demais postulantes ao Planalto. Depois da decisão, o candidato Flávio Bolsonaro (PL), cuja presença estava confirmada, também anunciou sua desistência.
Regras prevendo o púlpito vazio também foram adotadas noutros debates na atual campanha e em campanhas anteriores, e não apenas pela Globo. Em todos, foram respeitadas sem queixas. Tanto que, no primeiro debate deste ano, organizado pela Band, Lula e Flávio faltaram, e o espaço reservado a ambos ficou vazio diante das câmeras. No primeiro turno na eleição de 2006, o mesmo Lula deixou de comparecer ao debate da Globo – e perguntas foram dirigidas ao púlpito vazio pelos candidatos adversários. Por que as mesmas regras não deveriam valer nesta eleição?
Em sua liminar, a ministra argumenta que “a medida tem potencial para causar situação de desequilíbrio entre os participantes, conferindo espaço autônomo para referências a candidato ausente sem observância da dinâmica dialética que caracteriza o instituto do debate eleitoral”. Ora, trata-se de uma alegação sem nexo. Para observar a “dinâmica dialética”, bastaria a Lula comparecer ao debate. Sua ausência em nada evitaria citações a seu nome. Quem fez mal a si mesmo foi o próprio Lula.
O debate existe para informar o eleitor sobre ideias e propostas num ambiente jornalístico livre, não numa entrevista controlada. Todos os candidatos deveriam comparecer. Desistir de debater e entrar com o pedido de liminar junto ao TSE demonstra desrespeito não apenas com o documento firmado estabelecendo as regras, mas também com o eleitor. E mancha as até agora limpas credenciais democráticas do próprio Lula. Não há condição de realizar um debate livre se a Justiça intervém horas antes numa afronta à liberdade de imprensa. A politização perniciosa que tem acometido os tribunais superiores no Brasil justifica plenamente a decisão da Globo.
Romeu Zema (Novo) criticou o cancelamento do debate presidencial da TV Globo e afirmou que o país vive uma situação de “vergonha nacional”.
O candidato criticou as decisões judiciais tomadas pouco antes do debate e afirmou que o Judiciário está “fazendo política” no Brasil. Zema também disse que regras estabelecidas anteriormente deveriam ser cumpridas.
“Quem está perdendo é o Brasil, é a nossa democracia”, afirmou. Zema ainda acusou a Justiça de atuar para beneficiar o presidente Lula (PT) e falou em um cenário de insegurança jurídica.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva justificou sua ausência no debate da TV Globo durante participação no Flow Podcast, transmitido quase no mesmo horário em que o confronto entre os candidatos ocorreria. O petista classificou os debates como “infrutíferos” e afirmou que os adversários aproveitam o espaço para “fazer gracinha” e buscar likes em vez de discutir o país de forma séria.
O evento foi cancelado pela emissora a menos de três horas de sua realização após sucessivas decisões de ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF) alterarem a dinâmica do confronto.
O Imbróglio Jurídico e o Cancelamento
A dinâmica do debate sofreu alterações em cima da hora devido a duas decisões judiciais. A ministra do TSE, Estela Aranha atendeu a um pedido da campanha do PT e proibiu a emissora de exibir de forma destacada a cadeira vazia de Lula. Já o ministro do STF, Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) como um dos convidados do embate.
A ata original de regras, assinada por todos os partidos, inclusive o PT, estipulava que a ausência de um candidato resultaria na manutenção de um púlpito vazio. Contudo, em relação aos convidados, a legislação eleitoral desobriga convites a legendas sem representação mínima de cinco parlamentares na Câmara, como é o caso do partido Missão.
Diante do cenário, a TV Globo apontou que as decisões judiciais de última hora geraram insegurança jurídica e representaram uma interferência indevida na liberdade de imprensa para organizar debates eleitorais. Flávio Bolsonaro (PL), principal adversario de Lula, também havia desistido de participar após as mudanças nos critérios.
Críticas ao Formato e aos Adversários
Durante a entrevista, Lula questionou as regras que igualam o tempo de exposição de candidatos com grande e pequena expressividade nas pesquisas e destacou que já é muito conhecido pelo eleitorado.
O presidente também endureceu as críticas contra Flávio Bolsonaro, comparando a disputa atual com pleitos anteriores e desqualificando o opositor ao afirmar que ele não tem passado, presente ou futuro político.
Não se faz ciência por meio de pesquisa de opinião!
Se fosse assim, nunca teríamos iniciado uma campanha de vacinação contra a febre amarela ou tomado outras decisões que contrariam a maioria da população que possui praticas e costumes errados e prejudiciais.
Acordem para não serem manipulados com politicagem barata.
É tempo de união e de salvar vidas e não de fazer politicagem barata tendo a vida das pessoas como moeda.
TENHAM VERGONHA E CONSCIÊNCIA!
É óbvio que se trata de mais um "funcionário" da governadora, gente que é paga para defendê-la. Por aqui tem vários. Mas, poderia citar alguma coisa que essa governadora fez pelo RN. Ao menos UMA ação.
É inegável. Aliás, essa governadora apática, inepta e incompetente está destruindo o restinho do RN. Não há NADA de positivo que se possa atribuir a esse governo caótico. Não fosse a enorme quantidade de recursos enviados pelo governo federal, nem os salários dos servidores essa criatura estaria pagando. A propósito, não vai pagar os salários atrasados?
Não tem comparação!
Álvaro duzentas mil vezes melhor.
Fatima tem que ser comparada ao prefeito de Manaus e ao governador da Amazônia.
É por aí.
Atualmente estou fissurado em uma coisa: VACINA!
Eu só penso no dia em que vou poder vacinar minha família e perder o pânico de perdê-los.
Governadores e prefeitos tenham mais coragem!
Batam de frente com esse governo genocida e COMPREM!
Manda vir, depois a gente vê o resto!
Claro que o decreto do Prefeito é mais adequado. Ao mesmo tempo que combate o covid, prprocura preservar as atividades econômicas. O da Governadora é um desastre!
Se fosse união a Desgovernadora não teria levado para o lado político e teria ajudado abrindo mais leitos de UTI, ao contrário disso sumiço na verba do governo federal que ela recebeu. É nisso que dar colocar uma incompetente no poder, o RN continua sofrendo com os governos anteriores e atuais. Só lamento ?
Vamos ser sinceros : no tocante a pandemia a governadora deu uma surra em todos os sentidos no prefeito Álvaro Dias …. Vamos ser coerentes com as coisas e deixarmos de politicagem ,… a verdade tem que ser dita …. Fátima 10 X 0 em Álvaro
E o que ela fez mesmo que 'deu uma surra'??? Cita apenas 3 exemplos…
eu diria Álvaro dias 500 x 171 fatima
Fátima Bezerra 167 x 1 Álvaro Dias pra cuidar. Nesse momento precisamos de união e deixar às diferenças políticas de lado
É isso mesmo @Silva